<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; chandon</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/tag/chandon/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 10:34:47 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Cava e espumante nacional com frutos do mar</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/cava-cristalino-espumante-nacional-frutos-mar/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/cava-cristalino-espumante-nacional-frutos-mar/#comments</comments> <pubDate>Wed, 19 Mar 2008 12:58:11 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[cava]]></category> <category><![CDATA[chandon]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/03/19/cava-cristalino-espumante-nacional-frutos-mar/</guid> <description><![CDATA[Gosto muito de vinho espumante, tanto que nem preciso de pretexto comemorativo para abrir um. É impressionante a variedade de pratos que esses vinhos acompanham, principalmente peixes e frutos do mar. Apesar dessa versatilidade, ainda vejo &#8220;apreciadores&#8221; que só bebem vinho tranquilo (principalmente tinto) e simplesmente renegam o espumante a um grau de inferioridade injustificável.&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/cava-cristalino-espumante-nacional-frutos-mar/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><br
/> Gosto muito de vinho espumante, tanto que nem preciso de pretexto comemorativo para abrir um. É impressionante a variedade de pratos que esses vinhos acompanham, principalmente peixes e frutos do mar. Apesar dessa versatilidade, ainda vejo &#8220;apreciadores&#8221; que só bebem vinho tranquilo (principalmente tinto) e simplesmente renegam o espumante a um grau de inferioridade injustificável. Em um país como o Brasil, quente e abençoado por um imenso litoral, o consumo de frutos do mar e vinhos espumantes deveria ser bem maior. Que tal seguirmos o exemplo dos catalães? A dica é simples: acompanhe frutos do mar com <strong>Cava</strong>.</p><p>A <strong>Catalunha</strong> é uma região de clima mediterrâneo e forte tradição gastronômica; peixes e frutos do mar costumam ter destaque a mesa. Lugar de origem da Cava, estilo de vinho espumante leve e com boa presença aromática; feito com uvas locais e muito consumido para acompanhar os pratos da região. É claro que o espumante nacional desempenha o mesmo papel, no entanto resolvi falar sobre a Cava devido ao crescente ufanismo ao espumante nacional. Existe uma supervalorização ao nosso produto em detrimento da Cava, do Prosecco e até do Champagne. Certa classe de <em>connoisseurs</em> insiste em julgar quase toda Cava e Prosecco como inferiores ao espumante da Serra Gaúcha. Isso não é verdade, o espumante nacional não é melhor nem pior que os outros e, definitivamente, não deve ser comparado ao Champagne, que é um vinho mais estruturado e complexo. Cava, Prosecco e Espumante Gaúcho possuem certa semelhança na proposta, isto é, serem vinhos leves, refrescantes e que dificilmente apresentam muita intensidade e estrutura. Fico sem entender a razão da afirmação: &#8220;O espumante nacional é tão bom quanto o Champagne&#8221;. Na realidade, deveria ser melhor que seus similares &#8211; Cava e Prosecco &#8211; mas nem sempre é isso que observo.</p><blockquote><p>A Cava Cristalino &#8211; produzida pelo método tradicional &#8211; é leve e refrescante; oferece uma cremosidade razoável e intensidade aromática muito boa. Custa em média R$ 28. Já um Chandon Excellence &#8211; produzido pelo método Charmat &#8211; que possui características similares (mais fresco e menos aromático), não custa menos que R$ 60.</p></blockquote><h2>Cava Cristalino Brut</h2><p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/03/cava-cristalino-brut.jpg" title="Cava Cristalino Brut"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/03/cava-cristalino-brut.miniatura.jpg" alt="Cava Cristalino Brut" align="left" hspace="10" vspace="10" /></a>A Cava Cristalino Brut é produzida pela <strong>J.Garcia Carrion</strong>, um mega grupo bodegueiro espanhol. Feita pelo método tradicional (fermentação nas garrafas), empregando as tradicionais uvas brancas da Catalunha, a Macabeu, a Xarel-lo e a Parellada. Exibiu cor amarela, borbulhas médias, compondo um bom pérlage. Nariz agradável e de intensidade muito boa, lembrou frutas secas, abacaxi e notas de fermento. Na boca é leve e com acidez razoável. Final gostoso com boa persistência, sem deixar a sensação de muito açúcar residual. Poderia ser mais refrescante e cremosa, mesmo assim, considerando o preço, deixa uma ótima impressão pela intensidade aromática. A Cava Cristalino prova que pode competir com nossos melhores espumante.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muito-bom-best-buy.gif" alt="Muito Bom - Best Buy" /><br
