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><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; Bordeaux</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/tag/bordeaux/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 15:22:11 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Château Haura 2005</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-haura-2005-graves-denis-dubourdieu/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-haura-2005-graves-denis-dubourdieu/#comments</comments> <pubDate>Sat, 18 Oct 2008 20:03:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[França]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category> <category><![CDATA[dubourdieu]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=685</guid> <description><![CDATA[Em tempos de dólar alto o apreciador de vinhos deve ter cuidado. Uma boa dica é procurar por rótulos de regiões menos conhecidas, que tenham qualidade e classe, mas sem o ônus do status das denominações mais glamourosas. Que tal um Bordeaux? Sim! Essa região francesa não produz somente vinhos caríssimos para leilão, também é&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-haura-2005-graves-denis-dubourdieu/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/10/chateau-haura-2005.jpg"><img
class="alignnone size-full wp-image-688" title="Château Haura 2005 - Denis Dubourdieu" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/10/chateau-haura-2005.jpg" alt="" width="500" height="362" /></a></p><p>Em tempos de dólar alto o apreciador de vinhos deve ter cuidado. Uma boa dica é procurar por rótulos de regiões menos conhecidas, que tenham qualidade e classe, mas sem o ônus do <em>status</em> das denominações mais glamourosas. Que tal um <strong>Bordeaux</strong>? Sim! Essa região francesa não produz somente <a
title="Os 10 vinhos mais caros do mundo" href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/">vinhos caríssimos para leilão</a>, também é verdade que produz vinhos lamentáveis, mesmo assim continua sendo o berço de vinhos deliciosos e honestos.</p><blockquote><p>Atualmente, em Bordeaux, algumas das melhores barganhas provém de <a
title="Graves AOC" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Graves_AOC" target="_blank">Graves</a> e <a
title="AOCs de Bordeaux" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bordeaux_wine_regions" target="_blank">Entre-Deux-Mers</a>. Produtores competentes como <a
title="Denis Dubourdieu esteve no Brasil e apresentou seus vinhos" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/denis-dubourdieu-visita-o-brasil-e-apresenta-seus-vinhos/">Denis Dubourdieu</a>, Pierre Lurton e a família Despagne vêm mudando o conceito dessas terras ao sul da cidade de Bordeaux.</p></blockquote><p>Provamos o <strong>Château Haura 2005</strong>, produzido em <strong>Graves</strong> por <strong>Denis Dubourdieu</strong>, um corte de partes iguais de Cabernet Sauvignon e Merlot. Cor rubi com ligeira transparência. Nariz agradável e de boa intensidade; aroma sutil de frutas negras com notas tostadas bem nítidas. Bom corpo, taninos de excelente qualidade e equilíbrio muito bom. Final fresco e agradável, com boa persistência. Um Bordeaux corretíssimo, feito por um produtor de grande renome e, além disso, de uma safra de qualidade excepcional.</p><p><a
title="Excelente" href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" /></a><br
/> <em>Um excelente Bordeaux da memorável safra de 2005. É fino e elegante, sem os excessos de álcool e fruta super madura. Vai muito bem com diversos tipos de prato.</em></p><p><span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 12,5%<br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Porto a Porto / Casa Flora<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$ 95</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-haura-2005-graves-denis-dubourdieu/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Château Léoville Las Cases 2002</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/#comments</comments> <pubDate>Tue, 16 Sep 2008 23:40:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[França]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category> <category><![CDATA[robert parker]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/vinhos-franceses/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/</guid> <description><![CDATA[Avaliar um grande vinho é sempre uma tarefa complexa, ao contrário de bebê-lo. Mas, o que é mesmo um grande vinho? Essa pergunta costuma iniciar discussões acaloradas entre os apreciadores. Deixando de lado a subjetividade, podemos identificar um grande vinho por alguns critérios bem tangíveis. O primeiro deles é geográfico; todo grande vinho é produzido&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Avaliar um grande vinho é sempre uma tarefa complexa, ao contrário de bebê-lo. Mas, o que é mesmo um <strong>grande vinho</strong>? Essa pergunta costuma iniciar discussões acaloradas entre os apreciadores. Deixando de lado a subjetividade, podemos identificar um grande vinho por alguns critérios bem tangíveis. O primeiro deles é geográfico; todo grande vinho é produzido em uma região demarcada, geralmente de vinhedos muito específicos. O segundo critério é histórico; todo grande vinho possui um legado de avaliações muito positivas. Por fim, o último critério é o resultado da soma dos dois primeiros; o preço elevado. Muita gente com dinheiro disputando uma produção limitada faz o preço subir, uma velha lógica de mercado que funciona como relógio suiço no mundo dos vinhos.</p><p>Quem gosta de vinho já está farto de ler e ouvir sobre os grandes, geralmente caríssimos, como esses que apresentamos <a
title="Os 10 Vinhos Mais Caros do Mundo" href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/">aqui nesse post</a>. O que todos se perguntam é: Esses vinhos são realmente melhores que tantos outros de regiões próximas, algumas vezes mais baratos? Claro que sim! Assim como Marilyn Monroe será sempre mais bonita e charmosa que aquela colega loira que você acha o máximo. Um grande vinho tem fascínio, assim como uma diva do cinema; não dá para comparar com qualquer coisa. No caso dos vinhos, esse fascínio nunca é por pouca coisa.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/leoville-las-cases-2002.jpg" alt="Château Léoville Las Cases 2002" /></p><blockquote><p>É bom lembrar que fascínio não tem preço, porém vinhos de qualidade excepcional têm; e atualmente podem ser comprados por um valor na casa dos 100 dólares (nos Estados Unidos, óbvio). Por 100 dólares podemos encontrar vinhos excepcionais de todas as regiões clássicas, sem dúvida existem muitos que custam ainda menos, mas vamos estabelecer esse teto. Acima disso a balança começa a pender demais para o lado do fascínio.</p></blockquote><p>Esse preâmbulo é para apresentar o <strong>Grand Vin de Léoville du Marquis de Las Cases 2002</strong> &#8211; grande em todos os sentidos &#8211; que comprei pela internet por exatos $99 numa loja nos Estados Unidos. O <a
