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><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; Enoeventos</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 10:34:47 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Os vinhos da Wakefield</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/os-vinhos-da-wakefield/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/os-vinhos-da-wakefield/#comments</comments> <pubDate>Mon, 31 Oct 2011 01:54:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[Austrália]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=6307</guid> <description><![CDATA[O último dia 17 de outubro, o Armazém Santo Antônio, em Curitiba, foi palco de uma descontraída e agradável apresentação dos vinhos da Wakefield, uma das mais prestigiadas vinícolas australianas. E nada melhor para contar a história dessa vinícola, que a presença de um dos membros da família. Justin Taylor, que ingressou em 1995 nos&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/os-vinhos-da-wakefield/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>O último dia 17 de outubro, o Armazém Santo Antônio, em Curitiba, foi palco de uma descontraída e agradável apresentação dos vinhos da <a
title="Website Wakefield" href="http://www.wakefieldwines.com/" target="_blank">Wakefield</a>, uma das mais prestigiadas vinícolas australianas. E nada melhor para contar a história dessa vinícola, que a presença de um dos membros da família. <strong>Justin Taylor</strong>, que ingressou em 1995 nos negócios da família, e atualmente é responsável pelos mercados dos EUA e Canadá, apresentou alguns dos rótulos e contou como nasceu o projeto dessa vinícola fundada por seu avô.</p><div
id="attachment_6322" class="wp-caption alignnone" style="width: 590px"><img
class="size-medium wp-image-6322 " title="Degustação Wakefield" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/10/wakefield-6728-580x383.jpg" alt="" width="580" height="383" /><p
class="wp-caption-text">Justin Taylor, Ari e Pedro Corrêa</p></div><p>Originalmente a familia Taylor era reconhecida em Sidney pela sua forte atuação no segmento hoteleiro e na distribuição dos vinhos de Bordeaux. Porém, nos anos 60, Bill Taylor, inspirado nos vinhos do Medoc, em especial pelo Chateau Mouton Rothschild, chegou a conclusão que seria possível produzir um Cabernet Sauvignon premium na Australia. Para concretizar esse sonho, em 1969, Bill convenceu seu pai a investir na compra de uma propriedade de 178 Ha em Auburn, cerca de 120km ao norte de Adelaide, em Clare Valley, considerada uma das mais belas regiões vitivinícolas da Austrália. A propriedade da Wakefield está localizada no extremo sul do Vale, numa altitude de 350 Mts do nível do mar, onde as temperaturas podem variar de 40º C durante o dia até 5º C à noite. O regime de chuvas também ajuda a tornar o Clare Valley numa das regiões produtoras da Austrália com o clima mais fresco. Não por acaso, a região ganhou reputação internacional pelos excelentes resultados com seus Chardonnay e Riesling.</p><div
id="attachment_6357" class="wp-caption alignnone" style="width: 590px"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/10/wakefield-6731-2.jpg" alt="Chardonnay Wakefield" title="Chardonnay Wakefield" width="580" height="384" class="size-full wp-image-6357" /><p
class="wp-caption-text">Um Chardonnay encorpado e cremoso, mas sem deixar de lado o frescor.</p></div><p>O evento começou com a degustação do delicioso e fresco <strong>Wakefield St. Andrews Chardonnay 2008</strong>. Um aroma frutado, lembrando pêssegos, damasco, abacaxi e um leve tostado do carvalho. Na boca tem ótima estrutura, cremosidade e acidez na medida certa, num conjunto de excelente harmonia. Fantástico! O St. Andrews tem tudo o que você pode esperar de um bom Chardonnay. Na linha <em>entry level</em> provamos um dos carro-chefe da vinícola, o <strong>Promisse Land Shiraz/Cabenet Sauvignon 2007 (R$46)</strong>. Um vinho bem ao estilo Novo Mundo. Aroma intenso e doce, frutas negras supermaduras, baunilha e licor. Na boca é redondão, meio gorducho, final alcoólico e doce. Também numa linha intermediária, o <strong>Wakefield Estate Cabernet Sauvignon 2008 (R$56)</strong>. Nariz frutado, remetendo a cassis e cerejas, e um toque mentolado. Encorpado, caloroso, com taninos macios e um final longo e frutado. Para encerrar, mais um rótulo da linha <em>premium</em>, o <strong>Wakefield St. Andrews Cabernet Sauvignon 2004 (R$170)</strong>, um vinho de grande complexidade e elegância. Bouquet delicioso, lembrando framboesas, cassis, especiarias e cedro. Ótima concentração, marcado por taninos superfinos e redondos. Um vinho bem equilibrado, excepcional para se beber hoje. Nenhum Riesling participou dessa degustação, mas fiquei curioso em provar, quem sabe em futuras degustações podemos conhecer esse e outros rótulos da vinícola.</p><div
id="attachment_6359" class="wp-caption alignnone" style="width: 590px"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/10/wakefield-6747-2.jpg" alt="Wakefield Cabernet Sauvignon" title="Wakefield Cabernet Sauvignon" width="580" height="384" class="size-full wp-image-6359" /><p
class="wp-caption-text">Complexidade e elegância num belo exemplar de Cabernet Australiano</p></div><p>Não precisa nem dizer que com o sucesso do projeto vinícola, a familia se desfez dos negócios no ramo da hotelaria e focou no vinho. Hoje, a Wakefield possui uma propriedade de 750 Ha, sendo 415 Ha de vinhedos. Uma curiosidade, os três cavalos marinhos encontrados nos rótulos dos vinhos são uma referência aos fósseis de pequenos cavalos-marinhos encontrados durante as escavações na área dos vinhedos, o que prova que essa &#8220;Terra Rossa&#8221; um dia já foi mar.</p><p><em>* Os vinhos da Wakefield são importados pela <a
title="Website Porto a Porto" href="http://www.portoaporto.com/" target="_blank">Porto a Porto</a> / <a
title="Website Casa Flora" href="http://www.casaflora.com.br/" target="_blank">Casa Flora</a>.</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/os-vinhos-da-wakefield/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Novidades da Nieto Senetiner</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/novidades-da-nieto-senetiner/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/novidades-da-nieto-senetiner/#comments</comments> <pubDate>Mon, 18 Apr 2011 22:59:37 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[nieto senetiner]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=5681</guid> <description><![CDATA[O grande barato do mundo do vinho é descobrir coisas novas, por isso, sempre que possível, compareço a degustações de novos vinhos. Na semana passada a bola da vez foi a Nieto Senetiner, que marcou presença em solo brasileiro com o enólogo Roberto Gonzáles e o agrônomo Tommy Hughes para apresentar os últimos lançamentos. A&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/novidades-da-nieto-senetiner/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cadus.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5694" title="Cadus" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cadus-500x424.jpg" alt="Cadus" width="500" height="424" /></a></p><p>O grande barato do mundo do vinho é descobrir coisas novas, por isso, sempre que possível, compareço a degustações de novos vinhos. Na semana passada a bola da vez foi a Nieto Senetiner, que marcou presença em solo brasileiro com o enólogo Roberto Gonzáles e o agrônomo Tommy Hughes para apresentar os últimos lançamentos. A tradicional Nieto Senetiner já foi alvo de análises mais detalhadas do QVinho, visitamos essa bodega em 2009 e na ocasião <a
