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><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; lidio carraro</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/tag/lidio-carraro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 15:22:11 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Receita: Sopa cremosa de cogumelos</title><link>http://www.qvinho.com.br/receitas/sopa-cremosa-de-cogumelos/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/receitas/sopa-cremosa-de-cogumelos/#comments</comments> <pubDate>Tue, 10 Aug 2010 13:42:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Receitas]]></category> <category><![CDATA[lidio carraro]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=5019</guid> <description><![CDATA[Não gosto muito de clima frio, mas já que estamos no inverno o jeito é parar de reclamar e ir para a cozinha, afinal de contas nada como o calor de uma boa refeição para espantar o frio. Existem receitas que inegavelmente ficam melhores nessa época do ano, caso desse creme de cogumelos. Uma tigela&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/receitas/sopa-cremosa-de-cogumelos/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/08/creme-de-cogumelos.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5044" title="Sopa cremosa de cogumelos" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/08/creme-de-cogumelos-500x348.jpg" alt="Sopa cremosa de cogumelos" width="500" height="348" /></a></p><p>Não gosto muito de clima frio, mas já que estamos no inverno o jeito é parar de reclamar e ir para a cozinha, afinal de contas nada como o calor de uma boa refeição para espantar o frio. Existem receitas que inegavelmente ficam melhores nessa época do ano, caso desse <strong>creme de cogumelos</strong>. Uma tigela fumegante desse creme é um sopro que aquece a alma, principalmente quando acompanhado por um bom vinho. Essa sopa pode ser elaborada com qualquer tipo de cogumelo, embora eu prefira a trinca Porcini, Paris e Shitake. A preparação é rápida e fácil, o que torna a receita um coringa para aqueles momentos de correria.</p><h2>Receita e ingredientes para a Sopa Cremosa de Cogumelos (2 porções):</h2><ul><li>300g de cogumelos shitake frescos;</li><li>300g de cogumelos paris frescos;</li><li>15g de cogumelos porcini secos;</li><li>50g de manteiga;</li><li>300ml de vinho branco seco:</li><li>300ml de creme de leite fresco (nata)</li><li>1/2 cebola grande;</li><li>Cebolinhas a gosto;</li><li>Sal a gosto;</li><li>Pimenta a gosto.</li></ul><p>Preparo:</p><p>Primeiramente coloque o <em>funghi</em> porcini para hidratar por uns 20 minutos num recipiente com 100ml de água quente e 100ml de vinho branco. Pique os cogumelos frescos e reserve. Coe o porcini hidratado e reserve o caldo. Numa panela refogue as cebolas e os cogumelos por uns 3 minutos. Adicione o caldo usado para hidratar o porcini e os 200ml de vinho branco restantes. Cozinhe por 15 minutos. Desligue o fogo e incorpore o creme de leite aos cogumelos. Separe 1/3 da mistura de cogumelos para bater no liquidificador, após esse processo retorne os cogumelos batidos novamente à panela, isso deixará o creme mais denso e escuro. Corrija o sal, adicione um pouco de pimenta e retorne ao fogo para aquecer. Sirva em tigelas com cebolinhas picadas por cima.</p><h2>Vinho Recomendado: Lidio Carraro Quorum 2005</h2><p>Gosto de cogumelos porque possuem um aroma único, por isso prefiro vinhos que ressaltem essa característica, ou que pelo menos não atrapalhem. Vinhos muito frutados, pesados e com excesso de madeira acabam  maquiando o cheiro essencialmente selvagem dos cogumelos. Alguns vinhos brasileiros casam muito bem com esse prato, caso do Quorum da Lidio Carraro, um rótulo gaúcho que prima pela originalidade. Já <a
title="Lidio Carraro" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/lidio-carraro/">escrevemos sobre a Lidio Carraro aqui no QVinho</a>, inclusive sobre o Quorum 2005, que na ocasião estava um pouco duro e desinteressante. Dessa vez, depois de pouco mais de 1 ano, o Quorum 2005 mostrou suas melhores qualidades, comprovando a sua boa evolução. Revelou um nariz agradável, notas discretas de frutas vermelhas maduras, toques terrosos e de ervas secas compõem a paleta aromática. Não sei se o Quorum 2005 ainda pode melhor com mais algum tempo de adega, mas sei que está ótimo agora. O problema desse vinho é o preço, afinal nessa mesma faixa de valor podemos encontrar muitas opções boas de todas as partes do mundo.</p><p><em><img
