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	<title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; Enoeventos</title>
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	<description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description>
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		<title>Amplus de Viña Santa Ema</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 12:06:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enoeventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns dias atrás comparecemos a um agradável jantar promovido pela importadora curitibana Vinoteca com o intuito de apresentar os rótulos da linha Amplus, produzidos pela vinícola chilena Santa Ema. O jantar harmonizado ocorreu no Vin Bistrô, contando com a presença de jornalistas e blogueiros. A Santa Ema possui uma história muito parecida com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/amplus-santa-ema.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4339" title="Amplus Santa Ema" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/amplus-santa-ema-500x334.jpg" alt="Amplus Santa Ema" width="500" height="334" /></a></p>
<p>Há alguns dias atrás comparecemos a um agradável jantar promovido pela importadora curitibana <strong>Vinoteca</strong> com o intuito de apresentar os rótulos da linha <strong>Amplus</strong>, produzidos pela vinícola chilena <a title="Website Santa Ema" href="http://www.santaema.cl/" target="_blank">Santa Ema</a>. O jantar harmonizado ocorreu no Vin Bistrô, contando com a presença de jornalistas e blogueiros.</p>
<p>A Santa Ema possui uma história muito parecida com a de outras vinícolas chilenas, iniciada pelas mãos de imigrantes europeus que aportaram no Novo Mundo em busca de terras para cultivo. No Chile chegaram inúmeras famílias espanholas e francesas com esse objetivo, no caso da Santa Ema a história é diferente, afinal os seus fundadores são de origem italiana. Tudo começou pelas mãos do piemontês Pedro Pavone, que após deixar a Itália comprou terras no ano de 1931 em Isla de Maipo (local onde se encontra a atual vinícola). O negócio de produzir vinho iniciou um pouco mais tarde, em 1951, quando Pedro Pavone e seu filho Felix começaram a engarrafar seu próprio vinho e não pararam mais. Atualmente contam com uma moderna vinícola e vinhedos próprios nos Vales de Maipo e Cachapoal, além de contratos com viticultores nos Vales de Casablanca e Leyda.</p>
<p>Os vinhos da linha Amplus usam uvas do Vale Cachapoal para os tintos e uvas do Vale de Leyda para os brancos, garantindo assim matéria-prima de qualidade para elaborar vinhos de perfil bem atual. O <strong>Amplus One Carmenère 2005</strong> deve agradar aos fãs desta casta, bem focado nas notas de café torrado e tabaco. Já o <strong>Amplus Chardonnay 2007</strong> revelou boa intensidade aromática e persistência, com aroma de frutas tropicais e fundo de baunilha. Gostamos particularmente do Carignan, do Cabernet Sauvignon e do Sauvignon Blanc:</p>
<h2>Amplus Sauvignon Blanc 2007 &#8211; R$55</h2>
<p>O vinho mais barato da linha Amplus mostrou uma boa relação qualidade/preço. Nariz agradável, com presença de frutas cítricas e certas notas minerais. Na boca tem estrutura mediana, deixa a desejar em acidez, mas mesmo assim convence com um bom final de boca. Um Sauvignon Blanc fácil de beber.</p>
<h2>Amplus Cabernet Sauvignon 2005 &#8211; R$110</h2>
<p>Ótimo Cabernet Sauvignon, gostoso e equilibrado, sem alguns traços óbvios dessa variedade no Chile. Aroma de frutas negras maduras, notas terrosas e carvalho bem integrado. Muito bom na boca, com taninos de excelente qualidade. Feito 100% com Cabernet Sauvignon da área de Peumo em Cachapoal. Maturado por 12 meses em barricas de carvalho francês (70% novas).</p>
<h2>Amplus Carignan 2006 &#8211; R$110</h2>
<p>A Carignan, esquecida por décadas no Chile, reapareceu com sucesso nos últimos tempos. As velhas vinhas de Carignan são as verdeiras  joias da viticultura chilena, com tratamento adequado por parte dos produtores, podem conceber vinhos muito interessantes. O Amplus é feito com uvas de vinhedos plantados há mais de 100 anos em Peumo, condição ideal para a Carignan mostrar suas virtudes. Aroma muito agradável e sutil, remetendo a frutas do bosque; notas florais, especiarias doces e toques do carvalho também aparecem. Na boca é cheio e harmonioso, com taninos de excelente qualidade e ótima acidez. Final de boca frutado, ligeiramente adocicado. Maturado por 18 meses em carvalho novo francês e americano.</p>
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		<title>Vinhos Verdes &#8211; evento 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 23:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atualmente podemos observar um crescente esforço para a divulgação dos vinhos portugueses no Brasil. É digno de nota o bom trabalho de instituições como ViniPortugal, IVDP e CVRVV; na organização de eventos e na divulgação dos vinhos de determinada região. Construir uma sólida &#8220;imagem de marca&#8221; não é tarefa fácil, porém os portugueses estão no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente podemos observar um crescente esforço para a divulgação dos vinhos portugueses no Brasil. É digno de nota o bom trabalho de instituições como <a title="ViniPortugal" href="http://www.viniportugal.pt/" target="_blank">ViniPortugal</a>, <a title="Instituo dos Vinhos do Douro e Porto" href="http://www.ivp.pt/index.asp" target="_blank">IVDP</a> e <a title="Vinhos Verdes" href="http://www.vinhoverde.pt/" target="_blank">CVRVV</a>; na organização de eventos e na divulgação dos vinhos de determinada região. Construir uma sólida &#8220;imagem de marca&#8221; não é tarefa fácil, porém os portugueses estão no caminho certo, mostrando produtos de qualidade, amparados por um marketing adequado, porém ainda dirigido apenas ao <em>trade</em>. Não basta ter bons vinhos, é fundamental que os consumidores aprendam a reconhece-los, um processo que leva tempo. É verdade que quase não existe propaganda de vinho para o consumidor final, um terreno selvagem, ainda pouquíssimo explorado. Nos Estados Unidos e Austrália já é comum grandes vinícolas contratarem agências de propaganda de renome e investirem pesado para atingir o consumidor final. Recomendo a leitura do artigo <a title="Wine Advertising" href="http://www.winebusiness.com/wbm/?go=getArticle&amp;dataId=17008" target="_blank">Wine Advertising</a>, um relato sério sobre a importância da comunicação de massa para o mercado de vinhos. Esse blá blá blá sobre marketing, apesar de não ser do interesse de muitos leitores do QVinho, é necessário para explicar o desconhecimento por parte dos consumidores, mesmo com a imensa vocação do Vinho Verde para fazer sucesso em terras tupiniquim.</p>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Vinho-verde1.jpg"><img class="size-medium wp-image-3229" title="Vinhos Verdes" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Vinho-verde1-500x266.jpg" alt="Vinhos Verdes" width="500" height="266" /></a></p>
