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	<title>QVinho - Blog de vinhos, gastronomia e espresso</title>
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	<description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description>
	<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 12:32:56 +0000</pubDate>
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		<title>Quinta da Cortezia Touriga Nacional 2004</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 12:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos vinhos mais interessantes que provei recentemente foi o Quinta da Cortezia Touriga Nacional 2004. É impossível não prestar atenção a região onde foi produzido, a Estremadura, mais precisamente ao distrito de Alenquer. Essa localidade tem características muito particulares; a proximidade com o mar e os terrenos irregulares compõem uma diversidade fantástica de terroir. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/quinta-da-cortezia-touriga-001.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-831" title="Quinta da Cortezia Touriga Nacional 2004" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/quinta-da-cortezia-touriga-001-230x293.jpg" alt="" width="230" height="293" /></a>Um dos vinhos mais interessantes que provei recentemente foi o <strong>Quinta da Cortezia Touriga Nacional 2004</strong>. É impossível não prestar atenção a região onde foi produzido, a Estremadura, mais precisamente ao distrito de <strong>Alenquer</strong>. Essa localidade tem características muito particulares; a proximidade com o mar e os terrenos irregulares compõem uma diversidade fantástica de <em>terroir</em>. Alenquer ganhou notoriedade internacional com o bem-sucedido <strong>Chocapalha</strong>, da enóloga Sandra Tavares da Silva. Podemos esperar vinhos de personalidade dessa região, como esse Touriga Nacional feito por <strong>Miguel Reis Catarino</strong>. Enólogo da Quinta da Cortezia, <a title="Quinta da Cortezia: Vinho de classe feito na Estremadura" href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/quinta-da-cortezia-vinho-estremadura-lisboa/" >Miguel esteve no Brasil há alguns meses para promover seus vinhos</a>. Tive a oportunidade de conhece-lo, descobri que ele é um vinhateiro de grande habilidade, não somente um enólogo como tantos outros.</p>
<p>O Quinta da Cortezia Touriga Nacional 2004 possui cor rubi com pouca transparência, mas não chega a ter aquela cor fechada como muitos vinhos atualmente tem. Aroma muito agradável e com boa complexidade, frutas negras maduras, além de notas minerais. Encorpado, taninos de excelente qualidade e com uma acidez bem integrada. Ótimo final de boca. O Quinta da Cortezia Touriga Nacional é uma bela representação do que a Estremadura pode produzir, um vinho de personalidade bem definida, cheio de nuances e deliciosamente fácil de beber.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-544" title="Excelente - Best Buy" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/06/excelente-best-buy.gif" alt="" width="104" height="38" /><br />
<em>Muito bem feito, gostoso e com uma classe típica de vinhos bem mais caros. Lembra um Bordeaux de boa qualidade, porém com um apelo próprio da Touriga Nacional.</em></p>
<p><span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 14,5%<br />
<span class="bold-content">Importadora:</span> Porto a Porto / Casa Flora<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$ 55</p>
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		<title>Urban Uco Blend 2005 – O.Fournier</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos-argentinos/urban-uco-blend-2005-ofournier/</link>
		<comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos-argentinos/urban-uco-blend-2005-ofournier/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 12:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>

		<category><![CDATA[o.fournier]]></category>

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		<description><![CDATA[Há pouco mais de um ano tivemos a oportunidade de degustar alguns vinhos da O. Fournier e de fazer uma resenha da Bodega. Naquela ocasião comentamos sobre a capacidade desse produtor de origem espanhola de confeccionar vinhos de alta qualidade, mas ao mesmo tempo acessíveis para todos os bolsos. Aliás, hoje em dia não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/urban-uco-malbec-tempranillo.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-815" title="O.Fournier Urban Uco Malbec-Tempranillo" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/urban-uco-malbec-tempranillo-230x294.jpg" alt="" width="230" height="294" /></a>Há pouco mais de um ano tivemos a oportunidade de degustar alguns vinhos da <a href="http://www.qvinho.com.br/vinhos-argentinos/bodegas-y-vinedos-ofournier/" >O. Fournier</a> e de fazer uma resenha da Bodega. Naquela ocasião comentamos sobre a capacidade desse produtor de origem espanhola de confeccionar <a href="http://www.qvinho.com.br/vinhos-argentinos/o-fournier-alfa-crux-2002/" >vinhos de alta qualidade</a>, mas ao mesmo tempo acessíveis para todos os bolsos. Aliás, hoje em dia não é difícil encontrar vinícolas boutique que trabalham com produções ultra pequenas, totalmente voltadas para alta qualidade. Porém, o outro lado da moeda é que esses vinhos costumam ter preços bem mais altos. A pergunta que faço é: o preço desses vinhos de garagem — que em alguns casos chegam a custar até três vezes mais que outro dito mais comercial — compensa em relação à qualidade? Depende. Contudo, posso afirmar que as chances do consumidor gastar além do necessário aumentam consideravelmente. Não que eu queira desestimular a experimentação de rótulos de pequena tiragem, não é isso. Mas aí lembro da O. Fournier e da proposta de seus vinhos. E, em tempos de dólar alto, é bom ficar esperto. Vinhos que conseguem conciliar qualidade e bom preço são sempre bem-vindos.  