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><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; concha y toro</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/tag/concha-y-toro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 10:34:47 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Receita: Arroz negro com camarão e tilápia</title><link>http://www.qvinho.com.br/receitas/arroz-negro-camarao-tilapia/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/receitas/arroz-negro-camarao-tilapia/#comments</comments> <pubDate>Wed, 06 Apr 2011 12:06:16 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Receitas]]></category> <category><![CDATA[camarão]]></category> <category><![CDATA[concha y toro]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=5621</guid> <description><![CDATA[Adoro navegar pela internet em busca de novas receitas e, nesses momentos de divagação, eventualmente passeio por blogs conhecidos. Esse é o caso dessa receita, inspirada no post do Anacreon para um prato com arroz negro, lulas e camarões. Não mudei muita coisa, na realidade acrescentei o peixe e algumas firulinhas adicionais. Virei fã do&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/receitas/arroz-negro-camarao-tilapia/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/04/tilapia-3601.jpg"><img
class="size-medium wp-image-5671 alignnone" title="Arroz negro com camarão e tilápia" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/04/tilapia-3601-500x331.jpg" alt="Arroz negro com camarão e tilápia" width="500" height="331" /></a></p><p>Adoro navegar pela internet em busca de novas receitas e, nesses momentos de divagação, eventualmente passeio por blogs conhecidos. Esse é o caso dessa receita, inspirada no <a
href="http://anacreonteos.blogspot.com/2010/08/arroz-negro-com-lulas-textura-e-sabor.html" target="_blank">post do Anacreon</a> para um prato com arroz negro, lulas e camarões. Não mudei muita coisa, na realidade acrescentei o peixe e algumas firulinhas adicionais. Virei fã do arroz negro, não aquele tingido pela tinta de lula, mas sim o natural que é riquíssimo em polifenóis, daí a sua cor violeta quase negra. A minha receita, além de camarões e lulas, também emprega <em>vongole</em> fresco (conhecido por aqui como berbigão). Você pode até deixar de lado esse pequeno molusco, mas garanto que o seu saboroso caldo só enriquecerá o prato. Não existem muitas marcas de arroz negro no mercado, muito embora nem precise, afinal a nacional La Cumparsita é excelente e não custa muito.</p><h2>Receita e ingredientes para o arroz negro (2 porções):</h2><ul><li>300g de Arroz negro La Cumparsita;</li><li>250g de camarões médios limpos;</li><li>2 filés de Tilápia;</li><li>Camarões grandes na casca a gosto;</li><li>300g de vongole na concha;</li><li>250g de lulas em anéis;</li><li>1 cebola;</li><li>Salsinha a gosto;</li><li>Manteiga a gosto;</li><li>Sal a gosto.</li></ul><p>Preparo:</p><p>Inicie o preparo cozinhando os camarões em 500ml água e sal. Quando adquirirem aquela cor rosada característica, retire da água e reserve. Na mesma panela cozinhe os anéis de lula por alguns minutos e reserve. Deixe a água na panela, pois ela servirá de caldo para cozinhar o arroz. Em outra panela refogue um dente de alho picado com um pouco de azeite, em seguida adicione um copo de vinho branco e cozinhe os vongoles (<a
href="http://www.qvinho.com.br/receitas/spaghetti-alle-vongole/">veja aqui como prepará-los</a>) em panela fechada até abrirem (por volta de 4 minutos). Uma vez abertos, desligue o fogo e reserve. Para preparar o arroz, refogue a cebola picada com azeite até murchar, nesse ponto adicione o arroz e frite rapidamente. Na sequencia adicione umas duas conchas do caldo do camarão para o arroz cozinhar. Deixe cozinhar em panela fechada por mais ou menos 30 minutos, mexendo eventualmente e adicionando mais caldo para não secar. Enquanto o arroz cozinha, frite os filets de tilápia em uma frigideira com um pouco de azeite. Aproveite também para cozinhar os camarões grandes com casca na mesma panela do caldo. Antes de terminar o cozimento do arroz coloque o caldo do vongole para dar um sabor especial. Lembre-se que o arroz deve ficar <em>al dente</em>, por isso não cozinhe demais. Depois de pronto, incorpore ao arroz os camarões, as lulas e as conchas com vongole, mexa bem e adicione um pouco de manteiga para dar uma cremosidade. Sirva com os camarões, o filet de tilápia e salsinha finamente picada por cima.</p><h2>Vinho Recomendado: Casillero del Diablo Chardonnay</h2><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/04/casillero-del-diablo-chardonnay.jpg"><img
