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Callia Alta Shiraz-Cabernet 2006

Vinho Bodegas Callia Alta Shiraz-Cabernet 2006A tradicional região de San Juan, na Argentina, ainda é associada a vinhos de baixa qualidade, não tendo a mesma reputação que Mendoza. Porém, a Bodegas Callia está empenhada em mudar esse conceito. San Juan possui um clima muito quente, o que exige um grande cuidado dos produtores com a maturação das uvas, caso contrário teremos vinhos enjoativos, com pouca acidez, muito álcool, aroma xaroposo e taninos fracos. Algumas uvas adaptam-se melhor nesse tipo de clima, um exemplo é a Syrah, mas para fazer jus ao pioneirismo dos australianos, vamos chamá-la de Shiraz. A Austrália é famosa por seus vinhos macios, frutuosos e bem estruturados, uma prova da perfeita adaptação da uva Shiraz ao solo e clima quente desse país. O Shiraz australiano, quando bem feito, costuma ser muito agradável e bem acessível, diferentemente dos grandes vinhos do Rhône, menos frutuosos e mais austeros, exigindo um certo tempo de guarda. É no estilo aussie que a Callia faz seus vinhos, e pelo que avaliamos, faz bonito frente aos bons australianos. O Callia Alta Shiraz-Cabernet 2006 exibiu cor púrpura com transparência. Aroma frutuoso intenso, adocicado, lembrando tutti-frutti, com notas discretas de madeira. Corpo médio com taninos bem resolvidos e leve acidez. Final de boca agradável com boa persistência. O Callia Alta Shiraz-Cabernet é redondo e macio, oferecendo uma paleta aromática muito intensa, porém deixa um pouco a desejar em acidez, nada que comprometa o resultado final. Acredito que a boa adaptação da Syrah em climas quentes seja favorecida por sua rica acidez, sem esse recurso os vinhos ficam monótonos, sem frescor, por isso sempre digo que a acidez é fundamental.

Bom
Shiraz-Cabernet bem frutado e redondo, nitidamente inspirado no estilo australiano. Deve agradar ao público feminino.
Grad. Alcoólica: 14%
Preço: R$30
Importadora: Decanter

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XV Avaliação Nacional de Vinhos

Promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), desde 1993, a Avaliação Nacional de Vinhos chega em sua 15ª edição. Esse ano o evento será realizado no dia 29 de setembro onde 700 apreciadores de vinho estarão reunidos no Parque de Eventos de Bento Gonçalves e outros 200 no Hotel Glória, no Rio de Janeiro, para degustar 16 vinhos classificados entre os mais representativos da Safra 2007. O valor da taxa de adesão é de R$160. Associados da ABE e clientes do Supermercado Zona Sul terão direito a desconto. Maiores informações entrar em contato com a ABE.

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Chateau Los Boldos Cuvée Tradition Cabernet Sauvignon 2005

Vinho do Vale de Rapel Chateau Los Boldos Cuvée Tradition Cabernet Sauvignon 2005Recentemente um leitor do QVinho comentou sobre a decadência de certos produtores chilenos, mostrando-se saudosista com os honestos e confiáveis Cabernets e Merlots de 15 anos atrás. Nessa época o Chile dominava o mercado na América do Sul, produzindo uma grande variedade de vinhos, sendo que os seus melhores, eram nitidamente inspirados no estilo de Bordeaux. O Cabernet Sauvignon californiano, mais concentrado e opulento, já fazia sucesso, porém ainda não influenciava diretamente os produtores chilenos. De lá pra cá, a grande maioria das vinícolas chilenas aderiram à influência californiana (uma necessidade para competir no mercado americano), e nesse processo de transformação, muita gente se perdeu. Hoje o vinho chileno é bem mais internacional, mesmo assim não perdeu o seu vínculo com a França, prova disso é esse interessante Chateau los Boldos. A proposta dessa vinícola é ser fiel as tradições francesas de enologia, um compromisso de seus proprietários, obviamente originários da França. O Chateau Los Boldos Cuvée Tradition Cabernet Sauvignon 2005 mostrou cor rubi com leve transparência, lágrimas de boa persistência, apesar da quase incomum gradação alcoólica de 12,5%. Aroma típico de boa intensidade, lembrando frutas negras maduras e ervas secas. Corpo leve, com taninos bem resolvidos e boa acidez. Final não muito longo, mas agradável, sem deixar adstringência. Esse jovem Cabernet Sauvignon é redondo e agradável, mesmo passando longe do carvalho novo, cumprindo a proposta do seu produtor. Custa em média 5 dólares nos EUA, uma pena que aqui no Brasil o preço fique um pouco acima do ideal.

