<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; Enoeventos</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/tag/enoeventos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 15:22:11 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Italian Showcooking in Brazil</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/italian-showcooking-in-brazil/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/italian-showcooking-in-brazil/#comments</comments> <pubDate>Thu, 23 Sep 2010 20:09:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[Camigliano]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=5120</guid> <description><![CDATA[Comparecemos ao evento Italian Showcooking in Brasile, uma iniciativa da marca Paganini, em parceria com as importadoras Casa Flora e Porto a Porto, para apresentar no Brasil algumas criações do renomado restaurante italiano Europa 92, também conhecido como o restaurante do tenor Pavarotti. Em Curitiba o evento aconteceu no restaurante Durski, com presença do Chef&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/italian-showcooking-in-brazil/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Comparecemos ao evento <a
title="Italian Showcooking in Brasile" href="http://www.paganinigastronomia.com.br/italian-showcooking-in-brazil/" target="_blank">Italian Showcooking in Brasile</a>, uma iniciativa da marca Paganini, em parceria com as importadoras Casa Flora e Porto a Porto, para apresentar no Brasil algumas criações do renomado restaurante italiano <a
title="Ristorante Europa 92" href="http://www.ristoranteeuropa92.it/" target="_blank">Europa 92</a>, também conhecido como o restaurante do tenor Pavarotti. Em Curitiba o evento aconteceu no restaurante Durski, com presença do <strong>Chef Fernando Patano</strong>, do restauranter <strong>Gianluca Cló</strong> e de <strong>Stefano Bellei</strong>, Diretor do Acetificio Carandini. Pudemos desfrutar de uma noite bastante agradável, com ótima comida e vinhos perfeitos para a ocasião. Destaque para a surpreendente entrada, uma torta de queijo de ovelha com presunto crocante e molho de ervilhas.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-7.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5125" title="italian-cooking-7" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-7-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Como não poderia ser diferente para um <em>restauranter</em> da Emilia-Romagna, a sugestão de Gianluca para acompanhar a entrada foi um Lambrusco. Isso mesmo, Lambrusco! Não aqueles ordinários que muitos de nós estamos acostumados a ver em festas de casamento e bares, mas um vinho de boa qualidade que faz jus ao nome Lambrusco. De fato a combinação se mostrou perfeita com o <strong>Lambrusco di Sorbara da Chiarli</strong> (R$28), ressaltando delicadeza e frescor do prato.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Chiarli-Lambusco-6.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5127" title="Chiarli-Lambusco-6" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Chiarli-Lambusco-6-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Menos surpreendente, porém perfeito, estava o Spaghettoni com tomatinhos cereja, alcaparras, azeitonas e ricota quente de búfala. Ingredientes fresquíssimos e um sabor delicioso.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-9.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5128" title="italian-cooking-9" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-9-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Uma marvilha com o ótimo <strong>Pinot Grigio Velante</strong> (R$35). Um vinho perfumado, com notas de frutas tropicais e um agradável floral; boa estrutura, ideal para equilibrar com um molho bem temperado do Spaghettoni.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-8.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5129" title="italian-cooking-8" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-8-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Ainda pudemos desfrutar de um bom fillet mignon com creme de parmesão e um toque de aceto balsâmico.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-12.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5130" title="italian-cooking-12" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-12-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Acompanhado pelo delicioso <strong>Brunello di Montalcino Camigliano</strong> (R$180). Um vinho de estilo clássico, taninos finos e ótima acidez.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-11.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5131" title="italian-cooking-11" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-11-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>O super merlot toscano <strong>A. Filippo da Poderi del Paradiso</strong> (R$136) também acompanhou o fillet. Com um bouquet ressaltando as notas do carvalho, ao longo do jantar começou a mostrar seu potencial. Ao contrário do Brunello mostrou-se um vinho de perfil moderno, bem potente e alcoólico.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-10.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5132" title="italian-cooking-10" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-10-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Para encerrar em grande estilo, uma sensacional torta de mascarpone, superdelicada, sem exageros de açúcar, daquelas para ficar na memória, muito bem acompanhada pelo Vin Santo da Poderi del Paradiso (R$85).</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-13.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5133" title="italian-cooking-13" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/09/italian-cooking-13-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p><p>Jantares como esse refletem uma velha máxima: bons vinhos italianos sempre vão muito bem com comida.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/italian-showcooking-in-brazil/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Os vinhos da Camigliano</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/os-vinhos-da-camigliano/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/os-vinhos-da-camigliano/#comments</comments> <pubDate>Wed, 26 May 2010 11:51:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4451</guid> <description><![CDATA[Semana passada participei de uma rápida apresentação dos vinhos da Camigliano, uma vinícola toscana situada no paesino de mesmo nome na região demarcada do Brunello di Montalcino. Paola Falabretti, relações públicas da Camigliano, comandou a degustação ocorrida em Curitiba no Centro Europeu. É sempre uma alegria participar de uma degustação de vinhos toscanos, afinal esta&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/os-vinhos-da-camigliano/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/camigliano.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-4454" title="Camigliano" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/camigliano-500x329.jpg" alt="" width="500" height="329" /></a></p><p>Semana passada participei de uma rápida apresentação dos vinhos da <a
title="Camigliano" href="http://www.camigliano.it/" target="_blank">Camigliano</a>, uma vinícola toscana situada no <em>paesino</em> de mesmo nome na região demarcada do <a