title="Château Léoville Las Cases" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_L%C3%A9oville-Las_Cases" target="_blank">Léoville Las Cases</a> é um <strong>Bordeaux</strong> do segundo caldo (<a
title="Classificação Oficial dos Vinhos Bordeaux de 1855" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bordeaux_Wine_Official_Classification_of_1855" target="_blank">na classificação oficial de 1855</a>) produzido na comuna de <strong>St. Julien</strong>. É um dos <em>chateaux</em> mais antigos de Bordeaux, com uma história que começa em 1638. Em meados do século 17 já era reconhecido como um dos melhores da região, atrás apenas do <a
title="Château Latour" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Latour" target="_blank">Latour</a>, <a
title="Château Lafite Rothschild" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Lafite-Rothschild" target="_blank">Lafite</a>, <a
title="Château Margaux" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Margaux" target="_blank">Margaux</a> e <a
title="Château Haut Brion" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Haut-Brion" target="_blank">Haut Brion</a>. O Château Leoville Las Cases, atualmente, goza de enorme prestígio, e é comandado com competência pela família Delon, que emprega cuidados meticulosos e alta tecnologia. <strong>Robert Parker</strong> é categórico ao afirmar que esse château está entre os melhores de Bordeaux, que seu vinho é tradicional e necessita de pelo menos 10 anos de envelhecimento para mostrar todas as suas qualidades. Parker conferiu 100 pontos às safras 1982 e 1986; 99 pontos à safra 2000 e 98 pontos à safra 2005. A revista <strong>Wine Spectator</strong> também costuma ser generosa, concedeu 100 pontos às safras 2000 e 2005. A safra 2002 que degustamos recebeu 95 pontos do Parker e 94 pontos da Wine Spectator. Apenas para efeito de comparação, a famosa safra 2005 não é encontrada por menos de US$400 (EUA)! O que uns pontinhos a mais não fazem&#8230;</p><p>Acredito que os leitores do QVinho queiram saber a nossa opinião, não é mesmo? Pois sim, o Léoville las Cases 2002 &#8211; um corte de Cabernet Sauvignon (66,7%), Merlot (14,5%), Cabernet Franc (13,9%) e o resto de Peti Verdot &#8211; não decepcionou, mesmo sendo muito jovem. Vinhos desse tipo precisam de um preparativo, você não pode abrir um Bordeaux desse naipe e simplesmente servir. O vinho precisa respirar. Abrimos a garrafa para comprovar o seu estado. Ufa! Para nossa sorte não estava com nenhum defeito, mas como previsto, o vinho estava fechado. Decanter nele! Depois de 8 horas começamos a degustação. A cor do Leoville las Cases 2002 era rubi escura, sem nenhum traço de evolução e com lágrimas abundantes. Nariz muito agradável e complexo de frutas negras e caixa de charutos; a boa evolução do vinho no copo vai revelando notas de mentol, minerais e um evidente toque floral. Encorpado e potente, porém sem perder a classe, uma vez que os taninos são abundantes e de excelente qualidade. A textura do vinho impressiona. O equilíbrio é muito bom; nada de álcool em excesso ou falta de acidez. O final é ótimo, longo e persistente. O Léoville Las Cases 2002 é um vinho classudo e refinado que, sem a menor dúvida, terá vida bem longa. Apesar disso, preciso esclarecer ao caro leitor que esse vinho pode frustrar as expectativas, principalmente daqueles bebedores acostumados com os atuais exemplares do Novo Mundo. Refiro-me aos vinhos redondos, frutados e com muito carvalho que existem aos montes por aí. Se você gosta desse estilo, esqueça do Léoville Las Cases, procure por um Bordeaux de perfil mais moderno e modesto.</p><p>Valeu os US$99? Com certeza! O problema é que esse vinho chega no Brasil custando muito caro. Já encontrei o Léoville Las Cases por até R$1.600 (safra 2003) e nunca vi por menos de R$700 (safra 2004). Nessas condições não recomendo como uma boa compra, salvo se você for um <em>connoisseur</em> com muito dinheiro e preguiça de viajar.</p><p><img
class="imageframe imgalignleft" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" width="77" height="26" /><br
/> <em>Um grande vinho. Fruta fresca, complexidade, textura excelente e uma estrutura fenólica para longo repouso na adega. Gostaria de ter algumas caixas para ir curtindo ao longo do tempo.</em></p><p><span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13,5%<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> Adquirido por US$99 nos EUA. No Brasil o preço varia de US$400 a US$900.<br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Várias</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>17</slash:comments> </item> <item><title>Degustações de grandes vinhos de Bordeaux é só no QVinho</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/qvinho/degustacoes-vinhos-de-bordeaux/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/qvinho/degustacoes-vinhos-de-bordeaux/#comments</comments> <pubDate>Sat, 16 Aug 2008 22:00:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[QVinho]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category> <category><![CDATA[robert parker]]></category> <category><![CDATA[wine spectator]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/qvinho/degustacoes-vinhos-de-bordeaux/</guid> <description><![CDATA[É isso aí pessoal! Nos próximos meses começaremos uma série de degustações com vinhos de Bordeaux que ganharam muita projeção nos últimos anos graças as elevadas pontuações concedidas por críticos como Robert Parker, Jancis Robinson e Wine Spectator. Mas nossa idéia é não chover no molhado, dizendo quão excepcional e saborosos são esses vinhos. Até&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/qvinho/degustacoes-vinhos-de-bordeaux/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p> <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/qvinho/degustacoes-vinhos-de-bordeaux/attachment/chateau-pavie/" rel="attachment