<p>O evento promovido pela CVRVV em Curitiba aconteceu no dia 5 de novembro no Hotel Radisson e contou com explanações de Bruno Almeida, enólogo da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, e Didu Russo, jornalista e crítico de vinhos. O público presente foi apresentado a região dos Vinhos Verdes, com suas castas típicas, microrregiões definidas e as normas de designação. Durante a apresentação foram servidos alguns rótulos de diferentes produtores &#8211; e de diferentes castas e microrregiões &#8211; para que os convidados pudessem perceber as variações de estilos dos Vinhos Verdes. São leves, geralmente com menos álcool que a maioria dos vinhos atuais, muito frescos e com uma perfil aromático que costuma lembrar frutas cítricas e amêndoas. Para fazer justiça, precisaríamos escrever uma série de posts para explicarmos minuciosamente o que é um Vinho Verde, embora isso nem seja necessário. Não precisamos repetir todas as informações que já constam no <a href="http://www.vinhoverde.pt/" alt="Vinho Verde" target="_blank">site do Vinho Verde</a>. Leitura obrigatória! Pelo menos para quem gosta de bons vinhos brancos.</p>
<p>Ao final da palestra teve início uma minifeira, com produtores servindo vinhos para os convidados provarem. Alguns vinhos ainda não possuem importação no Brasil, mas vamos torcer para que logo cheguem as nossas prateleiras.</p>
<h2>Ponte da Barca Grande Escolha 2008</h2>
<p>Produzido pela Cooperativa da Ponte da Barca na sub-região do Lima, feito a partir das castas Loureiro, Trajadura e Arinto. Típico Vinho Verde, com pouco álcool (10%) e a clássica presença de gás carbônico. Aroma de boa intensidade lembrando frutas cítricas. Simples e direto, porém refrescante e convincente.</p>
<h2>Quinta da Aveleda 2008</h2>
<p>A Quinta da Aveleda é um dos nomes mais conhecidos quando o assunto é Vinho Verde, famosa pelo seu vinho de entrada, o Casal Garcia. O Quinta da Aveleda é um corte de Loureiro, Trajadura e Alvarinho, que prima pelo bom equilíbrio. Não é dos Vinhos Verdes com nariz mais intenso, embora entregue aromas delicados de toranja e notas florais.</p>
<p>Importadora: Interfood</p>
<h2>Quinta de Linhares Colheita Seleccionada 2008</h2>
<p>Esse vinho foi um dos destaques da degustação, exibindo as típicas qualidades dos Vinhos Verdes. Um corte de Loureiro, Trajadura e Avesso, produzido na sub-região de Sousa. Aromas muito agradáveis de maçã-verde, reforçadas por notas cítricas e minerais. Super equilibrado e refrescante.</p>
<h2>Quinta de Gomariz Colheita Seleccionada 2008</h2>
<p>Este produtor vem ganhando destaque com seu vinhos frutados de estilo mais moderno e exuberante. Feito apenas com Loureiro, mostrando toda a intensidade dessa casta. Nariz surpreendentemente exótico, com muitas frutas tropicais, notas cítricas e herbáceas. Evoluiu bem no copo, mostrando complexidade. Na boca é superfresco e equilibrado. Chega a lembrar um Sauvignon Blanc, só que menos robusto.</p>
<p>Importadora: Decanter</p>
<h2>Portal do Fidalgo Alvarinho 2006</h2>
<p>Vinho top da Provam, que também faz o ótimo Varanda do Conde. Um Alvarinho para não decepcionar os fãs da casta, já com uma certa evolução, porém muito vivo e refinado. Aroma sutil de frutas brancas, flores e toques minerais. O Portal do Fidalgo é um vinho delicado, apesar de ter bom corpo e álcool acima da média (13,2) para os Vinhos Verdes.</p>
<p>Importadora: Porto a Porto / Casa Flora</p>
<h2>Dona Paterna Alvarinho 2008</h2>
<p>O ponto alto da prova, um Alvarinho classudo e delicioso capaz de prender a atenção, mas não pela intensidade, mas sim pela complexidade e elegância. Nariz muito sedutor, com aromas de frutas tropicais diversas, notas florais e de amêndoas torradas. O mais encorpado, com boa untuosidade e final de boca longo. Um belo Alvarinho!</p>
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		<title>Antonella D&#8217;Isanto apresenta os vinhos I Balzini</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 11:28:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enoeventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho que confessar a minha simpatia pelos vinhos italianos, por isso sempre atendo prontamente a um convite para degustar os vinhos da velha bota. Na última semana participamos – a convite da importadora Porto a Porto – de um jantar com Antonella D&#8217;Isanto, proprietária da Società Agricola I Balzini. Já conhecia esses toscanos, inclusive já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/10/antonella.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-3113 alignleft" title="Antonella D'Isanto" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/10/antonella-229x345.jpg" alt="Antonella D'Isanto" width="229" height="345" /></a></p>
<p>Tenho que confessar a minha simpatia pelos vinhos italianos, por isso sempre atendo prontamente a um convite para degustar os vinhos da velha bota. Na última semana participamos – a convite da importadora <a title="Importadora Porto a Porto" href="http://www.portoaporto.com" target="_blank">Porto a Porto</a> – de um jantar com Antonella D&#8217;Isanto, proprietária da <a title="I Balzini" href="http://www.ibalzini.it/" target="_blank">Società Agricola I Balzini</a>. Já conhecia esses toscanos, inclusive já havia publicado um review do <a title="Post White Label 2001" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/i-balzini-white-label-2001/" target="_self">White Label 2001</a>, de qualquer forma foi uma ótima oportunidade para comparar lado a lado todos os rótulos da cantina. O que chama a atenção de imediato é o nome de cada vinho: Green, White e Black Label, uma ideia (confirmei as minhas suspeitas com Antonella) para agradar ao mercado americano. Isso não é novidade, os americanos adoram a Toscana e são grandes compradores de rótulos da região. Ainda bem que a história de &#8220;agradar ao mercado americano&#8221; encerra nos nomes. Ainda sobre os rótulos, vale dizer que &#8220;balzini&#8221; é o diminutivo de &#8220;balze&#8221;, que no dialeto local significa terraça, uma alusão ao terreno onde as vinhas foram plantadas. O desenho das três colinas também traduz o relevo real da propriedade. Os rótulos da I Balzini já revelam muito da curta história dessa vinícola.</p>
<p>Os proprietários da I Balzini, o casal Antonella e Vincenzo D&#8217;Isanto, começaram aos poucos. Iniciaram em 1980 comprando 1 hectare de vinhedo em <a title="Barberino Val d'Elsa no Google Maps" href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=barberino+val+d%27elsa,+firenze,+italia&amp;sll=43.657856,11.119303&amp;sspn=0.342273,0.892639&amp;ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=Barberino+Val+d%27Elsa+Floren%C3%A7a,+Toscana,+Italia&amp;ll=43.538967,11.18288&amp;spn=0.09308,0.222988&amp;t=h&amp;z=13" target="_blank">Barberino Val d&#8217;Elsa</a>, na região de Chianti Clássico, entre Siena e Florença. Em 1987 vinificaram a primeira safra, lançando no mercado o White Label, um corte de partes iguais de Sangiovese e Cabernet Sauvignon. Não demorou muito para crescerem, adquirindo a cada ano que passava poucos hectares de seus vizinhos. Hoje possuem 10 hectares, dos quais 5,4 estão cobertos por vinhas de Sangiovese, Caberner Sauvignon e Merlot.</p>