title="Brunello di Montalcino" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brunello_di_Montalcino" target="_blank">Brunello di Montalcino</a>. Paola Falabretti, relações públicas da Camigliano, comandou a degustação ocorrida em Curitiba no Centro Europeu. É sempre uma alegria participar de uma degustação de vinhos toscanos, afinal esta região italiana é berço de alguns grandes vinhos e possui muita tradição vinícola. Como nos tempos atuais não dá para confiar apenas em tradição, é bom ficar esperto, principalmente ao comprar vinhos de regiões famosas, caso de Chianti e Montalcino. Existem muitos produtores nessas regiões, a grande maioria deles interessados apenas em lucrar vendendo vinhos diluídos e inexpressivos. Agora, justiça seja feita, os bons produtores precisam ganhar espaço, por isso é bom procurar por nomes como Camigliano.</p><p>Sim, Camigliano vem de camelo, mas não existem camelos na Toscana, na realidade o nome dessa pequena vila é herança dos tempos dos romanos, que tinham o costume de importar animais selvagens da África para levar para seus domínios em continente europeu. A vinícola Camigliano possui propriedades que somam 530 ha, sendo 90 ha de vinhedos cultivados. As instalações da Camigliano são modernas, com pipas de carvalhos da Eslovênia, cubas de inox e sistema de trasfega por gravidade; tudo construído no subterrâneo para preservar a bela paisagem de Montalcino. A Camigliano produz uma linha bem completa de vinhos, dos mais básicos, perfeitos para acompanhar comida, até o top da vinícola, um Brunello di Montalcino Riserva que impressiona. O <strong>Chianti</strong> da Camigliano é um <strong>Colli Senesi</strong> (R$45), isto é, feito com uvas plantadas na região demarcada de Chianti nos arredores da cidade medieval de Siena. Bem feito, agradável e com ótima acidez, mas como muitos Chianti, não é propriamente frutado e marcante. Já o <strong>Poderuccio 2007 </strong>(R$62)<strong> </strong>é um &#8220;mini toscano&#8221;, como gostam de designar na própria Camigliano, uma vez que faz uso de castas francesas e não se enquadra dentro das normas das DOC&#8217;s da região, porém seria demasiado pretensioso chama-lo de super toscano. O Poderuccio é um corte de Sangiovese, Cabernet Sauvignon e Merlot com uma curta passagem em barricas de carvalho; mais macio e redondo que o Chianti, embora sem perder a identidade. O <strong>Rosso di Montalcino 2007</strong> (R$67) é uma boa opção para quem quer conhecer o estilo de Montalcino, mas sem gastar muito. Exibiu uma cor rubi com boa concentração, aromas balsâmicos e de frutas vermelhas do bosque. Ótimo na boca, bem equilibrado e com aquela pegada de acidez que é marca registrada da Sangiovese. O <strong>Brunello di Montalcino 2003</strong> (R$171), como não poderia deixar de ser, mostrou ótima concentração e força. Nariz com boa complexidade, remetendo a frutas vermelhas maduras, couro, minerais e cedro. Encorpado e jovial, mas com taninos de excelente qualidade que não incomodam. Por último ficou o <strong>Brunello di Montalcino Gualto Riserva 2003</strong> (R$255), um belo <em>riserva</em>, estruturado e elegante. Aroma de frutas vermelhas bem maduras, minerais, notas florais e de caixa de charuto. Encorpado e denso, sem perder o frescor. Final longo e sedutor.</p><p>A Camigliano provou ser boa de preço, afinal o seu Rosso di Montalcino custa menos que alguns Chianti. Uma pena não terem servido nenhum vinho da excelente safra 2004, mas fica aqui a sugestão para quem quiser provar esses vinhos.</p><p><em>Os vinhos da Camigliano são importados pela Porto a Porto / Casa Flora</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/os-vinhos-da-camigliano/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Vinhos do Douro e do Porto &#8211; Evento IVDP 2010</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/douro-e-porto-ivdp-2010/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/douro-e-porto-ivdp-2010/#comments</comments> <pubDate>Fri, 23 Apr 2010 00:52:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Portugal]]></category> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[IVDP]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4212</guid> <description><![CDATA[Este ano ainda não havíamos dedicado nossas atenções aos vinhos do Douro, talvez por absoluta falta de oportunidade, ou ainda devido a nossa pauta exaustiva  de posts relacionados ao On the Road 2009, que apesar de ser tema do ano anterior, só findou recentemente. Agora, quando o Carlos Soares – membro do IVDP responsável pela&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/douro-e-porto-ivdp-2010/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Este ano ainda não havíamos dedicado nossas atenções aos vinhos do Douro, talvez por absoluta falta de oportunidade, ou ainda devido a nossa pauta exaustiva  de posts relacionados ao <a
title="QVinho On the Road" href="http://www.qvinho.com.br/on-the-road/2009-chile-e-argentina/">On the Road 2009</a>, que apesar de ser tema do ano anterior, só findou recentemente. Agora, quando o Carlos Soares – membro do IVDP responsável pela divulgação no Brasil – aporta em terras brasileiras, então sabemos que teremos trabalho, afinal não é fácil provar e escrever sobre tantos vinhos de ótima qualidade. A dupla Carlos Soares e Guilherme Rodrigues esteve mais uma vez (<a
title="Eventos do IVDP" href="http://www.qvinho.com.br/tag/ivdp/">leia mais sobre os eventos anteriores</a>) a frente de uma bateria de degustações, dessa vez no restaurante Terra Madre, num jantar harmonizado para jornalistas e profissionais da área gastronômica. O jantar aconteceu no dia 15 de abril, porém dia 19 teve vez o evento principal no Hotel Pestana Curitiba, com mesas de vários importadores servindo vinhos para o público geral.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/douro-2010.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-4277" title="Vinhos do Douro e do Porto" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/douro-2010-500x258.jpg" alt="Vinhos do Douro e do Porto" width="500" height="258" /></a></p><p>Não pude provar todos os vinhos do evento principal, mesmo assim conheci alguns novos rótulos e comprovei a ótima qualidade das últimas safras. Os vinhos de mesa do Douro estão em ótima fase, graças a uma sucessão de boas safras e do trabalho sério dos produtores, esforçados em produzir uvas adequadas para vinhos não fortificados. Alguns vinhos que provei e recomendo:</p><h2>Quinta do Vallado 2007 &#8211; R$60</h2><p>A tradicional Quinta do Vallado não decepcionou com seu vinho básico. Bem feito e acessível, uma ótima opção na sua faixa de preço.  Aroma agradável, com presença de frutas negras e toques ligeiros de carvalho. Corpo médio, com taninos de boa qualidade. Corte de Tinta Roriz, Tinta Amarela, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta  Barroca e Sousão. Recomendo também o excelente Quinta do Vallado Touriga Nacional 2006 (R$140)</p><p><em>Importadora: Cantu</em></p><h2>Quinta do Soque 2007 &#8211; R$75</h2><p>Esta Quinta integra o projeto <a
title="Douro Family Estates" href="http://www.dourofamilyestates.co.pt/" target="_blank">Douro Family Estates</a>, uma parceria entre quatro produtores familiares com o objetivo de ganhar um maior corpo frente ao mercado, bem como de produzirem um rótulo em conjunto. O Quinta do Soque apresentou frutas negras bem madura com  ligeiras notas vegetais, além de agradáveis aromas tostados provenientes do estágio em barricas francesas. Corpo médio, bem equilibrado e com acidez agradável. Feito  a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.</p><p><em>Importadora: Ana Import</em></p><h2>Quinta dos Quatro Ventos 2006 &#8211; R$75</h2><p>A  Aliança produz esse vinho no Douro Superior a partir das castas Touriga Franca, Tinta Roriz e Touriga Nacional. Nariz agradável, com frutas negras maduras em primeiro plano, seguidas por um fundo de carvalho. Na boca apresentou corpo médio, com taninos muito bons e final de persistência média.</p><h2>Dados Reserva 2007 &#8211; R$111</h2><p>Produzido pela Messias pelas mãos dos enólogos João Soares (português) e Javier Rodriguez (espanhol) com uvas de parcelas selecionadas da Quinta do Cachão. A ideia é mesclar os estilos do Douro e do Duero, numa proposta moderna e ousada. O resultado não poderia ser outro, trata-se de um vinho de estilo moderno, com fruta madura e muitas notas de caramelo e doce de leite, emprestadas da maturação em carvalho americano e francês. Macio e equilibrado, surpreendentemente acessível para um Douro jovem. Feito com as uvas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca.</p><p><em>Importadora: Porto a Porto / Casa Flora</em></p><h2>Quinta da Touriga Chã 2007</h2><p>Ainda não conhecia este ótimo vinho, produzido por Jorge Rosas – filho de José Rosas, bisneto de Adriano Ramos Pinto. A Quinta da Touriga Chã é um dos berços do vinho de mesa do Douro, graças ao fantástico trabalho de seleção de clones de Touriga Nacional que foi desenvolvido nestas terras. O Quinta da Touriga Chã 2007 é um delicioso corte de Touriga Nacional (80%) e Tinta Roriz (20%) , ainda muito jovem e vigoroso, mesmo assim fácil de apreciar. Aroma sedutor e complexo, com frutuosidade discreta; notas de especiarias, ervas e minerais dão um charme especial. Encorpado, com taninos excelentes e ótimo equilíbrio. Um vinho fresco e saboroso, daqueles que comprovam a máxima: vinho bom é bom desde cedo, mesmo que possa evoluir por muito tempo. Parece que este vinho está atualmente sem importação, mas já foi importado pela Interfood e era vendido por volta de R$130.</p><h2>Quinta do Crasto Vinhas Velhas 2007 &#8211; R$185</h2><p>Um belo vinho da Quinta do Crasto que surpreende pela concentração e maciez. A Quinta do Crasto é especialista em pegar os melhores atributos do Douro e transformar em um vinho moderno e fácil de beber, num estilo que todos gostam, porém sem cair nos exageros. Aroma intenso de fruta vermelha madura, com notas de flores, baunilha e cacau; tudo em harmonia. Excelente na boca, os taninos são jovens, mesmo assim não incomodam. Um vinho elegante e sedutor. Feito com vinhas velhas de mais de 25 diferentes castas.</p><p><em>Importadora: Qualimpor</em></p><h2>Quinta do Vale Meão 2007 &#8211; R$325</h2><p>Provei o Vale Meão lado a lado com o Redoma de mesma safra e tenho que confessar: é sempre muito difícil escolher o melhor vinho dentre os <a
title="Douro Boys" href="http://www.douroboys.com/" target="_blank">Douro Boys</a>. Dessa vez escolhi o Quinta do Vale Meão só para manter a mesma linha de raciocínio adotada ao apresentar o Dados, o Crasto Vinhas Velhas e, em certos aspectos, o Quinta da Touriga Chã; vinhos com ótima concentração e capacidade de envelhecimento, porém fáceis de beber nesse momento. O Quinta do Vale Meão está pelo menos um degrau acima dos outros, um vinho que fascina os sentidos e satisfaz como poucos. O primeiro contato ao nariz revela muitas notas tostadas do carvalho, mas ao girar o copo surge um amplo espectro de frutas do bosque, reforçadas por notas florais e minerais. Fantástico na boca, volumoso e suculento. Final longo e gostoso. Feito de Touriga Nacional (50%), Touriga Franca (40%) e Tinta Roriz (10%).</p><p><em>Importadora: Mistral</em></p><h2>Krohn Colheita 1968 &#8211; R$800</h2><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Krohn-1968.jpg"><img
class="alignleft size-thumbnail wp-image-4280" title="Porto Krohn Colheita 1968" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Krohn-1968-229x153.jpg" alt="Porto Krohn Colheita 1968" width="229" height="153" /></a>Não poderia faltar um Porto, não é mesmo? É verdade, falar em Douro e não mencionar nenhum Porto é quase um sacrilégio. Para a minha sorte, tive o privilégio de provar este ótimo Colheita 1968 da Krohn, um Porto feito de uma ótima safra e envelhecido por longos anos em tonéis de carvalho (no mínimo 7 anos), para somente depois ser engarrafado. Um Porto com bela cor âmbar, levemente turva. Aromas deliciosos e complexos, remetendo a frutas secas de diferentes tipos, além de algumas notas muito agradáveis de casca de laranja. Excelente na boca, saboroso, equilibrado, fresco e muito longo. Na Estação do Vinho custa absurdos R$800, mas nos EUA, seguramente o melhor país para se comprar vinhos, custa por volta de 100 dólares.</p><p><em>Importadora: World Wine</em></p><h3>Também recomendamos:</h3><p>O <strong>Duorum Colheita 2007</strong> (R$59), um dos melhores na relação qualidade/preço (já escrevemos sobre ele <a
title="Duorum" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/duorum/">aqui</a>); o classudo <strong>Redoma Branco 2008</strong> (R$103), que afirma a grande qualidade dos brancos do Douro (já escrevemos sobre o 2006<a
title="Redoma Branco" href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/prova-especial-de-vinhos-do-douro-e-do-porto-ivdp/"> aqui</a>); o fresquíssimo <strong>Guru Branco 2008</strong> (R$175), outro belo exemplar de vinho branco; e o cremoso espumante <strong>Vértice Gouveio</strong> (R$100).</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/douro-e-porto-ivdp-2010/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>A vocação pela diversidade dos vinhos portugueses</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/a-vocacao-pela-diversidade-dos-vinhos-portugueses/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/a-vocacao-pela-diversidade-dos-vinhos-portugueses/#comments</comments> <pubDate>Wed, 09 Dec 2009 12:15:43 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Portugal]]></category> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=3399</guid> <description><![CDATA[É interessante observar como um país com uma área territorial pouco menor que o estado de Santa Catarina possa abrigar tamanha diversidade de microclimas, solos, e principalmente, uvas autóctones capazes de produzir vinhos tão ricos. Foi exatamente com a proposta de apresentar uma parte dessa diversidade que a ViniPortugal organizou uma série de degustações em&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/a-vocacao-pela-diversidade-dos-vinhos-portugueses/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>É interessante observar como um país com uma área territorial pouco menor que o estado de Santa Catarina possa abrigar tamanha diversidade de microclimas, solos, e principalmente, uvas autóctones capazes de produzir vinhos tão ricos. Foi exatamente com a proposta de apresentar uma parte dessa diversidade que a <a
title="Website ViniPortugal" href="http://www.viniportugal.pt/" target="_blank">ViniPortugal</a> organizou uma série de degustações em três capitais brasileiras. No final de novembro estive presente na degustação realizada em Curitiba, no restaurante Guega, conduzida por <strong>Nuno Araújo</strong>, proprietário da <a
title="Website Quinta da Covela" href="http://www.covela.pt/" target="_blank">Quinta de Covela</a>. Nesse encontro além de conhecer mais sobre estatísticas de produção e participação dos vinhos portugueses nos principais mercados, pude provar uma amostra de vinhos das principais regiões de Portugal como: Lisboa, como é hoje conhecida a antiga região da Estremadura (Quinta da Chocapalha), Península de Setúbal (Quinta da Bacalhôa), Dão (Quinta dos Roques), Douro (Quinta da Gaivosa e Ramos Pinto), Alentejo (Quinta Dona Maria), Ribatejo (Quinta da Alorna), Minho (Ameal e Covela) e Bairrada (Casa de Saima).</p><p>Se por um lado a prova confirma o potencial desse território para produzir vinhos de grande personalidade, com características únicas; por outro, o grande desafio será como usar com sabedoria os recursos da enologia moderna de modo a não padronizar esses vinhos. A exemplo do que já aconteceu em outras regiões clássicas, muitos produtores portugueses, no impeto de ganhar espaço no mercado internacional, modernizaram demais o estilo dos vinhos. Se os consumidores exigem produtos mais acessíveis e prontos para beber ainda quando jovens, resta aos bons produtores buscar uma sintonia fina de modo a entregar vinhos com essas características, contudo preservando algo fundamental: a identidade.</p><p><object
classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param
name="wmode" value="transparent" /><param
name="src" value="http://www.slideflickr.com/slide/Xci8sBVX" /><embed