title="Nieto Senetiner em 2009" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/nieto-senetiner-qvotr2009/">publicamos um post completo</a>. O almoço promovido pelas importadoras <a
title="Porto a Porto" href="http://www.portoaporto.com/2009/default/" target="_blank">Porto a Porto</a> e <a
title="Casa Flora" href="http://www.casaflora.com.br/" target="_blank">Casa Flora</a> foi bem argentino, realizado na churrascaria Saanga Grill, contou com empanadas, ótimos cortes de bife de chorizo e até com um exclusivo <a
title="Kobe Beef" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kobe_beef">bife Kobe</a> grelhado.</p><p>Para abrir os serviços, provamos o já conhecido <strong>Cadus Syrah 2002</strong>, um vinho que no alto de seus 9 anos afirma a competência da equipe da Nieto Senetiner em trabalhar com essa variedade. Esse Syrah mostrou boa evolução, na boca é encorpado e sedoso, já o nariz é repleto de notas finas de carvalho tostado e frutas vermelhas em compota. Depois foi a vez do <strong>Cadus Trimalbec 2008</strong>, um vinho elaborado com a mistura de uvas de 3 regiões distintas. A Malbec responde muito bem as diferentes altitudes de Mendoza, por isso faz todo o sentido elaborar cortes desse tipo. As uvas de Vistalba (950m), Agrelo (1050m) e Vistaflores (1150m) garantem um vinho harmonioso no melhor estilo argentino, com taninos de excelente qualidade, aroma de frutas negras do bosque e certas notas de chocolate. Gostei do resultado, tem um perfil bem mais elegante que o opulento <strong>Cadus Malbec Single Vineyards</strong>. A grande surpresa foi o <strong>Cadus Grand Vin 2008</strong>, sem dúvida uma proposta ousada e diferenciada, que comprova a diversidade de estilos dos atuais vinhos argentinos. O corte de Malbec (50%), Cabernet Sauvignon (30%) e Bonarda (20%) é incomum, mas a Nieto Senetiner é especialista em Bonarda, talvez por isso essa variedade apareça aqui em elevada proporção. A minha primeira impressão foi boa, gostei dos aromas intensos de amoras negras e mirtilo, também impressionaram os taninos de ótima qualidade e a boa acidez. Outra novidade que merece registro é o <strong>Cadus Champenoise</strong>,  um espumante de alta gama produzido com Pinot Noir (70%) e Malbec (30%) das zonas mais elevadas de Mendoza. É um espumante encorpado e fresco, de cor levemente rosada, com muitos aromas frutados. Sem dúvida um espumante bem acima da média para os padrões argentinos. A Nieto Senetiner prova mais uma vez que é capaz de surpreender com vinhos de ótima qualidade.</p><p><em>* Os vinhos da Nieto Senetiner são importados pela Porto a Porto e Casa Flora.</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/novidades-da-nieto-senetiner/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Italian Showcooking in Brazil</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/italian-showcooking-in-brazil/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/italian-showcooking-in-brazil/#comments</comments> <pubDate>Thu, 23 Sep 2010 20:09:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[Camigliano]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=5120</guid> <description><![CDATA[Comparecemos ao evento Italian Showcooking in Brasile, uma iniciativa da marca Paganini, em parceria com as importadoras Casa Flora e Porto a Porto, para apresentar no Brasil algumas criações do renomado restaurante italiano Europa 92, também conhecido como o restaurante do tenor Pavarotti. Em Curitiba o evento aconteceu no restaurante Durski, com presença do Chef&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/italian-showcooking-in-brazil/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Comparecemos ao evento <a
title="Italian Showcooking in Brasile" href="http://www.paganinigastronomia.com.br/italian-showcooking-in-brazil/" target="_blank">Italian Showcooking in Brasile</a>, uma iniciativa da marca Paganini, em parceria com as importadoras Casa Flora e Porto a Porto, para apresentar no Brasil algumas criações do renomado restaurante italiano <a
title="Ristorante Europa 92" href="http://www.ristoranteeuropa92.it/" target="_blank">Europa 92</a>, também conhecido como o restaurante do tenor Pavarotti. Em Curitiba o evento aconteceu no restaurante Durski, com presença do <strong>Chef Fernando Patano</strong>, do restauranter <strong>Gianluca Cló</strong> e de <strong>Stefano Bellei</strong>, Diretor do Acetificio Carandini. Pudemos desfrutar de uma noite bastante agradável, com ótima comida e vinhos perfeitos para a ocasião. Destaque para a surpreendente entrada, uma torta de queijo de ovelha com presunto crocante e molho de ervilhas.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-7.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5125" title="italian-cooking-7" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-7-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Como não poderia ser diferente para um <em>restauranter</em> da Emilia-Romagna, a sugestão de Gianluca para acompanhar a entrada foi um Lambrusco. Isso mesmo, Lambrusco! Não aqueles ordinários que muitos de nós estamos acostumados a ver em festas de casamento e bares, mas um vinho de boa qualidade que faz jus ao nome Lambrusco. De fato a combinação se mostrou perfeita com o <strong>Lambrusco di Sorbara da Chiarli</strong> (R$28), ressaltando delicadeza e frescor do prato.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Chiarli-Lambusco-6.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5127" title="Chiarli-Lambusco-6" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Chiarli-Lambusco-6-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Menos surpreendente, porém perfeito, estava o Spaghettoni com tomatinhos cereja, alcaparras, azeitonas e ricota quente de búfala. Ingredientes fresquíssimos e um sabor delicioso.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-9.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5128" title="italian-cooking-9" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-9-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Uma marvilha com o ótimo <strong>Pinot Grigio Velante</strong> (R$35). Um vinho perfumado, com notas de frutas tropicais e um agradável floral; boa estrutura, ideal para equilibrar com um molho bem temperado do Spaghettoni.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-8.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5129" title="italian-cooking-8" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-8-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Ainda pudemos desfrutar de um bom fillet mignon com creme de parmesão e um toque de aceto balsâmico.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-12.