O <strong>Urban Uco Blend 2005</strong> manteve a boa linha do seu antecessor da <a href="http://www.qvinho.com.br/vinhos-argentinos/bodegas-y-vinedos-ofournier/" >safra 2004</a>. Produzido a partir do corte de 50% Malbec e 50% Trempranillo, o Urban Uco Blend utiliza uvas dos vinhedos de La Consulta, El Cepillo, Chilecito e Pareditas, no Vale do Uco. Nariz muito agradável ressaltando um sutil toque de carvalho, frutas negras maduras e couro. Na boca tem um bom volume e uma textura muita macia, apesar da sua considerável estrutura tânica. Acidez correta, conferindo ao vinho um conjunto bem harmônico. Final de boca longo e quente, mas que não chega a incomodar.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-138" title="Muito Bom - Best Buy" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muito-bom-best-buy.gif" alt="" width="77" height="27" /><br />
<em>Boa opção para variar dos varietais 100% Malbec. Fácil de beber, sem ser óbvio demais.<br />
</em><br />
<span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 14,5%<br />
<span class="bold-content">Importadora:</span> Vinci<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$ 39</p>
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		<title>Receita: Bobó de Camarão</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/receitas/bobo-de-camarao/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 15:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Já que estamos nos aproximando dos meses mais quentes — pelo menos para nós aqui do sul — selecionei para publicar no QVinho, um repertório de saborosas receitas que harmonizam maravilhosamente bem com vinhos brancos. Aliás, ano passado, quando comentamos sobre os Vinhos Verdes, falamos sobre esse casamento de sucesso: frutos do mar e vinho branco. Sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/bobo-de-camarao.jpg" ><img class="alignnone size-medium wp-image-794" title="Bobó de Camarão" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/bobo-de-camarao-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p>Já que estamos nos aproximando dos meses mais quentes — pelo menos para nós aqui do sul — selecionei para publicar no QVinho, um repertório de saborosas receitas que harmonizam maravilhosamente bem com vinhos brancos. Aliás, ano passado, quando comentamos sobre os <a href="http://www.qvinho.com.br/receitas/lula-a-dore-com-vinho-verde-portal-do-fidalgo/" >Vinhos Verdes</a>, falamos sobre esse casamento de sucesso: frutos do mar e vinho branco. Sem esquecer do nosso clima tropical que favorece o consumo de brancos e rosados. Porém, antes de detalhar esse prato preciso abrir um pequeno parenteses. A receita de hoje, assim como outras que ainda serão publicadas, pertencem ao caderno de receitas da minha mãe, Shirlei. Desta vez eu e o Jomar só participamos na escolha do vinho e na produção do prato para a fotografia. Os temperos e os segredinhos que deixaram esse Bobó delicioso é tudo mérito da dona Shirlei; a arma secreta do QVinho, segundo o nosso amigo Robson. Enfim, segredo revelado e créditos merecidamente concedidos vamos a receita:</p>
<h2>Receita e ingredientes para o Bobó de Camarão (5 pessoas):</h2>
<ul>
<li>1 kg de camarões médios frescos;</li>
<li>1 cebola grande;</li>
<li>1 pimentão;</li>
<li>6 tomates;</li>
<li>3 colheres de sopa de óleo de canola;</li>
<li>Sal;</li>
<li>Pimenta;</li>
<li>Suco de meio limão</li>
</ul>
<p>Tempere os camarões com um pouco de sal, pimenta, limão e deixe marinar. Leve uma panela ao fogo com óleo de canola e adicione a cebola, o pimentão, os tomates triturados, deixando cozinhar por aproximadamente 20 minutos. Quando estiver apurado coloque os camarões e deixe cozinhar por mais 5 minutos, mexendo direto. Desligue o fogo e reserve.</p>
<ul>
<li>800 g de mandioca;</li>
<li>1,5l de água;</li>
<li>Caldo de peixe (ou 2 tabletes de caldo de legumes industrializado);</li>
<li>2 cebolas;</li>
<li>2 dentes de alho;</li>
<li> 1 folha de louro</li>
<li> 1 vidro de leite de coco</li>
<li> Salsinha</li>
<li> Cebolinha</li>
</ul>
<p>Descasque a mandioca e leve para cozinhar numa panela de pressão juntamente com as cebolas cortadas em rodelas, os dentes de alho inteiros e um pouco de caldo de peixe. Deixe cozinhando até que a mandioca esteja mole (aproximadamente 40 minutos). Depois despeje todo o conteúdo no liquidificador e bata bem (tire apenas as folhas de louro). Acrescente aos poucos esse purê ao molho de camarão e por último adicione o leite de coco, a salsinha e a cebolinha a gosto.</p>
<h2>Vinho recomendado: um branco leve e com boa acidez como Casa Lapostolle Sauvignon Blanc 2007 (R$49)</h2>
<p>Elegante branco chileno produzido com uvas Sauvignon Blanc (85%) e Semillon (15%) provenientes do vinhedo de Las Kuras, no Vale de Cachapoal. Aroma de boa intensidade, lembrando frutas tropicais e citrinos, acompanhadas de um agradável toque floral. Na boca é delicado com uma acidez equilibrada e boa persistência. Fresco e aromático esse sauvignon blanc vai muito bem com o Bobó de Camarão, valorizando o sabor desse prato.</p>