wp-att-571" title="Chateau Pavie"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/08/2765384908_47fa38a1d5.jpg" alt="Chateau Pavie" /></a></p><p>É isso aí pessoal! Nos próximos meses começaremos uma série de degustações com vinhos de Bordeaux que ganharam muita projeção nos últimos anos graças as elevadas pontuações concedidas por críticos como <strong>Robert Parker</strong>, <strong>Jancis Robinson</strong> e<strong> Wine Spectator</strong>. Mas nossa idéia é não chover no molhado, dizendo quão excepcional e saborosos são esses vinhos. Até porque falar de vinhos <em>outstanding</em> é muito fácil. Não, queremos discutir um pouco sobre os mitos que cercam esses vinhos, a polêmica das críticas e o tratamento dado no varejo. Sim, caríssimos leitores, alguns pontos merecem esclarecimento. A começar pelo exagero das margens de algumas importadoras e restaurantes até as informações fora de contexto que figuram nesses catálogos. Coisas do tipo &#8220;excepcional relação qualidade/preço, um achado&#8221; ou &#8220;uma barganha por um vinho de alta qualidade do Medóc&#8221;.  Essas críticas são mentirosas? Não, de forma alguma. Somente esqueceram de avisar os consumidores brasileiros, por exemplo, que o <strong>Chateau Cos D´Estournel 2003</strong> Saint Estéphe que recebeu 98 pontos do Robert Parker e 97 da Wine Spectator, custa na terra dos caras que avaliaram esse vinho (EUA) $205, ou seja, R$339. Logo, o preço médio de R$1.200 praticado pelas importadoras no Brasil, não pode ser considerado uma ótima compra. Fico pensando por quanto um vinho desses vai chegar num restaurante, talvez mais de R$ 2 mil? Ah, quer saber, vão pentear macaco!</p><p>Nessa primeira bateria já estão programadas as degustações dos seguintes vinhos: <strong>Château Pavie 2004</strong> Saint-Emilion Grand Cru (RP 95), <strong>Château Cos d&#8217;Estournel 2003</strong> Saint-Estèphe (RP 98 / WS97), <strong>Château Léoville Las Cases 2002</strong> Saint-Julien (RP 95 / WS 94). Vale ressaltar que os vinhos em questão foram adquiridos pelos editores do Qvinho, ou seja, não ganhamos como amostra, nem aproveitamos algum evento ou degustação coletiva, OK? Muita tranqüilidade, vinho no decanter e taça cheia (para nossa felicidade). Aguardem os próximos posts.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/qvinho/degustacoes-vinhos-de-bordeaux/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Morre aos 94 anos Robert Mondavi</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/morre-aos-94-anos-robert-mondavi/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/morre-aos-94-anos-robert-mondavi/#comments</comments> <pubDate>Fri, 16 May 2008 21:31:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category> <category><![CDATA[robert mondavi]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/noticias/morre-aos-94-anos-robert-mondavi/</guid> <description><![CDATA[Faleceu hoje, 16 maio de 2008, um dos nomes mais proeminentes do mundo do vinho: Robert Mondavi. Nascido em 18 de junho de 1913, Robert Mondavi construiu um império avaliado em US$ 1,3 bilhões. Seu trabalho foi fundamental para projetar perante o mundo a qualidade dos vinhos do Napa Valley e, por conseguinte, da Califórnia.&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/morre-aos-94-anos-robert-mondavi/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/05/robert-mondavi.jpg" style="width: 230px; height: 322px; margin-left: 10px; margin-right: 10px" alt="Morre aos 94 anos Robert Mondavi" align="left" height="322" hspace="10" width="230" />Faleceu hoje, 16 maio de 2008, um dos nomes mais proeminentes do mundo do vinho: <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Robert_Mondavi" target="_blank" title="Robert Mondavi no wikipedia">Robert Mondavi</a>. Nascido em 18 de junho de 1913, Robert Mondavi construiu um império avaliado em US$ 1,3 bilhões. Seu trabalho foi fundamental para projetar perante o mundo a qualidade dos vinhos do <a
href="http://www.napavalley.com/">Napa Valley</a> e, por conseguinte, da Califórnia. Adorado por muitos e odiado por tantos outros, o visionário Robert Mondavi fundou em 1966 a <a
href="http://www.robertmondaviwinery.com" target="_blank">Robert Mondavi Winery</a>. Durante um longo período a companhia formou parcerias na Itália com a família <strong>Frescobaldi</strong>, no Chile com a família Chadwick da <strong>Viña Errazuriz</strong> e na Austrália com a <strong>Rosemount</strong>. Em 1979, juntou-se ao Barão Philippe de Rothschild do famoso <strong>Château Mouton-Rothschild</strong> para criar o <strong>Opus One</strong> no Napa Valley. A vinícola debutou com sua primeira safra em 1981; uma caixa foi vendida num leilão por US$ 24 mil. Porém, em 2004, após inúmeras disputas internas a família decidiu vender as marcas que integravam o portfólio da Mondavi.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/morre-aos-94-anos-robert-mondavi/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Wine Dinner com George Nony do Chateau Labat e Caronne</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/wine-dinner-george-nony-vinhos-chateau-labat-caronne/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/wine-dinner-george-nony-vinhos-chateau-labat-caronne/#comments</comments> <pubDate>Mon, 31 Mar 2008 18:03:05 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/enoeventos/wine-dinner-george-nony-vinhos-chateau-labat-caronne/</guid> <description><![CDATA[Recentemente a importadora Porto a Porto organizou uma série de wine dinner&#8217;s para divulgar o Château Caronne Ste. Gemme e o Château Labat. Os eventos ocorreram no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, nos dias 17, 18 e 19 de fevereiro, respectivamente. Os convidados tiveram a oportunidade de conhecer o vinicultor George Nony, proprietário&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/wine-dinner-george-nony-vinhos-chateau-labat-caronne/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/03/jomar-george-jackson.jpg" alt="George Nony entre os editores do QVinho" align="right" hspace="10" vspace="10" />Recentemente a importadora <strong>Porto a Porto</strong> organizou uma série de wine dinner&#8217;s para divulgar o <strong>Château Caronne Ste. Gemme</strong> e o <strong>Château Labat</strong>. Os eventos