/> <em>Ótima companhia para acompanhar peixes grelhados e petiscos como camarão empanado, lula à dore, casquinha de siri e muitos outros.</em><br
/> <span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 11,5%<br
/> <span
class="bold-content">Preço: </span>R$28<br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Vinoteca Brasil<br
/></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/cava-cristalino-espumante-nacional-frutos-mar/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Ruca Malen Malbec 2004</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/ruca-malen-malbec-2004/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/ruca-malen-malbec-2004/#comments</comments> <pubDate>Fri, 18 Jan 2008 13:49:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Argentina]]></category> <category><![CDATA[chandon]]></category> <category><![CDATA[ruca malen]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/01/18/ruca-malen-malbec-2004/</guid> <description><![CDATA[Bodega mendocina relativamente nova, fundada em 1998 pelos sócios Jean Pierre Thibaud (ex-presidente da Bodegas Chandon Argentina) e, pelo também francês, Jacques Louis de Montalembert. Sua localização é privilegiada, situada na Ruta N.7 (que dá acesso à Santiago), em Agrelo, Lujan de Cuyo, a bodega conta com um wine bar e um restaurante perfeitos para&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/ruca-malen-malbec-2004/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/ruca-malen-malbec.jpg" title="Vinho Ruca Malen Malbec 2004"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/ruca-malen-malbec.thumbnail.jpg" alt="Vinho Ruca Malen Malbec 2004" align="left" /></a>Bodega mendocina relativamente nova, fundada em 1998 pelos sócios Jean Pierre Thibaud (ex-presidente da Bodegas Chandon Argentina) e, pelo também francês, Jacques Louis de Montalembert. Sua localização é privilegiada, situada na Ruta N.7 (que dá acesso à Santiago), em Agrelo, Lujan de Cuyo, a bodega conta com um wine bar e um restaurante perfeitos para contemplar a maravilhosa vista para os Andes. Infelizmente, quando estive em Mendoza, passei rapidamente por lá, e não tive tempo para fazer uma visita. Em futuras incursões por terras argentinas, essa bodega deve fazer parte do meu roteiro.</p><p>Sob responsabilidade do enólogo Pablo Cuneo são produzidas três linhas de vinhos, com distintas segmentações de preço (Yauquén, Ruca Malén e Kinién). O vinho que provamos está num posicionamento intermediário, logo abaixo do Kinién. O <strong>Ruca Malen </strong>é produzido, predominantemente, a partir de uvas Malbec (87%), porém leva ainda 9% de Cabernet Sauvignon e 4% de Tempranillo, sendo essas últimas provenientes de vinhedos localizados em La Consulta (Valle de Uco). Esse vinho mostrou uma cor rubi profunda com reflexos violáceos e leve transparência. Nariz frutado intenso e persistente, lembrando frutas vermelhas maduras como ameixas, cerejas e passas. E como não poderia ser diferente para um vinho “internacional”, o indefectível toque adocicado de baunilha, fruto dos 12 meses de amadurecimento em barricas de carvalho francês (80%) e americano (20%). Na boca é untuoso, encorpado, com taninos macios e acidez agradável. Fim de boca longo e frutuoso, se bem que os 15% de álcool tenham prejudicado um pouco o equilíbrio do vinho.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" /><br
/> <em>Típico vinho moderno, daqueles que agradam 8 em cada 10 pessoas. Bouquet frutado intenso, boa estrutura marcada por taninos redondos e untuosos. Casa bem com uma carne vermelha grelhada.<br
/> </em><strong>Grad. Alcoólica:</strong> 15%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$58<br