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5130" title="italian-cooking-12" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-12-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Acompanhado pelo delicioso <strong>Brunello di Montalcino Camigliano</strong> (R$180). Um vinho de estilo clássico, taninos finos e ótima acidez.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-11.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5131" title="italian-cooking-11" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-11-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>O super merlot toscano <strong>A. Filippo da Poderi del Paradiso</strong> (R$136) também acompanhou o fillet. Com um bouquet ressaltando as notas do carvalho, ao longo do jantar começou a mostrar seu potencial. Ao contrário do Brunello mostrou-se um vinho de perfil moderno, bem potente e alcoólico.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-10.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5132" title="italian-cooking-10" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-10-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Para encerrar em grande estilo, uma sensacional torta de mascarpone, superdelicada, sem exageros de açúcar, daquelas para ficar na memória, muito bem acompanhada pelo Vin Santo da Poderi del Paradiso (R$85).</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-13.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5133" title="italian-cooking-13" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-13-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Jantares como esse refletem uma velha máxima: bons vinhos italianos sempre vão muito bem com comida.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/italian-showcooking-in-brazil/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Amplus de Viña Santa Ema</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/amplus-de-vina-santa-ema/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/amplus-de-vina-santa-ema/#comments</comments> <pubDate>Thu, 06 May 2010 12:06:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4308</guid> <description><![CDATA[Há alguns dias atrás comparecemos a um agradável jantar promovido pela importadora curitibana Vinoteca com o intuito de apresentar os rótulos da linha Amplus, produzidos pela vinícola chilena Santa Ema. O jantar harmonizado ocorreu no Vin Bistrô, contando com a presença de jornalistas e blogueiros. A Santa Ema possui uma história muito parecida com a&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/amplus-de-vina-santa-ema/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/amplus-santa-ema.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-4339" title="Amplus Santa Ema" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/amplus-santa-ema-500x334.jpg" alt="Amplus Santa Ema" width="500" height="334" /></a></p><p>Há alguns dias atrás comparecemos a um agradável jantar promovido pela importadora curitibana <strong>Vinoteca</strong> com o intuito de apresentar os rótulos da linha <strong>Amplus</strong>, produzidos pela vinícola chilena <a
title="Website Santa Ema" href="http://www.santaema.cl/" target="_blank">Santa Ema</a>. O jantar harmonizado ocorreu no Vin Bistrô, contando com a presença de jornalistas e blogueiros.</p><p>A Santa Ema possui uma história muito parecida com a de outras vinícolas chilenas, iniciada pelas mãos de imigrantes europeus que aportaram no Novo Mundo em busca de terras para cultivo. No Chile chegaram inúmeras famílias espanholas e francesas com esse objetivo, no caso da Santa Ema a história é diferente, afinal os seus fundadores são de origem italiana. Tudo começou pelas mãos do piemontês Pedro Pavone, que após deixar a Itália comprou terras no ano de 1931 em Isla de Maipo (local onde se encontra a atual vinícola). O negócio de produzir vinho iniciou um pouco mais tarde, em 1951, quando Pedro Pavone e seu filho Felix começaram a engarrafar seu próprio vinho e não pararam mais. Atualmente contam com uma moderna vinícola e vinhedos próprios nos Vales de Maipo e Cachapoal, além de contratos com viticultores nos Vales de Casablanca e Leyda.</p><p>Os vinhos da linha Amplus usam uvas do Vale Cachapoal para os tintos e uvas do Vale de Leyda para os brancos, garantindo assim matéria-prima de qualidade para elaborar vinhos de perfil bem atual. O <strong>Amplus One Carmenère 2005</strong> deve agradar aos fãs desta casta, bem focado nas notas de café torrado e tabaco. Já o <strong>Amplus Chardonnay 2007</strong> revelou boa intensidade aromática e persistência, com aroma de frutas tropicais e fundo de baunilha. Gostamos particularmente do Carignan, do Cabernet Sauvignon e do Sauvignon Blanc:</p><h2>Amplus Sauvignon Blanc 2007 &#8211; R$55</h2><p>O vinho mais barato da linha Amplus mostrou uma boa relação qualidade/preço. Nariz agradável, com presença de frutas cítricas e certas notas minerais. Na boca tem estrutura mediana, deixa a desejar em acidez, mas mesmo assim convence com um bom final de boca. Um Sauvignon Blanc fácil de beber.</p><h2>Amplus Cabernet Sauvignon 2005 &#8211; R$110</h2><p>Ótimo Cabernet Sauvignon, gostoso e equilibrado, sem alguns traços óbvios dessa variedade no Chile. Aroma de frutas negras maduras, notas terrosas e carvalho bem integrado. Muito bom na boca, com taninos de excelente qualidade. Feito 100% com Cabernet Sauvignon da área de Peumo em Cachapoal. Maturado por 12 meses em barricas de carvalho francês (70% novas).</p><h2>Amplus Carignan 2006 &#8211; R$110</h2><p>A Carignan, esquecida por décadas no Chile, reapareceu com sucesso nos últimos tempos. As velhas vinhas de Carignan são as verdeiras  joias da viticultura chilena, com tratamento adequado por parte dos produtores, podem conceber vinhos muito interessantes. O Amplus é feito com uvas de vinhedos plantados há mais de 100 anos em Peumo, condição ideal para a Carignan mostrar suas virtudes. Aroma muito agradável e sutil, remetendo a frutas do bosque; notas florais, especiarias doces e toques do carvalho também aparecem. Na boca é cheio e harmonioso, com taninos de excelente qualidade e ótima acidez. Final de boca frutado, ligeiramente adocicado. Maturado por 18 meses em carvalho novo francês e americano.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/amplus-de-vina-santa-ema/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Vinhos Verdes &#8211; evento 2009</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/vinhos-verdes-evento-2009/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/vinhos-verdes-evento-2009/#comments</comments> <pubDate>Tue, 10 Nov 2009 23:50:20 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=3197</guid> <description><![CDATA[Atualmente podemos observar um crescente esforço para a divulgação dos vinhos portugueses no Brasil. É digno de nota o bom trabalho de instituições como ViniPortugal, IVDP e CVRVV; na organização de eventos e na divulgação dos vinhos de determinada região. Construir uma sólida &#8220;imagem de marca&#8221; não é tarefa fácil, porém os portugueses estão no&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/vinhos-verdes-evento-2009/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente podemos observar um crescente esforço para a divulgação dos vinhos portugueses no Brasil. É digno de nota o bom trabalho de instituições como <a
