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><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; Jackson</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/author/jackson/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 15:22:11 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Château Climens 1997</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-climens-1997/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-climens-1997/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:00:24 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[França]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=6450</guid> <description><![CDATA[Se Sauternes remete obrigatoriamente aos grandes vinhos brancos doces de Bordeaux, um nome é praticamente sinônimo dos vinhos dessa apelação: Château D´Yquem. Sim, o mítico Château, hoje nas mãos do conglomerado LVMH, é uma unanimidade entre os especialistas como o melhor vinho branco doce da França, e também um dos mais caros. Não por acaso&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-climens-1997/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Chateau_Climens_1997.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-6451" title="Chateau_Climens_1997" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Chateau_Climens_1997-580x388.jpg" alt="" width="580" height="388" /></a></p><p>Se Sauternes remete obrigatoriamente aos grandes vinhos brancos doces de Bordeaux, um nome é praticamente sinônimo dos vinhos dessa apelação: <a
title="Château D´Yquem" href="http://www.yquem.fr/yquem.php?lang=uk" target="_blank">Château D´Yquem</a>. Sim, o mítico Château, hoje nas mãos do conglomerado LVMH, é uma unanimidade entre os especialistas como o melhor vinho branco doce da França, e também um dos mais caros. Não por acaso outros rótulos excelentes de vinhos de Barsac e Sauterners ficam muitas vezes ofuscados diante do célebre vizinho. Até mesmo em rodas de conversa de iniciantes no mundo do vinho, o Château D´Yquem não será um nome estranho. Porém, nesse mesmo grupo, quantos já ouviram falar do Château Rieussec (Barons de Rothschild),<a
title="Denis Dubourdieu" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/denis-dubourdieu-visita-o-brasil-e-apresenta-seus-vinhos/" target="_blank"> Château Doisy-Daëne</a>, <a
title="Château Coutet" href="http://www.chateaucoutet.com/index.php/en/home" target="_blank">Château Coutet</a>, ou mesmo o <a
title="Château Climens" href="http://www.chateau-climens.fr/" target="_blank">Château Climens</a>? Poucos deles, ou talvez ninguém, embora esses vinhos sejam são verdadeiras preciosidades, e cheguem a custar 1/5 do Château D´Yquem. Mas o fato é que boa parte do mercado de Sauternes é dominado pelos <em>wine merchants</em> que trabalham para as grandes Casas de Leilões, e obviamente, o Château D´Yquem é a jóia da coroa. Nesse cenário de especulação, os mercados emergentes da Russia e China, tem um papel fundamental para puxar o preço do vinho para as alturas. Aqui no Brasil, a safra 2005 do Château D´Yquem pode chegar a custar R$6.800,00 a garrafa. Ou seja, apesar do D´Yquem ser realmente extraordinário, se você não é um milionário Russo ou Chinês tire seu cavalo da chuva, e trate de procurar outros rótulos mais acessíveis para meros mortais (categoria a qual eu me incluo).</p><p>Os vinhos do Château Climens não são uma barganha, mas em se tratando de Sauternes já figuram num patamar mais razoável de preços. Lá fora é possível comprar uma garrafa (375ml), de uma safra mais jovem, a partir de U$60. A propriedade de 30 Ha do Château Climens, pertecente desde 1971 a família Lurton, está localizada no ponto mais alto de Barsac, e sem dúvida, é um dos <em>terroir</em> mais nobres da região. Os vinhedos de Semillon possuem uma idade média de 35 anos, com um adensamento de 6.600 plantas/ha, resultando numa produção anual de 30 mil garrafas. O <strong>Château Climens Barsac 1997</strong>, feito 100% a partir uvas Semillon, apresentou um belíssima cor dourada, com um bouquet muito intenso e perfumado, ressaltando notas de abacaxi, casca de laranja, flores brancas e baunilha; sem esquecer da marcante presença da Botritys. Complexo, com boa estrutura na boca, além de um perfeito equilíbrio entre doçura e acidez, garantindo o frescor caraterístico de um bom Sauternes-Barsac.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif"><img
class="alignnone size-full wp-image-292" title="Excepcional" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="" width="77" height="26" /></a></p><p><em>Um vinho extraordinário, marcado por complexidade e muita elegência.</em><br
/> Preço USA: U$ 110,00<br
/> Preço Brasil: R$598 safra 2007 (375ml)- Importadora Grand Cru</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-climens-1997/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Carmelo Patti Malbec 2005</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/carmelo-patti-malbec-2005/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/carmelo-patti-malbec-2005/#comments</comments> <pubDate>Wed, 14 Dec 2011 16:43:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Argentina]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=6426</guid> <description><![CDATA[Carmelo Patti foi um dos pioneiros na Argentina no conceito de vinhos de autor. Fundou, em 1998, a sua El Lagar, quando comprou uma pequena bodega localizada em Mayor Drummond, Lujan de Cuyo. Imigrante italiano, Patti trabalhou como enólogo em diversas bodegas mendocinas, incluindo a Nieto Senetiner, até constituir a sua vinícola boutique, voltada a&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/carmelo-patti-malbec-2005/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Foto-Carmelo-Patti-Malbec-2005.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-6428" title="Foto-Carmelo-Patti-Malbec-2005" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Foto-Carmelo-Patti-Malbec-2005-580x388.jpg" alt="" width="580" height="388" /></a></p><p>Carmelo Patti foi um dos pioneiros na Argentina no conceito de vinhos de autor. Fundou, em 1998, a sua <strong>El Lagar</strong>, quando comprou uma pequena bodega localizada em Mayor Drummond, Lujan de Cuyo. Imigrante italiano, Patti trabalhou como enólogo em diversas bodegas mendocinas, incluindo a <a