<p>Comparamos os vinhos <strong>Green Label 2007</strong> (R$62), <strong>White Label 2001 &#8211; 2002</strong> (R$150) e <strong>Black Label 2001 &#8211; 2003</strong> (R$187).  É sempre bom perceber as diferença entre as safras, afinal as colheitas de 2001, 2002 e 2003 foram bem diferentes.  O ano de 2001 foi clássico, uma safra muito bem equilibrada, com uvas de excelente maturação. Já em 2002 a coisa foi mais complicada, muitas chuvas dificultaram a vida dos produtores. Por fim, em 2003 a Toscana teve uma situação oposta a 2002, altas temperaturas e poucas chuvas. O resultado aparece no copo.</p>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/10/i-balzini.jpg"><img class="size-medium wp-image-3114 alignnone" title="I Balzini" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/10/i-balzini-500x436.jpg" alt="I Balzini" width="500" height="436" /></a></p>
<p>Green Label 2007 é um vinho muito agradável e bem toscano, um corte de Sangiovese (80%) e Mammolo (20%) sem passagem pela madeira. A Mammolo é uma obscura variedade típica da região do Chianti, o nome é uma alusão ao seu perfil aromático que lembra a <em>mammola</em>, um tipo de violeta. É fresco, leve e com ótima acidez, além de ter essas delicadas notas de violeta. Perfeito para acompanhar uma bruschetta. Já havíamos degustado o White Label 2001 algum tempo atrás – um corte de partes iguais de Sangiovese e Cabernet Sauvignon – agora pudemos comprovar a boa evolução desse vinho. O White 2001 continua ótimo, exibindo um belo perfil aromático. Na safra 2002 o White mostrou-se menos encorpado, porém com um nariz de ótima intensidade, com menos fruta e mais notas minerais e herbáceas. O Black Label pende para um estilo mais internacional, feito de um corte de Cabernet Sauvignon (50%), Sangiovese (25%) e Merlot (25%). Mais redondo e robusto que o White, mesmo assim sem perder o acento italiano. O Black 2003 é encorpado, com aroma de frutas negras e muitas notas tostadas. Por sua vez, a safra 2001 do Black mostrou mais equilíbrio e classe, revelando um nariz mais complexo e sutil.</p>
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		<title>Caves Messias apresenta seus vinhos em jantar harmonizado</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 11:44:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Messias]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há como negar, os vinhos da Caves Messias são um sucesso de vendas no Brasil. Com um portfólio amplo de vinhos que engloba as principais regiões demarcadas de Portugal, muitos de seus rótulos como o Porto Messias ou Quinta do Cachão já figuram como marcas bem conhecidas entre os brasileiros. Foi exatamente para mostrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há como negar, os vinhos da <a title="Site Caves Messias" href="http://www.cavesmessias.pt" target="_blank">Caves Messias</a> são um sucesso de vendas no Brasil. Com um portfólio amplo de vinhos que engloba as principais regiões demarcadas de Portugal, muitos de seus rótulos como o Porto Messias ou Quinta do Cachão já figuram como marcas bem conhecidas entre os brasileiros.</p>
<p>Foi exatamente para mostrar a versatilidade dos seus vinhos com a comida que a Caves Messias promoveu no dia 5 de maio um jantar português. O espaço escolhido pelas importadoras <a title="Site Porto a Porto" href="http://www.portoaporto.com.br">Porto a Porto e Casa Flora</a>, que organizaram o evento, foi um restaurante italiano, o <strong>La Vecchia Cucina</strong> do Sérgio Arno. Sim, uma escolha que deu certo. A ideia de trazer os chefes portugueses <strong>Luis Américo</strong> e <strong>Marco Gomes</strong> para preparar um cardápio especial para o evento, em parceria com os residentes da cozinha italiana, foi um sucesso. Os pratos conseguiram aliar criatividade na combinação dos ingredientes e uma apresentação impecável. Isso tudo sem deixar de lado o sabor. Cada garfada e gole de vinho proporcionavam uma imensa satisfação. <strong>Messias Vigário</strong>, diretor da Caves Messias, estava presente e falou um pouco sobre os vinhos da noite que representavam uma amostra das três Quintas (Cachão, Valdoeiro e Penedo) .</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.slideflickr.com/slide/isosbeWy" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.slideflickr.com/slide/isosbeWy" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p>Para iniciar a noite, o saboroso e refrescante espumante <strong>Quinta do Valdoeiro Chardonnay Brut</strong> (R$58). Utilizando uvas 100% Chardonnay, o Quinta do Valdoeiro é confecionado pelo método champenoise e realizou ainda um estágio &#8220;sur lies&#8221; prolongado. Boa cremosidade e estrutura na boca, esse borbulhante da Bairrada harmonizou maravilhosamente com a entrada de <strong>carne de siri, ostras e sopa fria de tomates</strong>. E como se a primeira não bastasse, mais uma entrada: <strong>polvo salteado com batata doce e aceto balsâmico</strong>. A combinação com o espumante Quinta do Valdoeiro mais uma vez mostrou-se acertada.</p>
<p>O bacalhau não poderia faltar. Aqui os chefes apresentaram uma interpretação moderna e incrivelmente deliciosa desse tradicional prato português. O <strong>lombo de bacalhau recheado com tomate e salpicão em pão de azeitonas e emulsão de coentros</strong> estava se desmanchando; e ao contrário do que poderia se esperar, a emulsão de coentros tinha um aroma e sabor muito delicado, sem interferir no prato principal. Gostei muito de acompanhar esse prato com o <strong>Quinta do Valdoeiro Tinto 2005 </strong>(R$47); um delicioso corte obtido de uvas Baga, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Syrah. Sem exageros de extração ou de álcool o Quinta do Valdoeiro Tinto mostrou boa complexidade, taninos firmes e ótima acidez. Já numa linha mais moderna e acessível o <strong>Douro Quinta do Cachão Reserva 2006</strong> (R$72) está perfeito para se beber hoje. Nariz rico em fruta, notas especiadas; taninos redondos e uma estrutura que preenche a boca.</p>
