<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; miolo</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/tag/miolo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 15:22:11 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>RAR Collezione Merlot 2009</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/rar-collezione-merlot-2009/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/rar-collezione-merlot-2009/#comments</comments> <pubDate>Wed, 09 Mar 2011 03:01:53 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Brasil]]></category> <category><![CDATA[miolo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=5545</guid> <description><![CDATA[Enquanto escrevia esse post, resolvi consultar as estatíticas do QVinho constatei que o nosso último artigo falando de um vinho nacional foi em junho de 2010, quando degustamos um Vallontano Tannat 2005. Eu sei que isso está longe de atender a curiosidade de muitos consumidores sobre os nossos vinhos, por isso faço aqui um mea&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/rar-collezione-merlot-2009/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Rar-Merlot-1-of-1.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5546" title="Rar Merlot " src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Rar-Merlot-1-of-1-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p><p>Enquanto escrevia esse post, resolvi consultar as estatíticas do QVinho constatei que o nosso último artigo falando de um vinho nacional foi em junho de 2010, quando degustamos um <a
title="Post Vallontano Tannat 2005" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/vallontano-tannat-2005/" target="_blank">Vallontano Tannat 2005</a>. Eu sei que isso está longe de atender a curiosidade de muitos consumidores sobre os nossos vinhos, por isso faço aqui um <em>mea culpa</em>, e prometo vamos explorar melhor esse tema. Embora tenha provado uma boa quantidade de rótulos nacionais, grande parte deles não me empolgou o suficiente. Mas, isso não quer dizer o vinho brasileiro não tenha evoluído; pelo contrário, bons vinhos tem sido produzidos em novas regiões na serra catarinense e campanha gaúcha. E se por um lado, a qualidade do vinho brasileiro tem dado sinais de evolução; por outro, a mentalidade de muitos produtores ainda persiste a ideia equivocada de tentar posicionar muitos rótulos em categoria de vinhos premium. Ao meu ver, um grande erro. Não acredito que essa seja a vocação do vinho nacional, principalmente quando falamos dos vinhos tintos. Já comentei outras vezes aqui no QVinho, no atual estagio de desenvolvimento do vinho brasileiro essa estratégia me parece pretensiosa demais. Contudo, neste post não vou me aprofundar nessa contenda, mesmo porque o assunto é bem espinhoso.</p><p>Mas, voltemos ao nosso Collezione Merlot. Assim como o seu precursor (RAR Cabernet Sauvignon/Merlot), o Collezione Merlot 2009 é produzido a partir de uma parceria entre o empresario <strong>Raul Randon</strong> e a vinícola <strong>Miolo</strong>. Os vinhedos estão localizados em Campos de Cima, no município de Muitos Capões, no Rio Grande do Sul; ao passo de vinificação é realizada na estrutura da vinícola Miolo, no Vale dos Vinhedos. Na taça esse Merlot apresentou uma cor rubi escura, com pouca transparência; aroma de boa intensidade, ressaltando notas de frutas negras maduras, baunilha e um leve tostado. O estagio de 10 meses no carvalho não chegou a interferir no equilibrio com a fruta. E, se no nariz o vinho mostrou certas qualidades, na boca deixou a desejar. Paladar pouco encorpado, acidez correta, porém a estrutura tânica fraca deixou o álcool em mais evidência. O final de boca agradável, mas curto, também não chegou a empolgar.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/bom1.gif"><img
class="alignnone size-full wp-image-122" title="Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/bom1.gif" alt="" width="29" height="26" /></a><br
/> <em>Um Merlot despretensioso, leve e fácil de beber, com boa versatilidade na gastronomia </em></p><p>Preço: R$ 45<br