title="Website Nieto Senetiner" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/nieto-senetiner-qvotr2009/" target="_blank">Nieto Senetiner</a>, até constituir a sua vinícola boutique, voltada a uma produção artesanal e limitada de vinhos de alta qualidade. Seus vinhos são produzidos a partir de uvas de Fincas localizadas em Perdriel e Luján de Cuyo, de vinhedos de baixo rendimento, que dificilmente ultrapassam 9 toneladas/hectare. Até hoje não cheguei a fazer uma visita em sua bodega, mas todos que já fizeram esse tour relatam muito positivamente a experiência, principalmente pela atenção dada pelo anfitrião que faz questão de conduzir os visitantes. Como gosto desse perfil de vinícola, fiquei curioso para provar seus vinhos, e logo tratei de comprar algumas garrafas na minha última viagem a Argentina.</p><p>Coloquei o <strong>Carmelo Patti Malbec 2005</strong> no decanter, e depois de uma hora comecei a degustação. Embora minha expectativa fosse maior, gostei do vinho. Perfil fino, equilibrado, sem exageros de extração e carvalho, como é muito comum nos vinhos argentinos. Mas, sinceramente, espera mais. Para tirar alguns dúvidas, na semana seguinte abri outra garrafa também do Malbec 2005, e o resultado não foi muito melhor. O vinho mostrou uma acidez um pouco acima da média e decaiu significativamente com o passar do tempo na taça. Talvez os vinhos não tenham evoluído bem, e ainda seja preciso provar outras safras e rótulos para ter um veredito sobre o produtor. De qualquer forma, para quem se interessar, aí vai a minha análise com  base na degustação da primeira garrafa. Malbec de cor rubi com transparência. Nariz de intensidade média lembrando ameixas, amoras e cacau; com carvalho já bem integrado. Estrutura mediana, primando pela elegância, com taninos redondos e macios. Fim de boca gostoso, de boa duração e sem exagero de álcool.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="" title="Muito Bom" width="45" height="26" class="alignnone size-full wp-image-108" /></a><br
/> <em>Um Malbec gastronômico, sem exageros de extração e álcool, ideal para acompanhar um refeição.</em></p><p>Grad. Alcóolica: 13,5%<br
/> Preço:</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/carmelo-patti-malbec-2005/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Roberto Voerzio Barolo La Serra 1999</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/roberto-voerzio-barolo-la-serra-1999/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/roberto-voerzio-barolo-la-serra-1999/#comments</comments> <pubDate>Wed, 09 Nov 2011 11:48:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=6404</guid> <description><![CDATA[Se você gosta de vinho italiano e estuda o assunto é muito provável que já tenha escutado esse nome: Roberto Voerzio. Esse produtor de La Morra ganhou status internacional graças ao seu trabalho meticuloso realizado nas vinhas, proporcionando vinhos refinados, ricos e estruturados. Em alguns casos a produtividade chega a 750g de fruto/planta, e o&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/roberto-voerzio-barolo-la-serra-1999/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Barolo-Roberto-Voerzio-La-Serra.jpg"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Barolo-Roberto-Voerzio-La-Serra.jpg" alt="Roberto Voerzio Barolo La Serra 1999" title="Barolo-Roberto-Voerzio-La-Serra" width="600" height="401" class="alignnone size-full wp-image-6405" /></a></p><p>Se você gosta de vinho italiano e estuda o assunto é muito provável que já tenha escutado esse nome: <strong>Roberto Voerzio</strong>. Esse produtor de La Morra ganhou status internacional graças ao seu trabalho meticuloso realizado nas vinhas, proporcionando vinhos refinados, ricos e estruturados. Em alguns casos a produtividade chega a 750g de fruto/planta, e o resultado não poderia ser outro senão vinhos de extrema qualidade, porém com uma produção limitadíssima. Outro segredo, Voerzio tem propriedades localizadas nas áreas mais distintas da Comune La Morra: La Serra, Cerequio, Brunate, Rocche dell’Annunziata, Vecchie Vite dei Capalot e Sarmassa. Embora com uma popularidade menor que Brunate e Cerequio, o vinhedo de La Serra, com uma área total de 14 Ha, possui características muito semelhantes com esses dois crus, um perfume notavelmente intenso e complexo.</p><p>Provei o La Serra 1999 juntamente com outras estrelas do Langhe, <strong>Gaja</strong> e <strong>Domenico Clerico</strong> (<a
href="http://jacksonbrustolin.posterous.com/estrelas-de-barolo" title="Estrelas de Barolo" target="_blank">Leia o post completo</a>). E apesar do páreo ter sido difícil, o Barolo Roberto Voerzio La Serra 1999, para mim foi o vinho da noite! Incrivelmente perfumado e elegante no nariz, com as típicas notas de pétalas de rosas, ameixas, framboesas, leve balsâmico, mineral e cedro. Ao mesmo tempo, muito concentrado, taninos superfinos e macios, com um final frutado e muito persistente. Soberbo!</p><p>Considerado o mais tradicional dos &#8220;modernistas&#8221;, Roberto Voerzio surpreende a cada safra apresentando sempre vinhos fantásticos!