class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="" width="61" height="26" /></em><br
/> <em>Suculento, fresco e macio, combinou perfeitamente com os cogumelos.</em></p><p>Grad. Alcoólica: 14%<br
/> Preço: R$91</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/receitas/sopa-cremosa-de-cogumelos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Vinhos bons e baratos &#8211; até R$40</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-bons-e-baratos/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-bons-e-baratos/#comments</comments> <pubDate>Mon, 05 Oct 2009 12:30:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[casa lapostolle]]></category> <category><![CDATA[catena]]></category> <category><![CDATA[lidio carraro]]></category> <category><![CDATA[nieto senetiner]]></category> <category><![CDATA[o.fournier]]></category> <category><![CDATA[Santa Carolina]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=2853</guid> <description><![CDATA[De tempos em tempos recebemos e-mails de leitores solicitando que publicássemos mais artigos contendo lista de vinhos baratos. De fato estávamos devendo recomendações como esta. Muito embora os nossos posts também contemplem vinhos acessíveis, na maioria das vezes eles estão dentro de artigos sobre vinícolas ou mesmo nas degustações em eventos, por conseguinte nem sempre&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-bons-e-baratos/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>De tempos em tempos recebemos e-mails de leitores solicitando que publicássemos mais artigos contendo <strong>lista de vinhos baratos</strong>. De fato estávamos devendo recomendações como esta. Muito embora os nossos posts também contemplem vinhos acessíveis, na maioria das vezes eles estão dentro de artigos sobre vinícolas ou mesmo nas degustações em eventos, por conseguinte nem sempre é fácil para o leitor encontrar de uma forma rápida, por exemplo, boas opções de vinhos brancos por menos de R$40. Mas, aos poucos, prometemos sanear esse lapso com mais posts dedicados as listas de boa compra.</p><p>Antes de entrarmos na relação vale ressaltar o que se define como um vinho barato. O conceito é flexível, e como tal, comporta interpretações diversas de acordo com o poder aquisitivo de cada consumidor. De todo modo, dentro de padrões normais, podemos dizer que seriam os <strong>vinhos situados no intervalo de preços entre R$15 e R$40</strong>. Nos Estados Unidos e em outros países são conhecidos como os vinhos <em>best value</em> ou <em>best buy</em> (rótulos que não passam de US$20). Acontece, porém, que estamos no Brasil e por razões já bem discutidas (altos impostos, margens abusivas de algumas importadoras e varejistas etc) o vinho é caro demais! Um rótulo <em>best buy</em> de US$10 nos EUA, provavelmente chega ao Brasil custando mais de R$50. Em resumo, uma lista de rótulos boa compra no Brasil está muito distante dos &#8220;achados&#8221; que figuram em listas gringas.</p><p>Se acima dos R$30 já encontramos vinhos de boa qualidade e com um certo caráter, abaixo desse valor é preciso garimpar muito para encontrar vinhos que não sejam um suco de uva aromatizado com lascas de carvalho. Então preferimos trazer alguns sugestões de vinhos <strong>espumantes</strong>, <strong>tintos</strong> e <strong>brancos</strong> que conseguem aliar o mínimo de personalidade com um preço mais acessível. Esses valores podem oscilar bastante conforme a cidade e a loja escolhida, então vale a pena pesquisar bem antes de comprar.</p><h2>Espumantes</h2><p><img
class="alignnone size-medium wp-image-2958" title="Epsumantes brut brasileiros (champenoise)" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/espumantes-brut-champenoise-500x334.jpg" alt="Epsumantes brut brasileiros (champenoise)" width="500" height="334" /></p><h3>1. Terranova Blanc de Blanc Brut (Miolo) &#8211; R$18 <a