type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.slideflickr.com/slide/Xci8sBVX" wmode="transparent"></embed></object></p><h2>Quinta do Ameal Loureiro 2007 &#8211; R$69</h2><p>Da sub-região do Lima, o Quinta do Ameal produzido 100% com uvas Loureiro impressiona com seu aroma exuberante de frutas tropicais e notas florais, típicas dessa casta, e um delicado fundo mineral. Na boca não fica atrás, mostrou boa estrutura e um delicioso frescor, graças a sua a acidez vibrante. Álcool na medida, final frutado e duradouro.</p><p><em>Importadora: Grand Cru</em></p><h2>Quinta da Alorna Branco 2008  &#8211; R$36</h2><p>O Quinta da Alorna, do Ribatejo, leva uvas Arinto e Fernão Pires. Nariz com intensidade média, mas muito agradável, notas cítricas e frutos tropicais. Leve e curto na boca, não chega a empolgar; um branco descompromissado e adequado para aperitivos.</p><p><em>Importadora: Adega Alentejana</em></p><h2>Quinta Covela Escolha Branco 2007 &#8211; R$67</h2><p>Nuno Araújo e o enólogo Rui Cunha, muito reconhecidos pelo excelente trabalho em prol da agricultura biodinâmica, apresentaram uma proposta inusitada e ousada nesse corte de Avesso, Chardonnay, Gewurztraminer. Logo ao primeiro contato um aroma fresco de boa complexidade com destaque de frutas tropicais e um ótimo floral. Na boca é delicioso, boa estrutura com nuances minerais e um equilíbrio adequado entre acidez e álcool.</p><p><em>Importadora: Grand Cru</em></p><h2>Quinta da Covela Escolha Palhete 2007</h2><p>O Palhete da Quinta de Covela é confeccionado a partir de 40% Touriga Nacional, 30% Cabernet Franc e 30% Merlot. Nariz elegante, com uma junção de frutos vermelhos e notas minerais. Bem encorpado e com final bem longo. Não se iludam, trata-se de um vinho seco, e perfeito para harmonizações gastronômicas.</p><p><em>Importadora: Grand Cru</em></p><h2>Paulo Laureano Branco 2007 &#8211; R$94</h2><p>Representando um dos expoentes do Alentejo, o Paulo Laureano Branco é produzido com uvas Antão Vaz e Roupeiro. Nariz marcado por frutas tropicais maduras e um aroma insinuando mel. Ainda percebe-se uma intensa presença de notas tostadas do carvalho. Na boca é volumoso, tem boa cremosidade e um fim de boca levemente alcoólico. Um bom vinho, mas acredito que faltou acidez para deixá-lo mais fresco e equilibrado.</p><p><em>Importadora: Adega Alentejana</em></p><h2>Casa de Saima Reserva 2003 &#8211; R$102</h2><p>Com a uva Baga, da Bairrada, provamos o elegante Casa de Saima Reserva 2003. Nariz intenso de frutas negras maduras e aromas mentolados; madeira presente, mas muito bem integrada. Na boca tem corpo médio, ótima acidez, com taninos finos e maduros. Um vinho delicioso, muito fresco e versátil, ideal para acompanhar pratos gordurosos.</p><h2>Quinta da Chocapalha 2006 &#8211; R$59</h2><p>Da sub-região do Alenquer, em Lisboa, o Quinta da Chocapalha é resultado de um belo trabalho da jovem e talentosa enóloga Sandra Tavares. Um vinho concentrado, rico em frutas negras maduras, caramelo e notas especiadas da madeira. Na boca é encorpado, taninos sedosos e um final alcoólico. Pronto para beber.</p><p><em>Importadora: Vinci</em></p><h2>Quinta da Bacalhôa 2006 &#8211; R$120</h2><p>Representando a Península de Setúbal, o Quinta da Bacalhôa foi único rótulo da noite feito apenas de castas não portuguesas. Produzido a partir das uvas Cabernet Sauvigon e Merlot, o Bacalhôa apresentou um aroma frutado, acompanhado de um intenso bouquet de notas verdes, como pimentão; chega a lembrar alguns Cabernet chilenos do Maipo. No conjunto aparece ainda notas emprestadas do carvalho. A estrutura é mediana, taninos de boa qualidade e já acessíveis, e um final doce e atraente. Um estilo de vinho que pende para o moderno e internacional.</p><p><em>Importadora: Portucale</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/a-vocacao-pela-diversidade-dos-vinhos-portugueses/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Duorum chega para engrandecer o time do Douro</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/duorum/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/duorum/#comments</comments> <pubDate>Thu, 03 Dec 2009 15:30:29 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Portugal]]></category> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=3318</guid> <description><![CDATA[Iniciado nos anos 90, o fenômeno de fusões, aquisições e parcerias com sobrenomes ilustres do mundo do vinho, se proliferou em larga escala nos últimos anos. Muitos desses projetos por estarem ancorados apenas em grifes, não conseguiram de fato emplacar; já outros que apostaram num trabalho mais consistente, mostraram que é possível fazer vinhos realmente&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/duorum/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Iniciado nos anos 90, o fenômeno de fusões, aquisições e parcerias com sobrenomes ilustres do mundo do vinho, se proliferou em larga escala nos últimos anos. Muitos desses projetos por estarem ancorados apenas em grifes, não conseguiram de fato emplacar; já outros que apostaram num trabalho mais consistente, mostraram que é possível fazer vinhos realmente diferenciados, e que não dependem unicamente da áurea de uma marca ou um sobrenome famoso para se sustentar. Acredito que o empreendimento da <a
title="Website Duorum" href="http://www.duorum.pt" target="_blank">Duorum</a> encontra-se no segundo grupo; ou seja, uma empresa que nasceu para dar certo. Primeiro porque a Duorum nasce a partir de uma aliança de dois enólogos; segundo, são dois profissionais renomados de duas regiões aclamadas por sua qualidade, <strong>Alentejo</strong> representado por <a
title="Post João Portugal Ramos" href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/joao-portugal-ramos-um-icone-do-vinho-portugues/" target="_self">João Portugal Ramos</a> e <strong>Douro </strong>por José Maria Soares Franco – que para quem não conhece foi o enólogo da Soagrape durante três décadas e esteve a frente da produção de vinhos ícones como o Barca Velha. Foi exatamente esse espírito de dualidade que inspirou a criação do nome Duorum, do latim, &#8220;de dois&#8221;.</p><div
id="attachment_3396" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Vinhos_Duorum1.jpg"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Vinhos_Duorum1-500x281.jpg" alt="Os três vinhos da Duorum" title="Vinhos_Duorum1" width="500" height="281" class="size-medium wp-image-3396" /></a><p
class="wp-caption-text">Os três vinhos da Duorum</p></div><p>A convite das importadoras Porto a Porto / Casa Flora, José Maria Soares esteve no Brasil em novembro para apresentar e promover os vinhos da Duorum. Mesmo sem possuir vinhedos próprios, os enólogos iniciaram o projeto em janeiro de 2007, e a estratégia foi arrendar propriedades e adquirir uvas de terceiros nas regiões do Cima Corgo e Douro Superior. A aquisição de uma propriedade já estava nos planos, porém a dúvida era: comprar uma área com vinhedos velhos ou escolher a dedo um <em>terroir</em> privilegiado e começar do zero? Em 2008, compraram e plantaram as vinhas em uma área virgem, localizada no Douro Superior, há aproximadamente 4 quilômetros da Espanha. Essa região apresenta um clima bem quente e uma pluviovidade baixa. Segundo José Maria é preciso atenção para evitar vinhos demasiadamente alcoólicos e desequilibrados &#8220;Em 2007, choveu bastante no inverno, e o verão foi menos quente que nos anos de 2005 e 2006. Já em 2009, por exemplo – que foi um ano quente – utilizamos um percentual maior de uvas das cotas altas para garantir mais frescor e equilíbrio nos vinhos&#8221;. O estilo dos vinhos da Duorum é moderno, com muita fruta madura, porém sem excesso de maturação. Seguem a mesma linha adotada por João Portugal no Alentejo, que consiste em produzir vinhos fáceis de beber, mesmo quando jovens, mas que ao mesmo tempo exibem muita personalidade.</p><div
id="attachment_3325" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img
class="size-full wp-image-3325" title="Duorum" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Duorum_Jose_Maria.jpg" alt="Duorum_Jose_Maria" width="500" height="334" /><p