title="ViniPortugal" href="http://www.viniportugal.pt/" target="_blank">ViniPortugal</a>, <a
title="Instituo dos Vinhos do Douro e Porto" href="http://www.ivp.pt/index.asp" target="_blank">IVDP</a> e <a
title="Vinhos Verdes" href="http://www.vinhoverde.pt/" target="_blank">CVRVV</a>; na organização de eventos e na divulgação dos vinhos de determinada região. Construir uma sólida &#8220;imagem de marca&#8221; não é tarefa fácil, porém os portugueses estão no caminho certo, mostrando produtos de qualidade, amparados por um marketing adequado, porém ainda dirigido apenas ao <em>trade</em>. Não basta ter bons vinhos, é fundamental que os consumidores aprendam a reconhece-los, um processo que leva tempo. É verdade que quase não existe propaganda de vinho para o consumidor final, um terreno selvagem, ainda pouquíssimo explorado. Nos Estados Unidos e Austrália já é comum grandes vinícolas contratarem agências de propaganda de renome e investirem pesado para atingir o consumidor final. Recomendo a leitura do artigo <a
title="Wine Advertising" href="http://www.winebusiness.com/wbm/?go=getArticle&amp;dataId=17008" target="_blank">Wine Advertising</a>, um relato sério sobre a importância da comunicação de massa para o mercado de vinhos. Esse blá blá blá sobre marketing, apesar de não ser do interesse de muitos leitores do QVinho, é necessário para explicar o desconhecimento por parte dos consumidores, mesmo com a imensa vocação do Vinho Verde para fazer sucesso em terras tupiniquim.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Vinho-verde1.jpg"><img
class="size-medium wp-image-3229" title="Vinhos Verdes" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Vinho-verde1-500x266.jpg" alt="Vinhos Verdes" width="500" height="266" /></a></p><p>O evento promovido pela CVRVV em Curitiba aconteceu no dia 5 de novembro no Hotel Radisson e contou com explanações de Bruno Almeida, enólogo da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, e Didu Russo, jornalista e crítico de vinhos. O público presente foi apresentado a região dos Vinhos Verdes, com suas castas típicas, microrregiões definidas e as normas de designação. Durante a apresentação foram servidos alguns rótulos de diferentes produtores &#8211; e de diferentes castas e microrregiões &#8211; para que os convidados pudessem perceber as variações de estilos dos Vinhos Verdes. São leves, geralmente com menos álcool que a maioria dos vinhos atuais, muito frescos e com uma perfil aromático que costuma lembrar frutas cítricas e amêndoas. Para fazer justiça, precisaríamos escrever uma série de posts para explicarmos minuciosamente o que é um Vinho Verde, embora isso nem seja necessário. Não precisamos repetir todas as informações que já constam no <a
href="http://www.vinhoverde.pt/" alt="Vinho Verde" target="_blank">site do Vinho Verde</a>. Leitura obrigatória! Pelo menos para quem gosta de bons vinhos brancos.</p><p>Ao final da palestra teve início uma minifeira, com produtores servindo vinhos para os convidados provarem. Alguns vinhos ainda não possuem importação no Brasil, mas vamos torcer para que logo cheguem as nossas prateleiras.</p><h2>Ponte da Barca Grande Escolha 2008</h2><p>Produzido pela Cooperativa da Ponte da Barca na sub-região do Lima, feito a partir das castas Loureiro, Trajadura e Arinto. Típico Vinho Verde, com pouco álcool (10%) e a clássica presença de gás carbônico. Aroma de boa intensidade lembrando frutas cítricas. Simples e direto, porém refrescante e convincente.</p><h2>Quinta da Aveleda 2008</h2><p>A Quinta da Aveleda é um dos nomes mais conhecidos quando o assunto é Vinho Verde, famosa pelo seu vinho de entrada, o Casal Garcia. O Quinta da Aveleda é um corte de Loureiro, Trajadura e Alvarinho, que prima pelo bom equilíbrio. Não é dos Vinhos Verdes com nariz mais intenso, embora entregue aromas delicados de toranja e notas florais.</p><p>Importadora: Interfood</p><h2>Quinta de Linhares Colheita Seleccionada 2008</h2><p>Esse vinho foi um dos destaques da degustação, exibindo as típicas qualidades dos Vinhos Verdes. Um corte de Loureiro, Trajadura e Avesso, produzido na sub-região de Sousa. Aromas muito agradáveis de maçã-verde, reforçadas por notas cítricas e minerais. Super equilibrado e refrescante.</p><h2>Quinta de Gomariz Colheita Seleccionada 2008</h2><p>Este produtor vem ganhando destaque com seu vinhos frutados de estilo mais moderno e exuberante. Feito apenas com Loureiro, mostrando toda a intensidade dessa casta. Nariz surpreendentemente exótico, com muitas frutas tropicais, notas cítricas e herbáceas. Evoluiu bem no copo, mostrando complexidade. Na boca é superfresco e equilibrado. Chega a lembrar um Sauvignon Blanc, só que menos robusto.</p><p>Importadora: Decanter</p><h2>Portal do Fidalgo Alvarinho 2006</h2><p>Vinho top da Provam, que também faz o ótimo Varanda do Conde. Um Alvarinho para não decepcionar os fãs da casta, já com uma certa evolução, porém muito vivo e refinado. Aroma sutil de frutas brancas, flores e toques minerais. O Portal do Fidalgo é um vinho delicado, apesar de ter bom corpo e álcool acima da média (13,2) para os Vinhos Verdes.</p><p>Importadora: Porto a Porto / Casa Flora</p><h2>Dona Paterna Alvarinho 2008</h2><p>O ponto alto da prova, um Alvarinho classudo e delicioso capaz de prender a atenção, mas não pela intensidade, mas sim pela complexidade e elegância. Nariz muito sedutor, com aromas de frutas tropicais diversas, notas florais e de amêndoas torradas. O mais encorpado, com boa untuosidade e final de boca longo. Um belo Alvarinho!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/vinhos-verdes-evento-2009/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Antonella D&#8217;Isanto apresenta os vinhos I Balzini</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/antonella-disanto-i-balzini/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/antonella-disanto-i-balzini/#comments</comments> <pubDate>Thu, 29 Oct 2009 11:28:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=3104</guid> <description><![CDATA[Tenho que confessar a minha simpatia pelos vinhos italianos, por isso sempre atendo prontamente a um convite para degustar os vinhos da velha bota. Na última semana participamos – a convite da importadora Porto a Porto – de um jantar com Antonella D&#8217;Isanto, proprietária da Società Agricola I Balzini. Já conhecia esses toscanos, inclusive já&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/antonella-disanto-i-balzini/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/10/antonella.jpg"><img
class="size-thumbnail wp-image-3113 alignleft" title="Antonella D'Isanto" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/10/antonella-229x345.jpg" alt="Antonella D'Isanto" width="229" height="345" /></a></p><p>Tenho que confessar a minha simpatia pelos vinhos italianos, por isso sempre atendo prontamente a um convite para degustar os vinhos da velha bota. Na última semana participamos – a convite da importadora <a