<p>O último tinto de mesa servido foi o <strong>Quinta do Penedo 2006</strong>, um corte 70% touriga nacional e 30% Alfrocheiro, que utilizou uvas exclusivamente da Quinta do Penedo, uma área de 20 hectares, localizada no coração da região Demarcada do Dão. Um vinho de personalidade, com nariz complexo remetendo a notas florais, tostados e uma forte presença mineral. Na boca frescor e um final persistente. Esse vinho casou muito bem com <strong>lombinho de porco com purê de alheira e aspargos verdes</strong>. Na sobremesa o <strong>Porto Messias 10 anos</strong> (R$95) com a <strong>maça caramelizada com gelado de Porto e passas</strong> foi um deleite. E para fechar com chave de ouro, um jovem e potente <strong>Porto Messias Vintage 2003</strong> (R$180) acompanhando <strong>papos de anjo com chocolate e framboesa</strong>.</p>
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		<title>Piera Martellozzo e os vinhos do Veneto e Friuli</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 12:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nem todos os vinhos europeus possuem longa tradição no mercado, muito pelo contrário, é cada vez mais comum vermos produtores centenários se reinventarem para ganhar novos mercados. Esse é caso de Piera Martellozzo, uma italiana do Veneto que herdou o negócio da família — uma vinícola de mais de 100 anos. Piera esteve no Brasil a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/piera-martellozzo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1604" title="piera-martellozzo" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/piera-martellozzo.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Nem todos os vinhos europeus possuem longa tradição no mercado, muito pelo contrário, é cada vez mais comum vermos produtores centenários se reinventarem para ganhar novos mercados. Esse é caso de <a title="Piera Martellozzo" href="http://www.pieramartellozzo.com/" target="_blank">Piera Martellozzo</a>, uma italiana do Veneto que herdou o negócio da família — uma vinícola de mais de 100 anos. Piera esteve no Brasil a convite da importadora <a title="Importadora Vinea" href="http://www.vinea.com.br/" target="_blank">Vinea</a>, pude conversar com ela no coquetel de divulgação que aconteceu no restaurante Vindouro em Curitiba.</p>
<p>Quando Piera começou, mesmo tendo uma tradição familiar, entendia pouco de vinho. Isso não foi um obstáculo, Piera estudou o assunto, contratou pessoas e tratou logo de traçar um plano estratégico para a sua cantina. Piera afirma ter feito um estudo detalhado dos seus vinhedos, buscando uma perfeita adaptação da variedade de uva ao terreno. O trabalho começou no Veneto, mas Piera foi ambiciosa, expandiu seus domínios no Friuli para produzir seus tintos. Sua atual cantina situa-se na província de Pordenone no Friuli.</p>
<p>No Veneto a produção é focada em espumantes. A variedade Prosecco é usada, mas Piera orgulha-se de usar uvas menos populares, como a aromática Müller-Thurgau e a Raboso, tinta autóctone do Veneto. Todos os espumantes são produzidos pelo método charmat, tudo para manter um caráter leve e frutado.</p>
<p>No Friuli a Piera Martellozzo produz seus tintos. Tradicionalmente o Friuli é terra de ótimo Merlot, embora outras castas também apresentem bons resultados, como Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Pinot Nero e a Refosco dal Peduncolo Rosso.</p>
<p>Os vinhos de Piera Martellozzo são modernos, porém distantes do sabor do Novo Mundo, apresentam ótima tipicidade.</p>
<h2>Espumante Müller Thurgau Extra Dry Incontri &#8211; R$73</h2>
<p>Produzido 100% com uvas Müller Thurgau plantadas nas colinas do Trentino Alto Ádige. Essa variedade de uva é no mínimo controversa, uma vez que é frequentemente empregada na produção de vinhos baratos, como o Liebfraumilch (o famoso vinho alemão de garrafa azul). O Espumante Müller Thurgau é gostoso para aperitivo. Aromas agradáveis de maçã verde e um sutil toques herbáceo.</p>
<h2>Espumante Rosé Dry Incontri &#8211; R$67</h2>
<p>Outro espumante que emprega uvas pouco conhecidas; esse rosé é um corte de Raboso (85%) e Pinot Noir (15%). A Raboso é uma variedade tinta autóctone do Veneto, conhecida por apresentar uma casca escura, polpa rosa e bastante acidez. Espumante bem perfumado, com aromas sedutores de flores e frutas vermelhas. Na boca é fresco, muito embora o equilíbrio entre açúcar residual (25g/l) e acidez favoreça a sensação de doçura.</p>
<h2>Terre Magre Merlot Friuli Grave DOC 2007 &#8211; R$79</h2>
<p>A região do Friuli Grave é reconhecida como um ótimo lugar para a Merlot. O Terre Magre — o nome faz uma alusão ao solo pobre do Friuli — só reforça essa afirmação. É um Merlot jovial, com aroma de frutas negras e ótimos taninos.</p>
<h2>Terre Magre Refosco dal Peduncolo Rosso Friuli Grave DOC 2007 &#8211; R$98</h2>
<p>Piera cultiva várias uvas internacionais, porém não abre mão da originalidade  das variedades autóctones italianas. A Refosco é razoavelmente conhecida nessa parte da Itália, mas praticamente desconhecida no resto do mundo. O Terre Magre Refosco é robusto e agradável; possui um perfil aromático exótico. Boa fruta, lembrando ameixas e amoras, um certo toque defumado e de ervas ajudam na complexidade. Na boca é bem equilibrado.</p>
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		<title>Impressões da Expovinis 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 20:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[expovinis]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcamos presença na Expovinis 2009, mesmo que apressadamente, afinal comparecemos apenas por uma tarde no primeiro dia. Isso não quer dizer que ficamos alheios a feira, muito pelo contrário, conversamos com alguns produtores e provamos vários vinhos. A Expovinis, assim como outras feiras, é muito focada no relacionamento comercial, não simplesmente em divulgação. Ok! Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/expovinis004.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1566" title="Expovinis 2009" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/expovinis004-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p>Marcamos presença na <strong>Expovinis 2009</strong>, mesmo que apressadamente, afinal comparecemos apenas por uma tarde no primeiro dia. Isso não quer dizer que ficamos alheios a feira, muito pelo contrário, conversamos com alguns produtores e provamos vários vinhos. A Expovinis, assim como outras feiras, é muito focada no relacionamento comercial, não simplesmente em divulgação. Ok! Eu sei, essa é a razão primordial para algumas empresas estarem lá, o problema é que essa postura dificulta o trabalho dos críticos. Estava credenciado como imprensa, mesmo assim tive que implorar para alguém me servir um vinho no Espaço da França. Fiquei assustado com tamanha má vontade, certamente não estavam preocupados com divulgação. Provei apenas os vinhos da  alsaciana Les Faîtières, que não impressionaram. Outra dificuldade, achar onde cuspir o vinho, muitos expositores sequer tiveram esse tipo de preocupação, denunciando um clima de “happy hour com clientes.” Foi nesse ambiente que tentei garimpar algumas novidades para apresentar aos nossos leitores.</p>