Muito Bom
Típico Cabernet chileno de antigamente. Um vinho jovem e descompromissado, perfeito para o dia-a-dia. Não espere um vinho muito concentrado.
Grad. Alcoólica: 12,5%
Preço: R$ 40
Importadora: Reloco

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Trivento Reserve Cabernet-Malbec 2002

Vinho tinto argentino Trivento Cabernet Malbec Reserve 2002Chile ou Argentina? A discussão entre chilenos e argentinos a respeito de qual terreno e clima produz os melhores vinhos sul-americanos é antiga. Mas, temos que admitir que os investimentos em terras argentinas, inclusive pelos vizinhos chilenos, é muito expressivo. Só para enumerar algumas incursões chilenas temos: Santa Rita e Viña Carmem com a Doña Paula; Viña Montes com a Kaiken; e Concha y Toro com a Trivento Bodegas & Viñedos. Esta última iniciou as atividades em Mendoza, em 1996, com uma estratégia comercial agressiva e o background da maior vinícola da América do Sul. Uma curiosidade, o nome Trivento foi escolhido pela importância dos três ventos (Polar, Zonda e Sudestada) no desenvolvimento e crescimento das videiras nessa região. Sem dúvida uma boa sacada na estratégia de internacionalização da marca. Os vinhos da Trivento geralmente são muito bons e apresentam uma boa relação qualidade/preço. A análise visual desse corte Cabernet-Malbec Reserve 2002 revelou uma cor grená escura com sinais de evolução. Aroma doce e intenso de geléia e frutas passificadas como uvas e ameixas. Leve presença de cacao e notas tostadas emprestadas pelos 8 meses de estágio no carvalho. Corpo generoso, taninos finos e uma acidez marcante. Final de boca persistente com uma leve adstringência.

Muito Bom
Assemblage muito agradável e equilibrado, resultado de uma excelente safra. Um vinho de fácil harmonização gastronômica.
Grad. Alcóolica: 13,5%
Preço: R$ 30
Importadora: Wine Premium

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O. Fournier Alfa Crux 2002

Vinho tinto argentino O. Fournier Alfa Crux 2002Quem acompanha o QVinho já deve ter percebido que costumo criticar alguns vinhos modernos, excessivamente marcados pelo carvalho, que acabam adquirindo uma personalidade débil, apenas exibindo a força da madeira. Não consigo gostar desses líquidos alcoólicos sabor carvalho, porém eles fazem muito sucesso mundo afora. Geralmente o toque do carvalho é agradável, mas o exagero torna o vinho enjoativo, além de corromper seu caráter original. O carvalho é como tempero, bem usado valoriza o alimento, mas quando é empregado para suprimir a falta de sabor de um prato, todos conhecem o resultado. É necessário explicar esses detalhes para apresentar o Alfa Crux, um vinho moderno e internacional, produto de um meticuloso trabalho de winemaker, porém aqui o carvalho foi brilhantemente empregado, uma tradição dos melhores vinhos de Ribera Del Duero, agora presente na Argentina. Produzido pela bodega O. Fournier, um dos grandes nomes em Ribera Del Duero, que investiu pesado em suas instalações cinematográficas no Valle de Uco, Mendoza. O Alfa Crux 2002 é um dos ícones do momento, em seu repertório de críticas, podemos destacar os 93 pontos da revista Wine Spectator, que o indicou entre os 100 melhores vinhos do ano em 2006, além da revista inglesa Decanter, que elegeu o Alfa Crux como “o melhor tinto do novo mundo”. Não costumo ficar impressionado com críticas assim, essas revistas escrevem verdadeiros devaneios, o melhor mesmo é provar. O Alfa Crux 2002 é um corte de 60% Tempranillo, 35% Malbec e 5% Merlot, provenientes de três vinhedos distintos, uma típica escolha de winemaker, buscando a máxima expressão de diferentes terrenos. Apresentou bela cor rubi escura, deixando revelar uma pequena transparência, com lágrimas lentas e finas. Aroma intenso de frutas vermelhas maduras, mostrando boa complexidade, com notas de couro, especiarias, violetas e um bom fundo de carvalho doce. Encorpado e potente, com taninos superfinos, excelente acidez e textura sedosa. Final de boca longo e persistente. O Alfa Crux 2002 não decepcionou, deixando claro o esmero da O.Founier em produzir um vinho de muita qualidade, com as melhores características do novo mundo, porém com uma elegância encontrada somente nos melhores solos europeus. A O.Fournier fez um belo trabalho na safra 2002, que já está perfeita agora, mas ainda pode evoluir.