title="Importadora Porto a Porto" href="http://www.portoaporto.com" target="_blank">Porto a Porto</a> – de um jantar com Antonella D&#8217;Isanto, proprietária da <a
title="I Balzini" href="http://www.ibalzini.it/" target="_blank">Società Agricola I Balzini</a>. Já conhecia esses toscanos, inclusive já havia publicado um review do <a
title="Post White Label 2001" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/i-balzini-white-label-2001/" target="_self">White Label 2001</a>, de qualquer forma foi uma ótima oportunidade para comparar lado a lado todos os rótulos da cantina. O que chama a atenção de imediato é o nome de cada vinho: Green, White e Black Label, uma ideia (confirmei as minhas suspeitas com Antonella) para agradar ao mercado americano. Isso não é novidade, os americanos adoram a Toscana e são grandes compradores de rótulos da região. Ainda bem que a história de &#8220;agradar ao mercado americano&#8221; encerra nos nomes. Ainda sobre os rótulos, vale dizer que &#8220;balzini&#8221; é o diminutivo de &#8220;balze&#8221;, que no dialeto local significa terraça, uma alusão ao terreno onde as vinhas foram plantadas. O desenho das três colinas também traduz o relevo real da propriedade. Os rótulos da I Balzini já revelam muito da curta história dessa vinícola.</p><p>Os proprietários da I Balzini, o casal Antonella e Vincenzo D&#8217;Isanto, começaram aos poucos. Iniciaram em 1980 comprando 1 hectare de vinhedo em <a
title="Barberino Val d'Elsa no Google Maps" href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=barberino+val+d%27elsa,+firenze,+italia&amp;sll=43.657856,11.119303&amp;sspn=0.342273,0.892639&amp;ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=Barberino+Val+d%27Elsa+Floren%C3%A7a,+Toscana,+Italia&amp;ll=43.538967,11.18288&amp;spn=0.09308,0.222988&amp;t=h&amp;z=13" target="_blank">Barberino Val d&#8217;Elsa</a>, na região de Chianti Clássico, entre Siena e Florença. Em 1987 vinificaram a primeira safra, lançando no mercado o White Label, um corte de partes iguais de Sangiovese e Cabernet Sauvignon. Não demorou muito para crescerem, adquirindo a cada ano que passava poucos hectares de seus vizinhos. Hoje possuem 10 hectares, dos quais 5,4 estão cobertos por vinhas de Sangiovese, Caberner Sauvignon e Merlot.</p><p>Comparamos os vinhos <strong>Green Label 2007</strong> (R$62), <strong>White Label 2001 &#8211; 2002</strong> (R$150) e <strong>Black Label 2001 &#8211; 2003</strong> (R$187).  É sempre bom perceber as diferença entre as safras, afinal as colheitas de 2001, 2002 e 2003 foram bem diferentes.  O ano de 2001 foi clássico, uma safra muito bem equilibrada, com uvas de excelente maturação. Já em 2002 a coisa foi mais complicada, muitas chuvas dificultaram a vida dos produtores. Por fim, em 2003 a Toscana teve uma situação oposta a 2002, altas temperaturas e poucas chuvas. O resultado aparece no copo.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/10/i-balzini.jpg"><img
class="size-medium wp-image-3114 alignnone" title="I Balzini" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/10/i-balzini-500x436.jpg" alt="I Balzini" width="500" height="436" /></a></p><p>Green Label 2007 é um vinho muito agradável e bem toscano, um corte de Sangiovese (80%) e Mammolo (20%) sem passagem pela madeira. A Mammolo é uma obscura variedade típica da região do Chianti, o nome é uma alusão ao seu perfil aromático que lembra a <em>mammola</em>, um tipo de violeta. É fresco, leve e com ótima acidez, além de ter essas delicadas notas de violeta. Perfeito para acompanhar uma bruschetta. Já havíamos degustado o White Label 2001 algum tempo atrás – um corte de partes iguais de Sangiovese e Cabernet Sauvignon – agora pudemos comprovar a boa evolução desse vinho. O White 2001 continua ótimo, exibindo um belo perfil aromático. Na safra 2002 o White mostrou-se menos encorpado, porém com um nariz de ótima intensidade, com menos fruta e mais notas minerais e herbáceas. O Black Label pende para um estilo mais internacional, feito de um corte de Cabernet Sauvignon (50%), Sangiovese (25%) e Merlot (25%). Mais redondo e robusto que o White, mesmo assim sem perder o acento italiano. O Black 2003 é encorpado, com aroma de frutas negras e muitas notas tostadas. Por sua vez, a safra 2001 do Black mostrou mais equilíbrio e classe, revelando um nariz mais complexo e sutil.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/antonella-disanto-i-balzini/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Caves Messias apresenta seus vinhos em jantar harmonizado</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/caves-messias-vinhos-jantar-hamonizado/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/caves-messias-vinhos-jantar-hamonizado/#comments</comments> <pubDate>Fri, 22 May 2009 11:44:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[Messias]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=1613</guid> <description><![CDATA[Não há como negar, os vinhos da Caves Messias são um sucesso de vendas no Brasil. Com um portfólio amplo de vinhos que engloba as principais regiões demarcadas de Portugal, muitos de seus rótulos como o Porto Messias ou Quinta do Cachão já figuram como marcas bem conhecidas entre os brasileiros. Foi exatamente para mostrar&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/caves-messias-vinhos-jantar-hamonizado/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Não há como negar, os vinhos da <a
title="Site Caves Messias" href="http://www.cavesmessias.pt" target="_blank">Caves Messias</a> são um sucesso de vendas no Brasil. Com um portfólio amplo de vinhos que engloba as principais regiões demarcadas de Portugal, muitos de seus rótulos como o Porto Messias ou Quinta do Cachão já figuram como marcas bem conhecidas entre os brasileiros.</p><p>Foi exatamente para mostrar a versatilidade dos seus vinhos com a comida que a Caves Messias promoveu no dia 5 de maio um jantar português. O espaço escolhido pelas importadoras <a
title="Site Porto a Porto" href="http://www.portoaporto.com.br">Porto a Porto e Casa Flora</a>, que organizaram o evento, foi um restaurante italiano, o <strong>La Vecchia Cucina</strong> do Sérgio Arno. Sim, uma escolha que deu certo. A ideia de trazer os chefes portugueses <strong>Luis Américo</strong> e <strong>Marco Gomes</strong> para preparar um cardápio especial para o evento, em parceria com os residentes da cozinha italiana, foi um sucesso. Os pratos conseguiram aliar criatividade na combinação dos ingredientes e uma apresentação impecável. Isso tudo sem deixar de lado o sabor. Cada garfada e gole de vinho proporcionavam uma imensa satisfação. <strong>Messias Vigário</strong>, diretor da Caves Messias, estava presente e falou um pouco sobre os vinhos da noite que representavam uma amostra das três Quintas (Cachão, Valdoeiro e Penedo) .</p><p><object
classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param