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		</item>
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		<title>Régia Colheita 2006 - CARMIM</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos-portugueses/regia-colheita-2006-doc-reguengos-carmim/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 12:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

		<category><![CDATA[carmim]]></category>

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		<description><![CDATA[No post anterior comentei sobre a vocação do Alentejo em produzir vinhos acessíveis e modernos. E não é que obtive mais uma prova disso na degustação seguinte? Os brancos do Alentejo também fazem sucesso; e não é de hoje. O Pera Manca, por exemplo, é um verdadeiro cult wine. Quanto ao Régia Colheita 2006, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/regia-colheita-carmim-2006.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-766" title="Régia Colheita 2006 DOC Reguengos - Carmim" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/regia-colheita-carmim-2006-230x318.jpg" alt="" width="230" height="318" /></a>No <a title=".COM" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos-portugueses/tiago-cabaco-com-2006/" >post anterior</a> comentei sobre a vocação do <strong>Alentejo</strong> em produzir vinhos acessíveis e modernos. E não é que obtive mais uma prova disso na degustação seguinte? Os brancos do Alentejo também fazem sucesso; e não é de hoje. O <strong>Pera Manca</strong>, por exemplo, é um verdadeiro <em>cult wine</em>. Quanto ao <strong>Régia Colheita 2006</strong>, um agradável branco, nitidamente de apelo moderno e internacional.</p>
<p>O Régia Colheita é produzido pela <a title="Website da CARMIM" href="http://www.carmim.online.pt/main.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.carmim.online.pt');" target="_blank">CARMIM</a>, a maior cooperativa da <strong>DOC Reguengos</strong>. Feito a partir de um corte de uvas Arinto, Antão Vaz, Perrum e Roupeiro. Apesar do nome estranho das uvas, pelo menos para a grande maioria dos consumidores, o resultado final é bem familiar; parece um bom Chardonnay. A fermentação ocorreu em meias pipas de carvalho português, com posterior maturação nessas barricas. A ficha técnica do produtor não informa, mas esse vinho deve ter sofrido fermentação malolática. O Régia Colheita tem cor amarela bem definida. Nariz agradável; aroma de damascos secos e notas bem mescladas de carvalho. Corpo médio, boa estrutura, acidez equilibrada e com álcool na medida certa. Bom final, apesar de não ser muito longo. Branco muito bem feito, talvez o seu maior mérito seja a elegância contida, ao invés da potência desmedida.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-108" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="" width="45" height="26" /><br />
<em>Um branco extremamente versátil a mesa, fácil de beber e com uma certa elegância.<br />
</em><br />
<span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13%<br />
<span class="bold-content">Importadora:</span> Porto a Porto / Casa Flora<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$ 34</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>.COM 2006</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos-portugueses/tiago-cabaco-com-2006/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 16:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[A ensolarada e quente região do Alentejo parece ser o berço natural de vinhos de apelo imediato. Os bons alentejanos costumam ser fáceis, agradam logo nos primeiros anos de garrafa. Isso não quer dizer que não envelheçam bem, tampouco que careçam de profundidade. A verdade é que essa região tem vocação para fazer vinhos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/ponto-com-2006.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-743" title=".COM 2006 - Estremoz" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/ponto-com-2006-230x310.jpg" alt="" width="230" height="310" /></a>A ensolarada e quente região do <strong>Alentejo</strong> parece ser o berço natural de vinhos de apelo imediato. Os bons alentejanos costumam ser fáceis, agradam logo nos primeiros anos de garrafa. Isso não quer dizer que não envelheçam bem, tampouco que careçam de profundidade. A verdade é que essa região tem vocação para fazer vinhos do tipo <em>blockbuster</em>.</p>
<p>É o caso do <strong>.COM 2006</strong>, um vinho gostoso, fácil de beber e, o melhor de tudo, não é caro. O .COM é um Regional Alentejano produzido por <strong>Tiago Cabaço</strong>, filho dos proprietários da vinícola <strong>Monte dos Cabaços</strong>. Vinho feito a partir de um corte de uvas Alicante Bouschet, Aragonez (Tempranillo), Cabernet Sauvignon e Trincadeira. Cor púrpura com ligeira transparência. Nariz muito intenso, fruta vermelha madura em abundância, um verdadeiro <em>tutti-frutti</em>; notas mentoladas e de chocolate também compõem a paleta aromática. Bom corpo, mas sem muita estrutura e com taninos ainda um pouco jovens. Final de boca agradável e, apesar dos aromas adocicados, o vinho é seco e harmonioso. O .COM é um vinho moderno e muito bem feito, melhor que muitos chilenos e argentinos na mesma faixa de preço.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-544" title="Excelente - Best Buy" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/06/excelente-best-buy.gif" alt="" width="104" height="38" /><br />