/> <strong>Importadora:</strong> Leblon Import</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/ruca-malen-malbec-2004/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Chandon Brut Rosé</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/chandon-brut-rose/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/chandon-brut-rose/#comments</comments> <pubDate>Tue, 08 Jan 2008 11:25:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[chandon]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/01/08/chandon-brut-rose/</guid> <description><![CDATA[As festas de final de ano já passaram, mas o nosso verão está apenas iniciando. Assim, continuaremos nossa saga de provas de vinhos brancos, rosados e espumantes; seja para embalar comemorações, aperitivos ou para harmonizar com refeições. Nesses últimos tempos tenho acompanhado a tendência de alta no consumo dos vinhos tranqüilos e borbulhantes rosados. As&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/chandon-brut-rose/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/chandon-rose.jpg" title="Vinho espumante Chandon Brut Rosé"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/chandon-rose.thumbnail.jpg" alt="Vinho espumante Chandon Brut Rosé" align="left" height="170" hspace="10" vspace="10" width="70" /></a>As festas de final de ano já passaram, mas o nosso verão está apenas iniciando. Assim, continuaremos nossa saga de provas de vinhos brancos, rosados e espumantes; seja para embalar comemorações, aperitivos ou para harmonizar com refeições. Nesses últimos tempos tenho acompanhado a tendência de alta no consumo dos vinhos tranqüilos e borbulhantes rosados. As importadoras não mediram esforços para trazer novidades de diversas regiões produtoras, inclusive dedicando seções especiais nos catálogos para a venda dos vinhos rosados. Até mesmo os produtores nacionais lançaram rótulos para atender essa demanda crescente. Em meio a esse turbilhão de novidades resolvi dar uma espiadela, e conferir em que pé anda esse tema em nossa mídia impressa especializada. Confesso, entretanto, que ao ler os comentários e sugestões de compra para vinhos rosés, só aumentou a minha percepção quanto à mesmice do conteúdo; notadamente quanto ao viés de release comercial que permeia nossas publicações. Então, lembrei-me porque, há um bom tempo, deixei de lado esse tipo de leitura. Contudo, curioso, resolvi investigar com um pouco mais de atenção esses vinhos, a começar pelo espumante <strong>Chandon Brut Rosé </strong>e, na seqüência, com a degustação às cegas num painel de rosados não borbulhantes.</p><p>Vale destacar que até mesmo na França os bruts rosés estão longe de rivalizar com os tradicionais bruts, sejam eles <em>vintages</em> e <em>non-vintages</em>. Está certo, alguns Champagnes Brut Rosé, principalmente os safrados, conseguem destacar-se pela qualidade realmente superior. É o caso de alguns exemplares <em>vintage</em> da própria Maison Moët &amp; Chandon, como o <strong>Champagne Brut Rosé Cuvée Dom Pérignon</strong>. Para não ficar de fora, a Chandon de Garibaldi lançou um Brut Rosé, produzido a partir de um assemblage das uvas Pinot Noir, Chardonnay e Riesling Itálico. Com uma bela cor salmão esse espumante apresentou boa espumatização com borbulhas finas e em quantidade razoável, porém não muito duradouras. Aroma pouco intenso com leve frutuosidade, talvez evocando morango. Na boca é ligeiro, final curto e levemente adocicado, tendo em vista o elevado percentual de açúcar residual. Talvez por isso, agrade mais os iniciantes e menos habituados aos tradicionais bruts. Longe de empolgar esse espumante rosé é uma pálida imagem do que poderia se esperar de um vinho desse tipo.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/bom1.gif" alt="Bom" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="29" /><br
/> <em>Sem brilho, o Chandon Brut Rosé mostrou pouca refrescância e frutuosidade. Acredito que a Chandon tenha outros rótulos que com uma proposta similar consigam oferecer muito mais pelo mesmo valor.</em></p><p><strong>Grad. Alcoólica:</strong> 11,9%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$45</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/chandon-brut-rose/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Degustação às cegas: Espumantes brut nacionais (charmat)</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/#comments</comments> <pubDate>Tue, 18 Dec 2007 19:37:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[chandon]]></category> <category><![CDATA[dom cândido]]></category> <category><![CDATA[lidio carraro]]></category> <category><![CDATA[vallontano]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/12/18/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/</guid> <description><![CDATA[Na esteira da degustação realizada com os espumantes nacionais brut confeccionados pelo método tradicional, publicamos hoje, a segunda parte com os bruts charmat. Nesse processo, também conhecido como método italiano, uma vez que foi inventado na Itália e possui larga utilização nos espumantes de Asti, Valdobbiadene e Conegliano. A segunda fermentação acontece em tanques herméticos&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Na esteira da degustação realizada com os