title="Post Terranova" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Vale do São Francisco</p><h3>2. Casa Perini Moscatel &#8211; R$19</h3><p>Origem: Brasil, Garibaldi</p><h3>3. Espumante Arte Brut (Valduga) &#8211; R$20</h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos</p><h3>4. Cava Don Roman Brut &#8211; R$29</h3><p>Origem: Espanha</p><h3>5. Dom Cândido Espumante Brut &#8211; R$29 <a
title="Post sobre espumantes nacionais" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos</p><h3>6. Espumante Estrelas do Brasil Brut 2006 &#8211; R$34</h3><p>Origem: Brasil, Nova Prata</p><h3>7. Reserva da Serra Espumante Brut (Lidio Carraro) &#8211; R$35 <a
title="Post sobre espumantes nacionais" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos</p><h3>8. Pizzato Espumante Brut &#8211; R$35 <a
title="Post espumante Pizzato brut" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos</p><h3>9. Salton Évidence &#8211; R$36 <a
title="Post espumantes nacionais" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Tuyuti</p><h3>10. Nieto Senetiner Extra Brut &#8211; R$36</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza</p><h2>Vinhos tintos</h2><p><img
class="alignnone size-full wp-image-2961" title="urban-uco-malbec-tempranillo" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/urban-uco-malbec-tempranillo.jpg" alt="urban-uco-malbec-tempranillo" width="500" height="334" /></p><h3>1. Los Haroldos Malbec Roble &#8211; R$18</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: 100% Malbec<br
/> Importador: Obra Prima Importadora</p><h3>2. Callia Alta Syrah 2007 &#8211; R$23</h3><p>Origem: Argentina, San Juan<br
/> Uvas: 100% Syrah<br
/> Importador: Decanter</p><h3>3. Paulo Laureano Clássico &#8211; R$28</h3><p>Origem: Portugal<br
/> Uvas: 50% Aragonez, 50% Trincadeira<br
/> Importador: Adega Alentejana</p><h3>4. Santa Carolina Reserva Merlot 2007 &#8211; R$32</h3><p>Origem: Chile<br
/> Uvas: Merlot<br
/> Importador: Porto a Porto / Casa Flora</p><h3>5. Palo Alto Reserva 2007 (Concha Y Toro) &#8211; R$33</h3><p>Origem: Chile, Vale de Maulle<br
/> Uvas: Cabernet Sauvignon, Carmenere e Syrah<br
/> Importador: Expand</p><h3>6. Urban Uco Blend 2005 (O.Fournier) &#8211; R$33 <a
title="Post Urban Uco Blend 2005" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/urban-uco-blend-2005-ofournier/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: Tempranilllo, Malbec<br
/> Importador: Vinci</p><h3>7. Finca La Florencia Malbec (Familia Cassone) &#8211; R$38 <a
title="Post Familia Cassone" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/familia-cassone-qvotr2009/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: 100% Malbec<br
/> Importador: Obra Prima Importadora</p><h3>8. Vale da Clara (Quinta de La Rosa) &#8211; R$38 <a
title="Post Vale da Clara" href="http://www.qvinho.com.br/receitas/lasanha-a-bolonhesa/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Portugal, Douro<br
/> Importador: Expand</p><h3>9. Vallontano Tannat 2005 &#8211; R$38</h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos<br
/> Uvas: 100% Tannat</p><h3>10. Loios Tinto (João Portugal Ramos) &#8211; R$39 <a
title="Post Loios " href="http://www.qvinho.com.br/receitas/papardelle-alho-poro-porri/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Portugal, Alentejo<br
/> Uvas: Aragonês, Castelão e Trincadeira<br
/> Importador: Porto a Porto / Casa Flora</p><h2>Vinhos brancos</h2><p><img
class="alignnone size-medium wp-image-2963" title="leyda-chardonnay-2007" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/leyda-chardonnay-20071-500x334.jpg" alt="leyda-chardonnay-2007" width="500" height="334" /></p><h3>1. Santa Alvara Sauvignon Blanc 2007 (Casa Lapostolle) &#8211; R$23</h3><p>Origem: Chile, Vale de Colchagua<br
/> Uvas: Sauvignon Blanc<br
/> Importador: Mistral</p><h3>2. Urban Uco Sauvignon Blanc 2007 &#8211; R$27</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uva: 100% Sauvignon Blanc<br
/> Importador: Vinci</p><h3>3. Alamos Chardonnay 2008 &#8211; R$29</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: 100% Chardonnay<br
/> Importador: Mistral</p><h3>4. Terrazas de Los Andes Chardonnay 2008 &#8211; R$30</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: 100% Chardonnay<br
/> Importador: LVMH</p><h3>5. Casillero Del Diablo Gewurztraminer Reserva 2008 (Concha y Toro) &#8211; R$32</h3><p>Origem: Chile, Vale Central<br
/> Uvas: Gewurztraminer<br