<em>O .COM é direto e fácil de beber. Não espere um vinho complexo e elegante, mas sim um tinto jovial e voluptuoso.</em></p>
<p><span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13,5%<br />
<span class="bold-content">Importadora:</span> Adega Alentejana<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$ 44,70</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Suzin Cabernet Sauvignon 2006</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos-nacionais/suzin-cabernet-sauvignon-2006/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 11:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Já falamos aqui no QVinho — nas impressões pós Expovinis 2008 — sobre os vinhos de Santa Catarina. Naquela ocasião ainda não havíamos provado os vinhos da Suzin. O estado de Santa Catarina, por meio dos produtores da ACAVITIS, vem aparecendo com destaque no cenário dos vinhos brasileiros de qualidade. A Suzin Vinhedos e Vinhos Finos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/10/suzin-cabernet-sauvignon-2006.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-734" title="Suzin Cabernet Sauvignon 2006" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/10/suzin-cabernet-sauvignon-2006-230x326.jpg" alt="" width="230" height="326" /></a>Já falamos aqui no QVinho — <a title="Expovinis 2008: Vinhos de altitude de Santa Catarina" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos-nacionais/expovinis-2008-vinhos-altitude-santa-catarina-acavitis/" >nas impressões pós Expovinis 2008</a> — sobre os vinhos de Santa Catarina. Naquela ocasião ainda não havíamos provado os vinhos da Suzin. O estado de Santa Catarina, por meio dos produtores da <a title="Site da Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude" href="http://www.acavitis.com.br/"  target="_blank">ACAVITIS</a>, vem aparecendo com destaque no cenário dos vinhos brasileiros de qualidade. A <strong>Suzin Vinhedos e Vinhos Finos</strong> encorpa ainda mais esse caldo.</p>
<p>A vinícola Suzin é uma empresa nova e de administração familiar; conta com 10 hectares de vinhedos próprios na região de <strong>São Joaquim</strong>, uma localidade que parece ter um <em>terroir</em> propício a viticultura de qualidade. Seus vinhedos de Cabernet Sauvignon e Merlot estão a 1.200m de altitude, uma característica dessa região, que propicia boa amplitude térmica e maturação adequada das uvas. Por enquanto produzem apenas dois rótulos (além do Cabernet Sauvignon também fazem um Merlot) e, como ainda não existe uma cantina própria, os vinhos são feitos nas instalações da <em>Villa Francioni</em>.</p>
<p>O Suzin Cabernet Sauvignon 2006 é um tinto agradável e bem feito; passou 9 meses em barricas de carvalho francês de primeiro e segundo uso. A cor é rubi com leve transparência. Bom aroma, deixa um pouco a desejar em frutuosidade, mas oferece notas equilibradas de café e cacau, além de um toque herbáceo gostoso, sem parecer &#8220;verde&#8221; demais. Não é encorpado, tem um textura lisa e macia; os taninos não aparecem. O final também agrada, o álcool acaba aparecendo um pouco, mesmo assim não chega a comprometer. Esse Cabernet da Suzin tem um estilo moderno e internacional, parece chileno (no nariz), muito embora seja mais leve e redondo. A Suzin conseguiu fazer um bom Cabernet por um preço justo.</p>
<p><img class="imageframe imgalignleft" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muito-bom-best-buy.gif" alt="Muito Bom - Best Buy" width="77" height="27" /><br />
<em>Cabernet Sauvignon fácil de beber. É leve e tem o toque típico do vinho moderno.</em><br />
<span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 14%<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$40</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Receita: Risoto de Funghi Porcini e Shitake</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/receitas/risoto-funghi-porcini-shitake/</link>
		<comments>http://www.qvinho.com.br/receitas/risoto-funghi-porcini-shitake/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 17:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>

		<category><![CDATA[trapiche]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sempre que provo um bom risotto me vem a lembrança dos vastos campos alagados das plantações de arroz da planície do Pó. Quando fiz o trajeto de trem que liga Turim à Milão fiquei contemplando as plantações de arroz a perder de vista. Naquele dia chuvoso, ficou ainda mais evidente o grande lençol de água [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/10/risoto-funghi.jpg" ><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/10/risoto-funghi-500x334.jpg" alt="" title="Risoto de funghi Porcini e Shitake" width="500" height="334" class="alignnone size-medium wp-image-706" /></a></p>
<p>Sempre que provo um bom <em>risotto</em> me vem a lembrança dos vastos campos alagados das plantações de arroz da planície do Pó. Quando fiz o trajeto de trem que liga Turim à Milão fiquei contemplando as plantações de arroz a perder de vista. Naquele dia chuvoso, ficou ainda mais evidente o grande lençol de água nos campos que ligam as cidades de Vercelli, Novara e Pavia. O cultivo intensivo do arroz, que teve impulso no inicio do século XIX, transformou esse cereal numa das estrelas da gastronomia italiana. Até o presidente americano Thomas Jefferson rendeu-se ao delicioso sabor do risoto piemontes. E, já que estamos falando de risoto, vale lembrar que as variedades mais adequadas para o preparo desse prato são as de grãos semiduro como o <strong>Arborio</strong>, <strong>Carnaroli</strong> e o <strong>Vialone</strong>. O resultado é um arroz úmido e suculento, com uma característica indispensável para um risoto que se preze: <em>al dente</em>.</p>