Excepcional
Potência e maciez surpreendentes! Esse vinho delicioso consegue ser forte, mas com uma delicadeza muito feminina, mostrando um equilíbrio comparável aos grandes vinhos europeus.
Grad. Alcoólica: 14,5%
Preço: R$160
Importadora: Vinci

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Uxmal Sauvignon Blanc - Semillon 2005

Vinho branco argentino Uxmal Sauvignon Blanc - SemillonComprar um bom vinho branco não é uma tarefa fácil, mas não que seja um processo complexo, o difícil mesmo é achar uma safra jovem. Se você não pretende adquirir garrafas caríssimas da Borgonha, ou ainda, um belo Riesling Trocken do Mosel, é melhor privilegiar safras novas. Essa dica é preciosa para os vinhos sul americanos de Sauvignon Blanc, Viognier e Torrontés. Quem já não viu ou comprou algum vinho branco numa superpromoção nos supermercados ou wine stores? Você lembra a safra? Pois é, esqueça essas promoções de rótulos encalhados com mais de 2 anos, muito provavelmente já perderam o frescor, um Chardonnay fermentado em barrica pode até evoluir um pouco, porém é preferível o frescor do vinho jovem. Esse preâmbulo serve para justificar o porquê da safra 2005 do vinho degustado. Comprei dessa safra porque não havia outra mais nova. A bodega mendocina Uxmal é mais um empreendimento Catena Zapata, que têm como proposta produzir vinhos concentrados, porém com preços acessíveis. O Uxmal Sauvignon Blanc – Semillion apresentou cor amarelo palha. Aroma herbáceo de boa intensidade, lembrando ervas secas e arruda. O corpo é médio, com boa acidez e álcool na medida certa, contribuindo para um bom equilíbrio. Final de boca ligeiro, permanecendo a característica herbácea. Um vinho simples e bem feito, para ser bebido no verão, com certeza uma safra mais nova irá oferecer um “frescor verde” mais refrescante.

Bom
Branco bastante herbáceo e bem equilibrado. Uma boa companhia para crustáceos.
Grad. Alcoólica: 12,7%
Preço: R$19,80
Importadora: Mistral

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Etiópia Yergacheffe e Daterra Collection

Yirgacheffe da IntelligentsiaUm dos melhores blends para espresso que provei recentemente, sem sombra de dúvidas, é o Daterra Collection torrado pelo Ateliê do Café. Tem todas as características que um bom café precisa ter, mesmo assim, ainda é possível refinar esse blend. Como? Com grãos da Etiópia. Valorizo muito o aspecto aromático de um café e, sendo assim, sou fascinado por café africano, principalmente os grãos de Yergacheffe. É difícil achar um café mais frutado que esse etíope, que possui uma grande intensidade aromática, lembrando frutas cítricas e flores. Uma pequena quantidade de grãos Yergacheffe pode “melhorar” qualquer blend para espresso, acrescentando complexidade e refinamento, além da sua deliciosa acidez. É fácil gostar do café etíope, difícil é achar onde comprar. No Brasil é praticamente inexistente e, quando é vendido, não costuma ser de boa qualidade. A Etiópia freqüentemente envolve-se em conflitos e guerras, dificultando ainda mais a comercialização, porém a produção de café é um importante meio de sobrevivência para o povo etíope. Nos Estados Unidos é mais fácil de encontrar. O Yergacheffe é sempre um produto “cult” nas pequenas torrefadoras que vendem a um bom preço, já que a procura costuma ser maior que a oferta. Usei o Yergacheffe torrado pela Intelligentsia, e quem enviou foi um amigo que mora nos Estados Unidos.

O café especial brasileiro é de alta qualidade, porém não é comum encontrar grãos realmente frutados, característica que o café africano tem de sobra. A personalidade típica que me vem a cabeça, quando penso no bom café brasileiro, é a de um café pouco amargo, com baixa acidez, aromas achocolatados com notas de caramelo, nozes e terra. Definitivamente, desconheço cafés frutados, todavia a diversidade da produção brasileira é muito grande e, certamente, devem existir cafés “avinhados”, com maior acidez e aroma cítrico. Alguém já provou?

Grãos Etiópia Yergacheffe x Daterra Collection Ateliê do Café

Enquanto espero por um café brasileiro frutado, faço misturas como a do Daterra Collection com o Yergacheffe da Intelligentsia (70/30), para conseguir um blend maravilhoso para espresso. A textura sedosa e achocolatada do Daterra serve de base para a fruta ácida do Yergacheffe, assim temos um espresso realmente bom. É assim que eu gosto.