class="wp-caption-text">Jackson, José Maria e Luiz Carlos Zanoni.</p></div><h2>Colheita 2007 &#8211; R$58</h2><p>Produzido a partir de três castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz, o Colheita 2007 maturou 6 meses em barricas de carvalho (predominantemente francês). Violáceo e muito rico em matéria corante, o vinho mostra toda a sua exuberância de juventude. O nariz é intenso e esbanja frutuosidade, notas que lembram ameixas, amoras e mirtilo; e um fundo levemente especiado. O final não chega a ser longo, mas tem boa estrutura, acidez correta e taninos muito maduros. Sem dúvida o Colheita 2007 é um vinho fácil de beber, de pegada moderna, e com uma excelente relação qualidade/preço.</p><h2>Reserva 2007 &#8211; R$130</h2><p>O Reserva é obtido a partir de uma seleção de vinhas velhas e leva um percentual maior das duas Tourigas, e um pouco de Sousão (que ajuda na cor e estrutura). Cor púrpura, muito denso e profundo; após alguns minutos no decanter começou a mostrar seus predicados. Nariz complexo e fresco, aromas que revelam frutas negras maduras e notas florais. Um toque também de especiarias, tendo em vista o estágio prolongado de 18 meses por barricas (70% novas); tudo bem dosado. Carnudo, com taninos firmes e relação acertada entre acidez e álcool. Um vinho que pode melhorar bastante nos próximos 3 a 4 anos e suportar um bom envelhecimento.</p><h2>Porto Vintage 2007 &#8211; R$260</h2><p>Se a safra 2007 de Porto já é considerada uma das melhores das últimas décadas, superando anos como 1977 e 1955, e comparada a 1970 e 1994; como não se surpreender com o Duorum Vintage 2007? Já em sua primeira safra foi classificado como um vintage. Para a elaboração desse Porto foram escolhidas vinhas velhas (linhas com predominância das Tourigas). Nariz exuberante e superfrutado, com aroma de licor de jabuticaba mesclado com um fantástico toque floral e mineral. Na boca é potente, e sua estrutura tânica é muito robusta. Um Vintage relativamente acessível hoje, mas que deverá brilhar de fato nas próximas décadas.</p><p>Importadora: Porto a Porto / Casa Flora</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/duorum/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Filipa Pato apresenta o vinho de sobremesa FLP</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/flp-filipa-pato-vinho-de-sobremesa/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/flp-filipa-pato-vinho-de-sobremesa/#comments</comments> <pubDate>Fri, 14 Aug 2009 13:12:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Portugal]]></category> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=2459</guid> <description><![CDATA[Filipa Pato faz parte de uma nova geração de talentosos enólogos que estão trazendo ainda mais criatividade ao mundo do vinho. Também não é para menos, Filipa carrega o sobrenome de um dos mais renomados produtores portugueses, Luis Pato, responsável por elevar a região da Bairrada ao patamar dos grandes vinhos portugueses. Mas Filipa é&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/flp-filipa-pato-vinho-de-sobremesa/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
class="alignnone size-full wp-image-2482" title="Filipa Pato" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/08/filipa-pato.jpg" alt="Filipa Pato" width="500" height="334" /></p><p><strong>Filipa Pato</strong> faz parte de uma nova geração de talentosos enólogos que estão trazendo ainda mais criatividade ao mundo do vinho. Também não é para menos, Filipa carrega o sobrenome de um dos mais renomados produtores portugueses, <strong>Luis Pato</strong>, responsável por elevar a região da <strong>Bairrada</strong> ao patamar dos grandes vinhos portugueses. Mas Filipa é muito mais que o bom DNA do pai, é uma exploradora e arrojada enóloga que consegue conjugar a tradição com o melhor que a tecnologia vitivinícola pode oferecer. Formada em Engenharia Química pela Universidade de Coimbra, Filipa também estagiou em vinícolas como Chateau Cantenac Brown (Margaux), Finca Flichman (Mendoza) e Leeuwin Estate (Austrália). Em 2001 regressou a Portugal, e a partir do estudo dos melhores locais, solos, clima, tipos de vinhas e clones, iniciou o projeto de produzir seus próprio vinhos. Dada as características experimentais e a implementação de novos estilos, ela resolveu chamar seus primeiros rótulos de <strong>Ensaios FP</strong>. Na última sexta-feira (07/08) pudemos conversar com Filipa, durante sua rápida passagem pelo Brasil para apresentar seus principais rótulos e lançar o seu vinho doce de sobremesa, o <strong>FLP 2008</strong>. Uma grande entusiasta das castas autóctones, Filipa aposta nessa linha como estratégia de diferenciação.</p><blockquote><p>Acredito muito nas castas portuguesas, principalmente como forma de ganhar espaço no mercado internacional. Trabalhar apenas com as castas portuguesas e produzir um vinho com características e personalidade distinta das varietais tradicionais como a Cabernet Sauvignon, a Merlot e a Chardonnay, para mim hoje é um grande diferencial!</p></blockquote><p>Como uma apaixonada pelo que faz, Filipa ressalta a importância do profissional que faz o vinho entender cada detalhe da região. Para ela essa sintonia fina com a terra é fundamental para se produzir grandes vinhos. E nesse sentido completa:</p><blockquote><p>Sou uma artesã. Sujo minhas mãos para fazer um vinho.</p></blockquote><p>Outra bandeira que Filipa faz questão de defender é a dos vinhos brancos, tendo em vista as condições climáticas de algumas regiões de Portugal &#8211; especialmente pela forte influência marítima e o solo calcário &#8211; muito propícias para a produção de bons vinhos brancos. E, como não poderia ser diferente, ela não esconde o entusiamo por uvas como a Arinto, Bical, Loureiro e Alvarinho. Atualmente, Filipa arrenda vinhedos de diferentes locais na região do Dão e da Bairrada, o que possibilita produzir vinhos com muita personalidade. Porém, ela já está procurando terras e dentro em breve estará com seu próprio vinhedo.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/08/flo-filipa-pato-500x334.jpg" alt="Flp 2008 - Filipa Pato" title="Flp 2008 - Filipa Pato" width="500" height="334" class="alignnone size-medium wp-image-2508" /></p><p>Sem mais delongas aqui vão recomendações para alguns de seus deliciosos vinhos. A começar pelo <strong>Ensaios | FP  2007 branco</strong> (R$49), que expressa muito bem o potencial dos brancos portugueses. O vinho é uma mistura de 50% Arinto e 50% Bical proveniente de dois locais distintos na Bairrada. Muito aromático, notas cítricas que lembram maracujá, lima e flores brancas. Ao mesmo tempo mostra uma textura cremosa dada pela passagem em barricas usadas de carvalho francês, tudo bem dosado. O toque mineral da Arinto e uma acidez refrescante deixam o Ensaios FP 2007 ainda mais delicioso.</p><p>Já o <strong>Ensaios | FP 2006 tinto </strong>(R$49) é confeccionado com uvas Touriga Nacional, Alfrocheiro Preto e Baga de duas sub-regiões das Beiras (Dão e Bairrada), com estagio de 50% em barricas usadas de carvalho francês. Um vinho que consegue aliar boa complexidade e concentração de fruta dos bons vinhos do novo mundo. Seu aroma lembra cerejas e ameixas maduras, com algumas notas especiadas. Na boca mostrou boa estrutura e equilíbrio, sem interferências de madeira. Em resumo, um vinho boa relação qualidade/preço, e muito fácil de gostar.</p><p>E, finalmente, o <strong>FLP 2008</strong> (R$100), um vinho doce de sobremesa produzido em parceria com o pai, Luis Pato. Nesse vinho Filipa utilizou o processo de crioextração, ou seja, as uvas são congeladas para com isso ganhar em concentração e aromas. Os estudos com a crioextração, e a ideia de produzir um vinho assim, surgiram em 2002 quando ela estava na Austrália. O FLP 2008 apresenta um bouquet intenso e rico em frutas de polpa branca como pêras, pêssegos e lichias, além de um agradável toque picante. Na boca tem boa estrutura e revela um doce sedutor, muito bem equilibrado com a acidez; o que garante um frescor essencial para esse tipo de vinho. Chardonnay? Sauvignon Blanc? Semillion? Não, um corte de uvas Secialinho, Cercal e Bical.</p><p><strong>Importadora:</strong> Porto a Porto/Casa Flora</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/flp-filipa-pato-vinho-de-sobremesa/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Caves Messias apresenta seus vinhos em jantar harmonizado</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/caves-messias-vinhos-jantar-hamonizado/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/caves-messias-vinhos-jantar-hamonizado/#comments</comments> <pubDate>Fri, 22 May 2009 11:44:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[Messias]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=1613</guid> <description><![CDATA[Não há como negar, os vinhos da Caves Messias são um sucesso de vendas no Brasil. Com um portfólio amplo de vinhos que engloba as principais regiões demarcadas de Portugal, muitos de seus rótulos como o Porto Messias ou Quinta do Cachão já figuram como marcas bem conhecidas entre os brasileiros. Foi exatamente para mostrar&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/caves-messias-vinhos-jantar-hamonizado/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Não há como negar, os vinhos da <a