<p>Quando falamos de <em>risotto</em> preparado com <em>funghi</em> o assunto ganha ainda mais complexidade. Na Itália, principalmente, não faltam estudiosos e farto material sobre fungos, cogumelos etc. Os deliciosos Porcini, por exemplo, existem quatro espécies: <em>Boletus edulis</em>, <em>Boletus pinophilus</em>, <em>Boletus aereus</em> e <em>Boletus aestivalis</em>, sendo que os dois últimos possuem um gosto e um perfume mais marcantes. Até hoje não vi muitas informações nas embalagens dos Porcini que são comercializados no Brasil. Em alguns pratos de certos restaurantes então, sinceramente, duvido que sejam utilizados Porcini. Por essas e outras, vai saber o que a gente está comendo! Além do Porcini, também costumo adicionar o Shitake, um cogumelo mais carnudo e suculento, porém de sabor mais suave que o Porcini.</p>
<h2>Receita e ingredientes do Risoto de Funghi Porcini e Shitake (5 pessoas):</h2>
<ul>
<li>500g arroz Carnaroli, Arborio ou Vialone;</li>
<li>2 pacotinhos de funghi Porcini seco (+- 100g);</li>
<li>200g Shitake fresco;</li>
<li>1 Cebola;</li>
<li>85g de manteiga;</li>
<li>1 Colher de sopa de azeite de oliva;</li>
<li>Queijo Parmigiano ou tipo Grana;</li>
<li>Sal;</li>
<li>Salsinha e cebolinha a gosto.</li>
</ul>
<p>Para o caldo:</p>
<ul>
<li>1,8 l de água;</li>
<li>1 cenoura;</li>
<li>2 talos de salsão;</li>
<li>1 dente de alho;</li>
<li>1 batata;</li>
<li>1 maço de cebolinha e salsinha;</li>
<li>200 g de carne de músculo;</li>
<li>Sal e pimenta a gosto.</li>
</ul>
<p>Corte em pedaços os ingredientes e deixe cozinhando em uma panela de pressão por aproximadamente 50 minutos. Depois coe e reserve.</p>
<p>Preparo:</p>
<p>Primeiramente coloque o <em>funghi</em> Porcini para hidratar por uns 20 minutos num recipiente com água quente e meio copo de vinho branco. Não lave os cogumelos Shitake, apenas limpe com um pano úmido; depois descarte os talos e corte o chapéu em tiras finas. Para iniciar a preparação do Risoto aqueça a manteiga e o azeite de oliva numa caçarola, doure um pouco a cebola; na seqüência adicione os Porcini utilizando uma concha da água onde este último hidratou. Deixe-os cozinhando por uns 3 minutos até que eles fiquem macios. Adicione os Shitake e misture bem. Tempere com um pouco de sal e junte o arroz. Dê uma rápida refogada no arroz. Aos poucos vá adicionando o caldo de legumes, mexendo sempre, até que o arroz tenha absorvido o liquido, adquirindo uma textura cremosa e macia (cerca de 18 minutos) para que fique <em>al dente</em>. Ajuste o sal. Retire o risoto do fogo e acrescente o Parmigiano ralado, misturando cuidadosamente. Se preferir adicione um pouco de salsinha e cebolinha finamente picada. </p>
<h2>Vinho recomendado: vinho tinto de boa estrutura como o Trapiche Medalla Cabernet Sauvignon 2005 (R$ 71)</h2>
<p>O risoto de <em>funghi</em> é um prato de aroma e sabor marcante, em razão disso requer um vinho razoavelmente encorpado. O <strong>Trapiche Medalla Cabernet Sauvignon 2005</strong> pode casar bem com esse risoto. Produzido a partir de vinhedos com mais de 45 anos da região de Cruz de Piedra, Mendoza, o Madalla estagia 18 meses em carvalho francês; ganhando notas complexas, lembrando especiarias e tabaco. Outra opção mais acessível é acompanhar com um vinho da Serra Catarinense como o <a href="http://www.qvinho.com.br/vinhos-nacionais/suzin-cabernet-sauvignon-2006/"  title="Suzin Cabernet Sauvignon 2006">Suzin Cabernet Sauvignon 2006</a> (R$41). </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Château Haura 2005</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos-franceses/chateau-haura-2005-graves-denis-dubourdieu/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Oct 2008 20:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[França]]></category>

		<category><![CDATA[Bordeaux]]></category>

		<category><![CDATA[dubourdieu]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em tempos de dólar alto o apreciador de vinhos deve ter cuidado. Uma boa dica é procurar por rótulos de regiões menos conhecidas, que tenham qualidade e classe, mas sem o ônus do status das denominações mais glamourosas. Que tal um Bordeaux? Sim! Essa região francesa não produz somente vinhos caríssimos para leilão, também é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/10/chateau-haura-2005.jpg" ><img class="alignnone size-full wp-image-688" title="Château Haura 2005 - Denis Dubourdieu" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/10/chateau-haura-2005.jpg" alt="" width="500" height="362" /></a></p>
<p>Em tempos de dólar alto o apreciador de vinhos deve ter cuidado. Uma boa dica é procurar por rótulos de regiões menos conhecidas, que tenham qualidade e classe, mas sem o ônus do <em>status</em> das denominações mais glamourosas. Que tal um <strong>Bordeaux</strong>? Sim! Essa região francesa não produz somente <a title="Os 10 vinhos mais caros do mundo" href="http://www.qvinho.com.br/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/" >vinhos caríssimos para leilão</a>, também é verdade que produz vinhos lamentáveis, mesmo assim continua sendo o berço de vinhos deliciosos e honestos.</p>