<p>Alguns dos melhores estandes da feira, pelo menos para os apreciadores de bons vinhos, eram os menos visitados. Na representação da <a title="AEP" href="http://www.aeportugal.pt/" target="_blank">AEP</a> conhecemos a <a title="Site da Quinta do Pinto" href="http://www.quintadopinto.pt" target="_blank">Quinta do Pinto</a>, que produz bons vinhos na DOC de Alenquer (Região de Lisboa). Essa área é mais conhecida internacionalmente pelos já famosos vinhos da <strong>Chocapalha</strong>; aqui no Qvinho já escrevemos sobre essa região ao avaliarmos os vinhos da <a title="Vinhos da Quinta da Cortezia" href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/quinta-da-cortezia-vinho-estremadura-lisboa/">Quinta da Cortezia</a>. Raquel Moreira dos Santos, enóloga da Quinta do Pinto, apresentou os rótulos da empresa. Provamos o ótimo <strong>Vinhas do Lasso Arinto-Viognier</strong> (€7,5), na realidade um corte de Arinto (50%), Viognier (25%), Marsanne e Rousanne (25%); muito fresco e frutado. Além desse corte, o <strong>Vinhas do Lasso Viognier-Chardonnay</strong> (€7,5) também surpreendeu, intenso e perfumado, porém mais redondo que a versão com Arinto. Já o <strong>Quinta do Pinto Touriga Nacional 2003</strong> (€15) mostrou classe, com boa fruta e complexidade. A Quinta do Pinto ainda não possui importação no Brasil.</p>
<p>Para os fãs dos vinhos argentinos recomendamos a <strong>Finca Lugilde Goulart</strong>, intensos e cheios de fruta, no melhor estilo de Mendoza. Conhecemos a <strong>Érika Goulart</strong> no estande da Costazzurra, proprietária da bodega, que curiosamente é brasileira. Érika herdou um vinhedo plantado em 1915 em Luján de Cuyo (<a title="Finca Lugilde Goulart" href="http://www.fincalugildegoulart.com.ar/home.html" target="_blank">leia a história</a>). O <strong>Paris Malbec Classico</strong> (R$25) é gostoso e bem feito. O <strong>Goulart Reserva Malbec</strong> (R$40) é um belo vinho na sua faixa de preço, frutado e com muitas notas florais. O vinho top da bodega é <strong>Grand Vin Goulart </strong>(R$140), denso e profundo, entre os grandes vinhos feitos de Malbec. A surpresa fica por conta dos preços, afinal os vinhos Goulart competem tranquilamente com marcas famosas de Mendoza, mas são bem mais acessíveis.</p>
<p>Do Brasil só tive tempo para uma rápida parada no estande da <strong>Lídio Carraro</strong>. Provei o lançamento <strong>Dádivas 2008</strong>, um bom Chardonnay, aromático e agradável na boca. Além desse Chardonnay, gostei também do <strong>Elos Cabermet Sauvignon-Malbec</strong> e do <strong>Quorum</strong>.</p>
<p>Voltando para Portugal, degustei excelentes vinhos da Ilha da Madeira. No balcão da <a title="Blandy's Vinho Madeira" href="http://www.blandys.com/" target="_blank">Blandy&#8217;s</a> provei deliciosos Vintages de Sercial, Bual e Malvasia; coisa finíssima. Da <a title="Justino's Vinho Madeira" href="http://www.justinosmadeira.com/" target="_blank">Justino&#8217;s</a> pude comprovar a qualidade de seus vinhos 10 anos; o Boal e Malvasia são imbatíveis na sua faixa de preço (em torno de R$ 140).</p>
<p>Encerramos a nossa incursão na Expovinis por volta das 18h30, nessa altura da feira já era difícil degustar com calma, devido a aglomeração de pessoas e vinhos servidos em temperaturas incorretas. Numa rápida passagem pela área dedicada a exposição de cachaças e charutos, a <strong>Epicure</strong> como é chamada, tivemos a impressão de transitar por meio de um camelódromo. Decadência é a palavra para resumir o que vimos na Epicure 2009. Muita barraquinha vendendo produtos para restaurantes e lojas, mas nada que realmente se destacasse.</p>
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		<title>Prova especial de vinhos do Douro e do Porto &#8211; IVDP</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 17:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enoeventos]]></category>
		<category><![CDATA[IVDP]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia seguinte ao jantar harmonizado promovido pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto &#8211; IVDP conferimos as novidades apresentadas na Prova de Vinhos do Douro e do Porto realizada no Centro de Convenções David Carneiro do Pestana Curitiba Hotel, onde 27 importadoras apresentaram mais de 170 rótulos. Em paralelo participamos da prova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ivdp-carlos-soares.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1482" title="Carlos Soares - Diretor do IVDP" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ivdp-carlos-soares-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p>No dia seguinte ao <a title="Post jantar harmonizado IVDP" href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/jantar-harmonizado-com-vinhos-douro-e-porto-abre-oficialmente-os-eventos-do-ivdp-no-brasil/" target="_self">jantar harmonizado</a> promovido pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto &#8211; <strong>IVDP</strong> conferimos as novidades apresentadas na <strong>Prova de Vinhos do Douro e do Porto</strong> realizada no Centro de Convenções David Carneiro do Pestana Curitiba Hotel, onde 27 importadoras apresentaram mais de 170 rótulos. Em paralelo participamos da prova especial, dirigida a jornalistas, formadores de opinião e especialistas, com 16 importantes rótulos de vinhos do Douro. A prova foi precedida de uma breve apresentação realizada por <strong>Carlos Soares</strong>, responsável do IVDP no Brasil e <strong>Guilherme Rodrigues</strong>, presidente do Solar do Vinho Porto, que comentaram sobre a evolução do vinho do Douro e do Porto no mercado brasileiro. Segundo dados do IVDP, o Brasil tem registrado um crescimento importante nos últimos anos e é um dos poucos países que mantém uma tendência positiva de crescimento, contrariando a quebra verificada no ano anterior. As exportações de vinhos do Porto cresceram mais que o dobro nos últimos cinco anos, passando de cerca de 588 mil garrafas em 2003 para 1.395.000 garrafas no final do ano passado. Já em relação ao DOC Douro, a evolução no mesmo período é de cerca de 34%, num total de 996.000 garrafas em 2008.</p>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ivdp-vinhos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1483" title="Vinhos degustados no evento do IVDP" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ivdp-vinhos-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p>Durante o evento publicamos algumas impressões pelo <a title="Twitter Jomar" href="http://twitter.com/jomarbr" target="_self">Twitter</a>, mas nesse post vamos comentar em detalhes o que foi apresentado e os vinhos que se destacaram:</p>
<h2>Espumante Vértice Super Reserva 2005 &#8211; R$80</h2>
<p>Novidade no mercado brasileiro, o espumante Vértice honra com dignidade a reputação do Douro em produzir grandes vinhos. O Vértice é surpreendente, um espumante de ótimo nível. Aroma muito agradável, maçã verde, frutas do bosque e notas de pão torrado. Na boca é cremoso e fresco, com boa persistência no final. É produzido apenas em safras especiais, com borras que permanecem 24 meses na garrafa.</p>