/> Importador: Expand</p><h3>6. Viña Santa Ema Sauvignon Blanc Leyda Valley &#8211; R$33</h3><p>Origem: Chile, Vale de Leyda<br
/> Uvas: Sauvignon Blanc<br
/> Importador:</p><h3>7. Santa Carolina Reserva Chardonnay &#8211; R$35</h3><p>Origem: Chile<br
/> Uvas: 100% Chardonnay<br
/> Importador: Porto a Porto / Casa Flora</p><h3>8. Viña Leyda Chardonnay Classic Reserve 2007 &#8211; R$38 <a
title="Post Leyda Chardonnay" href="http://www.qvinho.com.br/receitas/moqueca-de-peixe/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Chile, Vale de Leyda<br
/> Uvas: 100% Chardonnay<br
/> Importador: Grand Cru</p><h3>9. Vila Régia Branco (Soagrape) &#8211; R$38</h3><p>Origem: Portugal, Douro<br
/> Uvas: Viosinho, Gouveio, Códega, Rabigato<br
/> Importador: Zahil Vinhos</p><h3>10. Casa Silva Coleccion Chardonnay &#8211; R$39</h3><p>Origem: Chile, Colchagua<br
/> Uvas: 100% Chardonnay</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-bons-e-baratos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>39</slash:comments> </item> <item><title>Lidio Carraro</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/lidio-carraro/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/lidio-carraro/#comments</comments> <pubDate>Mon, 28 Sep 2009 12:51:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Brasil]]></category> <category><![CDATA[lidio carraro]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=2664</guid> <description><![CDATA[O patriarca Lidio Carraro é o herdeiro de uma tradição em viticultura que já chegou à sua quinta geração. Produtor de uvas do Vale dos Vinhedos, antes de engarrafar seu próprio vinho, vendia suas uvas para outras vinícolas. A partir de 2002, juntamente com seus filhos, engarrafam o próprio vinho.  Atualmente a vinícola encontra-se em&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/lidio-carraro/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>O patriarca Lidio Carraro é o herdeiro de uma tradição em viticultura que já chegou à sua quinta geração. Produtor de uvas do <strong>Vale dos Vinhedos</strong>, antes de engarrafar seu próprio vinho, vendia suas uvas para outras vinícolas. A partir de 2002, juntamente com seus filhos, engarrafam o próprio vinho.  Atualmente a vinícola encontra-se em processo de expansão, com planos de investimento para a ampliação da estrutura de produção. Possuem um posicionamento bastante claro, não utilizam madeira e gostam de pregar a baixa intervenção na produção, isto é, sem truques para maquiar o estilo do vinho. Os principais rótulos são caros, a justificativa estaria no cuidado quase artesanal de produção, na baixa produtividade e na quantidade limitada de garrafas produzidas, com isso os preços aumentam significativamente. Na prática a coisa é um pouco diferente, uma simples correlação matemática traz luz a questão. O <strong>Singular Nebbiolo 2006</strong>, com produção de 2.866 garrafas custa R$186; por outro lado o <strong>Grande Vindima Merlot 2004</strong>, com 2.600 garrafas, custa R$82. Isso não tem muita lógica, acredito que as diferenças de produtividade entre a Nebbiolo e a Merlot não justifiquem todo esse aumento. Ambos os vinhos são  limitados, feitos de maneira muito parecida e com uvas da mesma região. Por que o Nebbiolo custa R$100 a mais!?</p><p>Lamento pelos consumidores brasileiros, que antes mesmo de poderem comprovar a qualidade de um vinho, já são induzidos a pagarem altos preços. O fato é que a Lidio Carraro ainda está engatinhando (como toda indústria vitivinícola brasileira), e  leva-se tempo para produzir bons vinhos, por isso acho um despropósito as primeiras safras já chegarem ao mercado custando perto de R$200. Já comentamos em posts passados sobre essa estratégia abusada das vinícolas brasileiras – que nos últimos tempos virou moda – de lançar vinhos superpremium com preços acima de R$100. Apesar desses rótulos já mostrarem uma boa evolução, ainda estão distantes de valer o preço da etiqueta.</p><p>Outra curiosidade da Lidio Carraro é o rol de variedades produzidas; além de Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat, Cabernet Franc, Moscatel e Chardonnay, eles ainda cultivam as pouco comuns (no Brasil) Malbec, Tempranillo, Teroldego e Nebbiolo. Para uma vinícola familiar intitulada de <em>boutique</em>, o clã Carraro é bem ousado, para não dizer pretensioso, afinal não é fácil trabalhar com tantas variedades de uva e com vinhedos em diferentes localidades (Encruzilhada do Sul e Vale dos Vinhedos).