</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="" title="Excepcional" width="77" height="26" class="alignnone size-full wp-image-292" /></a></p><p>Grad. Alcoólica: 14,5%</p><p>Preço: U$250(EUA)</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/roberto-voerzio-barolo-la-serra-1999/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Os vinhos da Wakefield</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/os-vinhos-da-wakefield/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/os-vinhos-da-wakefield/#comments</comments> <pubDate>Mon, 31 Oct 2011 01:54:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[Austrália]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=6307</guid> <description><![CDATA[O último dia 17 de outubro, o Armazém Santo Antônio, em Curitiba, foi palco de uma descontraída e agradável apresentação dos vinhos da Wakefield, uma das mais prestigiadas vinícolas australianas. E nada melhor para contar a história dessa vinícola, que a presença de um dos membros da família. Justin Taylor, que ingressou em 1995 nos&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/os-vinhos-da-wakefield/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>O último dia 17 de outubro, o Armazém Santo Antônio, em Curitiba, foi palco de uma descontraída e agradável apresentação dos vinhos da <a
title="Website Wakefield" href="http://www.wakefieldwines.com/" target="_blank">Wakefield</a>, uma das mais prestigiadas vinícolas australianas. E nada melhor para contar a história dessa vinícola, que a presença de um dos membros da família. <strong>Justin Taylor</strong>, que ingressou em 1995 nos negócios da família, e atualmente é responsável pelos mercados dos EUA e Canadá, apresentou alguns dos rótulos e contou como nasceu o projeto dessa vinícola fundada por seu avô.</p><div
id="attachment_6322" class="wp-caption alignnone" style="width: 590px"><img
class="size-medium wp-image-6322 " title="Degustação Wakefield" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/10/wakefield-6728-580x383.jpg" alt="" width="580" height="383" /><p
class="wp-caption-text">Justin Taylor, Ari e Pedro Corrêa</p></div><p>Originalmente a familia Taylor era reconhecida em Sidney pela sua forte atuação no segmento hoteleiro e na distribuição dos vinhos de Bordeaux. Porém, nos anos 60, Bill Taylor, inspirado nos vinhos do Medoc, em especial pelo Chateau Mouton Rothschild, chegou a conclusão que seria possível produzir um Cabernet Sauvignon premium na Australia. Para concretizar esse sonho, em 1969, Bill convenceu seu pai a investir na compra de uma propriedade de 178 Ha em Auburn, cerca de 120km ao norte de Adelaide, em Clare Valley, considerada uma das mais belas regiões vitivinícolas da Austrália. A propriedade da Wakefield está localizada no extremo sul do Vale, numa altitude de 350 Mts do nível do mar, onde as temperaturas podem variar de 40º C durante o dia até 5º C à noite. O regime de chuvas também ajuda a tornar o Clare Valley numa das regiões produtoras da Austrália com o clima mais fresco. Não por acaso, a região ganhou reputação internacional pelos excelentes resultados com seus Chardonnay e Riesling.</p><div
id="attachment_6357" class="wp-caption alignnone" style="width: 590px"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/10/wakefield-6731-2.jpg" alt="Chardonnay Wakefield" title="Chardonnay Wakefield" width="580" height="384" class="size-full wp-image-6357" /><p
class="wp-caption-text">Um Chardonnay encorpado e cremoso, mas sem deixar de lado o frescor.</p></div><p>O evento começou com a degustação do delicioso e fresco <strong>Wakefield St. Andrews Chardonnay 2008</strong>. Um aroma frutado, lembrando pêssegos, damasco, abacaxi e um leve tostado do carvalho. Na boca tem ótima estrutura, cremosidade e acidez na medida certa, num conjunto de excelente harmonia. Fantástico! O St. Andrews tem tudo o que você pode esperar de um bom Chardonnay. Na linha <em>entry level</em> provamos um dos carro-chefe da vinícola, o <strong>Promisse Land Shiraz/Cabenet Sauvignon 2007 (R$46)</strong>. Um vinho bem ao estilo Novo Mundo. Aroma intenso e doce, frutas negras supermaduras, baunilha e licor. Na boca é redondão, meio gorducho, final alcoólico e doce. Também numa linha intermediária, o <strong>Wakefield Estate Cabernet Sauvignon 2008 (R$56)</strong>. Nariz frutado, remetendo a cassis e cerejas, e um toque mentolado. Encorpado, caloroso, com taninos macios e um final longo e frutado. Para encerrar, mais um rótulo da linha <em>premium</em>, o <strong>Wakefield St. Andrews Cabernet Sauvignon 2004 (R$170)</strong>, um vinho de grande complexidade e elegância. Bouquet delicioso, lembrando framboesas, cassis, especiarias e cedro. Ótima concentração, marcado por taninos superfinos e redondos. Um vinho bem equilibrado, excepcional para se beber hoje. Nenhum Riesling participou dessa degustação, mas fiquei curioso em provar, quem sabe em futuras degustações podemos conhecer esse e outros rótulos da vinícola.</p><div
id="attachment_6359" class="wp-caption alignnone" style="width: 590px"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/10/wakefield-6747-2.jpg" alt="Wakefield Cabernet Sauvignon" title="Wakefield Cabernet Sauvignon" width="580" height="384" class="size-full wp-image-6359" /><p
class="wp-caption-text">Complexidade e elegância num belo exemplar de Cabernet Australiano</p></div><p>Não precisa nem dizer que com o sucesso do projeto vinícola, a familia se desfez dos negócios no ramo da hotelaria e focou no vinho. Hoje, a Wakefield possui uma propriedade de 750 Ha, sendo 415 Ha de vinhedos. Uma curiosidade, os três cavalos marinhos encontrados nos rótulos dos vinhos são uma referência aos fósseis de pequenos cavalos-marinhos encontrados durante as escavações na área dos vinhedos, o que prova que essa &#8220;Terra Rossa&#8221; um dia já foi mar.</p><p><em>* Os vinhos da Wakefield são importados pela <a
title="Website Porto a Porto" href="http://www.portoaporto.com/" target="_blank">Porto a Porto</a> / <a