class="alignleft size-thumbnail wp-image-5672" title="Casillero del Diablo Chardonnay " src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/04/casillero-del-diablo-chardonnay-230x296.jpg" alt="Casillero del Diablo Chardonnay " width="230" height="296" /></a>Para acompanhar esse arroz pensei logo em um chardonnay modernoso, afinal não é um arroz qualquer, possui muitos polifenóis e sabores ricos do mar. Queria um chardonnay encorpado, mas como não tinha nenhum por perto, não exitei em abrir esse Casillero para ver como estava. Trata-se de um chardonnay básico, mas bem feito, produzido com uvas do Vale de Casablanca pela maior vinícola da América do Sul. Combinou legal com o prato, apesar de um pouco leve demais. No copo bons aromas de futas tropicais maduras, sem excesso de madeira e exibindo ótimo equilíbrio. Nada mal para um vinho abaixo de R$35!</p><p><strong>Grad. Alcoólica:</strong> 13,5%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$33</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/receitas/arroz-negro-camarao-tilapia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Maycas del Limari Sauvignon Blanc 2008</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/maycas-del-limari-sauvignon-blanc-2008/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/maycas-del-limari-sauvignon-blanc-2008/#comments</comments> <pubDate>Thu, 01 Apr 2010 16:55:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Chile]]></category> <category><![CDATA[concha y toro]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4090</guid> <description><![CDATA[Tenho dito que as grandes barganhas na América do Sul são de vinhos brancos. Tá bom, eu sei! Muitos brancos também são caros, mesmo assim custam bem menos que tintos top de linha. A verdade é que os brancos ainda são subestimados pela grande maioria dos consumidores, por isso são poucos os produtores que arriscam&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/maycas-del-limari-sauvignon-blanc-2008/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/maycas-del-limari-sauvignon.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-4094" title="Maycas del Limari" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/maycas-del-limari-sauvignon-500x334.jpg" alt="Maycas del Limari" width="500" height="334" /></a></p><p>Tenho dito que as grandes barganhas na América do Sul são de vinhos brancos. Tá bom, eu sei! Muitos brancos também são caros, mesmo assim custam bem menos que tintos top de linha. A verdade é que os brancos ainda são subestimados pela grande maioria dos consumidores, por isso são poucos os produtores que arriscam uma puxada de preço forçada, uma prática que infelizmente contaminou os chamados “vinhos ícones”, que por aqui são essencialmente tintos.</p><p>O <strong>Maycas del Limari</strong> exemplifica bem essa realidade, afinal é um grande Sauvignon Blanc, com qualidade compatível a outros bem cotados do Vale do Loire e Nova Zelândia, mas não custa os olhos da cara. Maycas é um projeto da Concha Y Toro no remoto Vale do Limarí, uma região que, apesar de já possuir mais de um século de vinhas cultivadas, só agora aparece no mapa vinícola chileno. O Vale do Limarí situa-se 400km ao norte de Santiago, relativamente próximo ao oceano (30Km); caracterizado por intensa luminosidade, ventos frios, pouquíssima umidade e solos ricos em carbonato de cálcio. Limarí é a bola da vez no Chile, competindo em atenção com o Vale do Maule, regiões com um tremendo potencial para elaboração de vinhos de qualidade.</p><p>O Maycas del Limari Sauvignon Blanc 2008 é um vinho superfresco e perfumado, envolto por aromas minerais intensos; notas herbáceas finas e toques cítricos também aparecem. Na boca é encorpado, com uma certa presença de taninos, acidez agradável e um toque quase salgado. Bom final de boca, seco e com permanência de aromas cítricos. É um baita Sauvignon, quase mastigável.</p><p>Não é o melhor Sauvignon Blanc que já bebi, do Chile gosto mais dos<a