</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/lidio-carraro.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-2857" title="Lidio Carraro" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/lidio-carraro-500x334.jpg" alt="Lidio Carraro" width="500" height="334" /></a></p><p>Não provei os tops da Lidio Carraro, apenas o Quorum, os intermediários e os básicos da linha Reserva da Serra. São vinhos de personalidade definida, quase sempre com boa intensidade aromática e acidez agradável, porém com taninos firmes, por vezes rústicos. Não agradam aos viciados em carvalho, acostumados com vinhos redondos e macios.  Em compensação convencem pela sutileza dos aromas e pelo estilo original. Independentemente do discutível posicionamento de preço, essa vinícola tem feito um bom trabalho e certamente merece atenção.</p><h2>Da&#8217;divas Chardonnay 2008 (R$35)</h2><p>Um Chardonnay correto, nada mal para o debute da Lidio Carraro com os brancos. Aroma agradável, com notas  de frutas branca, flores e sutil toque herbáceo. Boa presença na boca, apesar de ser leve e ter um ligeiro amargor. Um branco refrescante e despretensioso. Uma pena não ser rotulado como Reserva da Serra e custar R$26.</p><h2>Reserva da Serra Merlot 2006 (R$26)</h2><p>O Merlot básico produzido pela Lidio Carraro é convincente, obviamente não se trata de um vinho de grande concentração, porém é correto e não possui interferência da madeira, como a grande maioria dos sul americanos na mesma faixa de preço. Aroma gostoso, com boa intensidade, lembrando cerejas e framboesa. Leve, fresco e equilibrado, uma boa opção para acompanhar pizzas e massas simples com molho de tomate.</p><h2>Elos Cabernet Sauvignon &#8211; Malbec 2007 (R$63)</h2><p>Um corte de Cabernet Sauvignon (80%) e Malbec (20%) que não tem nada em comum com os argentinos. Nariz fresco e agradável, com frutas vermelhas, toques florais e algumas notas herbáceas. Bom corpo, firme e equilibrado. Final de boca com persistência razoável. Vinho interessante, uma ótima alternativa a ditadura dos escuros e untuosos argentinos.</p><h2>Grande Vindima Merlot 2004 (R$82)</h2><p>Um varietal Merlot feito com uvas de Encruzilhada do Sul. Aroma sutil e com certa complexidade; frutas vermelhas, café torrado e toques minerais dominam. Bom corpo, acidez correta, taninos marcantes. Vinho vigoroso e jovial, para acompanhar comida.</p><h2>Grande Vindima Quorum 2005 (R$91)</h2><p>Vinho emblemático da Lidio Carraro, feito com uvas plantadas em parcelas selecionadas do Vale dos Vinhedos. É um assemblage de Merlot (35%), Cabernet Sauvignon (30%), Tannat (25%) e Cabernet Franc (15%); fermentado individualmente em tanques de aço inox, com posterior fermentação malolática e, como reza a tradição dos Carraro, sem passagem pela madeira. Cor rubi escura, com bastante matéria corante. Nariz discreto e complexo, com presença de frutas vermelhas, ervas secas e especiarias. Na boca é encorpado, com acidez agradável e taninos ainda jovens que agarram demais. Ao degustar o Quorum 2005 – e também quando provei o 2004 há mais de 1 ano – fiquei com a sensação ter provado um vinho muito jovem, que precisa de um tempo na adega para revelar a sua verdadeira identidade. Como tenho uma garrafa guardada desse 2005, espero ser surpreendido positivamente daqui dois anos ou mais.</p><p
style="text-align: center;">* * *</p><p><em>Esse post faz parte da minha incursão no Vale dos Vinhedos em junho de 2009. Leia mais <a