<blockquote><p>Atualmente, em Bordeaux, algumas das melhores barganhas provém de <a title="Graves AOC" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Graves_AOC" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/en.wikipedia.org');" target="_blank">Graves</a> e <a title="AOCs de Bordeaux" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bordeaux_wine_regions" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/en.wikipedia.org');" target="_blank">Entre-Deux-Mers</a>. Produtores competentes como <a title="Denis Dubourdieu esteve no Brasil e apresentou seus vinhos" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos-franceses/denis-dubourdieu-visita-o-brasil-e-apresenta-seus-vinhos/" >Denis Dubourdieu</a>, Pierre Lurton e a família Despagne vêm mudando o conceito dessas terras ao sul da cidade de Bordeaux.</p></blockquote>
<p>Provamos o <strong>Château Haura 2005</strong>, produzido em <strong>Graves</strong> por <strong>Denis Dubourdieu</strong>, um corte de partes iguais de Cabernet Sauvignon e Merlot. Cor rubi com ligeira transparência. Nariz agradável e de boa intensidade; aroma sutil de frutas negras com notas tostadas bem nítidas. Bom corpo, taninos de excelente qualidade e equilíbrio muito bom. Final fresco e agradável, com boa persistência. Um Bordeaux corretíssimo, feito por um produtor de grande renome e, além disso, de uma safra de qualidade excepcional.</p>
<p><a title="Excelente" href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" ><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" /></a><br />
<em>Um excelente Bordeaux da memorável safra de 2005. É fino e elegante, sem os excessos de álcool e fruta super madura. Vai muito bem com diversos tipos de prato.</em></p>
<p><span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 12,5%<br />
<span class="bold-content">Importadora:</span> Porto a Porto / Casa Flora<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$ 95</p>
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		<title>Avaliação de chocolates finos</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/gastronomia/chocolates-finos-dark-cacau/</link>
		<comments>http://www.qvinho.com.br/gastronomia/chocolates-finos-dark-cacau/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 20:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

		<category><![CDATA[chocolate]]></category>

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		<description><![CDATA[Provavelmente você já ouviu falar de terroir, principalmente se o assunto for vinhos. Agora, o mesmo conceito de terroir, aplica-se ao cacau? Pode parecer estranho, mas o terreno e o cuidado de certos mestres chocolatier também podem produzir maravilhas com o cacau. Se você puder provar uma dessas clássicas barras vai descobrir o verdadeiro sabor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente você já ouviu falar de <em>terroir</em>, principalmente se o assunto for vinhos. Agora, o mesmo conceito de <em>terroir</em>, aplica-se ao cacau? Pode parecer estranho, mas o terreno e o cuidado de certos mestres <em>chocolatier</em> também podem produzir maravilhas com o cacau. Se você puder provar uma dessas clássicas barras vai descobrir o verdadeiro sabor do chocolate. É verdade, não é só blah, blah, blah&#8230; Embora já tivesse provado ótimos chocolates dark, até já comentamos nos posts  <a href="http://www.qvinho.com.br/gastronomia/antioxidantes-chocolate-saude/" >Antioxidantes naturais. Saiba o que o chocolate pode fazer pela sua saúde</a> e <a href="http://www.qvinho.com.br/gastronomia/chocolate-escuro-vs-chocolate-ao-leite/" >Chocolate Escuro vs. Chocolate ao Leite</a>, também tinha dúvidas quanto a superioridade de algumas marcas, e se de fato, o <em>terroir</em> do cacau impactava — assim como acontece no vinho e no café — na qualidade final do chocolate. Degustação realizada, chegamos a algumas conclusões.</p>
<blockquote><p>Sim, o <em>terroir </em>de grandes crus de cacau como o <a title="Cacau de Chuao" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chuao" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/en.wikipedia.org');" target="_blank">Chuao</a>, Madagascar, produz chocolates incomparavelmente melhores que as tradicionais barras &#8220;Dark&#8221; encontradas no mercado. E olha pessoal, vale cada dólar gasto nessas barras.</p></blockquote>
<p>Onde podemos comprar os chocolates de <em>connoisseur</em> como a <a title="Chocolate Amedei" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Amedei" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/en.wikipedia.org');" target="_blank">Amedei</a>, <a title="Chocolats Pralus" href="http://www.chocolats-pralus.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.chocolats-pralus.com');" target="_blank">Pralus</a>, <a title="Bonnat Chocolat" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bonnat_Chocolates" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/en.wikipedia.org');" target="_blank">Bonnat</a> e <a title="Cioccolato Slitti" href="http://www.slitti.it/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.slitti.it');" target="_blank">Slitti</a>? No Brasil, infelizmente, não podemos. Essa é a má notícia. Desconheço quem importe regularmente esses produtos. Em todo caso, quem puder comprar lá fora fará um excelente negócio.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-633" title="Chocolates Dark" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/chocolates-dark.jpg" alt="" width="500" height="352" /></p>