title="Casa Marin" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/casa-marin-qvotr2009/"> Casa Marin Laurel e Cipreses</a>, de qualquer forma o Maycas é mais barato e por isso já está elencado na minha lista de favoritos.</p><p><img
class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="" width="61" height="26" /><br
/> <em>Sauvignon Blanc para quem realmente gosta da variedade. É focado na mineralidade e nos toques herbáceos, deixando de lado a fruta tropical.</em></p><p>Importadora: Enoteca Fasano<br
/> Preço: R$89<br
/> Grad. Alcoólica: 13%</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/maycas-del-limari-sauvignon-blanc-2008/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Ventolera Pinot Noir 2007</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/ventolera-pinot-noir-2007/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/ventolera-pinot-noir-2007/#comments</comments> <pubDate>Fri, 15 Jan 2010 13:34:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Chile]]></category> <category><![CDATA[concha y toro]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=3619</guid> <description><![CDATA[Como de costume, nessas férias provamos muitos rótulos novos. Alguns deles sequer merecem comentários, já outros fiz questão de anotar as impressões. Um dos vinhos que me chamou a atenção foi o Ventolera Pinot Noir 2007 da Viña Litoral. O vinho em si não chega a impressionar e, ainda está longe de figurar no time&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/ventolera-pinot-noir-2007/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ventolera-pinot-noir.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-3670" title="Ventolera Pinot Noir 2007" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ventolera-pinot-noir-500x334.jpg" alt="Ventolera Pinot Noir 2007" width="500" height="334" /></a></p><p>Como de costume, nessas férias provamos muitos rótulos novos. Alguns deles sequer merecem comentários, já outros fiz questão de anotar as impressões. Um dos vinhos que me chamou a atenção foi o <strong>Ventolera Pinot Noir 2007</strong> da <strong>Viña Litoral</strong>. O vinho em si não chega a impressionar e, ainda está longe de figurar no time das grandes estrelas chilenas, mas levando-se em consideração que se trata da primeira safra já podemos visualizar um futuro promissor para essa jovem vinícola. Quanto a Pinot Noir, não tenho dúvidas, ainda veremos ótimos vinhos nos próximos anos, em especial os provenientes das regiões mais frias e próximas da costa. Sem falar que muitos produtores estão usando o carvalho com mais moderação, e o resultado são vinhos mais originais e gostosos de beber.</p><p>A Vina Litoral é resultado de uma parceria entre <strong>Vicente Izquierdo</strong> e <strong>Ignacio Recabarren</strong> (enólogo da Viña Concha y Toro), com o objetivo de produzir vinhos, principalmente brancos e Pinot Noir, com a expressão típica do terroir do Vale de Leyda. Em 2008, o projeto se materializou com a construção da pequena, mas moderna <strong>Ventolera Winery</strong>, localizada em San Juan de Huinca. Como convém a todas vinícolas modernas, sua construção em diversos níveis favorece a produção por gravidade, e além disso, um projeto de exploração eólica garante a energia para toda a vinícola. Esse Pinot apresentou uma bela cor rubi, com transparência e um bouquet de intensidade média. Aromas de cerejas e amoras negras, mas não é dos mais frutados; nota-se uma presença mineral com um fundo levemente tostado. Estrutura mediana, taninos maduros, com um final frutado de boa duração e bem alcoólico.</p><p><img
class="size-full wp-image-108 alignnone" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" width="45" height="26" /><br
/> <em>Pinot Noir gostoso, e com mais tipicidade do que muitos dos seus irmãos sul-americanos mascarados demais pela madeira, porém o preço elevado é o seu maior entrave.</em><br
/> Grad. Alcoólica: 14,5%<br
/> Importadora: Casa do Porto<br