ocorreram no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, nos dias 17, 18 e 19 de fevereiro, respectivamente. Os convidados tiveram a oportunidade de conhecer o vinicultor <strong>George Nony</strong>, proprietário dos châteaux que curiosamente é filho de mãe brasileira. Compareci ao jantar em Curitiba, que aconteceu no <strong>Ile de France</strong>, um tradicional restaurante curitibano. <em>(Na foto: George Nony entre os editores do QVinho, Jomar e Jackson)</em></p><p>O Château Caronne Ste. Gemme está localizado na região do Haut-Médoc na comuna de St Laurent Médoc; possui 45 hectares de terras de cascalho e argila, com vinhedos de Cabernet Sauvignon (60%), Merlot (37%) e Petit Verdot (3%). O Château Caronne é um cru Bourgeois que ganhou muito prestígio na última década, mas com características da comuna de Saint Julien, devido a sua proximidade com essa área. Já falei <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos-franceses/les-brulieres-de-beychevelle-2001/" title="Les Brulieres de Beychevelle">aqui no QVinho</a> sobre a relação qualidade/preço dos vinhos de St. Julien.</p><p>O Château Labat é uma propriedade vizinha ao Château Caronne , adquirido pela família Nony, passou a ser conhecido “extra-oficialmente” como o segundo vinho deste último. Na realidade, o Château Labat é tão bom quanto o Château Caronne, ambos compartilham o mesmo <em>terroir</em>, porém os 10 hectares do Labat são preenchidos com vinhas mais novas; distribuídos com partes iguais de Cabernet Sauvignon e Merlot.</p><blockquote><p>O Château Caronne e o Château Labat têm uma personalidade sedutora, com frutas negras frescas, toques terrosos e minerais. O Caronne é mais redondo e macio, com um caráter feminino, já o Labat é um pouco mais jovial e austero, demonstrando um vigor masculino. Não espere vinhos potentes e com muita fruta, aqui a tônica é outra; sutileza e um certo refinamento que só encontramos nos melhores vinhos de Bordeaux.</p></blockquote><h3>O restaurante Ile de France preparou um menu especial para harmonizar com os vinhos:</h3><ul><li>Endives en salade com Le Rose de Floridene 2006;</li><li>Vol-au-vent de champignos com Château Labat – safras 2003 e 2005;</li><li>Steak aux deux poivres com Château Caronne – safras 1996 e 2003.</li><li>Profiterole au chocolat com Madeira Justino 10 anos.</li></ul><p><object
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src='http://www.slideflickr.com/slide/vAYFAEWd' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='500' height='400'></embed></object></p><p>Os pratos foram preparados com esmero e estavam ótimos, bem como a combinação com os vinhos, que também foi acertada. Talvez ficasse ainda melhor se fosse invertida a ordem entre o Caronne e o Labat. O Château Labat acompanhou melhor o Steak aux deux poivres, devido a sua robusta estrutura tânica, por sua vez, o Vol-au-vent de champignons ficaria estupendo com o Caronne 1996.</p><p>Costumo degustar vinhos em casa, porque acredito que o bom vinho precise de tempo. Refiro-me a uma certa calma e tranqüilidade, assim é possível perceber mais profundamente a essência da bebida. Gosto de abrir a garrafa e de avaliar a primeira impressão, depois sentir a evolução no copo e, finalmente, a combinação com a comida. Esse processo leva em média 1 hora, mas pode durar muito mais com vinhos estruturados e complexos. É claro, existem aqueles vinhos que nem merecem uma análise, quanto mais um longo ritual de degustação. Todas as provas do QVinho são conduzidas desse modo, com exceção daquelas feitas em eventos ou jantares, onde participo como convidado. Nesses casos sou bem mais cauteloso com as análises e não classifico os vinhos, por isso o prezado leitor não verá os tradicionais “copos” ao final de cada avaliação. Vamos aos vinhos:</p><blockquote><p>O Château Caronne Ste. Gemme custa em média R$100, enquanto o Château Labat pode ser encontrado por R$85. Uma excelente relação qualidade / preço.</p></blockquote><h2>Château Labat 2003</h2><p>Vinho muito agradável e interessante. O nariz de boa intensidade revelou cassis, chocolate e notas defumadas. A escaldante safra 2003 contribuiu decisivamente para os taninos, ainda jovens, porém já deixam o vinho bastante acessível e para o consumo imediato, sem muita adstringência.</p><h2>Château Labat 2005</h2><p>Talvez o melhor vinho da noite. Ainda muito jovem, mesmo assim já consegue seduzir pela excelente concentração e personalidade. Frutas negras maduras, cacau e notas terrosas compõem uma bela paleta aromática. Na boca é encorpado, tem uma acidez surpreendentemente alta, que sem dúvida alguma só aumenta o prazer em bebe-lo. Esse vinho é para comprar de caixa e ir bebendo aos poucos, curtindo cada fase da sua evolução. Faz justiça a fantástica safra de 2005, considerada por muitos superior a de 1961.</p><h2>Château Caronne Ste. Gemme 2003</h2><p>Equilíbrio e harmonia definem bem o caráter do Château Caronne 2003. Redondo e macio, não tem nenhuma daquelas arestas que o Bordeaux mais jovem costuma apresentar. Ao nariz é menos intenso que o Labat 2003, por outro lado mostrou uma personalidade bem definida e sutil.</p><h2>Château Caronne Ste. Gemme 1996</h2><p>A magnum da safra 1996 do Château Caronne estava em plena forma; fruta bem definida e fresca, notas florais, caixa de charutos e toques minerais. Na boca apresentou taninos sedosos e um final com persistência muito boa. Esse vinho prova que o Château Caronne tem fôlego, merecendo um lugar de destaque na adega.