title="Website Casa Flora" href="http://www.casaflora.com.br/" target="_blank">Casa Flora</a>.</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/os-vinhos-da-wakefield/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Viña Almaviva EPU 2008</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/vina-almaviva-epu-2008/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/vina-almaviva-epu-2008/#comments</comments> <pubDate>Thu, 13 Oct 2011 01:03:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Chile]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=6093</guid> <description><![CDATA[EPU, na lingua dos índios mapuche, o &#8220;número dois&#8221;. O segundo vinho da Viña Almaviva vem de encontro a tradição dos grandes Château de Bordeaux, de criar rótulos mais acessíveis, aproveitando o prestígio dos seus primeiros vinhos. O Almaviva que nasceu, em 1997, da joint venture da Concha y Toro e a Baronesa Philippine de&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/vina-almaviva-epu-2008/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/10/DSC0348.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-6095" title="_DSC0348" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/10/DSC0348-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p><p>EPU, na lingua dos índios mapuche, o &#8220;número dois&#8221;. O segundo vinho da <a
title="Viña Almaviva" href="http://www.almavivawinery.com/" target="_blank">Viña Almaviva</a> vem de encontro a tradição dos grandes Château de Bordeaux, de criar rótulos mais acessíveis, aproveitando o prestígio dos seus primeiros vinhos. O Almaviva que nasceu, em 1997, da <em>joint venture</em> da <strong>Concha y Toro</strong> e a <strong>Baronesa Philippine de Rothschild</strong> figura, atualmente, entre os grandes vinhos chilenos. E nada mais natural que a vinícola tivesse um segundo vinho digno de ostentar um nome desse calibre no rótulo, com uma proposta de preço para atingir bolsos menos privilegiados. Embora, R$190 &#8211; preço que o vinho é vendido aqui no Brasil -, esteja longe de ser considerado &#8220;acessível&#8221;.</p><p>Produzido a partir dos mesmos vinhedos do Almaviva, de Puento Alto e Alto Maipo, o EPU 2008 é um corte de Cabernet Sauvignon e Carménère, com a predominância da primeira. Bela cor rubi, com uma certa transparência, o vinho apresentou um nariz de boa intensidade. Frutas negras maduras como cassis e cerejas, baunilha, cacau e pimenta do reino. Na boca é potente, taninos muito firmes, com uma textura macia provavelmente dada pela Carménère. O final também é longo, frutado e doce. Um vinho direto e gostoso de beber, embora falte um pouco de brilho. Também não espere a complexidade e aquele estilo francês dos vinhos como Alamaviva, Don Melchor, Seña, <a
title="Vinhos Errazuriz" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/errazuriz-arboleda-sena-qvotr2009/" target="_blank">Don Maximiano</a>.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif"><img
class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="" width="61" height="26" /></a><br
/> Grad. Alcoólica: 14%<br
/> Importadora:<br
/> Preço: 22.900 pesos (Chile) / R$190 (wine.com.br)</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/vina-almaviva-epu-2008/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Barolo Luigi Einaudi Nei Cannubi 2004</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/barolo-luigi-einaudi-nei-cannubi-2004/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/barolo-luigi-einaudi-nei-cannubi-2004/#comments</comments> <pubDate>Fri, 26 Aug 2011 14:57:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=6023</guid> <description><![CDATA[Barolo é um daqueles nomes que consegue exprimir como nenhum outro, a alma do vinho italiano. A localidade, situada nas colinas do Langhe, que deu nome a um dos mais emblemáticos vinhos italianos, é o berço da uva Nebbiolo. A fama desse vinho remonta o século XIX, mas foi somente em 1934 que os piemonteses&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/barolo-luigi-einaudi-nei-cannubi-2004/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Barolo-Luigi-Einaldi.jpg"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Barolo-Luigi-Einaldi-580x388.jpg" alt="" title="Barolo-Luigi-Einaldi" width="580" height="388" class="alignnone size-medium wp-image-6423" /></a></p><p>Barolo é um daqueles nomes que consegue exprimir como nenhum outro, a alma do vinho italiano. A localidade, situada nas colinas do Langhe, que deu nome a um dos mais emblemáticos vinhos italianos, é o berço da uva Nebbiolo. A fama desse vinho remonta o século XIX, mas foi somente em 1934 que os piemonteses iniciaram o movimento de proteção dos vinhos com a criação do Consórcio para a Defesa dos Vinhos <strong>Barolo</strong> e <strong>Barbaresco</strong>; e em 1966, com a inclusão como Denominação de Origem Controlada (DOC). O caminho percorrido pelo Barbaresco, seu irmão mais novo, não foi diferente. A evolução qualitativa dos vinhos e o reconhecimento do mercado é um fenômeno relativamente novo, que aconteceu nos últimos 25 anos. Para se ter uma ideia, em 1964, num dos principais vinhedos de Barbaresco, o <strong>Sori San Lorenzo</strong>, as vinhas tinham um papel secundário, disputando espaço com outras culturas, como árvores frutíferas, e até mesmo o pasto para alimentar o gado.  Hoje, o Barbaresco Sorí San Lorenzo Gaja é vendido por cerca de R$ 1.592,00 a garrafa. Nada mal!</p><p>O que muita gente não sabe, é que assim como os `Crus´ na Borgonha, em Barolo e Barbaresco também foram classificados os grandes vinhedos dessa denominação. Em Barolo os vinhedos de Brunate, Cannubi, Sarmassa, Monghisolfo seriam os grandes expoentes; assim como em <a