espumantes nacionais brut confeccionados pelo <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/" title="Espumantes Nacionais - Método champenoise">método tradicional</a>, publicamos hoje, a segunda parte com os bruts charmat. Nesse processo, também conhecido como <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Charmat_process">método italiano</a>, uma vez que foi inventado na Itália e possui larga utilização nos espumantes de Asti, Valdobbiadene e Conegliano. A segunda fermentação acontece em tanques herméticos de aço inoxidável, um processo mais rápido e menos dispendioso que o método tradicional, onde a segunda fermentação ocorre nas garrafas. Os espumantes produzidos pelo Método Charmat, de modo geral, são menos complexos e mais baratos que os confeccionados pelo processo <em>champenoise</em>. Isso não significa que sejam inferiores, uma vez que também permanecem em contato com as borras de leveduras, mas geralmente por tempo menor.</p><p
style="text-align: center"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/brut-charmat.jpg" title="Vinhos espumantes brasileiros: Chandon Excellence, Lidio Carraro Reserva da Serra Brut, Dom Cândido Brut e Vallontano Brut"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/brut-charmat.thumbnail.jpg" alt="Vinhos espumantes brasileiros: Chandon Excellence, Lidio Carraro Reserva da Serra Brut, Dom Cândido Brut e Vallontano Brut" class="imageframe imgaligncenter" width="440" height="344" /></a></p><p>Selecionamos quatro rótulos para compor o painel, que com excessão do Dom Cândido (blanc de blancs), são compostos pelo tradicional corte de Chardonnay e Pinot Noir.</p><ul><li>Chandon Excellence</li><li>Reserva da Serra Espumante Brut</li><li>Dom Cândido Espumante Brut</li><li>Vallontano Espumante Brut</li></ul><p>Esses vinhos não perdem em nada para aqueles da degustação anterior, apesar de serem ligeiramente mais leves. O Chandon Excellence se destacou pela sua classe, apresentando um conjunto harmonioso e equilibrado. Já o Reserva da Serra é bem acessível, menos seco e bastante frutado. Por sua vez, o Dom Cândido convence com uma paleta aromática intensa e agradável. E o Vallontano exibindo complexidade e sutileza.</p><p>O principal problema do espumante nacional continua sendo o <em>perlage</em>, nem sempre adequado, ou com borbulhas muito grandes &#8211; caso do Dom Cândido &#8211; ou finas, porém pouco abundantes &#8211; como o Reserva da Serra e o Vallontano. O Chandon Excellence se sobressai nesse atributo, exibindo um belo e consistente <em>perlage</em>. Não considero o <em>perlage</em> inconsistente um verdadeiro problema, todavia é desejável que o espumante tenha uma boa cremosidade, que aliada a acidez produz uma agradável sensação de refrescância.</p><p>É um pouco arriscado afirmar qual espumante é melhor, mas é preciso ressaltar que o Chandon Excellence se destaca, oferecendo frescor e harmonia. Mas isso é apenas uma questão de gosto, pois o Reserva da Serra pode agradar muito mais aos fãs de espumantes menos secos e frutados. Bom mesmo é provar para descobrir qual é o favorito.</p><h2>Chandon Excellence</h2><p>O rótulo Excellence representa hoje o espumante de maior qualidade no portfólio da Chandon no Brasil. Apesar de ser produzido pelo processo mais simples, o Charmat, o Excellence tem qualidade e razoável complexidade. Esse brut foi elaborado com o corte tradicional de uvas Pinot Noir e Chardonnay de vinhedos próprios da Chandon, localizados em Garibaldi. Cor amarelo palha com excelente espumatização, borbulhas muito finas e numerosas. Aroma lembrando avelã, amêndoa e pão assado. Na boca mostrou boa estrutura, com excelente acidez e cremosidade. Final seco, persistente e bem refrescante. Sem dúvida um espumante fresco e elegante.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$65</p><h2>Reserva da Serra Espumante Brut</h2><p>A vinícola Lidio Carraro, responsável pela produção dos vinhos da marca Reserva da Serra, tem um posicionamento de boutique. Cuidam com esmero de seus vinhedos, são adeptos do baixo rendimento e do intervencionismo limitado. O resultado desse trabalho aparece no Reserva da Serra Brut, um espumante leve, frutado e muito agradável. Cor palha, com mousse discreto, borbulhas finas. Aroma intenso, frutado e direto; lembra pêras e flores de vários tipos. Esse espumante é leve e refrescante, apesar da acidez mais baixa e a maior quantidade de açúcar residual.