/> Grad. Alcoólica: 13,5%</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/rar-collezione-merlot-2009/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Miolo Lote 43 2004</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-lote-43-2004/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-lote-43-2004/#comments</comments> <pubDate>Thu, 30 Jul 2009 13:21:45 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Brasil]]></category> <category><![CDATA[miolo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=2231</guid> <description><![CDATA[Há aproximadamente um mês fui surpreendido por uma notícia que me chamou a atenção: &#8220;Os vinhos brasileiros iluminam na Itália a noite do Piemonte&#8220;. A nota distribuída pela Ibravin em conjunto com as assessorias de imprensa de algumas vinícolas que participaram da ação foi replicada em seu inteiro teor na mídia especializada com títulos ainda&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-lote-43-2004/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Há aproximadamente um mês fui surpreendido por uma notícia que me chamou a atenção: &#8220;<a
title="Artigo da Ibravin" rel="nofollow" href="http://www.ibravin.org.br/int_noticias.php?id=147&amp;tipo=N" target="_blank">Os vinhos brasileiros iluminam na Itália a noite do Piemonte</a>&#8220;. A nota distribuída pela Ibravin em conjunto com as assessorias de imprensa de algumas vinícolas que participaram da ação foi replicada em seu inteiro teor na mídia especializada com títulos ainda mais sensacionalistas, como: &#8220;vinhos brasileiros brilham na terra do Barolo&#8221; e etc. Pensei comigo &#8220;será que os italianos tinham descoberto o potencial dos nossos vinhos, enquanto nós brasileiros menosprezamos a prata-da-casa!?&#8221; Curioso procurei saber mais sobre esse evento capitaneado pela <a
title="Site Ibravin" rel="nofollow" href="http://www.ibravin.org.br/" target="_blank">Ibravin</a> em parceria com a <strong>FISAR</strong> &#8211; Federazioni Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori; e pela <strong>ASA</strong> &#8211; Associazione Stampa Agroalimentare Italiana. Como não me impressiono com siglas resolvi pesquisar diretamente com os italianos (para nossa felicidade e infelicidade de alguns, ainda bem que temos a internet e bons contatos mundo afora). Investiguei em revistas, conversei com colegas sommeliers e blogueiros italianos, tudo em vão. Não encontrei qualquer opinião crítica sobre essa degustação, quer seja falando bem ou mal dos vinhos. Nenhum parecer foi publicado, dentre mais de uma dezena de renomados jornalistas e críticos (segundo informado pela FISAR) que participaram da degustação. Mas afinal, o que os italianos da terra do Barolo acharam dos nossos vinhos? Não sabemos. O fato é, a notícia como foi publicada deixa uma grande margem a interpretações errôneas, fazendo os consumidores acreditarem que os vinhos brasileiros foram aclamados e reconhecidos por sua qualidade, o que não aconteceu. O desserviço prestado pelas revistas e blogs vira-latas que publicam esses releases panfletários, em nada contribuem para o amadurecimento do setor. É preciso aprender a separar patriotismo barato da análise investigativa e crítica que deveria pautar nossa imprensa de vinhos.</p><div
id="attachment_2250" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/07/miolo-lote43-2004.jpg"><img
class="size-medium wp-image-2250" title="Miolo Lote 43 2004" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/07/miolo-lote43-2004-500x334.jpg" alt="Lote 43 2004, vinho ícone da Miolo." width="500" height="334" /></a><p
class="wp-caption-text">Lote 43 2004, vinho ícone da Miolo.</p></div><p>Aproveitei esse gancho para falar sobre um dos vinhos que, segundo a Ibravin &#8220;obtiveram um unânime consenso por parte dos 46 degustadores convidados&#8221;, o <strong>Miolo Lote 43 2005</strong>. Já que não tivemos a opinião dos italianos resolvemos fazer a nossa prova do Lote 43, (com a diferença que degustamos a safra 2004). De acordo com a <a