/> Preço: R$160</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/ventolera-pinot-noir-2007/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Les Brulières de Beychevelle 2001</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/les-brulieres-de-beychevelle-2001/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/les-brulieres-de-beychevelle-2001/#comments</comments> <pubDate>Wed, 27 Feb 2008 15:02:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[França]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category> <category><![CDATA[concha y toro]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/02/27/les-brulieres-de-beychevelle-2001/</guid> <description><![CDATA[Muito se fala sobre os vinhos do novo mundo; californianos, australianos, chilenos e argentinos têm apresentando qualidade consistente, porém não se engane, Bordeaux continua sendo Bordeaux. Mesmo que os Cabernets e Merlots do hemisfério sul tenham custo mais acessível, é bom deixar de comprar algumas dessas garrafas para provar o que Bordeaux tem a oferecer.&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/les-brulieres-de-beychevelle-2001/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/02/les-brulieres.jpg" title="Les Brulières de Beychevelle 2001 - Bordeaux produzido pelo Chateau Beychevelle de St.Julien"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/02/les-brulieres.miniatura.jpg" alt="Les Brulierès de Beychevelle 2001 - Bordeaux produzido pelo Chateau Beychevelle de St.Julien" align="left" vspace="10" hspace="10" /></a>Muito se fala sobre os vinhos do novo mundo; californianos, australianos, chilenos e argentinos têm apresentando qualidade consistente, porém não se engane, Bordeaux continua sendo Bordeaux. Mesmo que os Cabernets e Merlots do hemisfério sul tenham custo mais acessível, é bom deixar de comprar algumas dessas garrafas para provar o que Bordeaux tem a oferecer. Tenho um amigo que só compra Cabernet chileno, principalmente <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/degustacao-as-cegas/vinhos-bordeaux-chile-argentina/" title="Marques de Casa Concha">Marques de Casa Concha</a> e <strong>Arboleda</strong>. Bons vinhos, mas é muito chato beber sempre a mesma coisa. Algo maravilhoso que o mundo do vinho oferece é a diversidade, então para que restringir tudo a meia dúzia de rótulos confiáveis? Sempre vale a pena provar novos vinhos &#8211; mesmo que muitos decepcionem &#8211; e se você é fã de Cabernet Sauvignon, Merlot e Carménère, que tal começar a conhecer melhor os vinhos de Bordeaux?</p><p>Quando me perguntam se um Bordeaux de R$ 150 (de produtor confiável, não aqueles rótulos obscuros do Carrefour) é melhor que um Cabernet chileno (ou argentino) de mesmo preço, sempre respondo: depende do gosto de cada um, todavia uma coisa é certa, o Bordeaux será menos concentrado e intenso, mesmo assim pode surpreender mostrando mais complexidade. E isso é bom ou é ruim? Vou responder com outra pergunta: Que mulher é mais atraente, Ana Hickmann ou Juliana Paes (para exagerar ainda mais a comparação, que tal Sandy e aquela fulana do último carnaval que dizem ter perdido o tapa sexo)?</p><p>Para quem pretende descobrir Bordeaux, recomendo começar pelos vinhos de <strong>Saint Julien</strong>. Situada entre <strong>Pauillac</strong> e <strong>Margaux</strong>, St. Julien é frequentemente ofuscada pela vizinhança, uma terrível injustiça, uma vez que seus vinhos podem ser tão bons quanto os grandes de Paulliac. Só para citar um exemplo o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_L%C3%A9oville-Las_Cases" target="_blank" title="Chateau Leoville las Cases">Chateau Léoville Las Cases</a> (St. Julien) faz fronteira com a propriedade do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Latour" target="_blank" title="Chateau Latour">Chateau Latour</a> (Pauillac), mantendo os mesmos níveis de qualidade pelo menos há uma década; a diferença é que pode custar até 5 vezes menos!</p><p>Provamos o <strong>Les Brulières de Beychevelle</strong>, produzido pelo <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Beychevelle" target="_blank" title="Chateau Beychevelle">Chateau Beychevelle</a> (quarto caldo de St. Julien), que assim como outros chateaux de St. Julien, também tem produzido excelentes vinhos nas últimas décadas. O Les Brulières é denominado como Haut-Medoc, uma vez que as uvas &#8211; 66% de Cabernet Sauvignon e 34% de Merlot &#8211; provêm de uma parcela externa a área demarcada de St. Julien. Mostrou cor grená com transparência. Nariz de boa intensidade com frutas vermelhas frescas, notas agradáveis de carvalho tostado, ervas secas e toque floral sutil. Corpo médio, taninos finos e excelente acidez. Final agradável e com boa persistência. O Les Brulières não decepcionou, tem um apelo imediato, fácil de gostar e de combinar na cozinha.