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/wine-dinner-george-nony-vinhos-chateau-labat-caronne/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Lloyd`s segura nariz de produtor de Bordeaux</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/lloyds-seguro-nariz-bordeaux/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/lloyds-seguro-nariz-bordeaux/#comments</comments> <pubDate>Tue, 25 Mar 2008 02:18:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category> <category><![CDATA[robert parker]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/03/24/lloyds-seguro-nariz-bordeaux/</guid> <description><![CDATA[É, parece que Robert Parker fez escola. A idéia do mais influente crítico de vinhos do mundo de receber mais de US$ 1 milhão caso venha a perder a capacidade de sentir os aromas dos vinhos não é nada mal. Está certo, já que o nariz, grosseiramente falando, é seu instrumento de trabalho. O mais&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/lloyds-seguro-nariz-bordeaux/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>É, parece que <strong>Robert Parker </strong>fez escola. A idéia do mais influente crítico de vinhos do mundo de receber mais de US$ 1 milhão caso venha a perder a capacidade de sentir os aromas dos vinhos não é nada mal. Está certo, já que o nariz, grosseiramente falando, é seu instrumento de trabalho. O mais recente nariz segurado, segundo a agência de notícias Reuters, foi o do produtor de Bordeaux <strong>Ilja Gort</strong>. O valor de seguro realizado pela tradicional companhia londrina Lloyd`s foi de 5 milhões de euros. Isso mesmo, se o holandês de duvidosa inclinação artística e sócio do <strong>Chateau de la Garde </strong>perder a sensibilidade olfativa para avaliar os seus vinhos recebe essa modesta cifra. Agora, se a capacidade do seu nariz ou a qualidade dos vinhos estão à altura desse valor, isso é outra história. A Lloyd´s é famosa não só por segurar grandes companhias, mas também celebridades. De Fred Astaire foram as pernas; do guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards foram as mãos; e do <em>restauranteur</em> Egon Ronay, o seu paladar.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/lloyds-seguro-nariz-bordeaux/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Les Brulières de Beychevelle 2001</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/les-brulieres-de-beychevelle-2001/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/les-brulieres-de-beychevelle-2001/#comments</comments> <pubDate>Wed, 27 Feb 2008 15:02:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[França]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category> <category><![CDATA[concha y toro]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/02/27/les-brulieres-de-beychevelle-2001/</guid> <description><![CDATA[Muito se fala sobre os vinhos do novo mundo; californianos, australianos, chilenos e argentinos têm apresentando qualidade consistente, porém não se engane, Bordeaux continua sendo Bordeaux. Mesmo que os Cabernets e Merlots do hemisfério sul tenham custo mais acessível, é bom deixar de comprar algumas dessas garrafas para provar o que Bordeaux tem a oferecer.&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/les-brulieres-de-beychevelle-2001/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/02/les-brulieres.jpg" title="Les Brulières de Beychevelle 2001 - Bordeaux produzido pelo Chateau Beychevelle de St.Julien"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/02/les-brulieres.miniatura.jpg" alt="Les Brulierès de Beychevelle 2001 - Bordeaux produzido pelo Chateau Beychevelle de St.Julien" align="left" vspace="10" hspace="10" /></a>Muito se fala sobre os vinhos do novo mundo; californianos, australianos, chilenos e argentinos têm apresentando qualidade consistente, porém não se engane, Bordeaux continua sendo Bordeaux. Mesmo que os Cabernets e Merlots do hemisfério sul tenham custo mais acessível, é bom deixar de comprar algumas dessas garrafas para provar o que Bordeaux tem a oferecer. Tenho um amigo que só compra Cabernet chileno, principalmente <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/degustacao-as-cegas/vinhos-bordeaux-chile-argentina/" title="Marques de Casa Concha">Marques de Casa Concha</a> e <strong>Arboleda</strong>. Bons vinhos, mas é muito chato beber sempre a mesma coisa. Algo maravilhoso que o mundo do vinho oferece é a diversidade, então para que restringir tudo a meia dúzia de rótulos confiáveis? Sempre vale a pena provar novos vinhos &#8211; mesmo que muitos decepcionem &#8211; e se você é fã de Cabernet Sauvignon, Merlot e Carménère, que tal começar a conhecer melhor os vinhos de Bordeaux?</p><p>Quando me perguntam se um Bordeaux de R$ 150 (de produtor confiável, não aqueles rótulos obscuros do Carrefour) é melhor que um Cabernet chileno (ou argentino) de mesmo preço, sempre respondo: depende do gosto de cada um, todavia uma coisa é certa, o Bordeaux será menos concentrado e intenso, mesmo assim pode surpreender mostrando mais complexidade. E isso é bom ou é ruim? Vou responder com outra pergunta: Que mulher é mais atraente, Ana Hickmann ou Juliana Paes (para exagerar ainda mais a comparação, que tal Sandy e aquela fulana do último carnaval que dizem ter perdido o tapa sexo)?</p><p>Para quem pretende descobrir Bordeaux, recomendo começar pelos vinhos de <strong>Saint Julien</strong>. Situada entre <strong>Pauillac</strong> e <strong>Margaux</strong>, St. Julien é frequentemente ofuscada pela vizinhança, uma terrível injustiça, uma vez que seus vinhos podem ser tão bons quanto os grandes de Paulliac. Só para citar um exemplo o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_L%C3%A9oville-Las_Cases" target="_blank" title="Chateau Leoville las Cases">Chateau Léoville Las Cases</a> (St. Julien) faz fronteira com a propriedade do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Latour" target="_blank" title="Chateau Latour">Chateau Latour</a> (Pauillac), mantendo os mesmos níveis de qualidade pelo menos há uma década; a diferença é que pode custar até 5 vezes menos!</p><p>Provamos o <strong>Les Brulières de Beychevelle</strong>, produzido pelo <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Beychevelle" target="_blank" title="Chateau Beychevelle">Chateau Beychevelle</a> (quarto caldo de St. Julien), que assim como outros chateaux de St. Julien, também tem produzido excelentes vinhos nas últimas décadas. O Les Brulières é denominado como Haut-Medoc, uma vez que as uvas &#8211; 66% de Cabernet Sauvignon e 34% de Merlot &#8211; provêm de uma parcela externa a área demarcada de St. Julien. Mostrou cor grená com transparência. Nariz de boa intensidade com frutas vermelhas frescas, notas agradáveis de carvalho tostado, ervas secas e toque floral sutil. Corpo médio, taninos finos e excelente acidez. Final agradável e com boa persistência. O Les Brulières não decepcionou, tem um apelo imediato, fácil de gostar e de combinar na cozinha.