title="Barbaresco Cascina delle Rose" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/barbaresco-rio-sordo-cascina-delle-rose-1998/" target="_blank">Barbaresco</a>, vinhedos como Asili, San Lorenzo, Rabajà, Montestefano entre outros. Essa vocação de certos vinhedos para produzir vinhos excepcionais já era conhecida de longa data pelos italianos. O prestigio do vinhedo de <strong>Cannubi</strong>, por exemplo, chegou a preceder a própria fama do Barolo. A mais antiga garrafa encontrada no Langhe constava a seguinte inscrição em seu rótulo “Cannubi 1752”. Por isso, para quem quer provar um vinho realmente superior dessa região, não basta escolher um rótulo de um bom produtor da DOCG Barolo ou Barbaresco, fique atento a menção de algum <em>Cru</em>. Nesse caso você terá um forte indicador da qualidade do vinho, e é claro, prepare-se para pagar preços mais altos.</p><p>A <a
title="Website Poderi Luigi Einaudi" href="http://www.poderieinaudi.com/" target="_blank">Poderi Luigi Einaudi</a> tem suas raízes ligadas ao vinho que remontam o ano de 1897, quando a família adquiriu a Cascina San Giacomo em Dogliani. Contudo, em 1997, a compra de uma área de 2,2 Ha no soberbo vinhedo de Cannubi deu um novo impulso a Poderi Luigi Einaudi. Hoje, a vinícola já possuí cerca de 11 vinhedos espalhados em áreas nobres de Dogliani e Barolo, e tem apresentado uma evolução considerável, lançando a cada ano vinhos melhores. Dentro da disputa entre os ditos produtores de Barolo `tradicionalistas´e `modernos´, a Poderi Luigi Einaudi integra o segundo time. Seu Barolo consegue ser mais frutado e acessível mesmo quando jovem (5 anos); muito diferente de alguns <em>Baroli</em> excessivamente tânicos e rustícos, bebíveis somente após 15 anos de amadurecimento.</p><p>O <strong>Barolo Nei Cannubi 2004</strong> apresentou uma bela cor rubi marcada por um halo levemente alaranjado, e lágrimas já sem  pigmentação. Depois de 3 horas no decanter revelou um bouquet incrivelmente perfumado e elegante. Ameixas maduras, cerejas e o característico floral, lembrando pétalas de rosas; carvalho já bem integrado. Um Barolo com excelente concentração e muito estruturado, mas ao mesmo tempo com taninos sedosos e acessíveis, tudo perfeitamente equilibrado. Final longo e delicioso! Um Barolo de grande personalidade, que está fantástico hoje, mas pode suportar perfeitamente muitos anos na garrafa.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif"><img
class="alignnone size-full wp-image-292" title="Excepcional" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="" width="77" height="26" /></a><br
/> <em>Não importa a escola de sua preferência, tradicionalistas ou modernos, esse é um exemplar magnífico de Barolo de uma safra excepcional</em></p><p>Grad. Alcoólica: 14%<br
/> Preço: R$280<br
/> Importadora: Porto a Porto / Casa Flora</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/barolo-luigi-einaudi-nei-cannubi-2004/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>O Concurso Cultural Adega Virtual GE está na reta final!</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/o-concurso-cultural-adega-virtual-ge-esta-na-reta-final/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/o-concurso-cultural-adega-virtual-ge-esta-na-reta-final/#comments</comments> <pubDate>Fri, 12 Aug 2011 11:58:55 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Variedades]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=6010</guid> <description><![CDATA[Todo ano nas semanas que antecedem o Dia dos Pais recebemos uma enxurrada de e-mails com os mais variados pedidos de ajuda. Em geral, essas dúvidas se resumem numa única pergunta: Que presente devo dar ao meu pai? Bem, como no QVinho nosso negócio é falar sobre vinhos e gastronomia, sempre procuramos passar sugestões relacionadas&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/o-concurso-cultural-adega-virtual-ge-esta-na-reta-final/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/08/rotulos_blogs_qvinho.jpg"><img
class="alignnone size-full wp-image-5983" title="rotulos_blogs_qvinho" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/08/rotulos_blogs_qvinho.jpg" alt="" width="500" height="331" /></a></p><p>Todo ano nas semanas que antecedem o Dia dos Pais recebemos uma enxurrada de e-mails com os mais variados pedidos de ajuda. Em geral, essas dúvidas se resumem numa única pergunta: Que presente devo dar ao meu pai? Bem, como no QVinho nosso negócio é falar sobre vinhos e gastronomia, sempre procuramos passar sugestões relacionadas a esses temas. Dicas de livros, acessórios, máquinas de espresso, e é claro, vinhos. Mas, pela primeira vez, os leitores do QVinho terão uma chance de marcar o Dia dos Pais com um presente de arrasar, daqueles para deixar qualquer pai que gosta de vinhos de queixo caído. Você já imaginou presenteá-lo com uma linda <a
title="Adega GE 23 Garrafas" href="http://www.geeletrodomesticos.com.br/produtos/adegas/23_garrafas/23_garrafas.asp" target="_blank">Adega da GE</a>? E como se isso não bastasse, você leva de quebra mais 23 rótulos selecionados pela importadora <a
title="Website Importadora Vinissimo" href="http://www.vinissimo.com.br/" target="_blank">Vinissimo</a>. Ainda dá tempo de você participar do Concurso Cultural <a
title="GE Facebook" href="http://www.facebook.com/GEemCasa?sk=app_130853323673326" target="_blank">Adega Virtual GE</a>, basta ler o <a