title="Website Miolo" rel="nofollow" href="http://www.miolo.com.br/controller.php" target="_blank">Miolo</a> é um vinho ícone elaborado somente nas melhores safras a partir de um corte de Cabernet Sauvignon e Merlot, com uvas de uma parcela privilegiada no Vale dos Vinhedos. O estágio em barricas é de 12 meses (70% americanas e 30% francesas).</p><p>Cor rubi e com boa quantidade de matéria corante. Bouquet com razoável intensidade, em destaque as notas do carvalho remetendo a baunilha. Uma presença discreta de frutas negras, como era de se esperar em um vinho da Serra Gaúcha, acompanhado de um toque mentolado. Na boca tem boa estrutura, porém os taninos ainda transmitem uma leve adstringência. O Lote 43 mostrou boa acidez e equilíbrio, com um final de boca agradável. Em resumo, o Lote 43 consegue entregar mais – intensidade, concentração e refinamento – que a média dos vinhos gaúchos, porém não espere a maciez e a fruta madura que outros bons vinhos sul-americanos exibem na mesma faixa de preço. E, definitivamente, por R$80 o Lote 43 sofre para competir com a maioria dos rótulos chilenos, argentinos, uruguaios ou portugueses entre R$ 60 a R$90.</p><p><img
class="size-full wp-image-81" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom.gif" alt="Muito Bom" width="45" height="26" /><br
/> <em>Um vinho bem acabado e gostoso, mas com um posicionamento de preço acima do que pode oferecer</em><br
/> Preço: R$80<br
/> Grad. Alcoólica: 13,5%</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-lote-43-2004/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>Miolo Los Nevados</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-los-nevados/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-los-nevados/#comments</comments> <pubDate>Wed, 04 Feb 2009 23:41:52 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Brasil]]></category> <category><![CDATA[miolo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=1090</guid> <description><![CDATA[Globalização é uma palavra para lá de gasta, mesmo assim não posso evitar de emprega-lá, principalmente quando preciso falar sobre determinados vinhos. Esse é o caso dos Los Nevados, uma nova linha de rótulos que começa a ser vendida no Brasil. Os vinhos são produzidos em Mendoza pela Codorníu, mas quem assina o rótulo é&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-los-nevados/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/02/miolo-los-nevados-malbec.jpg"><img
class="alignleft size-thumbnail wp-image-1091" title="Miolo Los Nevados Malbec 2007" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/02/miolo-los-nevados-malbec-230x332.jpg" alt="" width="230" height="332" /></a>Globalização é uma palavra para lá de gasta, mesmo assim não posso evitar de emprega-lá, principalmente quando preciso falar sobre determinados vinhos. Esse é o caso dos <strong>Los Nevados</strong>, uma nova linha de rótulos que começa a ser vendida no Brasil. Os vinhos são produzidos em Mendoza pela <strong>Codorníu</strong>, mas quem assina o rótulo é um tradicional produtor gaúcho: A <strong>Miolo Wine Group</strong>. É isso mesmo, essa nova linha de vinhos da Miolo é produzida na Argentina, muito embora a Miolo não tenha qualquer operação neste país. Na verdade, uma boa sacada de marketing para aproveitar a capilaridade da sua distribuição com produtos mais competitivos. Segundo <a
title="Los Nevados" href="https://miolo.locaweb.com.br/site/PT/content/noticias/noticia.php?idNoticia=178" target="_blank">informações da Miolo</a>, a linha Los Nevados é uma parceria entre Adriano Miolo e um ex-colega de faculdade, o enólogo César Augusto Borba de Azevedo, que trabalha em Mendoza. Um dos pilares do projeto (segundo o press release) seria a valorização do terroir de <strong>Luján de Cuyo</strong>, porém ao ler a <a
title="Ficha técnica do Los Nevados" href="https://miolo.locaweb.com.br/site/PT/content/loja/product_info.php?products_id=173" target="_blank">ficha técnica</a> constato que as uvas são provenientes do <strong>Vale do Uco</strong>. Ué? Essa duas regiões ficam distantes em alguns quilômetros, fiquei sem entender, ou melhor, compreendi que não faz diferença quando se trata de vinho globalizado. Vinhos com boa concentração de fruta, redondos e com carvalho bem evidente. Esse é o “estilo” do vinho global e, como previsto, o Los Nevados não foge dessa linhagem.</p><p>O Los Nevados Malbec 2007 apresenta aromas de danoninho, sem muita sutileza. Corpo médio, taninos macios e acidez razoável. Final pouco persistente. É um vinho simples, direto e com uma influência muito forte do carvalho. Por sua vez o Chardonnay 2008 é menos marcado pelo carvalho, nariz agradável lembrando abacaxi. Na boca deixa a desejar em frescor, como a maioria dos brancos argentinos nessa faixa de preço. A linha de vinhos Los Nevados tem tudo para agradar ao consumidor habituado com Miolo Seleção e o Reserva Miolo, uma vez que são mais concentrados. Resta saber o quanto essa estratégia irá canibalizar as linhas produzidas na Serra Gaúcha na mesma segmentação de preço. A briga é boa na segmentação até R$30, sem sair da Argentina temos o <a