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" /></p><p><em>Bordeaux bem feito e acessível. Não espere um vinho potente e encorpado, mas sim, harmonia e uma certa complexidade. </em></p><p><span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 12,5%<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$160<br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Petit Chateau</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/les-brulieres-de-beychevelle-2001/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Os 10 vinhos mais caros do mundo</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/#comments</comments> <pubDate>Tue, 19 Feb 2008 14:12:13 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/02/19/vinhos-mais-caros/</guid> <description><![CDATA[Desconhecido por muitos, o segmento de leilões de vinhos caros e raros movimenta milhões de dólares por ano. Nessa arena operada por casas de leilões como a Christie&#8217;s, a Sotheby&#8217;s e a Antique Wine Company, não existe espaço para meros apreciadores de vinho. A atuação está muito mais para colecionadores e investidores profissionais do ramo.&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/02/cheval-blanc.jpg" alt="Cheval Blanc - St. Emilion Grand Cru" /></p><p>Desconhecido por muitos, o segmento de leilões de vinhos caros e raros movimenta milhões de dólares por ano. Nessa arena operada por casas de leilões como a <strong>Christie&#8217;s</strong>, a <strong>Sotheby&#8217;s</strong> e a <strong>Antique Wine Company</strong>, não existe espaço para meros apreciadores de vinho. A atuação está muito mais para colecionadores e investidores profissionais do ramo. Cada dólar investido numa garrafa, caixa ou lote pode representar ganhos consideráveis. Claro, o retorno nem sempre é de curto prazo. Aliás, muitas vezes é de longuíssimo prazo. Ano passado, um lote de 12 garrafas de <strong>Hermitage La Chapelle 1961</strong> foi arrematado, na Christie´s de Londres,  por 123.750 libras (aproximadamente US$20 mil / garrafa). O Hermitage La Chapelle não é um vinho dos mais caros quando comparado a certos Bordeaux e Borgonhas. Em safras recentes ele não chega a passar de US$ 200 a garrafa, porém na safra 1961, o La Chapelle bateu um recorde. Da mesma forma uma garrafa Magnum do legendário <strong>Château Mouton-Rothschild 1982 </strong>pode alcançar facilmente US$ 10 mil! Outro termo tipicamente do mercado financeiro também é utilizado aqui. São os vinhos conhecidos como &#8220;The blue chips&#8221;. Nesse rol estão: <strong>Lafite</strong>, <strong>Margaux</strong>, <strong>Mouton-Rothschild</strong>, <strong>Latour</strong>, <strong>Haut Brion</strong>, <strong>Petrus</strong>, <strong>Cheval Blanc</strong> e o clássico vinho doce, <strong>Château d&#8217;Yquem</strong>. Assim como ações de alta liquidez esses rótulos fazem brilhar os olhos de emergentes da Rússia, China,  India e Brasil.</p><p>Na lista abaixo foram selecionados alguns vinhos que obtiveram os preços mais elevados em leilões. Talvez nesses mesmos intervalos existam outros vinhos que alcançaram preços similares, mas nessa seleção já dá ter uma idéia:</p><h2>1. Château Lafite Rothschild 1787</h2><p>Valor: $156.450<br
/> <em>Dezembro de 1985, Christie&#8217;s, Londres</em></p><h2>2. Château d&#8217;Yquem 1811</h2><p>Valor: $100.000<br
/> <em>Fevereiro de 2006, Antique Wine Company, Londres</em></p><h2>3. Penfolds Grange Hermitage 1951</h2><p>Valor: $50.200 dólares australianos (aproximadamente US$38,420)<br
/> <em>Maio de 2004, Melbourne, Austrália</em></p><h2>4. Cheval Blanc 1947</h2><p>Valor: $33.781 por uma garrafa de 750 ml. ($135,125 por 3 garrafas)<br
/> <em>Julho de 2006, Vinfolio, San Francisco</em></p><h2>5. Château Mouton-Rothschild 1945</h2><p>Valor: $28.750<br
/> <em>Setembro de 2006 &#8211; Christie&#8217;s, Los Angeles</em></p><h2>6. Inglenook Cabernet Sauvignon Napa Valley 1941</h2><p>Valor: $24.675 / garrafa<br
/> <em>Outubro de 2004 – Zachys, Los Angeles</em></p><h2>7. Montrachet Domaine de la Romanée Conti 1978</h2><p>Valor: $23.929 / garrafa<br
/> <em>2001 &#8211; Sotheby&#8217;s, Nova Iorque</em></p><h2>8. DRC Romanée Conti 1934</h2><p>Valor: $20.145 / garrafa<br
/> <em>Junho de 2006 &#8211; Hart Davis Hart, Chicago</em></p><h2>9. Hermitage La Chapelle 1961</h2><p>Valor: $ 20.130 / garrafa (lote de 12 garrafas por 123.750 libras)<br
/> <em>Setembro de 2007 &#8211; Christie&#8217;s, Londres</em></p><h2>10. DRC Romanée Conti 2003</h2><p>Valor: $4.650 / garrafa</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>255</slash:comments> </item> <item><title>Degustação às cegas: Vinhos rosés</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/degustacao-as-cegas/vinhos-rosados-rose/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/degustacao-as-cegas/vinhos-rosados-rose/#comments</comments> <pubDate>Mon, 14 Jan 2008 11:41:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Degustação às Cegas]]></category> <category><![CDATA[bodegas carrau]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category> <category><![CDATA[dubourdieu]]></category> <category><![CDATA[fort simon]]></category> <category><![CDATA[villa francioni]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/01/14/degustacao-vinhos-rosados/</guid> <description><![CDATA[Aproveitando o assunto do momento iniciamos janeiro com uma interessante degustação de vinhos rosés. Tudo a ver com o nosso verão. Principalmente quando, descompromissadamente, pensamos em beber um vinho com os amigos; acompanhar pratos leves num almoço, ou servir apenas como um aperitivo. Os rosés são obtidos a partir de uma maceração atenuada de uvas&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/degustacao-as-cegas/vinhos-rosados-rose/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando o assunto do momento iniciamos janeiro com uma interessante degustação de vinhos rosés. Tudo a ver com o nosso verão. Principalmente quando, descompromissadamente, pensamos em beber um vinho com os amigos; acompanhar pratos leves num almoço, ou servir apenas como um aperitivo. Os rosés são obtidos a partir de uma maceração atenuada de uvas tintas (Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Tempranillo etc) de uma única cepa ou em assemblage. Cada produtor possui seus segredinhos para vinificar e alcançar os melhores resultados. De modo geral, os vinhos rosados não gozam de boa reputação, mas o cenário vem mudando, e não dá para negar a versatilidade desse estilo de vinho. Porém atenção, essa encantadora proposta de &#8220;oferecer o melhor dos dois mundos&#8221;, em inúmeros casos, acaba se transformando numa grande decepção. Na ânsia de conquistar uma pequena parcela desse promissor nicho de mercado, muitos produtores com pouca pesquisa e nenhum planejamento, simplesmente despejaram nas prateleiras vinhos rosés fracos e mal resolvidos. Resultado: passamos a conhecer o pior dos dois mundos. Rosados que parecem espectros diante da estrutura e da maciez de bons tintos; e distantes da refrescância e intensidade frutada que os brancos costumam oferecer. Em resumo, um grande engodo!