title="Site Caves Messias" href="http://www.cavesmessias.pt" target="_blank">Caves Messias</a> são um sucesso de vendas no Brasil. Com um portfólio amplo de vinhos que engloba as principais regiões demarcadas de Portugal, muitos de seus rótulos como o Porto Messias ou Quinta do Cachão já figuram como marcas bem conhecidas entre os brasileiros.</p><p>Foi exatamente para mostrar a versatilidade dos seus vinhos com a comida que a Caves Messias promoveu no dia 5 de maio um jantar português. O espaço escolhido pelas importadoras <a
title="Site Porto a Porto" href="http://www.portoaporto.com.br">Porto a Porto e Casa Flora</a>, que organizaram o evento, foi um restaurante italiano, o <strong>La Vecchia Cucina</strong> do Sérgio Arno. Sim, uma escolha que deu certo. A ideia de trazer os chefes portugueses <strong>Luis Américo</strong> e <strong>Marco Gomes</strong> para preparar um cardápio especial para o evento, em parceria com os residentes da cozinha italiana, foi um sucesso. Os pratos conseguiram aliar criatividade na combinação dos ingredientes e uma apresentação impecável. Isso tudo sem deixar de lado o sabor. Cada garfada e gole de vinho proporcionavam uma imensa satisfação. <strong>Messias Vigário</strong>, diretor da Caves Messias, estava presente e falou um pouco sobre os vinhos da noite que representavam uma amostra das três Quintas (Cachão, Valdoeiro e Penedo) .</p><p><object
classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param
name="wmode" value="transparent" /><param
name="src" value="http://www.slideflickr.com/slide/isosbeWy" /><embed
type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.slideflickr.com/slide/isosbeWy" wmode="transparent"></embed></object></p><p>Para iniciar a noite, o saboroso e refrescante espumante <strong>Quinta do Valdoeiro Chardonnay Brut</strong> (R$58). Utilizando uvas 100% Chardonnay, o Quinta do Valdoeiro é confecionado pelo método champenoise e realizou ainda um estágio &#8220;sur lies&#8221; prolongado. Boa cremosidade e estrutura na boca, esse borbulhante da Bairrada harmonizou maravilhosamente com a entrada de <strong>carne de siri, ostras e sopa fria de tomates</strong>. E como se a primeira não bastasse, mais uma entrada: <strong>polvo salteado com batata doce e aceto balsâmico</strong>. A combinação com o espumante Quinta do Valdoeiro mais uma vez mostrou-se acertada.</p><p>O bacalhau não poderia faltar. Aqui os chefes apresentaram uma interpretação moderna e incrivelmente deliciosa desse tradicional prato português. O <strong>lombo de bacalhau recheado com tomate e salpicão em pão de azeitonas e emulsão de coentros</strong> estava se desmanchando; e ao contrário do que poderia se esperar, a emulsão de coentros tinha um aroma e sabor muito delicado, sem interferir no prato principal. Gostei muito de acompanhar esse prato com o <strong>Quinta do Valdoeiro Tinto 2005 </strong>(R$47); um delicioso corte obtido de uvas Baga, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Syrah. Sem exageros de extração ou de álcool o Quinta do Valdoeiro Tinto mostrou boa complexidade, taninos firmes e ótima acidez. Já numa linha mais moderna e acessível o <strong>Douro Quinta do Cachão Reserva 2006</strong> (R$72) está perfeito para se beber hoje. Nariz rico em fruta, notas especiadas; taninos redondos e uma estrutura que preenche a boca.</p><p>O último tinto de mesa servido foi o <strong>Quinta do Penedo 2006</strong>, um corte 70% touriga nacional e 30% Alfrocheiro, que utilizou uvas exclusivamente da Quinta do Penedo, uma área de 20 hectares, localizada no coração da região Demarcada do Dão. Um vinho de personalidade, com nariz complexo remetendo a notas florais, tostados e uma forte presença mineral. Na boca frescor e um final persistente. Esse vinho casou muito bem com <strong>lombinho de porco com purê de alheira e aspargos verdes</strong>. Na sobremesa o <strong>Porto Messias 10 anos</strong> (R$95) com a <strong>maça caramelizada com gelado de Porto e passas</strong> foi um deleite. E para fechar com chave de ouro, um jovem e potente <strong>Porto Messias Vintage 2003</strong> (R$180) acompanhando <strong>papos de anjo com chocolate e framboesa</strong>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/caves-messias-vinhos-jantar-hamonizado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Degustação de vinhos da Unión de Viticultores Riojanos</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/degustacao-de-vinhos-da-union-de-viticultores-riojanos/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/degustacao-de-vinhos-da-union-de-viticultores-riojanos/#comments</comments> <pubDate>Tue, 17 Feb 2009 23:11:37 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=1126</guid> <description><![CDATA[Ontem participamos — a convite da importadora Porto a Porto/Casa Flora — de uma rápida degustação de vinhos espanhóis aqui em Curitiba. Tintos de Rioja e também duas Cavas, produzidos pela Unión de Viticultores Riojanos. Quem apresentou os vinhos e a bodega foi Oscar Montaña, diretor e neto do fundador Román Montaña. A Unión de&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/degustacao-de-vinhos-da-union-de-viticultores-riojanos/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Ontem participamos — a convite da importadora <a
title="Importadora Porto a Porto" href="http://www.portoaporto.com/porto/" target="_blank">Porto a Porto/Casa Flora</a> — de uma rápida degustação de vinhos espanhóis aqui em Curitiba. Tintos de <strong>Rioja</strong> e também duas <strong>Cavas</strong>, produzidos pela <a
title="Unión de Viticultores Riojanos" href="http://www.marquesdetomares.com" target="_blank">Unión de Viticultores Riojanos</a>. Quem apresentou os vinhos e a bodega foi <strong>Oscar Montaña</strong>, diretor e neto do fundador Román Montaña.  A Unión de Viticultores Riojanos é uma empresa familiar, mais conhecida no Brasil pela sua tradicional Cava — a <strong>Don Román</strong> — e também pelos tintos <strong>Marqués de Tomares</strong>. São vinhos de boa relação qualidade/preço, com concentração de fruta e personalidade marcante.</p><h2>Cava Don Román Brut &#8211; R$29</h2><p>Ótima Cava, leve e com boa presença aromática. O perlage é convincente, com borbulhas finas e persistentes. Aroma agradável, frutado com um sutil toque de fermento. Final seco e refrescante.</p><h2>Cava Don Román Rose &#8211; R$29</h2><p>A Cava Rose é um pouco diferente da tradicional Brut. Um espumante de cor vermelha, ligeiro e super refrescante. O nariz é discreto, com toques delicados de fruta vermelha. Melhor na boca, graças a boa acidez e a ausência de açúcar residual. É bem seco e cremoso, perfeito como aperitivo.</p><h2>Don Román Tinto 2006 &#8211; R$29</h2><p>Um curioso tinto feito de Tempranillo (90%) e Mazuelo (10%) onde mais da metade (55%) do mosto passa por maceração carbônica (sim, aquele mesmo processo empregado em Beaujolais). Apesar de ficar apenas 3 meses em barricas de carvalho americano, o vinho é bem marcado pela madeira. Cor violácea com transparência. Nariz frutado com notas florais e de baunilha. Leve e com taninos corretos. O Don Román Tinto é um vinho bem jovial e descompromissado, para ser bebido resfriado em dias quentes.</p><h2>Marqués de Tomares Excellence 2006 &#8211; R$39</h2><p>Um Rioja de boa tipicidade por um preço justo, talvez esse seja o grande mérito do Marqués de Tomares Excellence. Um corte de Tempranillo (90%) e Graciano (10%) com passagem de 3 meses em barricas de carvalho francês. Aroma agradável, framboesas maduras e um toque tostado. Corpo médio, equilibrado e com taninos de boa qualidade. Não é um vinho super concentrado, mesmo assim mantém o caráter do bom Rioja.