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type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.slideflickr.com/slide/isosbeWy" wmode="transparent"></embed></object></p><p>Para iniciar a noite, o saboroso e refrescante espumante <strong>Quinta do Valdoeiro Chardonnay Brut</strong> (R$58). Utilizando uvas 100% Chardonnay, o Quinta do Valdoeiro é confecionado pelo método champenoise e realizou ainda um estágio &#8220;sur lies&#8221; prolongado. Boa cremosidade e estrutura na boca, esse borbulhante da Bairrada harmonizou maravilhosamente com a entrada de <strong>carne de siri, ostras e sopa fria de tomates</strong>. E como se a primeira não bastasse, mais uma entrada: <strong>polvo salteado com batata doce e aceto balsâmico</strong>. A combinação com o espumante Quinta do Valdoeiro mais uma vez mostrou-se acertada.</p><p>O bacalhau não poderia faltar. Aqui os chefes apresentaram uma interpretação moderna e incrivelmente deliciosa desse tradicional prato português. O <strong>lombo de bacalhau recheado com tomate e salpicão em pão de azeitonas e emulsão de coentros</strong> estava se desmanchando; e ao contrário do que poderia se esperar, a emulsão de coentros tinha um aroma e sabor muito delicado, sem interferir no prato principal. Gostei muito de acompanhar esse prato com o <strong>Quinta do Valdoeiro Tinto 2005 </strong>(R$47); um delicioso corte obtido de uvas Baga, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Syrah. Sem exageros de extração ou de álcool o Quinta do Valdoeiro Tinto mostrou boa complexidade, taninos firmes e ótima acidez. Já numa linha mais moderna e acessível o <strong>Douro Quinta do Cachão Reserva 2006</strong> (R$72) está perfeito para se beber hoje. Nariz rico em fruta, notas especiadas; taninos redondos e uma estrutura que preenche a boca.</p><p>O último tinto de mesa servido foi o <strong>Quinta do Penedo 2006</strong>, um corte 70% touriga nacional e 30% Alfrocheiro, que utilizou uvas exclusivamente da Quinta do Penedo, uma área de 20 hectares, localizada no coração da região Demarcada do Dão. Um vinho de personalidade, com nariz complexo remetendo a notas florais, tostados e uma forte presença mineral. Na boca frescor e um final persistente. Esse vinho casou muito bem com <strong>lombinho de porco com purê de alheira e aspargos verdes</strong>. Na sobremesa o <strong>Porto Messias 10 anos</strong> (R$95) com a <strong>maça caramelizada com gelado de Porto e passas</strong> foi um deleite. E para fechar com chave de ouro, um jovem e potente <strong>Porto Messias Vintage 2003</strong> (R$180) acompanhando <strong>papos de anjo com chocolate e framboesa</strong>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/caves-messias-vinhos-jantar-hamonizado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Piera Martellozzo e os vinhos do Veneto e Friuli</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/piera-martellozzo-e-os-vinhos-do-veneto-e-friuli/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/piera-martellozzo-e-os-vinhos-do-veneto-e-friuli/#comments</comments> <pubDate>Mon, 18 May 2009 12:42:55 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=1603</guid> <description><![CDATA[Nem todos os vinhos europeus possuem longa tradição no mercado, muito pelo contrário, é cada vez mais comum vermos produtores centenários se reinventarem para ganhar novos mercados. Esse é caso de Piera Martellozzo, uma italiana do Veneto que herdou o negócio da família — uma vinícola de mais de 100 anos. Piera esteve no Brasil a&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/piera-martellozzo-e-os-vinhos-do-veneto-e-friuli/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/piera-martellozzo.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-1604" title="piera-martellozzo" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/piera-martellozzo.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p><p>Nem todos os vinhos europeus possuem longa tradição no mercado, muito pelo contrário, é cada vez mais comum vermos produtores centenários se reinventarem para ganhar novos mercados. Esse é caso de <a
title="Piera Martellozzo" href="http://www.pieramartellozzo.com/" target="_blank">Piera Martellozzo</a>, uma italiana do Veneto que herdou o negócio da família — uma vinícola de mais de 100 anos. Piera esteve no Brasil a convite da importadora <a
title="Importadora Vinea" href="http://www.vinea.com.br/" target="_blank">Vinea</a>, pude conversar com ela no coquetel de divulgação que aconteceu no restaurante Vindouro em Curitiba.</p><p>Quando Piera começou, mesmo tendo uma tradição familiar, entendia pouco de vinho. Isso não foi um obstáculo, Piera estudou o assunto, contratou pessoas e tratou logo de traçar um plano estratégico para a sua cantina. Piera afirma ter feito um estudo detalhado dos seus vinhedos, buscando uma perfeita adaptação da variedade de uva ao terreno. O trabalho começou no Veneto, mas Piera foi ambiciosa, expandiu seus domínios no Friuli para produzir seus tintos. Sua atual cantina situa-se na província de Pordenone no Friuli.</p><p>No Veneto a produção é focada em espumantes. A variedade Prosecco é usada, mas Piera orgulha-se de usar uvas menos populares, como a aromática Müller-Thurgau e a Raboso, tinta autóctone do Veneto. Todos os espumantes são produzidos pelo método charmat, tudo para manter um caráter leve e frutado.</p><p>No Friuli a Piera Martellozzo produz seus tintos. Tradicionalmente o Friuli é terra de ótimo Merlot, embora outras castas também apresentem bons resultados, como Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Pinot Nero e a Refosco dal Peduncolo Rosso.</p><p>Os vinhos de Piera Martellozzo são modernos, porém distantes do sabor do Novo Mundo, apresentam ótima tipicidade.</p><h2>Espumante Müller Thurgau Extra Dry Incontri &#8211; R$73</h2><p>Produzido 100% com uvas Müller Thurgau plantadas nas colinas do Trentino Alto Ádige. Essa variedade de uva é no mínimo controversa, uma vez que é frequentemente empregada na produção de vinhos baratos, como o Liebfraumilch (o famoso vinho alemão de garrafa azul). O Espumante Müller Thurgau é gostoso para aperitivo. Aromas agradáveis de maçã verde e um sutil toques herbáceo.</p><h2>Espumante Rosé Dry Incontri &#8211; R$67</h2><p>Outro espumante que emprega uvas pouco conhecidas; esse rosé é um corte de Raboso (85%) e Pinot Noir (15%). A Raboso é uma variedade tinta autóctone do Veneto, conhecida por apresentar uma casca escura, polpa rosa e bastante acidez. Espumante bem perfumado, com aromas sedutores de flores e frutas vermelhas. Na boca é fresco, muito embora o equilíbrio entre açúcar residual (25g/l) e acidez favoreça a sensação de doçura.</p><h2>Terre Magre Merlot Friuli Grave DOC 2007 &#8211; R$79</h2><p>A região do Friuli Grave é reconhecida como um ótimo lugar para a Merlot. O Terre Magre — o nome faz uma alusão ao solo pobre do Friuli — só reforça essa afirmação. É um Merlot jovial, com aroma de frutas negras e ótimos taninos.</p><h2>Terre Magre Refosco dal Peduncolo Rosso Friuli Grave DOC 2007 &#8211; R$98</h2><p>Piera cultiva várias uvas internacionais, porém não abre mão da originalidade  das variedades autóctones italianas. A Refosco é razoavelmente conhecida nessa parte da Itália, mas praticamente desconhecida no resto do mundo. O Terre Magre Refosco é robusto e agradável; possui um perfil aromático exótico. Boa fruta, lembrando ameixas e amoras, um certo toque defumado e de ervas ajudam na complexidade. Na boca é bem equilibrado.