<p>Dessa nossa lista matadora ainda ficou de fora <a title="Michel Cluizel" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Michel_Cluizel" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/en.wikipedia.org');" target="_blank">Michel Cluizel</a> e <a title="Pierre Marcolini Chocolatier" href="http://www.marcolini.be/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.marcolini.be');" target="_blank">Pierre Marcolini</a> que devem integrar a próxima degustação (espero que muito em breve). Outro detalhe, provar chocolates com alto percentual de cacau não é uma tarefa fácil (do ponto de vista técnico). Mesmo provando pedaços pequenos, a uma certa altura é muito fácil perder o paladar. Por outro lado, a experiência de reunir marcas ícones e degustá-las simultaneamente é fantástica. Gostei da brincadeira!</p>
<h3>Relação de chocolates degustados em ordem de classificação:</h3>
<h2>1. Amedei Chuao 70% cacau</h2>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/amedei-chuao1.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-637" title="Chocolate Amedei" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/amedei-chuao1-130x167.jpg" alt="" width="130" height="167" /></a>Produzido a partir do rei dos reis entre os Crus de cacau, o Chuao, na Venezuela, o <strong>Amedei Chuao 70%</strong> foi o campeão disparado na degustação e fez jus a fama que tem. A Amedei dispensa muitas apresentações, seus chocolates apresentam muita personalidade e um acabamento impecável. De cor menos escura que os demais, levemente avermelhado, o Amedei mostrou uma complexidade excepcional. Aroma assertivo e muito frutado; sabor que lembra ameixas, uvas passas e frutas vermelhas, com uma textura macia e incrível acidez. Final longo e bem equilibrado, sem amargor. Fazendo uma analogia com os vinhos, o &#8220;Chuao&#8221; seria o Romanée Conti do cacau.</p>
<p><em>Preço: US$11,95 / 50g</em></p>
<h2>2. Bonnat Chuao 75%</h2>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/chocolat-bonnat-chuao.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-664" title="Chocolat Bonnat Chuao 75%" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/chocolat-bonnat-chuao-130x100.jpg" alt="" width="130" height="100" /></a>Outro excelente chocolate confeccionado com os grãos da cacau de Chuao. A francesa <strong>Bonnat</strong>, de Voiron, é um grande nome entre os chocolates finos, tradição que vem desde 1884. Nessa barra com 75% de cacau &#8220;Chuao&#8221;, a característica frutada também está presente. Não chega a ter a intensidade e o sabor da Amedei, mas impressiona por sua qualidade. No paladar é delicado, lembrando frutas vermelhas, acidez fina e ótima doçura.<br />
<em>Preço: US$ 8,25 / 100g</em></p>
<h2>3. Pralus Fortíssima 80%</h2>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/pralus-fortissima.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-639" title="Pralus Fortissima 80% Cacau" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/pralus-fortissima-130x167.jpg" alt="" width="130" height="167" /></a>O francês <strong>François Pralus</strong> é um competente e premiado artesão de chocolates. Desde 1991 busca extrair o máximo dos melhores crus das variedades Criollo, Trinitario e Forastero. O Fortíssima 80% leva cacau apenas do Equador; com um perfil diferenciado, seu aroma é intenso, lembrando frutas secas como figo, avelãs e nozes. Encorpado, porém não parece que o chocolate tem 80% de cacau, tendo em vista sua classe e equilíbrio.<br />
<em>Preço: US$ 8,35 / 100g</em></p>
<h2>4. Scharffen Berger Bittersweet 70%</h2>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/scharffen-berger-70.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-642" title="Scharffen Berger 70% de Cacau" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/scharffen-berger-70-130x167.jpg" alt="" width="130" height="167" /></a>Ótimo trabalho desenvolvido por essa jovem indústria fundada 1996, em Berkeley, na Califórnia. Em 2005 a empresa foi adquirida pela Hershey´s, mas acho que a qualidade não foi comprometida, pelo menos até agora. A cor é escura, mas não negra, o sabor é surpreendentemente frutado. Para a confecção do Bittersweet 70% foram utilizados nove tipos de grãos de cacau. Nessa barra predominam as notas de frutas vermelhas e citrinos. Na boca tem uma acidez viva, textura muito macia e saborosa, com um final longo e levemente adocicado. Excepcional relação qualidade/preço, por U$5 vale a pena comprar algumas barras.<br />
<em>Preço: US$ 5 / 85g</em></p>
<h2>5. Bonnat Asfarth Dark Milk Chocolate 65%</h2>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/chocolat-bonnat-asfarth.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-665" title="Chocolat Bonnat Asfarth" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/chocolat-bonnat-asfarth-130x100.jpg" alt="" width="130" height="100" /></a>Quem gosta de chocolate ao leite vai se esbaldar com o <strong>Asfarth Milk 65%</strong>. O produto integra a nova linha de chocolates ao leite da Bonnat que utilizam grãos selecionados de diferentes ilhas da Indonésia: Asfarth, Java e Surabaya. Muito aromático, ao melhor estilo dos grandes chocolates ao leite. Textura cremosa e delicada, sem exageros de gordura ou traços excessivos de aromatizantes. Delicioso, difícil não devorar a barra de uma só vez.<br />
<em>Preço: US$ 8,25 / 100g</em></p>