title="Bons vinhos brasileiros de 2009" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/bons-brasileiros-de-2009/">aqui</a>.</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/lidio-carraro/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Bons vinhos brasileiros de 2009</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/bons-brasileiros-de-2009/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/bons-brasileiros-de-2009/#comments</comments> <pubDate>Tue, 01 Sep 2009 14:48:58 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Brasil]]></category> <category><![CDATA[Angheben]]></category> <category><![CDATA[lidio carraro]]></category> <category><![CDATA[vallontano]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=2650</guid> <description><![CDATA[Talvez algumas pessoas pensem que eu não gosto de vinho brasileiro, afinal muitos apreciadores torcem o nariz para a nossa produção. Na realidade venho acompanhando a trajetória do vinho gaúcho já há bastante tempo. É verdade que o vinho brasileiro não é mais somente caldo da Serra Gaúcha, novas regiões já produzem bons resultados &#8211;&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/bons-brasileiros-de-2009/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Talvez algumas pessoas pensem que eu não gosto de <strong>vinho brasileiro</strong>, afinal muitos apreciadores torcem o nariz para a nossa produção. Na realidade venho acompanhando a trajetória do vinho gaúcho já há bastante tempo. É verdade que o vinho brasileiro não é mais somente caldo da Serra Gaúcha, novas regiões já produzem bons resultados &#8211; e tantas outras poderão progredir. Mesmo assim, seja pela tradição, ou ainda pela força do seu pólo vitivinícola, a Serra Gaúcha continua sendo a balisadora quando o assunto é vinho brasileiro. Como disse, conheço alguns rótulos gaúchos de longa data. O primeiro que provei (mais decente) foi o Baron de Lantier Cabernet Sauvignon 1991, um vinho emblemático para a sua época, porém desprovido de atributos especiais. Entrando no túnel do tempo, lembro que provei todos os &#8220;grandes&#8221; daqueles tempos: Aurora Millésime, Forestier, Antiquário, além de outros que minha memória já apagou, provavelmente porque nunca mereceram registro. No final dos anos 90 uma turma mais inovadora começou a produzir seu próprio vinho. Foi a primeira vez que ouvi falar da <strong>Miolo</strong> e da <strong>Valduga</strong>. Provei todos os vinhos da safra 1997 que esses dois produtores fizeram. Em 1999 lá estava eu no <strong>Vale dos Vinhedos</strong> com a minha Nikon FM a tiracolo, fui conferir de perto o que esses caras estavam fazendo. Retornei ao mesmo lugar no ano seguinte; e depois em 2001, 2002 para somente agora, no mês de junho de 2009, pisar novamente no Vale dos Vinhedos.</p><div
class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a
title="Vinhedo por Jomar Brustolin, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/217949625/"><img
class=" " title="Vale dos Vinhedos em junho de 1999" src="http://farm1.static.flickr.com/36/217949625_3e45e7f064.jpg" alt="Vinhedo" width="500" height="335" /></a><p
class="wp-caption-text">Parreirais da Miolo no Vale dos Vinhedos em junho de 1999</p></div><p>Tenho que confessar, o lapso de tempo foi devido a minha decepção com a qualidade dos vinhos a partir de 2000. Só provei vinho ruim dos anos de 2000 e 2001, em 2002 o clima ajudou, porém o açúcar a mais nas uvas começou a salgar os preços. Numa perspectiva histórica, a atual qualidade dos vinhos gaúchos nunca foi tão boa, mesmo assim vamos com calma, afinal o mais difícil ainda está por vir: consolidar um <strong>padrão de qualidade</strong>, como fizeram Chile, Argentina e Uruguai. A grosso modo, as melhorias que observo foram decorrentes de uma redução de produtividade, que eram assombrosamente elevadas a poucos anos atrás, aliada a práticas enológicas mais modernas e uma ajudinha da natureza.</p><p>Os vinhos melhoraram, só não entendo por que muitos produtores tentam imitar os nossos vizinhos Argentina e Chile, investindo tempo e dinheiro para fazerem vinhos encorpados, com muita concentração e cheios de madeira. Isso não tem a menor lógica. Na Argentina é fácil fazer esse tipo de vinho, já a Serra Gaúcha depende de inúmeros fatores. Não dá para negar a vocação do <em>terroir</em>; na Serra Gaúcha chove demais, enquanto na Argentina e Chile a situação é inversa. Um problema frequente são os taninos duros, um traço marcante do clima úmido, que se tornam ainda mais inconvenientes em vinhos com muita extração. Aqui nasce aquela tirada clássica dos gaúchos: &#8220;esse vinho ainda é muito jovem, precisa de mais tempo na adega&#8221;.