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$28</p><h2>Dom Cândido Espumante Brut</h2><p>Pequena vinícola familiar encabeçada pelo patriarca Cândido Valduga, a Dom Cândido possui uma área de 12ha na Vila Leopoldina, Vale dos Vinhedos. O seu Espumante brut é produzido a partir de vinhedos próprios utilizando 100% da variedade chardonnay. Cor amarelo levemente esverdeado, esse brut apresentou uma mousse pouco consistente, com borbulhas de tamanho médio, em pequena quantidade e com pouca persistência. Bouquet de boa intensidade lembrando fermento de pão, açucar queimado e um toque floral. No palato mostrou cremosidade e bom equilíbrio entre a estrutura e a ótima acidez. Não chega a ser um espumantes dos mais frescos, mas ainda assim é bem agradável.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad.Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$27</p><h2>Vallontano Espumante Brut</h2><p>Outra vinícola considerada “boutique”, a Vallontano Vinhos Nobres, assim como a Lídio Carraro, também busca tirar proveito da produção pequena. Com 7 hectares no Vale dos Vinhedos, produzem um espumante muito equilibrado e sutil. O seu brut apresentou cor amarela, mousse razoável com borbulhas numerosas e persistentes. O bouquet não chega a ser intenso, mas é sutil e agradável, remetendo a frutas secas, citrinos, levedo e flores. Na boca é harmonioso, leve e com boa cremosidade. Um espumante leve e delicado, com final de boca muito agradável.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad.Alcoólica:</strong> 10,2%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$39</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>Manuel Louzada fala do seu trabalho como enólogo da Terrazas de los Andes</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/entrevistas/manuel-louzada-fala-do-seu-trabalho-como-enologo-da-terrazas-de-los-andes/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/entrevistas/manuel-louzada-fala-do-seu-trabalho-como-enologo-da-terrazas-de-los-andes/#comments</comments> <pubDate>Tue, 20 Nov 2007 11:30:30 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Entrevistas]]></category> <category><![CDATA[chandon]]></category> <category><![CDATA[terrazas de los andes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/11/20/manuel-louzada-fala-do-seu-trabalho-como-enologo-da-terrazas-de-los-andes/</guid> <description><![CDATA[Apresentar aos nossos leitores o trabalho desenvolvido pelos produtores, sob a ótica dos profissionais que fazem o vinho. Essa será a temática da mais nova seção do QVinho, que inaugura hoje, dedicada especialmente a entrevistas. E, para dar início em grande estilo, publicamos uma entrevista exclusiva para o QVinho, com Manuel Louzada, diretor de enologia&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/entrevistas/manuel-louzada-fala-do-seu-trabalho-como-enologo-da-terrazas-de-los-andes/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Apresentar aos nossos leitores o trabalho desenvolvido pelos produtores, sob a ótica dos profissionais que fazem o vinho. Essa será a temática da mais nova seção do QVinho, que inaugura hoje, dedicada especialmente a entrevistas. E, para dar início em grande estilo, publicamos uma entrevista exclusiva para o QVinho, com Manuel Louzada, diretor de enologia da <strong>Bodega Terrazas de Los Andes</strong>.  Para explicar como se deu o ingresso de Louzada no mundo do vinho, basta dizer que sua paixão veio de berço. Natural de Portugal, Manuel vem de uma tradicional família de vitivinicultores de Portugal (Caves Messias). Mas, há sete anos Manuel fez de Mendoza sua residência, ao lado da esposa e filhos, e hoje é responsável pela produção dos vinhos de uma das mais prestigiadas bodegas de Mendoza.</p><p>Nessa entrevista Louzada conta um pouco mais sobre o terroir dos principais vinhedos e a filosofia de trabalho que dita o estilo dos vinhos da Terrazas. Quando perguntado sobre o potencial vitivinícola de Mendoza e a adaptação de outras varietais nessa região, Louzada é enfático: ilimitado. &#8220;As características que se reúnem naturalmente na Argentina e especialmente em Mendoza são excepcionais, permitindo alcançar uma perfeita maturação e a expressão de um grande número de variedades&#8221;. E lança o desafio, ao incluir no rol de variedades a emblemática Touriga Nacional. É o coração português batendo mais forte. Quanto a polêmica, terroir ou mão do homem, Louzada é defensor de uma intervenção limitada. Para ele, o vinho é a expressão de um bom solo e clima, daí a importância do trabalho nos vinhedos.</p><p