</p><p>Contudo, verdade seja dita, a cor e as tonalidades desse vinho – rosa-pálido, salmão, cereja – exercem um enorme fascínio sobre as pessoas. Quem já estudou na teoria da comunicação a influência das cores sabe do que estou falando. Faça um teste, coloque diante de um consumidor, preferencialmente não iniciado no mundo dos vinhos, uma taça com um vinho branco e outra com um rosé, e veja qual será escolhida primeiro. Isso sem falar nas garrafas e rótulos que exploram com muita fineza e charme os tons rosados. Sucesso garantido. As mulheres que o digam.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/roses.jpg" title="Vinhos rosé"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/roses.thumbnail.jpg" alt="Vinhos rosé" width="440" height="294" /></a></p><p>Procuramos selecionar para esse painel rosés secos de diferentes regiões como: França, África do Sul, Uruguai e Brasil. Esses vinhos encontram-se numa faixa de preços de R$50 a R$75, com exceção do uruguaio Castel Pujol (R$25). Quanto ao representante nacional, resolvemos incluir o lançamento da safra 2007, sendo os demais rosés 2006.</p><ul><li>África do Sul, Stellenbosch: <em>Fort Simon Rosé 2006;</em></li><li>França, Bordeaux: <em>Château Reynon Rosé 2006;</em></li><li>Uruguai, Las Violetas: <em>Castel Pujol Clássico Rosé 2006;</em></li><li>Brasil, São Joaquim: <em>Villa Francioni Rosé 2007.</em></li></ul><p>Os vinhos avaliados tiveram um bom desempenho, e revelaram-se muito saborosos e fáceis de beber, a exceção do Villa Francioni que ficou muito abaixo da média; fato que merece uma pequena ressalva. Os degustadores, por unanimidade, relacionaram como inferiores, tanto na avaliação olfativa quanto na gustativa, as amostras que continham o rosé 2007 da Francioni. Não cheguei a provar a safra 2006, que foi bem recomendada em algumas críticas. Pessoalmente, não acredito que essa garrafa tivesse algum problema, entretanto como não tínhamos uma segunda amostra, deixaremos a contraprova para outra ocasião.</p><p>Apesar de estarem numa mesma faixa de preços, o rosé do Reynon conseguiu se destacar dos demais, mostrando equilíbrio e elegância. Sem dúvida um delicioso bordeaux rosé. Seco, fresco e intensamente frutado. O Fort Simon se sobressaiu por sua paleta aromática delicada, mas ao mesmo tempo frutada; com um palato equilibrado, marcado por uma boa acidez e secura. Já o Castel Pujol agradou aqueles que apreciam vinhos um pouco mais &#8220;suaves&#8221;. Dos vinhos do painel, o Pujol apresentou a maior doçura residual. E, finalmente, no outro extremo, o Villa Francioni com um intenso e inconveniente bouquet vegetal. E, se o aroma não agradou, na boca o vinho não se saiu melhor. Ralo e desequilibrado, o Francioni foi uma decepção.</p><h2>Fort Simon Rosé 2006</h2><p>A vinícola sul-africana Fort Simon, do distrito de Stellenbosch, não é estreante aqui no blog. No mês de novembro realizamos um <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/degustacao-as-cegas/uva-syrah-novo-mundo/" title="A Syrah do Novo Mundo">painel com Syrahs</a>, e o rótulo da Fort Simon fez bonito em meio a outros competidores do novo mundo. Seus vinhedos ocupam uma área de 61ha, com destaque para as variedades de Sauvignon Blanc, Chenin Blanc, Shiraz e Merlot. Esse rosé utilizou 67% Pinotage e 33% Merlot, com a extração apenas do suco, sem qualquer contato com as cascas. Cor atraente; rosa pálido amagentado. Bouquet delicado, com aroma um pouco difuso no início, mas com o passar do tempo revelou seus encantos. Notas lembrando frutas vermelhas como morango e framboesa, leve sugestão de especiarias. Seco, boa acidez, com um fim de boca longo e frutado; o Fort Simon mostrou equilíbrio e harmonia. Só é uma pena que esse rosado não chega aqui no Brasil com um preço mais competitivo.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 13,5%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$72<br
/> <strong>Importadora:</strong> Dom Quirino</p><h2>Castel Pujol Clássico Rosé 2006</h2><p>Produzido por uma das mais tradicionais vinícolas do Uruguai, a Bodegas Carrau, esse rosé integra a linha Castel Pujol Clássico. A Bodega possui propriedades na região de Las Violetas e Cerro Chapéu, e conta com vinhos produzidos de varietais que vão da Sauvignon Blanc, Merlot, Cabernet Sauvignon, até a grande estrela do Uruguai, a Tannat. Com esta última emblemática cepa, a Carrau possui excelentes rótulos, com destaque para o seu Tannat Amat, uma homenagem a um dos precursores da família, Don Francisco Carrau Amat. Esse Rosé é produzido a partir de uvas Cabernet Sauvignon, Merlot e Tannat, de vinhedos com mais de 25 anos da Finca La Vasca, região de Las Violetas. Bela cor rosada, tendendo para o alaranjado, o Pujol apresentou um bouquet de boa intensidade e levemente adocicado; em destaque frutas maduras e notas defumadas. Na boca é saboroso, boa estrutura e maciez. Final não muito longo e com sensação de adocicado, embora o álcool fale um pouco alto.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 13%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$25<br
/> <strong>Importadora:</strong> Impexco</p><h2>Château Reynon Rosé 2006</h2><p>Em outra ocasião (<a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/denis-dubourdieu-visita-o-brasil-e-apresenta-seus-vinhos/" title="Degustação dos vinhos de Denis Dubourdieu">apresentação no Brasil dos vinhos Dubourdieu</a>) já tivemos a oportunidade de provar um outro rosé, o Clos de Floridenè, também do Domaines Denis Dubourdieu. O Professor Dubourdieu é um dos maiores especialistas em vinhos brancos da atualidade, e não poderia deixar de fazer um belo representante rosado. Localizado na Appellation Premières Côtes de Bordeaux, o Château Reynon é uma das cinco propriedades da Denis Dubourdieu Domaines. Num solo privilegiado, ocupando uma superfície de 22ha estão plantadas as vinhas tintas (Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Petit Verdot), ao passo que os vinhedos de uvas brancas (Sauvignon Blanc e Sémillon) ocupam outros 16,5ha. Para confeccionar esse rosé foram utilizadas uvas Merlot e Cabernet Sauvignon, respectivamente na proporção, 60% e 40%. Esse classudo rosé apresentou cor levemente rosada tendendo para o alaranjado; aroma intenso e persistente, com muita fruta e frescor. Notas citrinas evocando maracujá, <em>grapefruit</em> e um delicioso toque floral. Corpo bem estruturado e macio, que enche a boca. Acidez na medida certa e um final longo, conferem ao Reynon muita harmonia e prazer em beber.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 13%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$65<br