title="Post GE QVinho" href="http://www.qvinho.com.br/variedades/qvinho/concurso-cultural-adega-virtual-ge/" target="_blank">post que já publicamos</a> aqui no QVinho. Afinal, o que você vai querer dar de presente para o seu pai esse ano: uma lembrancinha ou um presente que deixa lembranças?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/o-concurso-cultural-adega-virtual-ge-esta-na-reta-final/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>T.H. Carignan Undurraga 2009</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/t-h-carignan-undurraga-2009/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/t-h-carignan-undurraga-2009/#comments</comments> <pubDate>Mon, 11 Jul 2011 01:46:58 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Chile]]></category> <category><![CDATA[o.fournier]]></category> <category><![CDATA[Santa Carolina]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=5932</guid> <description><![CDATA[No últimos tempos tive a oportunidade de provar uma série de rótulos chilenos de Carignan. E de modo geral, posso afirmar que a qualidade desses vinhos está realmente surpreendente. No último evento da ViniVinci provei com exclusividade um dos mais recentes vinhos da linha premium de José Manuel Ortega Fournier, O. Fournier Maule 2008 (R$248),&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/t-h-carignan-undurraga-2009/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/07/TH-Undurraga1.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5936" title="TH-Undurraga" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/07/TH-Undurraga1-500x331.jpg" alt="" width="500" height="331" /></a></p><p>No últimos tempos tive a oportunidade de provar uma série de rótulos chilenos de Carignan. E de modo geral, posso afirmar que a qualidade desses vinhos está realmente surpreendente. No último evento da ViniVinci provei com exclusividade um dos mais recentes vinhos da linha <em>premium</em> de José Manuel Ortega Fournier, <strong>O. Fournier Maule 2008</strong> (R$248), e confesso que fiquei impressionado. Um vinho único, rico, com todos os predicados de um grande vinho, simplesmente fabuloso! E como se não bastasse, também encontramos Carignan deliciosos em faixas de preço mais acessíveis, como é o caso do <a
title="Post Sant Ema" href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/amplus-de-vina-santa-ema/" target="_blank">Santa Ema Carignan</a> (R$110), ou mesmo o <em>bestby</em> <a
title="Post Santa Carolina" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/os-vinhos-da-santa-carolina/" target="_blank">Santa Carolina Specialties Dry Farming Carignan 2008 </a>(R$55).</p><p>Embora tenha chegado ao Chile em meados do século XX, a Carignan figurou durante muitos anos na mais completa obscuridade, sendo utilizada apenas para dar mais cor e acidez em outros vinhos. Na DO Maule encontramos grande parte dos vinhedos da Carignan, que chegam a ter 50 anos ou até 80 anos de idade. Os vinhedos velhos, não irrigados, estão plantados em solos pobres e manejados pelo sistema Gobelet, como arbustos; e o resultado é a baixa produtividade (cerca de 6 mil Kg/Ha ou até menos) de uma cepa que é naturalmente muito exuberante e produtiva. Vale ressaltar que é exatamente a idade dos vinhedos, um dos grandes trunfos dessa nova geração de vinhos Carignan, que apresenta vinhos muito finos e profundos. Longe da monotonia que muitos vinhos se transformaram -mascarados pela madeira e incapazes de mostrar os nuances do solo e do clima de onde foram produzidos -, os novos vinhos de Carignan representam renovação. E por mais paradoxal que isso pareça, a renovação vem de vinhedos muito velhos que estavam abandonados e produzindo vinhos medíocres.</p><p>A <a
title="Website Undurraga" href="http://www.undurraga.cl/" target="_blank">Viña Undurraga</a> &#8211; com mais de 120 anos, umas pioneiras da vitinicultura no Chile &#8211; integra um pequeno grupo de vinícolas chilenas que estão trabalhando em prol do desenvolvimento da uva Carignan no Vale do Maule. O enólogo <strong>Rafael Urrejola</strong> faz parte do time dos defensores desse projeto, e a sua linha de rótulos T.H (Terroir Hunter), nasceu de uma busca dos microterroir que melhor representam a diversidade chilena. É o caso do <strong>TH Carignan</strong>, um vinho de produção limitada (1.010 caixas), obtido de uvas de vinhedos velhos de pequenos quartéis de duas zonas no Maule, sendo uma delas um pouco mais fresca, Locomilla (58%) e outra mais quente, Cauquenes (42%); onde 60% do vinho estagia por 16 meses em barricas novas de carvalho francês. Cor violácea viva, com certa transparência, o TH Carignan revelou um bouquet perfumado e de boa intensidade, marcado por frutas frescas com cerejas e amoras, algo floral, além de notas de cedro e baunilha. Sem dúvida uma ótima integração com a madeira. Na boca mostrou boa estrutura, taninos finos e redondos, além da acidez marcante e típica da Carignan. Um vinho equilibrado, de final persistente e delicioso.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="" title="Excelente" width="61" height="26" class="alignnone size-full wp-image-159" /></a><br
/> Importadora: Mr. Mann<br
/> Preço: R$78<br
/> Grad. Alcóolica: 14,5%</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/t-h-carignan-undurraga-2009/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Receita: Pierogi</title><link>http://www.qvinho.com.br/receitas/receita-pierogi/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/receitas/receita-pierogi/#comments</comments> <pubDate>Thu, 23 Jun 2011 02:39:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Receitas]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=5891</guid> <description><![CDATA[Já há um tempo queria postar por aqui a receita do Pierogi, os pasteizinhos cozidos típicos dos imigrantes poloneses e ucranianos. Muito comum em cidades aqui do sul do Brasil, o Pierogi é facilmente encontrado, por exemplo, nas feiras de Curitiba. Um pouco maior que um ravioli, o Pierogi geralmente é recheado com ricota e&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/receitas/receita-pierogi/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Pierogi1.