style="text-align: center"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/11/manuel-louzada.jpg" alt="Manuel Louzada - Enólogo da bodega Terrazas de los Andes" class="imageframe imgaligncenter" width="440" height="293" /></p><p><strong>QVinho &#8211; A Terrazas de los Andes foi uma das primeiras bodegas a trabalhar o conceito de terroir, mencionando em seus rótulos as diferentes altitudes dos vinhedos, associando a qualidade das diferentes uvas a essa adaptação ao terreno e ao clima. Os vinhos da linha Afincado representam com perfeição essa filosofia, ostentando orgulhosamente o nome do vinhedo de origem, assim como os Grand Crus de Bordeaux. Gostaria que o senhor explicasse as diferenças do terroir de Las Compuertas e Los Aromos.</strong></p><p>Louzada &#8211; Dado que Mendoza é uma região sem influência marítima, tanto pela presença da Cordilheira dos Andes, que bloqueia qualquer influência proveniente do Oceano Pacífico, quanto pela grande distância do Oceano Atlântico, de mais de 1.200 Km, o fator que define a perfeita expressão das uvas é precisamente a altitude em que os vinhedos se encontram plantados. Esta altitude, que do ponto de vista climático afeta principalmente a temperatura diurna (a qual baixa perto de 0,65°C por cada 100 metros de altura) e a amplitude térmica (diferença entre a temperatura diurna e a noturna, extremamente importante para a formação de polifenóis) tem que ser a mais adequada para cada variedade, pois, caso contrario, não é possível alcançar o nível adequado de maturação, (se excessiva) ou pode ocorrer uma excessiva acumulação de açúcar sem chegar à maturação polifenólica (se insuficiente).</p><p>O vinhedo de Las Compuertas é onde se reúnem as condições perfeitas para o crescimento e maturação da variedade de uva Malbec. Este vinhedo, plantado em 1929, encontra-se situado a uma altura média de 1.067 metros, com um solo pouco fértil, pobre em matéria orgânica e de excelente drenagem.  A amplitude térmica é de cerca de 16°C, o que permite uma lenta maturação, uma lenta acumulação de açúcares e, muito mais importante, a acumulação de todos os constituintes que afetam a sua profunda cor, seu complexo aroma e sua elegante estrutura.<br
/> No vinhedo de Los Aromos se reúnem as condições excepcionais para o Cabernet Sauvignon. Um vinhedo de mais de 15 anos, que se encontra a uma altura média de 980 metros, com um solo de características não muito diferentes do mencionado anteriormente. Neste caso, a amplitude térmica é de cerca de 14°C, fundamental para cobrir as necessidades da variedade Cabernet Sauvignon, a qual precisa naturalmente de um pouco mais de calor que a Malbec.</p><p><strong>QVinho &#8211; A maioria dos produtores do novo mundo costuma buscar inspiração nos grandes vinhos europeus. Nicolás Catena Zapata procura aproximar o seu Cabernet Sauvignon do estilo Medoc, já a O.Fournier tem os olhos voltados para suas raízes em Ribera Del Duero, por outro lado, Roberto Cipresso imprimiu um estilo “super toscano” aos vinhos da Achaval Ferrer. Como os proprietários da Terrazas de los Andes são franceses, é natural que pensemos num estilo “francês”, porém os vinhos da Terrazas demonstram uma personalidade bem definida, com as melhores características do novo mundo. Como é esse processo de definição de estilo dentro da Terrazas, vocês possuem a liberdade para moldar a personalidade dos vinhos? Quais as diretrizes impostas pelo grupo LVMH?</strong></p><p>Louzada &#8211; Quando a Moët &amp; Chandon decidiu se instalar na Argentina, trouxe uma filosofia de trabalho clara, precisa e sempre orientada à obtenção da mais alta qualidade, que se sustentava em dois pilares fundamentais: a procura do melhor terroir para a expressão de cada variedade e, uma vez alcançada a máxima expressão no vinhedo, traduzir toda esta qualidade ao vinho com uma filosofia de vinificação extremamente respeitosa. Estas seriam, de uma forma geral, as únicas diretrizes do grupo ao qual pertence a Terrazas de los Andes.<br
/> Como foi bem dito, os vinhos da Terrazas têm estilo e personalidade bem definidos, que procuram ressaltar as características excepcionais obtidas nos nossos vinhedos, com uma vinificação de marcada influência francesa que procura em todo momento adicionar, de forma equilibrada, elementos para alcançar o nível de complexidade procurado.</p><p><strong>QVinho &#8211; A Argentina é muito conhecida pelos emblemáticos vinhos de Malbec, porém isso vem mudando, cada vez mais vinhos de variedades como a Tempranillo, Pinot Noir, Syrah, Petit Verdot, Bonarda, Torrontes e Viognier aparecem no mercado. Alguns produtores já fazem vinhos de elite com as duas primeiras, e as outras parecem ter entusiastas com boas razões para acreditar nelas. Atualmente a Terrazas de los Andes oferece vinhos das variedades mais tradicionais na Argentina, como a Cabernet Sauvignon a Chardonnay e a Malbec, mas existe algum projeto ou pretensão de trabalhar com outras variedades de uvas? Qual a opinião do senhor sobre o potencial de outras varietais além da Malbec, da Cabernet Sauvignon e da Chardonnay?