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/piera-martellozzo-e-os-vinhos-do-veneto-e-friuli/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Impressões da Expovinis 2009</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/impressoes-da-expovinis-2009/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/impressoes-da-expovinis-2009/#comments</comments> <pubDate>Mon, 11 May 2009 20:34:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[expovinis]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=1561</guid> <description><![CDATA[Marcamos presença na Expovinis 2009, mesmo que apressadamente, afinal comparecemos apenas por uma tarde no primeiro dia. Isso não quer dizer que ficamos alheios a feira, muito pelo contrário, conversamos com alguns produtores e provamos vários vinhos. A Expovinis, assim como outras feiras, é muito focada no relacionamento comercial, não simplesmente em divulgação. Ok! Eu&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/impressoes-da-expovinis-2009/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/expovinis004.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-1566" title="Expovinis 2009" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/expovinis004-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p><p>Marcamos presença na <strong>Expovinis 2009</strong>, mesmo que apressadamente, afinal comparecemos apenas por uma tarde no primeiro dia. Isso não quer dizer que ficamos alheios a feira, muito pelo contrário, conversamos com alguns produtores e provamos vários vinhos. A Expovinis, assim como outras feiras, é muito focada no relacionamento comercial, não simplesmente em divulgação. Ok! Eu sei, essa é a razão primordial para algumas empresas estarem lá, o problema é que essa postura dificulta o trabalho dos críticos. Estava credenciado como imprensa, mesmo assim tive que implorar para alguém me servir um vinho no Espaço da França. Fiquei assustado com tamanha má vontade, certamente não estavam preocupados com divulgação. Provei apenas os vinhos da  alsaciana Les Faîtières, que não impressionaram. Outra dificuldade, achar onde cuspir o vinho, muitos expositores sequer tiveram esse tipo de preocupação, denunciando um clima de “happy hour com clientes.” Foi nesse ambiente que tentei garimpar algumas novidades para apresentar aos nossos leitores.</p><p>Alguns dos melhores estandes da feira, pelo menos para os apreciadores de bons vinhos, eram os menos visitados. Na representação da <a
title="AEP" href="http://www.aeportugal.pt/" target="_blank">AEP</a> conhecemos a <a
title="Site da Quinta do Pinto" href="http://www.quintadopinto.pt" target="_blank">Quinta do Pinto</a>, que produz bons vinhos na DOC de Alenquer (Região de Lisboa). Essa área é mais conhecida internacionalmente pelos já famosos vinhos da <strong>Chocapalha</strong>; aqui no Qvinho já escrevemos sobre essa região ao avaliarmos os vinhos da <a
title="Vinhos da Quinta da Cortezia" href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/quinta-da-cortezia-vinho-estremadura-lisboa/">Quinta da Cortezia</a>. Raquel Moreira dos Santos, enóloga da Quinta do Pinto, apresentou os rótulos da empresa. Provamos o ótimo <strong>Vinhas do Lasso Arinto-Viognier</strong> (€7,5), na realidade um corte de Arinto (50%), Viognier (25%), Marsanne e Rousanne (25%); muito fresco e frutado. Além desse corte, o <strong>Vinhas do Lasso Viognier-Chardonnay</strong> (€7,5) também surpreendeu, intenso e perfumado, porém mais redondo que a versão com Arinto. Já o <strong>Quinta do Pinto Touriga Nacional 2003</strong> (€15) mostrou classe, com boa fruta e complexidade. A Quinta do Pinto ainda não possui importação no Brasil.</p><p>Para os fãs dos vinhos argentinos recomendamos a <strong>Finca Lugilde Goulart</strong>, intensos e cheios de fruta, no melhor estilo de Mendoza. Conhecemos a <strong>Érika Goulart</strong> no estande da Costazzurra, proprietária da bodega, que curiosamente é brasileira. Érika herdou um vinhedo plantado em 1915 em Luján de Cuyo (<a
title="Finca Lugilde Goulart" href="http://www.fincalugildegoulart.com.ar/home.html" target="_blank">leia a história</a>). O <strong>Paris Malbec Classico</strong> (R$25) é gostoso e bem feito. O <strong>Goulart Reserva Malbec</strong> (R$40) é um belo vinho na sua faixa de preço, frutado e com muitas notas florais. O vinho top da bodega é <strong>Grand Vin Goulart </strong>(R$140), denso e profundo, entre os grandes vinhos feitos de Malbec. A surpresa fica por conta dos preços, afinal os vinhos Goulart competem tranquilamente com marcas famosas de Mendoza, mas são bem mais acessíveis.</p><p>Do Brasil só tive tempo para uma rápida parada no estande da <strong>Lídio Carraro</strong>. Provei o lançamento <strong>Dádivas 2008</strong>, um bom Chardonnay, aromático e agradável na boca. Além desse Chardonnay, gostei também do <strong>Elos Cabermet Sauvignon-Malbec</strong> e do <strong>Quorum</strong>.</p><p>Voltando para Portugal, degustei excelentes vinhos da Ilha da Madeira. No balcão da <a
title="Blandy's Vinho Madeira" href="http://www.blandys.com/" target="_blank">Blandy&#8217;s</a> provei deliciosos Vintages de Sercial, Bual e Malvasia; coisa finíssima. Da <a
title="Justino's Vinho Madeira" href="http://www.justinosmadeira.com/" target="_blank">Justino&#8217;s</a> pude comprovar a qualidade de seus vinhos 10 anos; o Boal e Malvasia são imbatíveis na sua faixa de preço (em torno de R$ 140).</p><p>Encerramos a nossa incursão na Expovinis por volta das 18h30, nessa altura da feira já era difícil degustar com calma, devido a aglomeração de pessoas e vinhos servidos em temperaturas incorretas. Numa rápida passagem pela área dedicada a exposição de cachaças e charutos, a <strong>Epicure</strong> como é chamada, tivemos a impressão de transitar por meio de um camelódromo. Decadência é a palavra para resumir o que vimos na Epicure 2009. Muita barraquinha vendendo produtos para restaurantes e lojas, mas nada que realmente se destacasse.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/impressoes-da-expovinis-2009/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Prova especial de vinhos do Douro e do Porto &#8211; IVDP</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/prova-especial-de-vinhos-do-douro-e-do-porto-ivdp/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/prova-especial-de-vinhos-do-douro-e-do-porto-ivdp/#comments</comments> <pubDate>Tue, 28 Apr 2009 17:08:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[IVDP]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=1455</guid> <description><![CDATA[No dia seguinte ao jantar harmonizado promovido pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto &#8211; IVDP conferimos as novidades apresentadas na Prova de Vinhos do Douro e do Porto realizada no Centro de Convenções David Carneiro do Pestana Curitiba Hotel, onde 27 importadoras apresentaram mais de 170 rótulos. Em paralelo participamos da prova&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/prova-especial-de-vinhos-do-douro-e-do-porto-ivdp/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ivdp-carlos-soares.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-1482" title="Carlos Soares - Diretor do IVDP" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ivdp-carlos-soares-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p><p>No dia seguinte ao <a