/> <strong>Importadora:</strong> <a
href="http://www.portoaporto.com.br/">Porto a Porto / Casa Flora</a></p><h2>Villa Francioni Rosé 2007</h2><p>Moderna e jovem a vinícola idealizada pelo empresário Dilor Freitas (fundador da Cerâmicas Cecrisa, falecido em 2004), está localizada na gélida região de São Joaquim, na Serra Catarinense. Integrante do rol dos chamados vinhos de altitude, a vinícola é hoje encabeçada por um dos filhos e possui um audacioso projeto na produção de vinhos finos. Toda a arquitetura e construção respeita o modelo gravitacional, que racionaliza e facilita o processo produtivo. A preocupação em valorizar o produto também está presente nas garrafas, rótulos e embalagens que contam com design diferenciado, como é o caso dos cortes retos da garrafa desse rosado. O Francioni Rosé 2007 foi produzido a partir de um interessante assemblage das uvas: Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec e Pinot Noir, provenientes de vinhedos próprios localizados em São Joaquim e Bom Retiro. A análise visual revelou um salmão bem pálido (mais clarinho de todos). Aroma intenso, porém muito distante do que poderia se esperar de um jovem rosado. Ausência de frutuosidade, com predominância de notas vegetais e de borracha queimada. Alguns degustadores mencionaram lona de freio queimada. Na boca pouca estrutura, acidez desagradável e um final curto, fecharam um pacote bem desarmônico.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/fraco.gif" alt="Fraco" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong>13,4%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$49</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/degustacao-as-cegas/vinhos-rosados-rose/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Mondot – Saint-Émilion Grand Cru 2004</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/troplong-mondot-st-emilion/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/troplong-mondot-st-emilion/#comments</comments> <pubDate>Mon, 07 Jan 2008 12:14:14 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[França]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/01/07/mondot-%e2%80%93-saint-emilion-grand-cru-2004/</guid> <description><![CDATA[Enfim retornamos à ativa! Depois de um curto período de férias, volto a escrever para o QVinho. É claro que degustei muitos vinhos nessas semanas – alguns muito bons, outros lamentáveis – mas para iniciar o ano de 2008 com o pé direito, vou começar por um excelente Bordeaux &#8211; o Mondot &#8211; segundo vinho&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/troplong-mondot-st-emilion/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/mondot.jpg" title="Chateau Mondot – Bordeaux Saint-Émilion Grand Cru 2004"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/mondot.thumbnail.jpg" alt="Chateau Mondot – Bordeaux Saint-Émilion Grand Cru 2004" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="170" width="70" /></a>Enfim retornamos à ativa! Depois de um curto período de férias, volto a escrever para o QVinho. É claro que degustei muitos vinhos nessas semanas – alguns muito bons, outros lamentáveis – mas para iniciar o ano de 2008 com o pé direito, vou começar por um excelente Bordeaux &#8211;  o Mondot &#8211; segundo vinho do <strong>Château Troplong-Mondot</strong>, produtor Grand Cru Classé de Saint-Émilion. Numa região como Saint-Émilion, famosa pelas pequenas propriedades, pelos “vinhos de garagem”, os 33 hectares do Château Troplong-Mondot colocam este produtor entre os maiores dessa denominação. Os vinhedos são de Merlot (90%), Cabernet Sauvignon (5%) e Cabernet Franc (5%), com idade média de 35 anos, plantados em solo argiloso composto por camadas sedimentares de calcário e sílex. Um solo fantástico, compartilhado por outros grades nomes da região, como o mítico <strong>Château Ausone</strong> e o caríssimo <strong>Château Pavie</strong> &#8211; este último faz divisa com o Troplong-Mondot. Apesar da nobre vizinhança, o Troplong-Mondot e o Mondot não são vinhos proibitivos, pelo menos na Europa. O preço pode variar muito, dependendo da safra, já vi Troplong-Mondot com preços de 60 a 800 dólares! Aqui no Brasil qualquer safra meia-boca passa dos US$ 400. Já o Mondot é bem mais acessível, custa algo em torno dos 22 euros na França, mas é muito difícil de achar fora de lá.</p><p>O nosso Mondot 2004 &#8211; um presente de colegas que moram na França – não decepcionou. Bela cor rubi com certa transparência; halo grená e lágrimas persistentes com pouca pigmentação. Nariz sutil e complexo, revelando uma discreta fruta vermelha madura; notas de especiarias, ervas secas e, como esperado, aquele toque mineral típico do Bordeaux de estirpe. Corpo médio, como taninos sedosos e boa acidez. Final agradável com boa persistência. O Mondot não é um vinho para competição, já que um degustador apressado poderia facilmente achar que falta concentração, corpo e intensidade. Sim, talvez seja verdade, mas também não custa os olhos da cara! Se você não liga para “pontos” e “notas”, no Mondot você poderá encontrar muito dos elementos de um grande Bordeaux, deixando-se seduzir pela originalidade de um terroir abençoado; esquecendo por um instante as tubaínas sabor tutti-frutti/carvalho que inundaram o mercado.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="61" /><br
/> <em>O Mondot é um Bordeaux delicioso, cheio de nuances terrosas e minerais que raramente são encontradas em vinhos do novo mundo. Uma oportunidade de conhecer o famoso terroir de Saint-Émilion sem estourar a conta bancária.</em><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 14%<br
/> <strong>Preço:</strong> 22 euros em Paris</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/troplong-mondot-st-emilion/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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