<p><em>Grad. Alcoólica: 12%<br />
Importadora: Adega Alentejana</em></p>
<h2>Niepoort Redoma Reserva Branco 2006 &#8211; R$219</h2>
<p>Um dos melhores vinhos da prova, o corte de Rabigato, Codega, Donzelinho, Viosinho e Arinto é realmente ótimo. Lembra um Chardonnay de terroir clássico, intenso e muito longo na boca. O nariz é frutado, com notas de maçã, mineral e um fundo tostado delicioso. Na boca é ainda melhor, cheio e com ótima persistência. Um branco classudo e muito fácil de apreciar.</p>
<p><em>Grad. Alcoólica: 13,5%<br />
Importadora: Mistral</em></p>
<h2>Pintas 2005 &#8211; R$558</h2>
<p>O mais potente da degustação, um vinho feito de vinhas velhas de Tinta Roriz, Touriga Franca, Tinta Amarela e outras 27 variedades. Aroma complexo, com boa fruta e muitas nuances minerais. Bem encorpado, taninos fantásticos, porém ainda muito jovens. O Pintas 2005 é um grande vinho, mas ainda precisa de tempo para abrandar a sua forte personalidade.</p>
<p><em>Grad. Alcoólica: 14%<br />
Importadora: Vinci</em></p>
<h2>Quinta do Noval 2005 &#8211; R$440</h2>
<p>Esse produtor só faz vinho gostoso e elegante, a safra 2005 do Quinta do Noval não é exceção. Feito de Touriga Nacional (70%), Tinta Cão (20%) e Touriga Francesa (10%) dos terraços da Quinta do Noval. Perfumado, com muita fruta fresca e boa complexidade. Um vinho de personalidade, encorpado, com taninos firmes e ótima acidez. O Quinta do Noval é irresistível.<br />
<em><br />
Grad. Alcoólica: 14%<br />
Importadora: Grand Cru</em></p>
<h2>Quinta Vale Dona Maria 2006</h2>
<p>Outro grande vinho do Douro, produzido pelo renomado enólogo Cristiano Van Zeller. O Quinta Vale Dona Maria tem uma fruta de dar inveja em muitos vinhos do Novo Mundo. Consegue aliar muito bem a elegância e a potência. Madeira muito bem integrada, com taninos maduros e um fim de boca longo e delicioso.</p>
<p><em>Grad. Alcoólica: 14,5%<br />
Importadora: Expand</em></p>
<h2>Quinta do Crasto Reserva 2006 &#8211; R$171</h2>
<p>Um dos grandes terroir do Douro, garantia de excelentes vinhos. O Quinta do Crasto Reserva utilizou uvas provenientes de vinhas velhas e estagiou 18 meses em barricas francesas (85%) e americanas (15%). Nariz encantador, muito perfumado ressaltando notas de ameixa negra e especiarias. Na boca é equilibrado, taninos maduros e fácil de beber.</p>
<p><em>Grad. Alcoólica: 14,5%<br />
Importadora: Qualimpor</em></p>
<h2>Niepoort Charme Tinto 2006</h2>
<p>Muito interessante a proposta desse vinho da Niepoort que foge do estilo da maioria dos vinhos do Douro. O Charme é mais feminino e elegante, com características que lembram mais um borgonha. Uma cor grená aberta e um bouquet muito complexo remetendo a frutas vermelhas, folhas de chá e algo mineral. Não se nota qualquer interferência de madeira. Equilibrado, taninos muito macios e um final frutado, mas que não chega a ser muito longo. Delicioso de beber do início ao fim.</p>
<p><em>Grad. Alcoólica: 13,9%<br />
Importadora: Mistral</em></p>
<h2>Porto Messias 20 anos &#8211; R$190</h2>
<p>O Messias 20 anos, sem dúvida, é um grande achado entre vinhos do Porto envelhecidos 10 e 20 anos, com uma relação qualidade/preço fantástica. Rico em frutas secas, esbanjando frescor e complexidade. Muito fino, doçura na medida certa, sem agressividade do álcool; e com um final bem persistente. Excepcional!</p>
<p><em>Grad. Alcoólica: 20%<br />
Importadora: Porto a Porto</em></p>
<h2>Porto Niepoort Colheita 1998 &#8211; R$179</h2>
<p>O Colheita 1998 é um Tawny de uma única safra proveniente de vinhedos localizados no Vale do Pinhão e Ferrão, de vinhas de mais de 60 anos de idade. Entre a juventude a a complexidade o Colheita 1998 consegue oferecer ótima profundidade. Nariz destacando aromas de frutas vermelhas, especiarias e um fundo mineral. Volumoso na boca, com taninos muito macios e um largo final.</p>
<p><em>Grad. Alcoólica: 20%<br />
Importadora: Mistral</em></p>
<h2>Porto Quinta do Noval Silval Vintage 2001 &#8211; R$360</h2>
<p>Mais uma preciosidade do Porto. Um vintage 2001, ainda jovem, mas que já demonstra porque está sempre entre os melhores. Muita classe, nariz complexo, mesclando ameixas e figos passificados, balsâmicos e um distinto toque mineral. Rubi potente, com taninos firmes e um excelente final. Excepcional hoje, mas ainda poderá brilhar muito.<br />
<em><br />
Grad. Alcoólica: 19%<br />
Importadora: Grand Cru</em></p>
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		<title>Jantar com vinhos Douro e Porto abre eventos do IVDP no Brasil</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/jantar-vinhos-douro-e-porto-ivdp-2009/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 18:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enoeventos]]></category>
		<category><![CDATA[IVDP]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 22 de abril, quarta-feira, participamos do jantar harmonizado com vinhos Douro e Porto, patrocinado pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto &#8211; IVDP. Neste ano, o jantar que abriu oficialmente as ações do IVDP foi realizado em Curitiba, no restaurante Durski, e contou com a presença de Carlos Soares, responsável do IVDP [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 22 de abril, quarta-feira, participamos do jantar harmonizado com vinhos Douro e Porto, patrocinado pelo <a title="Site IVDP" href="http://www.ivp.pt/index.asp" target="_blank">Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto &#8211; IVDP</a>. Neste ano, o jantar que abriu oficialmente as ações do IVDP foi realizado em Curitiba, no <strong>restaurante Durski</strong>, e contou com a presença de <strong>Carlos Soares</strong>,  responsável do IVDP pelo mercado brasileiro e <strong>Guilherme Rodrigues</strong>, presidente do Instituto Solar do Vinho do Porto. Para mostrar a diversidade de estilos dos vinhos do Douro DOC e do Porto, bem como a imensa capacidade de harmonização com a comida foram selecionados 19 rótulos. Os pratos da noite foram criações do <strong>Chef Junior Durski</strong>, que apresentou uma proposta diversificada, incluindo pratos clássicos e outros com um toque bem brasileiro.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.slideflickr.com/slide/QtOT7cxq" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.slideflickr.com/slide/QtOT7cxq" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p>A começar pelo tradicional aperitivo de bolinho de bacalhau acompanhado por uma novidade, o espumante <strong>Vértice Super Reserva 2005</strong>;um nobre representante borbulhante para uma região que até então não tinha um espumante de categoria. O <strong>salmão com molho de nata e vanilla</strong> servido com salada de folhas verdes e perfume de aceto balsâmico ficou muito bom com o <strong>Porto Branco Messias</strong>, ao passo que o <strong>Crasto Branco Douro 2007</strong> ficou em desvantagem em relação ao sabor mais assertivo do salmão. O <strong>spaghetti com camarões e azeite português</strong> foi uma aposta arrojada. Os camarões muito macios, acompanhados de uma massa <em>al dente</em> perfumada por um intenso azeite cru português e um toque picante dado pela pimenta calabresa constituíram um grande desafio para os vinhos. Os brancos ofuscaram-se; o Porto Branco conseguiu acompanhar graças a sua estrutura, mas acredito que o mais indicado, para ganhar em frescor e limpar o paladar, seria servi-lo harmonizado com o espumante Vértice.</p>