title="Post jantar harmonizado IVDP" href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/jantar-harmonizado-com-vinhos-douro-e-porto-abre-oficialmente-os-eventos-do-ivdp-no-brasil/" target="_self">jantar harmonizado</a> promovido pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto &#8211; <strong>IVDP</strong> conferimos as novidades apresentadas na <strong>Prova de Vinhos do Douro e do Porto</strong> realizada no Centro de Convenções David Carneiro do Pestana Curitiba Hotel, onde 27 importadoras apresentaram mais de 170 rótulos. Em paralelo participamos da prova especial, dirigida a jornalistas, formadores de opinião e especialistas, com 16 importantes rótulos de vinhos do Douro. A prova foi precedida de uma breve apresentação realizada por <strong>Carlos Soares</strong>, responsável do IVDP no Brasil e <strong>Guilherme Rodrigues</strong>, presidente do Solar do Vinho Porto, que comentaram sobre a evolução do vinho do Douro e do Porto no mercado brasileiro. Segundo dados do IVDP, o Brasil tem registrado um crescimento importante nos últimos anos e é um dos poucos países que mantém uma tendência positiva de crescimento, contrariando a quebra verificada no ano anterior. As exportações de vinhos do Porto cresceram mais que o dobro nos últimos cinco anos, passando de cerca de 588 mil garrafas em 2003 para 1.395.000 garrafas no final do ano passado. Já em relação ao DOC Douro, a evolução no mesmo período é de cerca de 34%, num total de 996.000 garrafas em 2008.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ivdp-vinhos.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-1483" title="Vinhos degustados no evento do IVDP" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ivdp-vinhos-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p><p>Durante o evento publicamos algumas impressões pelo <a
title="Twitter Jomar" href="http://twitter.com/jomarbr" target="_self">Twitter</a>, mas nesse post vamos comentar em detalhes o que foi apresentado e os vinhos que se destacaram:</p><h2>Espumante Vértice Super Reserva 2005 &#8211; R$80</h2><p>Novidade no mercado brasileiro, o espumante Vértice honra com dignidade a reputação do Douro em produzir grandes vinhos. O Vértice é surpreendente, um espumante de ótimo nível. Aroma muito agradável, maçã verde, frutas do bosque e notas de pão torrado. Na boca é cremoso e fresco, com boa persistência no final. É produzido apenas em safras especiais, com borras que permanecem 24 meses na garrafa.</p><p><em>Grad. Alcoólica: 12%<br
/> Importadora: Adega Alentejana</em></p><h2>Niepoort Redoma Reserva Branco 2006 &#8211; R$219</h2><p>Um dos melhores vinhos da prova, o corte de Rabigato, Codega, Donzelinho, Viosinho e Arinto é realmente ótimo. Lembra um Chardonnay de terroir clássico, intenso e muito longo na boca. O nariz é frutado, com notas de maçã, mineral e um fundo tostado delicioso. Na boca é ainda melhor, cheio e com ótima persistência. Um branco classudo e muito fácil de apreciar.</p><p><em>Grad. Alcoólica: 13,5%<br
/> Importadora: Mistral</em></p><h2>Pintas 2005 &#8211; R$558</h2><p>O mais potente da degustação, um vinho feito de vinhas velhas de Tinta Roriz, Touriga Franca, Tinta Amarela e outras 27 variedades. Aroma complexo, com boa fruta e muitas nuances minerais. Bem encorpado, taninos fantásticos, porém ainda muito jovens. O Pintas 2005 é um grande vinho, mas ainda precisa de tempo para abrandar a sua forte personalidade.</p><p><em>Grad. Alcoólica: 14%<br
/> Importadora: Vinci</em></p><h2>Quinta do Noval 2005 &#8211; R$440</h2><p>Esse produtor só faz vinho gostoso e elegante, a safra 2005 do Quinta do Noval não é exceção. Feito de Touriga Nacional (70%), Tinta Cão (20%) e Touriga Francesa (10%) dos terraços da Quinta do Noval. Perfumado, com muita fruta fresca e boa complexidade. Um vinho de personalidade, encorpado, com taninos firmes e ótima acidez. O Quinta do Noval é irresistível.<br
/> <em><br
/> Grad. Alcoólica: 14%<br
/> Importadora: Grand Cru</em></p><h2>Quinta Vale Dona Maria 2006</h2><p>Outro grande vinho do Douro, produzido pelo renomado enólogo Cristiano Van Zeller. O Quinta Vale Dona Maria tem uma fruta de dar inveja em muitos vinhos do Novo Mundo. Consegue aliar muito bem a elegância e a potência. Madeira muito bem integrada, com taninos maduros e um fim de boca longo e delicioso.</p><p><em>Grad. Alcoólica: 14,5%<br
/> Importadora: Expand</em></p><h2>Quinta do Crasto Reserva 2006 &#8211; R$171</h2><p>Um dos grandes terroir do Douro, garantia de excelentes vinhos. O Quinta do Crasto Reserva utilizou uvas provenientes de vinhas velhas e estagiou 18 meses em barricas francesas (85%) e americanas (15%). Nariz encantador, muito perfumado ressaltando notas de ameixa negra e especiarias. Na boca é equilibrado, taninos maduros e fácil de beber.</p><p><em>Grad. Alcoólica: 14,5%<br
/> Importadora: Qualimpor</em></p><h2>Niepoort Charme Tinto 2006</h2><p>Muito interessante a proposta desse vinho da Niepoort que foge do estilo da maioria dos vinhos do Douro. O Charme é mais feminino e elegante, com características que lembram mais um borgonha. Uma cor grená aberta e um bouquet muito complexo remetendo a frutas vermelhas, folhas de chá e algo mineral. Não se nota qualquer interferência de madeira. Equilibrado, taninos muito macios e um final frutado, mas que não chega a ser muito longo. Delicioso de beber do início ao fim.</p><p><em>Grad. Alcoólica: 13,9%<br
/> Importadora: Mistral</em></p><h2>Porto Messias 20 anos &#8211; R$190</h2><p>O Messias 20 anos, sem dúvida, é um grande achado entre vinhos do Porto envelhecidos 10 e 20 anos, com uma relação qualidade/preço fantástica. Rico em frutas secas, esbanjando frescor e complexidade. Muito fino, doçura na medida certa, sem agressividade do álcool; e com um final bem persistente. Excepcional!</p><p><em>Grad. Alcoólica: 20%<br
/> Importadora: Porto a Porto</em></p><h2>Porto Niepoort Colheita 1998 &#8211; R$179</h2><p>O Colheita 1998 é um Tawny de uma única safra proveniente de vinhedos localizados no Vale do Pinhão e Ferrão, de vinhas de mais de 60 anos de idade. Entre a juventude a a complexidade o Colheita 1998 consegue oferecer ótima profundidade. Nariz destacando aromas de frutas vermelhas, especiarias e um fundo mineral. Volumoso na boca, com taninos muito macios e um largo final.</p><p><em>Grad. Alcoólica: 20%<br
/> Importadora: Mistral</em></p><h2>Porto Quinta do Noval Silval Vintage 2001 &#8211; R$360</h2><p>Mais uma preciosidade do Porto. Um vintage 2001, ainda jovem, mas que já demonstra porque está sempre entre os melhores. Muita classe, nariz complexo, mesclando ameixas e figos passificados, balsâmicos e um distinto toque mineral. Rubi potente, com taninos firmes e um excelente final. Excepcional hoje, mas ainda poderá brilhar muito.<br
/> <em><br
/> Grad. Alcoólica: 19%<br
/> Importadora: Grand Cru</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/prova-especial-de-vinhos-do-douro-e-do-porto-ivdp/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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