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5898" title="Pierogi" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Pierogi1-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p><p>Já há um tempo queria postar por aqui a receita do <strong>Pierogi</strong>, os pasteizinhos cozidos típicos dos imigrantes <strong>poloneses</strong> e <strong>ucranianos</strong>. Muito comum em cidades aqui do sul do Brasil, o Pierogi é facilmente encontrado, por exemplo, nas feiras de Curitiba. Um pouco maior que um ravioli, o Pierogi geralmente é recheado com ricota e batatas, embora também seja possível encontrar versões de repolho e até mesmo com recheios doces a base frutas frescas como ameixa, maça ou morango. Das feirinhas de rua até as festas de igreja polaca e ucraniana já tive a oportunidade de provar uma boa variedade desses deliciosos pastéis. Porém, pegamos a receita tradicional do Pierogi &#8211; proveniente da vertente polonesa da família da minha mãe &#8211; e fizemos um pequeno <em>fusion</em> com a gastronomia italiana. Sim, o molho com tomates e ervas aromáticas dá um toque especial a esse prato. Honestamente, o resultado fica muito superior ao que você geralmente come por aí.</p><h2>Receita e ingredientes do Pierogi (4 pessoas):</h2><h3>Recheio:</h3><ul><li>3 Kg de batatas</li><li>1 Cebola grande;</li><li>1 punhado de salsinha e cebolinha;</li><li>50g de manteiga;</li><li>150g de Queijo Parmesão;</li><li>Sal;</li><li>Noz-moscada.</li></ul><p>Cozinhe as batatas e amasse-as como se fosse preparar um purê, reserve. Numa panela, com um pouco de azeite, refogue a cebola picada, e o cheiro verde. Em seguida misture esse tempero as batatas, juntamente com a manteiga, o queijo ralado, o sal e a noz-moscada.</p><h3>Massa:</h3><ul><li>1 Copo de água morna;</li><li>1 Ovo inteiro;</li><li>1/2 xícara (café) de óleo;</li><li>Farinha de trigo.</li></ul><p>Inicialmente bata o ovo com a água morna e o sal, misture bem e, aos poucos, adicione a farinha de trigo até ganhar o ponto (que não grude nas mãos e consiga abrir com o rolo). Estique bem a massa, recorte os pastéis e coloque o recheio. Leve os Pierogi para cozinhar em água fervente (com uma colher de sopa de sal), e aguarde até que eles cheguem à superfície (sinal que já estão no ponto).</p><h3>Molho:</h3><ul><li>1 Kg de tomates (pomodoro);</li><li>4 Dentes de Alho;</li><li>5 colheres (sopa) de azeite;</li><li>1 Cebola grande;</li><li>2 Colheres (sopa) de açúcar;</li><li>1 Colher (chá) de sal;</li><li>Tomilho fresco (a gosto);</li><li>2 Folhas de Louro;</li><li>1 Pitada de Noz-moscada;</li><li>Manjericão;</li><li>Alecrim;</li><li>Pimenta do reino.</li></ul><p>Escalde os tomates, em seguida tire a pele e as sementes. Aqueça o azeite e doure a cebola e o alho picados, e acrescente os tomates. Coloque os demais ingredientes, e cozinhe por aproximadamente 30 minutos, mexendo sempre, até que o molho ganhe uma certa consistência.</p><h2>Vinho recomendado: Bodega Noemia A.Lisa 2009</h2><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/06/29052011-_DSC0071.jpg"><img
class="alignleft size-thumbnail wp-image-5916" title="29052011-_DSC0071" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/06/29052011-_DSC0071-230x153.jpg" alt="" width="230" height="153" /></a>Essa massa, com o recheio de batatas e o molho aromático de tomates vai muito bem um vinho tinto leve ou de medianamente encorpado, com boa acidez e pouca madeira. Contudo, acabei optando pelo A.Lisa 2009 da <a
title="Post Noemia" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/wofa-2010-bodega-noemia-de-patagonia/" target="_blank">Bodega Noemia</a>, um vinho delicioso, que como esperado, dominou a harmonização. De todo modo, nada que tenha prejudicado o sabor do prato. O A.Lisa é predominantemente  Malbec (90%), com um toque da Merlot (10%), que passa 11 meses em barricas de segundo uso. Nariz perfumado e fresco lembrando framboesas, amoras, ameixas e notas licorosas e florais. Cheio de fruta. Na boca tem estrutura mediana, taninos muito macios e doces, uma acidez marcante. Um vinho bem equilibrado e elegante. Fim de boca com ótima persistência.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="" title="Muito Bom" width="45" height="26" class="alignnone size-full wp-image-108" /></a><br
/> Importadora: Vinci<br
/> Preço: R$79</p><p>&nbsp;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/receitas/receita-pierogi/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Os vinhos da Santa Carolina</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/os-vinhos-da-santa-carolina/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/os-vinhos-da-santa-carolina/#comments</comments> <pubDate>Tue, 24 May 2011 11:59:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Chile]]></category> <category><![CDATA[Santa Carolina]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=5840</guid> <description><![CDATA[No meu último post sobre a visita que fiz a Viña Santa Carolina, comentei em linhas gerais, sobre os novos projetos da vinícola. Em especial, na Finca Santa Isabel, no Vale de Casablanca, conhecemos de perto a mais recente empreitada: 12 Ha de vinhedos de Pinot Noir e Syrah plantados nas encostas das colinas. O&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/os-vinhos-da-santa-carolina/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>No meu <a
title="Post Viña Santa Carolina" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/vina-santa-carolina-aposta-na-renovacao/" target="_blank">último post</a> sobre a visita que fiz a Viña Santa Carolina, comentei em linhas gerais, sobre os novos projetos da vinícola. Em especial, na Finca Santa Isabel, no Vale de Casablanca, conhecemos de perto a mais recente empreitada: 12 Ha de vinhedos de Pinot Noir e Syrah plantados nas encostas das colinas. O que credencia a nova aposta são os anos de experiência adquirida neste terreno; a Viña Casablanca foi uma das pioneiras a plantar vinhedos nessa região, já no início dos anos 90. Por isso, as expectativas da enóloga <strong>Ximena Pacheco</strong>, são as melhores possíveis.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/05/14042011-_DSC0138.