</p><p>Sim! Gosto de vinhos brasileiros, na minha última viagem ao Rio Grande do Sul provei alguns bem interessantes. Também visitei algumas vinícolas que ainda não conhecia e, para minha felicidade, não foram contaminadas pela síndrome vira-latas de tentar imitar os bombadões vinhos de clima seco e quente. Ao contrário de outros críticos, não acho que a Serra Gaúcha preste apenas para espumantes, os tintos também merecem um lugar na mesa. Gosto daqueles com concentração média e sem adstringência excessiva, com pouca madeira, boa fruta, acidez viva e sem álcool em excesso. Vinhos mais delicados, com aromas sutis e perfeitos para acompanhar comida no dia-a-dia. Outra característica importante: não deveriam passar de R$50. Falando em preço, esse fator é o principal inimigo da imagem do vinho brasileiro. Acima de R$40 a competição com outros sul-americanos (e com portugueses também) é duríssima, com poucos argumentos favoráveis aos brasileiros.</p><p>Visitei rapidamente alguns produtores de porte pequeno, todos eles situados no Vale dos Vinhedos, com vinhos de estilos bem diferentes daqueles da Argentina, Chile e Uruguai. <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/lidio-carraro/" title="Vinícola Lidio Carraro">Lidio Carraro</a>, <strong>Vallontano</strong> e <strong>Angheben</strong> foram os alvos da minha incursão. Na sequência publicarei um post relatando as minha impressões em cada uma dessas vinícolas.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/bons-brasileiros-de-2009/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>29</slash:comments> </item> <item><title>Degustação às cegas: Espumantes brut nacionais (charmat)</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/#comments</comments> <pubDate>Tue, 18 Dec 2007 19:37:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[chandon]]></category> <category><![CDATA[dom cândido]]></category> <category><![CDATA[lidio carraro]]></category> <category><![CDATA[vallontano]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/12/18/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/</guid> <description><![CDATA[Na esteira da degustação realizada com os espumantes nacionais brut confeccionados pelo método tradicional, publicamos hoje, a segunda parte com os bruts charmat. Nesse processo, também conhecido como método italiano, uma vez que foi inventado na Itália e possui larga utilização nos espumantes de Asti, Valdobbiadene e Conegliano. A segunda fermentação acontece em tanques herméticos&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Na esteira da degustação realizada com os espumantes nacionais brut confeccionados pelo <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/" title="Espumantes Nacionais - Método champenoise">método tradicional</a>, publicamos hoje, a segunda parte com os bruts charmat. Nesse processo, também conhecido como <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Charmat_process">método italiano</a>, uma vez que foi inventado na Itália e possui larga utilização nos espumantes de Asti, Valdobbiadene e Conegliano. A segunda fermentação acontece em tanques herméticos de aço inoxidável, um processo mais rápido e menos dispendioso que o método tradicional, onde a segunda fermentação ocorre nas garrafas. Os espumantes produzidos pelo Método Charmat, de modo geral, são menos complexos e mais baratos que os confeccionados pelo processo <em>champenoise</em>. Isso não significa que sejam inferiores, uma vez que também permanecem em contato com as borras de leveduras, mas geralmente por tempo menor.</p><p
style="text-align: center"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/brut-charmat.jpg" title="Vinhos espumantes brasileiros: Chandon Excellence, Lidio Carraro Reserva da Serra Brut, Dom Cândido Brut e Vallontano Brut"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/brut-charmat.thumbnail.jpg" alt="Vinhos espumantes brasileiros: Chandon Excellence, Lidio Carraro Reserva da Serra Brut, Dom Cândido Brut e Vallontano Brut" class="imageframe imgaligncenter" width="440" height="344" /></a></p><p>Selecionamos quatro rótulos para compor o painel, que com excessão do Dom Cândido (blanc de blancs), são compostos pelo tradicional corte de Chardonnay e Pinot Noir.