<h2>6. Scharffen Berger Extra Dark 82%</h2>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/scharffen-berger-82.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-641" title="Scharffen Berger 82% de Cacau" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/scharffen-berger-82-130x167.jpg" alt="" width="130" height="167" /></a>O Extra Dark 82% mostrou complexidade e equilíbrio, mesclando aromas de cereja, café, tabaco e um agradável tostado. Muito saboroso e intenso, o Extra Dark 82% está longe de ser áspero. Assim como o Pralus, não parece que você está degustando um chocolate de mais de 80% de cacau.<br />
<em>Preço: US$ 5 / 85g</em></p>
<h2>7. Slitti Lattenero Milk Bar 70%</h2>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/slitti-latte-nero.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-670" title="Slitti Latte Nero 70% de Cacau" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/slitti-latte-nero-130x167.jpg" alt="" width="130" height="167" /></a>A italiana <strong>Slitti</strong> é outra pequena empresa que aposta nos chocolates ao leite com alto percentual de cacau (45%, 51%, 62% e 70%). Apesar de ser um ótimo chocolate, o Lattenero 70%, não chegou a me impressionar. Não identifiquei nenhuma característica que o destaca-se, salvo a sua cremosidade nitidamente superior aos demais chocolates de 70% de cacau.<br />
<em>Preço: US$ 9,35 / 100g</em></p>
<h2>8. Jubileu Extra Noir 70%</h2>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/chocolate-jubileu.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-666" title="Chocolate Jubileu 70% Cacau" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/chocolate-jubileu-130x167.jpg" alt="" width="130" height="167" /></a>Não é tão complexo e rico quanto os anteriores, porém apresentou uma ótima relação qualidade/preço, isso aqui no Brasil, o que é o melhor de tudo. Em destaque as frutas secas como castanhas, avelãs e notas tostadas. O palato é bem agradável, com uma leve adstringência.<br />
<em>Preço: R$7,80</em></p>
<h2>9. Lindt &amp; Sprüngli Dark Extra Fine 85%</h2>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/lindt-85.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-667" title="Lindt 85% cacau" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/lindt-85-130x167.jpg" alt="" width="130" height="167" /></a>Um bom chocolate na categoria com mais 80% de cacau. Mais tostado e tem pouca fruta, pesadão demais para o meu gosto. Achei o Scharffen Berger Extra Dark 82% e o Pralus Fortíssima 80% mais equilibrados e interessantes. Da Lindt ainda prefiro o 70% cacau, mais suave e amarra menos na boca.<br />
<em>Preço: R$12</em></p>
<h2>10. Hershey´s  Special Dark 60%</h2>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/hersheys-60.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-668" title="Chocolate Hershey's Special Dark 60% de Cacau" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/hersheys-60-130x167.jpg" alt="" width="130" height="167" /></a>Lastimável. Sem dúvida o pior de todos os chocolates degustados. Aliás, em relação aos artesanais, tivemos que deixá-lo de lado tamanho abismo de qualidade. Logo no primeiro contato revela a presença de aromatizantes artificiais (ao gosto do americano). Na boca é gorduroso e doce demais, enfim, muito sem graça.<br />
<em>Preço: R$8</em></p>
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		<title>QVTV #1: Dicas de como tirar um bom café espresso</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/cafes-especiais/qvtv1-dicas-espresso/</link>
		<comments>http://www.qvinho.com.br/cafes-especiais/qvtv1-dicas-espresso/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 00:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cafés Especiais]]></category>

		<category><![CDATA[Cafés]]></category>

		<category><![CDATA[videocast]]></category>

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		<description><![CDATA[
Faz um tempo que estávamos ensaiando, mas agora finalmente saiu o primeiro videocast do QVinho TV. Nosso objetivo é produzir conteúdo regular e de alta qualidade, sempre pertinente com os temas desse blog. Os vídeos irão complementar nosso conteúdo escrito, trazendo uma linguagem mais leve e dinâmica. Quem possuir um iPod poderá assinar via Itunes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="http://blip.tv/play/gcNCzpQmAA" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="311" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></p>
<p>Faz um tempo que estávamos ensaiando, mas agora finalmente saiu o primeiro videocast do <strong>QVinho TV</strong>. Nosso objetivo é produzir conteúdo regular e de alta qualidade, sempre pertinente com os temas desse blog. Os vídeos irão complementar nosso conteúdo escrito, trazendo uma linguagem mais leve e dinâmica. Quem possuir um iPod poderá assinar via <a href="itpc://qvinho.blip.tv/rss/itunes/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/qvinho.blip.tv');" target="_blank" title="Baixe esse vídeo no seu iTunes">Itunes</a> esse conteúdo exclusivo. Também está disponível uma versão do vídeo em HD.</p>
<p>Neste primeiro episódio falamos sobre <strong>café espresso</strong>, na realidade uma demonstração de como preparar corretamente um espresso. Utilizei uma <a href="http://www.qvinho.com.br/cafes-especiais/elektra-cafe-espresso-feito-com-arte/"  title="Máquina de espresso Elektra Micro Casa a Leva">Elektra Micro Casa a Leva e um moinho Mazzer Mini</a>. Grãos do Blend <strong>Santo Grão</strong> misturados com o <strong>Intelligentsia - Kenya Gaturiri</strong>.</p>
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