</p><h2>Marqués de Tomares Crianza 2005 &#8211; R$48</h2><p>Esse Crianza é um corte de Tempranillo (90%), Mazuelo (7%) e Graciano (3%) com 1 ano em barricas de carvalho americano. Bela cor rubi com ligeira transparência. Nariz intenso e com boa complexidade, lembrando cerejas e toffees. Bom corpo, taninos ainda firmes, porém suculento e fácil de beber. O Marqués de Tomares Crianza 2005 é um Rioja delicioso, com boa concentração e aromas muito atraentes. Fácil de beber e gostar.</p><h2>Marqués de Tomares Reserva 2001 &#8211; R$104</h2><p>O Crianza deixou uma ótima impressão, porém esse Reserva da excepcional safra 2001 mostrou-se imperdível. Um corte de Tempranillo (85%), Mazuelo (10%) e Graciano (5%) com maturação de 2 anos em barricas americanas. Um vinho de grande personalidade, vivo e de vida longa. Nariz complexo e agradável, aroma de frutas passificadas sobre um fundo tostado harmonioso. Encorpado e com taninos densos, porém a excelente acidez e o álcool proporcionam uma sensação de maciez. Seco e persistente. Esse vinho já está ótimo agora, embora possa ser guardado por muito mais tempo.</p><p><em>Os vinhos da Bodega Unión de Viticultores Riojanos são importados pela Porto a Porto / Casa Flora</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/degustacao-de-vinhos-da-union-de-viticultores-riojanos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Nederburg mostra a força do vinho sul-africano</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/africa-do-sul/nederburg-gigante-sul-africana-vinhos/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/africa-do-sul/nederburg-gigante-sul-africana-vinhos/#comments</comments> <pubDate>Tue, 02 Sep 2008 12:55:39 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[África do Sul]]></category> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[Nederburg]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/vinhos-africanos/nederburg-gigante-sul-africana-vinhos/</guid> <description><![CDATA[É curioso observar como certos acontecimentos podem rotular negativamente um país durante décadas. A África do Sul sabe muito bem o que é isso. A péssima imagem perante o mundo durante o Apartheid – regime de segregação racial que vigorou até 1990 – impediu que o país mostrasse suas virtudes. Tudo ficou soterrado no terreno&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/africa-do-sul/nederburg-gigante-sul-africana-vinhos/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>É curioso observar como certos acontecimentos podem rotular negativamente um país durante décadas. A África do Sul sabe muito bem o que é isso. A péssima imagem perante o mundo durante o <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apartheid">Apartheid</a> – regime de segregação racial que vigorou até 1990 – impediu que o país mostrasse suas virtudes. Tudo ficou soterrado no terreno das disputas raciais; uma minoria branca dominando e impondo restrições a uma maioria de negros. Já imaginou o tamanho do problema? Quem não ouviu falar de <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nelson_Mandela">Nelson Mandela</a>? Pois é, o Prêmio Nobel da Paz de 1993 conseguiu combater e expor ao mundo as injustiças e a vergonha que era o regime repressor do Apartheid.  Mas deixando de lado as rusgas políticas e sociais, o legado britânico, francês e holandês também deixou coisas boas. O vinho foi uma delas. O setor vitivinícola renasceu na África do Sul pós Apartheid, e seus vinhos voltaram ao mercado internacional, depois de anos de sanções ao comércio com o país. Tudo bem que o vinho, assim como o Críquete e o Rugby, foram implantados para preservar os nobres hábitos da aristocracia e abastecer os mercados externos (principalmente o Reino Unido). Porém, não se enganem, ainda hoje o filé mignon está no ouro. E, em mais algumas minas de urânio, ferro, cobre, diamante&#8230;</p><p>O país que sediará a Copa do Mundo de 2010 está investindo pesado para ganhar projeção, e principalmente, conquistar novos mercados. Há algumas semanas estivemos num evento de promoção da vinícola <a
href="http://www.nederburg.co.za/">Nederburg</a>, pertencente a gigante companhia sul-africana <a
href="http://www.distell.co.za/Distell/index.aspx">Distell</a>. Originada em 2000, a Distell nasceu a partir de uma fusão de duas tradicionais empresas, a <strong>Stellenbosch Farmers&#8217; Winery</strong> (SFW) e da <strong>Distillers Corporation</strong>. Para resumir, basta dizer que a Distell é dona da marca do licor<strong> Amarula</strong>, aquele do rótulo do elefante, que para cada garrafa comercializada deve existir outras cinco imitações, inspirações, falsificações etc. Com uma tradição vitivinícola de mais de dois séculos, a Nederburg está localizada no distrito de <strong>Paarl</strong> (Pérola), a 60Km da Cidade do Cabo. Em comparação com outras regiões vitivinícolas da Península do Cabo como Stellenbosch, Constantia e Cape Point, Paarl é mais quente e está mais distante do mar. Porém, ainda assim sofre uma influência marítima, tanto do Atlântico quanto do Índico.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/razvan-macici-nederburg.jpg" alt="Razvan Macici - Enólogo da Nederburg" align="left" />O enólogo responsável pelos vinhos da Nederburg, o romeno <strong>Razvan Macici</strong>, esteve no wine dinner realizado em Curitiba para falar sobre o seu trabalho. Razvan foi até a África do Sul para trabalhar temporariamente numa vinícola também pertencente ao grupo Distell; depois acabou recebendo o convite para cuidar dos vinhos da Nederburg. Daí foi uma passo para formar uma família e estabelecer suas raízes na África do Sul. Para atingir mercado globais, os vinhos sob a tutela de Macici possuem uma pegada típica do vinho moderno: concentração, potência e um carvalho mais evidente. Por outro lado, uma vantagem da Nederburg pertencer ao grupo Distell é que os vinhos conseguem chegar com preços bem competitivos no mercado brasileiro. De modo geral, sempre achei os vinhos sul-africanos muito caros, apesar de existirem excelentes rótulos.  Exceções a parte, no que tange a relação qualidade/preço, a África do Sul ainda sai em desvantagem.</p><p><a
href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/tags/qv05/" target="_blank">Vejam as fotos do evento (Flickr)</a></p><h2>Nederburg Chadonnay 2006 &#8211; R$40</h2><p>Para mim esse vinho segue a linha dos Chardonnay californianos: encorpados e com madeira presente. Na confecção desse Chardonnay, 50% da uvas fermentaram em tanques de aço inox e 50% realizou fermentação malolática em barricas de carvalho. Aroma de boa intensidade, ressaltando as aromas de baunilha e um tostado emprestado da madeira do carvalho. Algumas notas de damasco, mel e manteiga. Na boca é encorpado, cremoso, boa acidez e generosa untuosidade. Final de boca bem gostoso, prolongado e alcoólico.</p><h2>Nederburg Cabernet Sauvignon-Shiraz 2006 &#8211; R$34,40</h2><p>Esse corte surpreendeu apresentando um bom conjunto. Vinho honesto e equilibrado, com taninos de boa qualidade e nariz intenso.</p><h2>Nederburg Private Bin Shiraz 2003 &#8211; R$75,90</h2><p>A Shiraz tem apresentado excelentes resultados na África do Sul, por isso muitos produtores fazem vinho de produção limitada com essa uva, esse é o caso do Private Bin da Nederburg. Vinho de produção baixa, feito a partir de vinhas velhas sem condução (videiras antigas crescem como arbustos), com maturação de 12 meses em carvalho francês e americano. O vinho é potente, encorpado e surpreendentemente jovem. Aroma sedutor de frutas negras maduras, muita especiaria e um indefectível toque de borracha. Os taninos ainda incomodam um pouco, porém é uma excelente pedida para quem gosta de vinho bombado.</p><h2>Nederburg Private Bin Cabernet Sauvignon 2005 &#8211; R$75,90</h2><p>Fiquei surpreso com o estilo desse Cabernet Sauvignon, sem dúvida conseguiu se destacar frente aos outros rótulos. É um ótimo Cabernet, com equilíbrio e taninos de qualidade superior. Amadureceu 24 meses em barricas de carvalho francês e romeno. O nariz tem boa intensidade e complexidade, lembrando cassis, tabaco e notas de eucalipto.</p><h2>Nederburg Pinotage 2005 &#8211; R$34,40</h2><p>Não poderia faltar o vinho com a cepa nacional da Africa do Sul, a Pinotage, um cruzamento desenvolvido no início do século XX a partir da Pinot Noir e da Cinsaut. A África do Sul criou até uma associação, a <a