<p>No intervalo, um <strong>Porto Burmester 20 anos</strong>. Ótima intensidade e cheio de fruta, nada melhor para dar continuidade ao jantar. O <strong>confit de pato com creme de batatas e calda de frutas do bosque</strong> estava delicioso. O sabor e a textura da carne estavam perfeitos, muito bem casado com o delicado molho de frutas vermelhas. Sem dúvida uma seleção de ingredientes de primeira qualidade. No terreno clássico, os tintos do Douro deram show, e não faltaram opções para harmonizar. Desde os vinhos mais concentrados e com uma pegada mais moderna como o <strong>Altano Reserva 2006</strong> e o <strong>Gouvyas 2005</strong>; até o elegante <strong>Redoma tinto 2005</strong>, boa complexidade, com taninos finos e muito macios; uma combinação ideal com o pato.</p>
<p>Como a seleção de tintos era grande foi servida ainda uma <strong>picanha grelhada com farofa de farinha de mandioca e feijão de corda</strong>, e para acompanhar, nada mais nada menos que um <strong>Quinta do Crasto Reserva 2006</strong>. Como era de se esperar, ele estava excelente! Muito perfumado, carvalho bem integrado, com taninos aveludados e equilibrado na boca. O <strong>Douro Grande Reserva Quanta Terra 2005</strong> também fez bonito, mostrou um aroma de boa intensidade e ótima estrutura na boca.</p>
<p>Com a sobremesa, um <strong>petit gâteau de doce de leite com frutas vermelhas e sorvete de vanilla</strong>, as possibilidades de combinação com os rótulos de Porto foram variadas. Claro que a sobremesa sem exageros de açúcar e equilibrada pela acidez das frutas vermelhas contribuiu para não deixar a harmonização com o vinho enjoada. O doce ficou espetacular com o <strong>Porto Messias 20 anos</strong>, bouquet complexo e intenso; na boca um final longo e delicioso. Puro deleite aos sentidos! Para fechar em grande estilo, e testar mais algumas combinações com Porto, um prato com <strong>queijos finos com mel ao perfume balsâmico, gelatina de Chianti e frutas secas</strong>.</p>
<p>Depois de Curitiba, o IVDP segue para São Paulo, onde o evento será realizado no dia 28 deste mês, no Hotel Unique.  Em São Paulo, a Prova de vinhos do Douro será conduzida pelo especialista Carlos Cabral, enquanto a Prova de Vinhos do Porto será orientada pelo jornalista José Maria Santana com as criações do Chef Henri Schaëffer, do Le Vin Patisserie. O jantar de abertura acontecerá no Restaurante Porto Rubayat.</p>
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		<title>João Portugal Ramos: um ícone do vinho português</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 18:20:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enoeventos]]></category>
		<category><![CDATA[joão portugal ramos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quinta-feira (16/04/2009) participamos, a convite da importadora Porto a Porto, de uma degustação conduzida por João Portugal Ramos. Foi uma experiência incrível conhecer um dos maiores nomes do vinho português, um produtor de enorme talento e responsável por grandes progressos. O nome de João Portugal Ramos está intimamente ligado ao nascimento da região do Alentejo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/joao-portugal-ramos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1385" title="João Portugal Ramos em Curitiba" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/joao-portugal-ramos-500x364.jpg" alt="" width="500" height="364" /></a></p>
<p>Quinta-feira (16/04/2009) participamos, a convite da importadora <a title="Importadora Porto a Porto" href="http://www.portoaporto.com/porto/" target="_blank">Porto a Porto</a>, de uma degustação conduzida por <a title="Vinhos João Portugal Ramos" href="http://www.jportugalramos.com/pt/home.htm" target="_blank">João Portugal Ramos</a>. Foi uma experiência incrível conhecer um dos maiores nomes do vinho português, um produtor de enorme talento e responsável por grandes progressos. O nome de João Portugal Ramos está intimamente ligado ao nascimento da região do Alentejo como berço de vinhos de qualidade. Antes dele, os vinhos alentejanos eram simples, desprestigiados em Portugal e desconhecidos no mundo. Hoje isso é bem diferente, os vinhos do Alentejo gozam de uma ótima reputação e são muito bem aceitos mundo afora.</p>
<p>João Portugal Ramos começou no início da década de 80 como enólogo em uma cooperativa, logo começou a ter reconhecimento, recebendo convites para trabalhar em outras empresas. Em alguns anos já prestava consultoria para várias cooperativas no Alentejo, sendo cada vez mais requisitado para esse tipo de trabalho. Em 1990 começou a sua própria vinícola, plantando 10 hectares de vinhas. Hoje, são 300 hectares de vinhas, entre terras próprias e vinhedos arrendados.</p>
<p>João é um inovador, responsável por significativas mudanças no setor vitícola do seu país. Sua empresa é responsável por uma produção elevada de vinhos, porém focada em qualidade e tipicidade. Sorte nossa, pois assim conseguimos apreciar bons vinhos a preço justo. É impressionante a quantidade de castas com as quais João trabalha e, ainda mais notório, a diversidade de experimentações feitas no vinhedo e na cantina.</p>
<p>Os vinhos de João Portugal Ramos são a pura expressão do Alentejo, cheios de caráter, macios e com boa fruta. Devido a essas características, frequentemente associamos os alentejanos aos vinhos do Novo Mundo.</p>
<p>Acredito muito no potencial do Alentejo em ganhar o mundo, assim como os chilenos e, mais recentemente os argentinos conseguiram. A razão é simples: vinho fácil de gostar e a bom preço (pelo menos por enquanto).</p>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/vinhos-joao-portugal-ramos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1391" title="Vinhos de João Portugal Ramos" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/vinhos-joao-portugal-ramos-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<h2>Marquês de Borba Branco 2007 &#8211; R$50</h2>
<p>Branco produzido a partir das uvas Arinto, Rabo de Ovelha e Roupeiro. Fermentado em cubas de aço inox, sem passagem pela madeira, apresenta frescor e boa intensidade. Aroma agradável, leve sugestão cítrica e notas de especiarias doces e mineral. Na boca tem um bom volume, talvez deixe a desejar em acidez, mesmo assim consegue apresentar um conjunto harmonioso.</p>