</p><ul><li>Chandon Excellence</li><li>Reserva da Serra Espumante Brut</li><li>Dom Cândido Espumante Brut</li><li>Vallontano Espumante Brut</li></ul><p>Esses vinhos não perdem em nada para aqueles da degustação anterior, apesar de serem ligeiramente mais leves. O Chandon Excellence se destacou pela sua classe, apresentando um conjunto harmonioso e equilibrado. Já o Reserva da Serra é bem acessível, menos seco e bastante frutado. Por sua vez, o Dom Cândido convence com uma paleta aromática intensa e agradável. E o Vallontano exibindo complexidade e sutileza.</p><p>O principal problema do espumante nacional continua sendo o <em>perlage</em>, nem sempre adequado, ou com borbulhas muito grandes &#8211; caso do Dom Cândido &#8211; ou finas, porém pouco abundantes &#8211; como o Reserva da Serra e o Vallontano. O Chandon Excellence se sobressai nesse atributo, exibindo um belo e consistente <em>perlage</em>. Não considero o <em>perlage</em> inconsistente um verdadeiro problema, todavia é desejável que o espumante tenha uma boa cremosidade, que aliada a acidez produz uma agradável sensação de refrescância.</p><p>É um pouco arriscado afirmar qual espumante é melhor, mas é preciso ressaltar que o Chandon Excellence se destaca, oferecendo frescor e harmonia. Mas isso é apenas uma questão de gosto, pois o Reserva da Serra pode agradar muito mais aos fãs de espumantes menos secos e frutados. Bom mesmo é provar para descobrir qual é o favorito.</p><h2>Chandon Excellence</h2><p>O rótulo Excellence representa hoje o espumante de maior qualidade no portfólio da Chandon no Brasil. Apesar de ser produzido pelo processo mais simples, o Charmat, o Excellence tem qualidade e razoável complexidade. Esse brut foi elaborado com o corte tradicional de uvas Pinot Noir e Chardonnay de vinhedos próprios da Chandon, localizados em Garibaldi. Cor amarelo palha com excelente espumatização, borbulhas muito finas e numerosas. Aroma lembrando avelã, amêndoa e pão assado. Na boca mostrou boa estrutura, com excelente acidez e cremosidade. Final seco, persistente e bem refrescante. Sem dúvida um espumante fresco e elegante.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$65</p><h2>Reserva da Serra Espumante Brut</h2><p>A vinícola Lidio Carraro, responsável pela produção dos vinhos da marca Reserva da Serra, tem um posicionamento de boutique. Cuidam com esmero de seus vinhedos, são adeptos do baixo rendimento e do intervencionismo limitado. O resultado desse trabalho aparece no Reserva da Serra Brut, um espumante leve, frutado e muito agradável. Cor palha, com mousse discreto, borbulhas finas. Aroma intenso, frutado e direto; lembra pêras e flores de vários tipos. Esse espumante é leve e refrescante, apesar da acidez mais baixa e a maior quantidade de açúcar residual.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$28</p><h2>Dom Cândido Espumante Brut</h2><p>Pequena vinícola familiar encabeçada pelo patriarca Cândido Valduga, a Dom Cândido possui uma área de 12ha na Vila Leopoldina, Vale dos Vinhedos. O seu Espumante brut é produzido a partir de vinhedos próprios utilizando 100% da variedade chardonnay. Cor amarelo levemente esverdeado, esse brut apresentou uma mousse pouco consistente, com borbulhas de tamanho médio, em pequena quantidade e com pouca persistência. Bouquet de boa intensidade lembrando fermento de pão, açucar queimado e um toque floral. No palato mostrou cremosidade e bom equilíbrio entre a estrutura e a ótima acidez. Não chega a ser um espumantes dos mais frescos, mas ainda assim é bem agradável.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad.Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$27</p><h2>Vallontano Espumante Brut</h2><p>Outra vinícola considerada “boutique”, a Vallontano Vinhos Nobres, assim como a Lídio Carraro, também busca tirar proveito da produção pequena. Com 7 hectares no Vale dos Vinhedos, produzem um espumante muito equilibrado e sutil. O seu brut apresentou cor amarela, mousse razoável com borbulhas numerosas e persistentes. O bouquet não chega a ser intenso, mas é sutil e agradável, remetendo a frutas secas, citrinos, levedo e flores. Na boca é harmonioso, leve e com boa cremosidade. Um espumante leve e delicado, com final de boca muito agradável.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad.Alcoólica:</strong> 10,2%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$39</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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