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" /></p><p><em>Bordeaux bem feito e acessível. Não espere um vinho potente e encorpado, mas sim, harmonia e uma certa complexidade. </em></p><p><span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 12,5%<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$160<br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Petit Chateau</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/les-brulieres-de-beychevelle-2001/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Degustação às cegas: Bordeaux, Chile e Argentina</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/degustacao-as-cegas/vinhos-bordeaux-chile-argentina/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/degustacao-as-cegas/vinhos-bordeaux-chile-argentina/#comments</comments> <pubDate>Wed, 12 Sep 2007 18:18:49 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Degustação às Cegas]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category> <category><![CDATA[concha y toro]]></category> <category><![CDATA[nieto senetiner]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/09/12/degustacao-as-cegas-bordeaux-chile-e-argentina/</guid> <description><![CDATA[Como diriam muitos especialistas, as degustações às cegas costumam derrubar até mesmo degustadores muito experientes. Claro, não foi o caso dessa avaliação em especial. Principalmente porque a pauta e os rótulos já eram conhecidos: Chapelle de Potensac 2004 (Bordeaux), Marques de Casa Concha (Chile) e Don Nicanor (Argentina). Ou seja, uma degustação às cegas ma&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/degustacao-as-cegas/vinhos-bordeaux-chile-argentina/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Como diriam muitos especialistas, as degustações às cegas costumam derrubar até mesmo degustadores muito experientes. Claro, não foi o caso dessa avaliação em especial. Principalmente porque a pauta e os rótulos já eram conhecidos: <strong>Chapelle de Potensac 2004 (Bordeaux), Marques de Casa Concha (Chile) e Don Nicanor (Argentina)</strong>. Ou seja, uma degustação às cegas <em>ma non troppo</em>. O objetivo nessa degustação foi reunir alguns cortes ao estilo bordales, situados numa mesma faixa de preço. Aproveitando a ocasião convidamos outras três pessoas para participar do encontro (estas desconheciam os rótulos, sabendo apenas que seriam vinhos de uvas bordalesas).</p><p>Quase todos os participantes julgaram o Marques de Casa Concha como superior aos demais, porém com pequena vantagem sobre o Don Nicanor, deixando o Bordeaux fora do páreo. O Marques de Casa Concha foi considerado um vinho mais macio e redondo, já o Don Nicanor destacou-se pela sua paleta aromática mais complexa, enquanto o Chapelle de Potensac ficou rotulado como diluído e pouco intenso. Apesar de previsível, essa degustação deixou claro que o <em>terroir</em> define o estilo desses vinhos, provando que a característica varietal não interfere de maneira decisiva.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/painel1.jpg" alt="Degustação as cegas: Chapelle de Potensac 2004 - Médoc, Marques de Casa Concha e Nieto Senetiner Don Nicanor Blend " width="440" height="256" /></p><h2>Chapelle de Potensac 2004 &#8211; Médoc</h2><p>Segundo vinho do Château Potensac, <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cru_Bourgeois" title="Cru Bourgeois Exceptionnels">Cru Bourgeois Exceptionnel</a> produzido pela família Delon (os mesmos proprietários do <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos-franceses/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/" title="Château Léoville Las Cases">Château Léoville Las Cases</a>) sob a AOC Médoc. Aqui não é o lugar mais apropriado para explicar como os vinhos são classificados em Bordeaux, entretanto vale dizer que um Cru Bourgeois pode ser um excelente vinho, como também pode ser apenas um produto para consumo imediato e sem muito brilho e, no caso do Chapelle de Potensac, fica valendo a segunda situação. Cor rubi com transparência bem evidente e lágrimas sem persistência. Aroma pouco intenso de frutas vermelhas, leve madeira com um toque de caramelo. Corpo leve, taninos pouco evidentes e boa acidez, apresentando um bom equilíbrio. Final de boca pouco marcante, deixando uma leve adstringência. Vinho apenas correto, sem brilho.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/bom1.gif" alt="Bom" width="29" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12,5%<br