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5853" title="Finca Santa Isabel" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/05/14042011-_DSC0138-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p><p>O clima e o solo do Vale de Casablanca não foram promissores apenas para as uvas brancas como Sauvignon Blanc e Chardonnay, os tintos de zona fria mostraram o seu valor. Com o tempo percebeu-se que vinhos como Syrah, Merlot e Pinot Noir apresentavam características muito particulares, e significativamente diferentes, desses mesmos varietais plantados em regiões mais quentes. Quando você compara os rótulos da Viña Casablanca com outros como a Santa Caroliana Reserva e Reserva da Família é fácil notar as diferenças. A linha <strong>Specialties</strong>, que foi lançada recentemente, é outra iniciativa de explorar diferentes <em>terroir</em> chilenos que merece destaque.  Os vinhos de Sauvignon Blanc (San Antonio), Malbec (Cachapoal), Chardonnay (Limary), Syrah (Maipo Costa), Carignan (Cauquenes) representam muito bem as características dessas regiões. Separei algumas das anotações dos vinhos que provei durante essa viagem.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/05/14042011-_DSC0240.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5854" title="Vinhedos no Vale de Casablanca" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/05/14042011-_DSC0240-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p><h2>Santa Carolina Specialties Ocean Side Sauvignon Blanc 2009 &#8211; R$55</h2><p>A partir das uvas de vinhedos do Vale de San Antonio, muito próximo da costa do Pacífico, nasce esse delicioso Sauvignon Blanc. As características desse vinho são muito marcadas pela influência marítima. Brisas frias pela manhã e tardes muito ensolaradas e quentes, juntamente com o solo rochoso, constituem uma combinação ideal para concentração de aromas e sabores da uva. Fiquei surpreso com a qualidade do vinho, principalmente por ser tratar da primeira safra que chegou ao mercado. Nariz de boa intensidade, muito fresco, com um primeiro ataque herbáceo, frutas cítricas e um toque mineral. Na boca tem uma estrutura razoável, ótima acidez e um final duradouro. Um vinho equilibrado, delicioso; perfil mineral, muito diferente, por exemplo, do Nimbus Sauvignon Blanc que é de Casablanca.</p><h2>Santa Carolina Specialties Dry Farming Carignan 2008 &#8211; R$55</h2><p>Localizado a cerca de 300km ao sul de Santiago, Cauquenes está situada no sudoeste do Vale do Maule, região conhecida por sua grande extensão de vinhedos, e que nos últimos tempos, ganhou projeção graças a seus excelentes Carignan. A Santa Carolina foi buscar em vinhedos de 80 anos de idade, não irrigados, a matéria prima para o seu novo rótulo da Specialties. Bouquet elegante, evoluiu muito com passar do tempo na taça; notas de mirtilo, amoras, além de um toque floral e de baunilha. Na boca uma bela estrutura, taninos firmes, ainda com uma certa adstringência. Acidez presente e um final frutado e persistente. Um Carignan delicioso!</p><h2>Santa Carolina Reserva de Família Carmenère 2008 &#8211; R$70</h2><p>Proveniente de uvas de dois vinhedos (Peumo e Los Lingues), esse vinho com predominância de Carmenére (86%), leva ainda 8% de Cabernet Sauvignon e 6% de Petit Verdot. Sem custar os olhos da cara como alguns tops Carmenères chilenos, ou como seu irmão mais ilustre (Herência), o Reserva de Família é simplesmente delicioso. Cor púrpura, muito denso, com um perfume intenso de frutas negras maduras, mescladas com notas de café, pimentão, tostado e especiarias. Na boca, é um vinho estruturado, caloroso, com taninos de ótima qualidade, mas que ainda precisam de mais um tempo para amaciar. O vinho tem um excelente conjunto, final persistente e especiado.</p><h2>Casablanca Nimbus Chardonnay 2009 &#8211; R$65</h2><p>Do Vale de Casablanca vem esse gostoso e fresco Chardonnay. Um vinho que reflete exuberância de frutas tropicais, como pêssego, abacaxi e damasco, com leve toque de baunilha e notas amanteigadas; mas sem exageros, tudo bem integrado com a fruta. Um Chardonnay redondo, cremoso e com boa acidez, muito balanceado e delicioso de beber.</p><h2>Casablanca Nimbus Syrah 2008 &#8211; R$65</h2><p>Um Syrah que tem origem nas parcelas mais frias do Vale de Casablanca, onde as uvas são colhidas praticamente no final de maio. Escuro, com muita matéria corante, esse Syrah apresentou um nariz muito elegante e perfumado. Boa complexidade, ressaltando frutas negras maduras como cerejas e ameixas, acompanhadas de notas de pimenta e especiarias, aportadas pelos 12 meses de estagio em carvalho francês. Um vinho encorpado, com taninos firmes, acidez presente que fecham um ótimo conjunto.</p><h2>Santa Carolina Herencia 2007 &#8211; R$430</h2><p>Uma palavra pode resumir bem esse vinho: fantástico! O Herencia, sem dúvida, é um dos grandes vinhos chilenos. Não digo isso comparando somente com outros Carmenères, mas entre todos os grandes rótulos chilenos. É um vinho superlativo em todos os sentidos, seja pela sua complexidade, seja pela sua fineza, que fazem você duvidar que está bebendo um Carmenère. O vinho, um tributo aos 130 anos da Viña Santa Carolina, leva predominantemente Carmenère (94%), além de um toque de Malbec (1%) e Cabernet Sauvignon (5%). Como não poderia ser diferente, 84% da Carmenère é obtida dos melhores <em>terroir</em> do Chile para essa casta; vinhedos de aproximadamente 15 anos, com baixa produtividade, em La Rinconada Estate, Peumo e Los Lingues em Alto Colchagua. Bouquet muito fino e perfumado, em destaque frutas maduras como ameixas, amoras, cacau e tabaco, além de um delicioso floral e um sutil toque tostado do carvalho. Na boca é um vinho volumoso, marcado por taninos muito finos e sedosos; com um final untuoso, longo e frutado. Um Carmenère jovem, fantástico para beber hoje, mas que poderá melhor muito nos próximos 5 anos.</p><p><em>Importadora: Porto a Porto / Casa Flora</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/os-vinhos-da-santa-carolina/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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