</strong></p><p>Louzada &#8211; Uma das grandes preocupações da equipe de Vinhedos e Enologia da Terrazas de los Andes é a permanente procura e experimentação de outras variedades de uva e sua combinação exata com a altitude na qual devem ser plantadas. Além das variedades mencionadas, gostaria de citar também variedades como a Sémillon (junto com a Malbec, as duas variedades de maior tradição em Mendoza), a Merlot, a Cabernet Franc, a Tannat, a Petit Manseng (para a elaboração de Colheitas Tardias) e, quem sabe, por que não um pouco de Touriga Nacional.<br
/> Do meu ponto de vista, as características que se reúnem naturalmente na Argentina e especialmente em Mendoza são excepcionais, permitindo alcançar uma perfeita maturação e a expressão de um grande número de variedades, razão pela qual a única palavra em que posso pensar sobre o potencial vitivinícola de Mendoza seria ilimitado.</p><p><strong>QVinho &#8211; O intervencionismo exagerado do homem é um dos pontos mais controversos na produção de vinho atual. Técnicas como a microoxigenação, a osmose reversa e o spinning cone já são bastante empregadas, facilitando a criação de vinhos potentes e concentrados, porém macios e prontos para o consumo imediato. Qual a sua opinião sobre o chamado vinho high-tech?</strong></p><p>Louzada &#8211; Como eu lhe dizia, a filosofia da Terrazas de los Andes está muito em linha com a que a Moët &amp; Chandon nos trouxe há mais de 45 anos, baseada numa qualidade excepcional alcançada nos vinhedos e,depois, com técnicas de vinificação e de intervenção limitada que permitam traduzir esta qualidade aos vinhos. A nossa equipe está profundamente convencida de que um bom vinho nasce no vinhedo, razão pela qual grande parte do nosso esforço se concentra precisamente aí. Posteriormente, a definição do momento da colheita requer uma grande dedicação no seguimento da maturação e uma seleção precisa, de tal forma que no início da vinificação possamos contar com o máximo de qualidade. A vinificação deve, então, ser pensada em detalhes para somar em cada passo da elaboração do vinho para que chegue ao consumidor nas melhores condições.</p><p>Pessoalmente, eu estou um convencido daquilo que acabo de mencionar e, portanto, sou mais partidário de uma intervenção limitada. No entanto, penso também que as diferentes técnicas de vinificação, como as que menciona, são ferramentas que estão à disposição dos enólogos para ajudá-los na elaboração de vinhos de boa qualidade. Gostaria unicamente de dizer algumas palavras sobre as técnicas que menciona: a microoxigenação me parece interessante, pois é inspirada na dissolução de O2 que se fazia durante as trasfegas e, em vez de propor dissoluções importantes que alcançavam níveis de saturação, propõe dissoluções adequadas às necessidades do vinho; quanto à osmose inversa e o spinning cone, é muito possível que se ouça falar cada vez mais destas técnicas, devido ao aumento do nível de açúcar e, portanto, de álcool potencial nas uvas pelo aquecimento global do planeta. Nesse caso, penso que é mais positivo o uso destas técnicas a ter um vinho com mais de 14% ou 15% de álcool.</p><p><strong>QVinho &#8211; Qual o melhor vinho que você já fez? E qual o melhor que já provou?</strong></p><p>Louzada &#8211; Sinceramente, são as duas perguntas mais difíceis que me poderiam fazer por ter que escolher um só vinho e deixar de fora uma enorme quantidade de vinhos pelos quais ainda hoje tenho um especial carinho. Por outro lado, sou extremamente perfeccionista e o meu objetivo a cada ano é fazer um vinho cada vez melhor. Como dizem os ingleses, &#8220;<em>there is always room for improvement</em>&#8220;. Por isso, gostaria de responder que o vinho que hoje em dia mais me satisfaz fazer é o <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos-argentinos/terrazas-de-los-andes-reserva-malbec-2003/" title="Terrazas de los Andes Reserva">Terrazas Reserva Malbec</a>, pois penso que estamos num excelente caminho.