/> <strong>Preço:</strong> Custa em média 10 euros na origem. Aqui ficaria com um preço bem mais elevado.<br
/> <strong>Importadora:</strong> Foi enviado para nós como amostra.</p><h2>Marques de Casa Concha Cabernet Sauvignon 2005</h2><p>Esse tradicional rótulo da Concha y Toro dispensa apresentações. Sempre confiável, apresenta a característica típica do Vale del Maipo, porém o seu preço poderia ser mais baixo. Mostrou cor rubi com pouca transparência. Aroma de frutas negras, além do bem definido caráter herbáceo do Vale del Maipo, que costuma lembrar café, mentol e pimentões grelhados. Bom corpo, com taninos macios, apesar de ainda ser jovem. Final de boca frutado de boa persistência e levemente adocicado.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 14%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$75<br
/> <strong>Importadora:</strong> Expand</p><h2>Nieto Senetiner Don Nicanor Blend 2004</h2><p>Originário dos vinhedos de Vistalba e Agrelo, em Lujan de Cuyo, este interessante assemblage é feito de Malbec, Cabernet Sauvignon e Merlot em igual porcentagem. A série Don Nicanor é a terceira na linha da Nieto Senetiner, ainda temos o Cadus e o varietal Bonarda, mesmo assim, mostrou uma boa elegância. Cor rubi com pequena transparência. Aroma de frutas decadentes, lembrando ameixas secas e marmelada, com notas de especiarias doces e carvalho tostado. Corpo médio, apresentando taninos bem integrados e boa acidez. Final de boa persistência, levemente seco.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 14%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$55<br
/> <strong>Importadora:</strong> Porto a Porto / Casa Flora</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/degustacao-as-cegas/vinhos-bordeaux-chile-argentina/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>15</slash:comments> </item> <item><title>Trivento Reserve Cabernet-Malbec 2002</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/trivento-reserve-cabernet-malbec-2002/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/trivento-reserve-cabernet-malbec-2002/#comments</comments> <pubDate>Tue, 04 Sep 2007 16:40:09 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Argentina]]></category> <category><![CDATA[concha y toro]]></category> <category><![CDATA[trivento]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/09/04/trivento-reserve-cabernet-malbec-2002/</guid> <description><![CDATA[Chile ou Argentina? A discussão entre chilenos e argentinos a respeito de qual terreno e clima produz os melhores vinhos sul-americanos é antiga. Mas, temos que admitir que os investimentos em terras argentinas, inclusive pelos vizinhos chilenos, é muito expressivo. Só para enumerar algumas incursões chilenas temos: Santa Rita e Viña Carmem com a Doña&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/trivento-reserve-cabernet-malbec-2002/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/trivento-cabernet-malbec.jpg" title="Vinho tinto argentino Trivento Cabernet Malbec Reserve 2002"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/trivento-cabernet-malbec.thumbnail.jpg" alt="Vinho tinto argentino Trivento Cabernet Malbec Reserve 2002" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="170" width="70" /></a>Chile ou Argentina? A discussão entre chilenos e argentinos a respeito de qual terreno e clima produz os melhores vinhos sul-americanos é antiga. Mas, temos que admitir que os investimentos em terras argentinas, inclusive pelos vizinhos chilenos, é muito expressivo. Só para enumerar algumas incursões chilenas temos: Santa Rita e Viña Carmem com a Doña Paula; Viña Montes com a Kaiken; e Concha