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Navarro Correas Colección Privada Rosado 2006

Vinho rosé argentino Navarro Correas Coleccion Privada 2006Depois de um longo período sem importação e representação no Brasil, devido a problemas com o nome comercial, a Navarro Correas volta com toda força ao mercado brasileiro. Já tive oportunidade de provar, na Argentina, bons vinhos dessa tradicional bodega. Localizada a 10Km do centro de Mendoza, no distrito de Godoy Cruz, a Navarro Correas possui uma moderna infra-estrutura para recebimento de visitantes, contando com wine bar e restaurante. A linha Coleccion Privada é composta por sete vinhos tintos, dois brancos e um rosado. Outro detalhe interessante é que os rótulos dos vinhos dessa série divulgam obras de famosos pintores argentinos como: Josefina Robirosa, Nicolas Garcia Uriburu, Marcelo Bonevardi, Carlos Alonso, Leopoldo Presas, Miguel Angel Vidal entre outros. E, para inaugurar a participação da Navarro no Qvinho escolhemos um vinho jovem rosado a base de Malbec. O Colección Privada Rosado 2006 apresentou uma cor rosa-palido e um bouquet levemente aromático, boa frutuosidade e um toque floral lembrando o frescor de rosas. Um vinho de estrutura mediana, acidez agradável e uma excelente doçura residual. Fim de boca caloroso e alcoólico com boa persistência.

Bom
Excelente vinho para acompanhar peixes (salmon ou truta) preparados com molhos mais condimentados como roquefort.
Grad. Alcoólica: 13%
Preço: R$ 35
Importadora: Diageo

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Cousiño Macul Don Luis Merlot 2006

Vinho tinto chileno Cousiño Macul Don Luis Merlot 2006Depois de provar nas últimas semanas alguns bons e acessíveis Carménères chilenos, resolvi escolher um rótulo de Merlot. Para dizer bem a verdade, fazia tempo que não bebia um Merlot chileno. Minhas últimas, mas principalmente boas lembranças, foram deixadas pelo confiável e irretocável, Marques de Casa Concha. Agora, para relembrar os tempos da invasão chilena nas gôndolas brasileiras, minha escolha recaiu sobre uma das mais tradicionais casas vinícolas chilenas. Fundada em 1856, a Cousiño Macul, ainda é controlada pela família que fundou a vinícola. Com vinhedos localizados no Vale del Maipo, a Viña Cousiño Macul produz vinhos desde as linhas de entrada varietais até as séries ultra premium. O Don Luis Merlot integra, junto com outros varietais, a linha de frente da casa. De cor vermelho-rubi bem transparente, nariz excessivamente vegetal, lembrando café verde. A frutuosidade ficou ofuscada pelo exagero da madeira. Na boca mostrou-se um tanto quanto desequilibrado, principalmente pela pouca estrutura para o teor de álcool. Final curto e levemente áspero. Muito embora seja um vinho jovem, não deverá evoluir bem, haja vista a ausência de corpo. Pois bem, para resumir, ao meu gosto esse Merlot não agradou! Já comentamos aqui no QVinho sobre essas técnicas ardilosas de maquiar os vinhos com serragem, lascas e tábuas de carvalho. Tenho a impressão que esse rótulo está nessa infeliz categoria. Mas, tentaremos outras linhas que façam valer a reputação da Cousiño Macul.

Fraco
Só recomendo para quem gosta muito de vinho mascarado pelo carvalho.
Grad. Alcoólica: 14%
Preço: R$26
Importadora: Prospera Trading

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VEO Grande Carménère 2005

Tinto chileno Viñedos Errazuriz Ovalle VEO Grande Carmenère 2005A vinícola Viñedos Errazuriz Ovale é uma das estrelas em ascensão no Chile, produzindo uma vasta linha de vinhos: Marchigüe, Tricyclo, Alto Tierruca, Veo, Panul e Canto de Flora são alguns nomes, feitos com uma grande variedade de uvas e diferentes cortes. Possuem 2.000 hectares de terras em Marchigüe (Vale de Colchágua) e 500 hectares em Lontué (Vale de Curicó), que garantem uma ótima diversidade de terroir. O VEO Grande Carménère mostrou bela cor rubi, quase púrpura, com transparência mínima e lágrimas muito persistentes. Aroma intenso e agradável de eucalipto, amoras e tabaco; carvalho tostado muito bem integrado. Corpo médio com taninos macios e acidez palpável. Final de boa persistência, deixando a sensação da frutuosidade. Não sou um fã ardoroso da uva Carménère, mas acima de tudo, gosto mesmo é de um bom vinho, e o VEO Grande não decepcionou. Não tem aquele toque excessivamente herbáceo e áspero, que o Carménère barato costuma ter, pelo contrário, é bem frutado e redondo, com um agradável toque picante e fresco de eucalipto.

Muito Bom - Best Buy
Carménère jovem, vinoso e suculento. Uma ótima companhia para carnes grelhadas e massas com molho de tomate.
Grad. Alcoólica: 13%
Preço: R$23
Importadora: Dalçóquio

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