<h2>Marquês de Borba Tinto 2007 &#8211; R$50</h2>
<p>Um curioso corte de Aragonês, Trincadeira, Syrah, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon e Merlot; na realidade, nada surpreendente, uma vez que todas essas uvas desempenham bem no Alentejo. O legal desse vinho é que o João Portugal Ramos matura apena uma parte do vinho em barricas de carvalho (de segundo uso), a outra fica em cubas de inox. Depois, acompanha a evolução para mesclar as duas parte e obter um resultado harmonioso. O vinho final é bem equilibrado sem interferência do carvalho. Aroma de frutas negras, notas de chocolate e doce de leite. Na boca é redondo e equilibrado, mas sem perder o frescor. Um ótimo tinto na sua faixa de preço.</p>
<h2>Vila Santa Trincadeira 2006 &#8211; R$84</h2>
<p>Vinho monovarietal feito com uma das mais emblemáticas uvas de autóctones de Portugal, a Trincadeira (conhecida no Douro por Tinta Amarela). Uva exigente e de difícil cultivo, é pouco conhecida, mesmo no seu país de origem. O Vila Santa que provamos, apesar de ser de uma safra difícil, mostrou muitas das qualidades típicas da Trincadeira. O aroma não é particularmente frutado, mas sim de ervas e cheiros do bosque. Bom corpo e vigoroso, sem perder a classe.</p>
<h2>Vila Santa Tinto 2005 &#8211; R$92</h2>
<p>O melhor vinho do dia, não que seja superior ao Marquês de Borba Reserva 2004, porém mostrou-se delicioso nessa ocasião. Um corte de Aragonês, Touriga Nacional, Trincadeira, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon. Aroma de ótima intensidade; sugestão de frutas negras maduras, toques de chocolate e um fundo mineral. Fantástico na boca, redondo e suculento. Um vinho encantador, fresco e harmonioso.</p>
<h2>Marquês de Borba Reserva 2004 &#8211; R$220</h2>
<p>O vinho mais caro de João Portugal Ramos é cheio de personalidade, potente e complexo. Um corte de Trincadeira, Aragonêz, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon; provenientes das melhores parcelas escolhidas por João. Vinho produzido somente nas melhores safras com vinhas de baixo rendimento, muito rico em cor, sem nenhum traço de evolução. Aroma intenso de frutas negras, especiarias e um carvalho tostado muito bem dosado. Encorpado e suculento, graças aos taninos de excelente qualidade. Ótimo final, longo e sedutor. O Marquês de Borba Reserva é sofisticado, um vinho que está perfeito agora, mesmo assim pode envelhecer por muitos anos e sempre surpreender.</p>
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		<title>Degustação de vinhos da Unión de Viticultores Riojanos</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 23:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem participamos — a convite da importadora Porto a Porto/Casa Flora — de uma rápida degustação de vinhos espanhóis aqui em Curitiba. Tintos de Rioja e também duas Cavas, produzidos pela Unión de Viticultores Riojanos. Quem apresentou os vinhos e a bodega foi Oscar Montaña, diretor e neto do fundador Román Montaña. A Unión de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem participamos — a convite da importadora <a title="Importadora Porto a Porto" href="http://www.portoaporto.com/porto/" target="_blank">Porto a Porto/Casa Flora</a> — de uma rápida degustação de vinhos espanhóis aqui em Curitiba. Tintos de <strong>Rioja</strong> e também duas <strong>Cavas</strong>, produzidos pela <a title="Unión de Viticultores Riojanos" href="http://www.marquesdetomares.com" target="_blank">Unión de Viticultores Riojanos</a>. Quem apresentou os vinhos e a bodega foi <strong>Oscar Montaña</strong>, diretor e neto do fundador Román Montaña.  A Unión de Viticultores Riojanos é uma empresa familiar, mais conhecida no Brasil pela sua tradicional Cava — a <strong>Don Román</strong> — e também pelos tintos <strong>Marqués de Tomares</strong>. São vinhos de boa relação qualidade/preço, com concentração de fruta e personalidade marcante.</p>
<h2>Cava Don Román Brut &#8211; R$29</h2>
<p>Ótima Cava, leve e com boa presença aromática. O perlage é convincente, com borbulhas finas e persistentes. Aroma agradável, frutado com um sutil toque de fermento. Final seco e refrescante.</p>
<h2>Cava Don Román Rose &#8211; R$29</h2>
<p>A Cava Rose é um pouco diferente da tradicional Brut. Um espumante de cor vermelha, ligeiro e super refrescante. O nariz é discreto, com toques delicados de fruta vermelha. Melhor na boca, graças a boa acidez e a ausência de açúcar residual. É bem seco e cremoso, perfeito como aperitivo.</p>
<h2>Don Román Tinto 2006 &#8211; R$29</h2>
<p>Um curioso tinto feito de Tempranillo (90%) e Mazuelo (10%) onde mais da metade (55%) do mosto passa por maceração carbônica (sim, aquele mesmo processo empregado em Beaujolais). Apesar de ficar apenas 3 meses em barricas de carvalho americano, o vinho é bem marcado pela madeira. Cor violácea com transparência. Nariz frutado com notas florais e de baunilha. Leve e com taninos corretos. O Don Román Tinto é um vinho bem jovial e descompromissado, para ser bebido resfriado em dias quentes.</p>
<h2>Marqués de Tomares Excellence 2006 &#8211; R$39</h2>
<p>Um Rioja de boa tipicidade por um preço justo, talvez esse seja o grande mérito do Marqués de Tomares Excellence. Um corte de Tempranillo (90%) e Graciano (10%) com passagem de 3 meses em barricas de carvalho francês. Aroma agradável, framboesas maduras e um toque tostado. Corpo médio, equilibrado e com taninos de boa qualidade. Não é um vinho super concentrado, mesmo assim mantém o caráter do bom Rioja.</p>
<h2>Marqués de Tomares Crianza 2005 &#8211; R$48</h2>
<p>Esse Crianza é um corte de Tempranillo (90%), Mazuelo (7%) e Graciano (3%) com 1 ano em barricas de carvalho americano. Bela cor rubi com ligeira transparência. Nariz intenso e com boa complexidade, lembrando cerejas e toffees. Bom corpo, taninos ainda firmes, porém suculento e fácil de beber. O Marqués de Tomares Crianza 2005 é um Rioja delicioso, com boa concentração e aromas muito atraentes. Fácil de beber e gostar.</p>
<h2>Marqués de Tomares Reserva 2001 &#8211; R$104</h2>
<p>O Crianza deixou uma ótima impressão, porém esse Reserva da excepcional safra 2001 mostrou-se imperdível. Um corte de Tempranillo (85%), Mazuelo (10%) e Graciano (5%) com maturação de 2 anos em barricas americanas. Um vinho de grande personalidade, vivo e de vida longa. Nariz complexo e agradável, aroma de frutas passificadas sobre um fundo tostado harmonioso. Encorpado e com taninos densos, porém a excelente acidez e o álcool proporcionam uma sensação de maciez. Seco e persistente. Esse vinho já está ótimo agora, embora possa ser guardado por muito mais tempo.</p>
<p><em>Os vinhos da Bodega Unión de Viticultores Riojanos são importados pela Porto a Porto / Casa Flora</em></p>
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