y Toro com a Trivento Bodegas &amp; Viñedos. Esta última iniciou as atividades em Mendoza, em 1996, com uma estratégia comercial agressiva e o <em>background</em> da maior vinícola da América do Sul. Uma curiosidade, o nome Trivento foi escolhido pela importância dos três ventos (Polar, Zonda e Sudestada) no desenvolvimento e crescimento das videiras nessa região. Sem dúvida uma boa sacada na estratégia de internacionalização da marca. Os vinhos da Trivento geralmente são muito bons e apresentam uma boa relação qualidade/preço. A análise visual desse corte <strong>Cabernet-Malbec Reserve 2002</strong> revelou uma cor grená escura com sinais de evolução. Aroma doce e intenso de geléia e frutas passificadas como uvas e ameixas. Leve presença de cacao e notas tostadas emprestadas pelos 8 meses de estágio no carvalho. Corpo generoso, taninos finos e uma acidez marcante. Final de boca persistente com uma leve adstringência.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" title="Muito Bom"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="45" /></a><br
/> <em>Assemblage muito agradável e equilibrado, resultado de uma excelente safra. Um vinho de fácil harmonização gastronômica. </em><br
/> <strong>Grad. Alcóolica:</strong> 13,5%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$ 30<br
/> <strong>Importadora:</strong> Wine Premium</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/trivento-reserve-cabernet-malbec-2002/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Concha Y Toro Trio 2005 &#8211; Chardonnay, Pinot Grigio e Riesling</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/concha-y-toro-trio-2005-chardonnay-pinot-grigio-e-riesling/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/concha-y-toro-trio-2005-chardonnay-pinot-grigio-e-riesling/#comments</comments> <pubDate>Wed, 27 Jun 2007 11:32:01 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Chile]]></category> <category><![CDATA[concha y toro]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/06/27/concha-y-toro-trio-2005-chardonnay-pinot-grigio-e-riesling/</guid> <description><![CDATA[É na região do Vale Casablanca no Chile, que a gigante Concha y Toro cultiva os varietais de uvas brancas que dão origem a esse corte. O Trio 2005, assinado pelo enólogo Ignácio Recabarren, tem a proposta de reunir num assemblage o que existe de melhor em cada casta. Confeccionado a partir de Chardonnay (70%),&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/concha-y-toro-trio-2005-chardonnay-pinot-grigio-e-riesling/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/trio-chardonnay.jpg" title="Trio Chardonnay"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/trio-chardonnay.thumbnail.jpg" alt="Vinho branco chileno Trio Chardonnay, Pinot Gris e Riesling" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="170" width="70" /></a>É na região do Vale Casablanca no Chile, que a gigante Concha y Toro cultiva os varietais de uvas brancas que dão origem a esse corte. O Trio 2005, assinado pelo enólogo Ignácio Recabarren, tem a proposta de reunir num <em>assemblage</em> o que existe de melhor em cada casta. Confeccionado a partir de Chardonnay (70%), Riesling (15%) e Pinot Grigio (15%), com amadurecimento de 20% das duas primeiras por 7 a 8 meses em barricas de carvalho francês; e o restante, com passagem em tanques de aço inoxidável. De cor amarelo e halo esverdeado, o Trio mostrou um nariz discreto, mas agradável. Em destaque notas de mel mescladas com uma leve frutuosidade cítrica. Palato equilibrado de boa estrutura e acidez. Um vinho de textura macia e final persistente que poderia oferecer maior intensidade aromática.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/bom1.gif" alt="Bom" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="29" /><br