href="http://www.pinotage.co.za/index.php?page=2">Pinotage Association</a>, com o intuito de desenvolver pesquisas, estabelecer melhores práticas e promover a uva Pinotage. O Nederburg Pinotage mostrou-se bem acessível e fácil de beber. Nesse rótulo o amadurecimento de 12 meses em barricas de carvalho francês e americano não chega sobressair à fruta. Bouquet de boa intensidade lembrando frutas vermelhas frescas como morango e amoras, mesclado a um toque sutilmente adocicado e lácteo. Leve na boca, com taninos macios, e um final não muito longo.</p><p><a
href="http://search.twitter.com/search?q=%23qv05" target="_blank">Confira a cobertura online feita via Twitter</a></p><p><em>Os vinhos da Nederburg são importados pela <a
href="http://www.portoaporto.com.br">Porto a Porto / Casa Flora</a></em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/africa-do-sul/nederburg-gigante-sul-africana-vinhos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Quinta da Cortezia: Vinho de classe feito na Estremadura</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/quinta-da-cortezia-vinho-estremadura-lisboa/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/quinta-da-cortezia-vinho-estremadura-lisboa/#comments</comments> <pubDate>Tue, 29 Jul 2008 20:26:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/enoeventos/quinta-da-cortezia-vinho-estremadura-lisboa/</guid> <description><![CDATA[Você já ouviu falar da Estremadura? Esse nome não tem muita significância para o apreciador de vinho brasileiro e, para os lusitanos, freqüentemente denota produção vinícola de larga escala. A rigor é a província conhecida por abarcar o distrito de Lisboa, mas também é uma região histórica de longo vínculo com as videiras. Seu nome&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/quinta-da-cortezia-vinho-estremadura-lisboa/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da <strong>Estremadura</strong>? Esse nome não tem muita significância para o apreciador de vinho brasileiro e, para os lusitanos, freqüentemente denota produção vinícola de larga escala. A rigor é a província conhecida por abarcar o distrito de <strong>Lisboa</strong>, mas também é uma região histórica de longo vínculo com as videiras. Seu nome deriva do termo em latin <em>Extrema Durii</em>, empregado durante a época da Reconquista Cristã (século VIII) para designar as terras fronteiriças as zonas mouras. Foi durante a Reconquista que a cultura da vinha ganhou força, servindo de ganha-pão para muitas famílias, porém a conturbada evolução histórica da região não permitiu muitos avanços. Com 90% da produção voltada a exportação, a Estremadura, até pouco tempo era o &#8220;patinho feio&#8221;, comparada ao Douro e Alentejo, mas felizmente isso vem mudando. Hoje podemos encontrar excelentes vinhos vindos dessa região e, o melhor de tudo, muitas vezes a preços mais convidativos do que de outras partes de Portugal.</p><p>Provar excelentes vinhos a qualquer preço é fácil, difícil é achar bons vinhos a preços acessíveis. Tudo bem, não sou um pedante, sei que vinho no Brasil é caro de qualquer jeito, mesmo assim alguns podem doer menos no bolso. Esses são sempre os melhores. Por isso fiquei bastante satisfeito em conhecer os vinhos da <a
href="http://www.quintadacortezia.com/" target="_blank" title="Site da Quinta da Cortezia. Produtor da Estremadura.">Quinta da Cortezia</a>, provados em recente <em>wine dinner</em> para promover este produtor. O jantar realizado em Curitiba no restaurante <strong>Villa Marcolini</strong>, contou com a presença do enólogo <strong>Miguel Reis Catarino</strong>.</p><p><object
width='500' height='400'><param
name='movie' value='http://www.slideflickr.com/slide/QxeKt7kH'></param><param
name='wmode' value='transparent'></param><embed
src='http://www.slideflickr.com/slide/QxeKt7kH' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='500' height='400'></embed></object></p><p><a
href="http://search.twitter.com/search?q=%23qv03" target="_blank" title="Tuitadas do jantar da Quinta da Cortezia">Clique aqui para ver a cobertura online feita via Twitter</a></p><p>A Quinta da Cortezia é uma vinícola familiar localizada no concelho de Alenquer, a apenas 50km de Lisboa. Possui 66 ha de vinhas, predominando a <strong>Touriga Nacional</strong> e a <strong>Tinta Roriz</strong> entre as tintas; <strong>Arinto</strong> e <strong>Fernão Pires</strong> entre as brancas.</p><p>Miguel, que além de enólogo também é proprietário, é um entusiasta das castas autóctones portuguesas, por isso resolveu apostar na Touriga Nacional para o seu melhor vinho. Sua experiência adquirida no exterior (cursou enologia em Montpellier, na França) foi fundamental para implementar técnicas modernas de viticultura e explorar todo o potencial da sua região. Como viticultor hábil, Miguel defende a valorização do terroir:</p><blockquote><p>A Estremadura tem um uma diversidade enorme de terroir, e cada quinta impõe seu estilo. Os terrenos da Quinta da Cortezia, por exemplo, são bastante sinuosos e sofrem influência marítima (assim como em Bordeaux). Essa combinação é típica dos grandes vinhedos, mas por outro lado essas plantas demandam muito mais atenção. O resultado é que temos um vinho diferente a cada safra.</p></blockquote><p>Devido a essa preocupação em valorizar as características do vinhedo, Miguel também procura produzir o vinho com o mínimo de intervenção, uma prática pouco em voga nos tempos atuais:</p><blockquote><p>Prefiro contar com a ajuda de São Pedro. É bem mais barato que empregar a moderna tecnologia que os enólogos dispõem atualmente. Os melhores vinhos que fiz, foram aqueles que me deram menos trabalho.</p></blockquote><p>Apesar da aparente simplicidade e simpatia, Miguel Reis Catarino é um competente enólogo, com experiência profissional em quase todas regiões de Portugal, uma vez que também desempenha o papel de consultor para outras vinícolas. Miguel fala com fluência da forma como produz seus vinhos, revela detalhes preciosos, como o corte de uvas provenientes de diferentes parcelas do vinhedo — misturando as características do relevo — e o uso misto de barricas (1/3 são novas, 1/3 de segundo uso e 1/3 de terceiro uso).</p><p>Os vinhos da Quinta da Cortezia são clássicos, não possuem aquela abordagem imediata dos vinhos modernos. São talhados para fazer bonito a mesa, não nesses painéis de avaliação mirabolantes que comparam dezenas de vinhos ao mesmo tempo. O grande mérito dos vinhos da Quinta da Cortezia é aliar boa fruta com um perfeito equilíbrio entre acidez e álcool.</p><h2>Quinta da Cortezia Touriga Nacional Rosé &#8211; R$43</h2><p>Um Touriga Nacional de maceração curta e cor vermelha. Aroma intenso de morangos e framboesas. Boa estrutura, acima da média para um vinho rosé, porém o frescor é garantindo por um final seco e com considerável presença alcoólica. Rosé muito interessante, preciso provar com outros pratos para testar a sua versatilidade.</p><h2>Quinta da Cortezia Reserva 2004 &#8211; R$46</h2><p>Corte de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Merlot. O Reserva é um tinto elegante e com boa complexidade. Aroma sutil de frutas negras e notas de especiarias. Final gostoso e com boa persistência.</p><h2>Quinta da Cortezia Touriga Nacional 2004 &#8211; R$50</h2><p>Esse Touriga Nacional impressiona. Um vinho delicioso e de personalidade bem definida. Aroma de boa intensidade de ameixas pretas e cassis, além de nuances de chocolate e mineral. Bom corpo, taninos de excelente qualidade e acidez viva. Final muito agradável e persistente.</p><p><em>Os vinhos da Quinta da Cortezia são importados pela Porto a Porto / Casa Flora</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/quinta-da-cortezia-vinho-estremadura-lisboa/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> </channel> </rss>
<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk: basic
Page Caching using disk: enhanced
Database Caching 1/41 queries in 0.024 seconds using disk: basic
Object Caching 1117/1202 objects using disk: basic

Served from: www.qvinho.com.br @ 2012-02-08 20:14:48 -->