</p><p>Quanto ao vinho que provei, vou ter que mencionar vários e tenho a certeza de que vou esquecer muitíssimos vinhos dos quais gosto:</p><ul><li>Vinho Tintos: Cheval Blanc 2000, Cheval des Andes 2005 (ainda não está no mercado); Terrazas Gran Malbec e Gran Cabernet Sauvignon 1999, <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/terrazas-de-los-andes-afincado-malbec-2004/" title="Terrazas de los Andes Afincado Malbec 2004">Afincado Malbec</a> 2002, Rozès Touriga Nacional 1999, Cape Mantelle Cabernet Sauvignon 2003.</li><li>Vinhos Brancos: Cloudy Bay Te Koko 2003, Cloudy Bay Sauvignon Blanc 2006, Guiado Sémillon 2004 (da Chandon Argentina).</li><li>Champagnes: Krug 1988 (provei uma semana depois do nascimento do meu filho, Pedro, em Novembro do ano 2000 e jamais esquecerei este vinho), Dom Pérignon 1995 e La grande Dame Rosé 1995 (provei no nascimento da minha filha, Maria).</li><li>Vinhos Espumantes: Chandon Cuvée Réserve Pinot Noir, Baron B. Unique 1997.</li></ul><p>Para mim, a recordação destes vinhos se dá pela combinação da sua excelente qualidade com momentos maravilhosos na minha vida.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/entrevistas/manuel-louzada-fala-do-seu-trabalho-como-enologo-da-terrazas-de-los-andes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Terrazas de los Andes Reserva Malbec 2003</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/terrazas-de-los-andes-reserva-malbec-2003/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/terrazas-de-los-andes-reserva-malbec-2003/#comments</comments> <pubDate>Mon, 11 Jun 2007 17:36:01 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Argentina]]></category> <category><![CDATA[chandon]]></category> <category><![CDATA[chateau d'yquem]]></category> <category><![CDATA[lurton]]></category> <category><![CDATA[terrazas de los andes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/06/11/terrazas-de-los-andes-reserva-malbec-2003/</guid> <description><![CDATA[A Terrazas de Los Andes é sempre uma bodega confiável, que produz vinhos ricos e típicos, aproveitando o ótimo terroir dos vinhedos em Luján de Cuyo, como esse Reserva da safra 2003, proveniente de vinhas de mais de 45 anos de idade. Mostrou bela cor rubi, profundo e pouco transparente. Nariz intenso de compota e&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/terrazas-de-los-andes-reserva-malbec-2003/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/terrazas-reserva-malbec.jpg" title="Terrazas de los Andes Reseva Malbec 2003"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/terrazas-reserva-malbec.thumbnail.jpg" alt="Terrazas de los Andes Reseva Malbec 2003" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="170" width="70" /></a>A Terrazas de Los Andes é sempre uma bodega confiável, que produz vinhos ricos e típicos, aproveitando o ótimo terroir dos vinhedos em Luján de Cuyo, como esse Reserva da safra 2003, proveniente de vinhas de mais de 45 anos de idade. Mostrou bela cor rubi, profundo e pouco transparente. Nariz intenso de compota e frutas glaceadas, com um discreto toque de especiarias doces, como o cravo. Encorpado, mas não pesado, com taninos finos e boa acidez. Final persistente e adocicado. A safra de 2003 em Mendoza foi muito quente e seca, favorecendo particularmente a Malbec. Esse Terrazas exprime bem as características desse ano, uma Malbec bem maturada, apresentando fruta vermelha açucarada e, felizmente, tem boa acidez para não se tornar enjoativo. A Terrazas de los Andes é um empreendimento da Moët &amp; Chandon (empresa do grupo LVMH), que também está produzindo o Cheval dos Andes em joint venture com o Cheval Blanc (também LVMH). O responsável por esse Cheval argentino é o próprio Pierre Lurton (primo de <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/lurton-malbec-2005/">Jacques e François</a>), enólogo chefe do Château Cheval Blanc e do lendário Château D&#8217;Yquem.</p><p
style="text-align: center"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/finca-perdriel.jpg" alt="Finca Perdriel" class="imageframe imgaligncenter" height="299" width="450" /></p><p>Vinhedos em Perdriel, Luján de Cuyo. Logo após o Rio Mendoza pela Ruta 15 encontramos a Norton e a Terrazas.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="61" /><br
/> <em>Um típico Malbec com doce frutuosidade e textura cremosa.</em><br
/> <strong>Preço:</strong> R$ 75<br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 14%</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/terrazas-de-los-andes-reserva-malbec-2003/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk: basic
Page Caching using disk: enhanced
Database Caching 1/29 queries in 0.017 seconds using disk: basic
Object Caching 852/912 objects using disk: basic

Served from: www.qvinho.com.br @ 2012-02-04 19:52:10 -->