/> <em>Toda a série Trio é facilmente encontrada em diversos pontos-de-venda do país, graças a chancela da Concha y Toro. Excelente casamento com peixes, crustáceos e aves.</em></p><p><strong>Grad. Alcoólica</strong>: 13,5%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$29</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/concha-y-toro-trio-2005-chardonnay-pinot-grigio-e-riesling/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Achaval Ferrer Quimera vs. Marques de Casa Concha Cabernet</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/achaval-ferrer-quimera-2003-vs-marques-de-casa-concha-cabernet-sauvignon-2003/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/achaval-ferrer-quimera-2003-vs-marques-de-casa-concha-cabernet-sauvignon-2003/#comments</comments> <pubDate>Fri, 11 May 2007 13:20:42 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Chile]]></category> <category><![CDATA[achaval ferrer]]></category> <category><![CDATA[concha y toro]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/blog/?p=50</guid> <description><![CDATA[Uma das regiões vinícolas mais famosas do mundo é Bordeaux, talvez pela impecável reputação dos seus Châteaus, mas muito provavelmente pela sua tradição secular em produzir bons vinhos. O estilo dos vinhos produzidos em Bordeaux, principalmente tintos, é bastante imitado mundo afora, mas “imitado” não é a melhor palavra, digamos que o estilo do Bordeaux&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/achaval-ferrer-quimera-2003-vs-marques-de-casa-concha-cabernet-sauvignon-2003/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Uma das regiões vinícolas mais famosas do mundo é Bordeaux, talvez pela impecável reputação dos seus Châteaus, mas muito provavelmente pela sua tradição secular em produzir bons vinhos. O estilo dos vinhos produzidos em Bordeaux, principalmente tintos, é bastante imitado mundo afora, mas “imitado” não é a melhor palavra, digamos que o estilo do Bordeaux tinto inspira muitos produtores. Os varietais bordaleses colaboram muito com essa internacionalização, já que Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot costumam ter boa adaptação fora da sua região de origem, sendo o Chile, um caso notório de perfeita adaptação. Mas agora a Argentina começa a mostrar sua força, produzindo assemblages de Malbec, Cabernet Sauvignon e Merlot que podem deixar muita gente surpresa.</p><p
style="text-align: center"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/marques_quimera.jpg" title="marques_quimera.jpg"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/marques_quimera.jpg" alt="marques_quimera.jpg" class="imageframe imgaligncenter" height="301" width="450" /></a></p><p>Esse é o caso do <strong>Achaval Ferrer Quimera 2003</strong>, um super vinho mendocino, que impressiona pela força e potência. Superlativo em quase tudo, cor vermelho rubi ainda com reflexos violáceos, uma verdadeira tinta. Impressiona a intensidade aromática, com presença de frutas maduras como cerejas, amoras e goiabada, reforçados por um fundo agradável de feno, tabaco, ervas secas e carvalho tostado. Presença marcante na boca, com muito corpo e álcool, mas persistente e agradável, deixando um final de boca doce e longo. O Quimera foi degustado juntamente com o Marques de Casa Concha, um vinho bem conhecido e representante típico do Cabernet chileno.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="77" /><br
/> <em>Concentração e potência fantásticas! Um vinho de competição para ser degustado em momentos especiais.</em><br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Enoteca Fasano<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$150<br
/> <span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13%</p><p>O <strong>Marques de Casa Concha 2003</strong> mostrou-se vermelho rubi, tendente ao grená, com lágrimas abundantes e límpidas. Nariz agradável e de boa concentração, com notas de cassis, chocolate ao leite e menta. Passagem macia pela boca, confirmando o excelente equilíbrio entre taninos e acidez. Um vinho agradável, fácil de beber e gostar, diferentemente do Quimera, que possui uma estrutura mais forte e marcante, que pode fazer páreo com qualquer grande vinho de Bordeaux.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="45" /><br
/> <em>Esse bem balanceado e elegante Cabernet é sempre uma boa opção.</em><br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Expand<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$61</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/achaval-ferrer-quimera-2003-vs-marques-de-casa-concha-cabernet-sauvignon-2003/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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