title="Lurton Malbec" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/lurton-malbec-2005/">Lurton Malbec</a>, o <a
title="Alta Vista Premium" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/alta-vista-premium-malbec-2005/">Alta Vista Premium Malbec</a> e o <a
title="Uxmal" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/uxmal-cabernet-syrah-2005/">Uxmal</a>; vinhos com mais pedigree que o Los Nevados.</p><p><img
class="alignnone size-full wp-image-122" title="Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/bom1.gif" alt="" width="29" height="26" /><br
/> <em>Vinhos de apelo fácil e imediato. O Malbec deve agradar aqueles que gostam dos aromas e sabores do carvalho. O Chardonnay é honesto e agradável, acompanha bem frango, peixe e frutos do mar.</em></p><p><span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 14%<br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Miolo Wine Group<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$26</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-los-nevados/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Expovinis 2008: Miolo Wine Group</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/expovinis-2008-miolo-wine-group/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/expovinis-2008-miolo-wine-group/#comments</comments> <pubDate>Mon, 05 May 2008 11:58:53 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Brasil]]></category> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[expovinis]]></category> <category><![CDATA[miolo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/vinhos-nacionais/expovinis-2008-miolo-wine-group/</guid> <description><![CDATA[Com um stand muito bonito e amplo a Miolo Wine Group apresentou todos os produtos que integram o seu guarda-chuva de marcas. Em cada um dos displays eram expostos rótulos de uma marca com o suporte dos representantes nacionais da Miolo. Um dos destaques foi para o vinho Gran Lovara 2006 (R$35) da Família Benedetti&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/expovinis-2008-miolo-wine-group/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Com um stand muito bonito e amplo a <strong>Miolo Wine Group</strong> apresentou todos os produtos que integram o seu guarda-chuva de marcas. Em cada um dos displays eram expostos rótulos de uma marca com o suporte dos representantes nacionais da Miolo. Um dos destaques foi para o vinho <strong>Gran Lovara 2006 </strong>(R$35) da Família Benedetti Tecchio, um corte de Cabernet Sauvignon, Merlot e Tannat, elaborado sob a supervisão dos enólogos da Miolo. Gostei desse vinho. Nariz muito agradável sem toques verdes exagerados, corpo médio bem equilibrado com taninos de boa qualidade; final não muito persistente, mas gostoso. Porém, o maior mérito do Gran Lovara 2006 é não exagerar no preço. Acredito que os R$35 sejam justos pela qualidade do vinho. Por outro lado, a Lovara ainda fica devendo na sua linha de brancos. O Riesling Itálico (R$15) ainda peca pela ausência de acidez.</p><p>Outro vinho resultado de uma parceria é o <strong>RAR Cabernet Sauvignon / Merlot</strong> (R$48). O vinho é fruto de uma aliança da Miolo com o empresário Raul Randon, onde são utilizadas uvas de vinhedos da região Campos de Cima da Serra (perto de Vacaria &#8211; RS) que posteriormente são vinificadas na Miolo. Achei que o RAR está melhorando. Mostrou um bouquet de intensidade razoável com notas de frutas vermelhas, café, marcado por um leve tostado. Corpo médio com um final de boca não muito longo. Seria melhor se custasse menos de R$40, mas tenho a impressão que essa história de transportar as uvas de Vacaria para Bento Gonçalves não deve ajudar no preço final do vinho.</p><p><object
width='500' height='400'><param
name='movie' value='http://www.slideflickr.com/slide/BTpCWCYI'></param><param
name='wmode' value='transparent'></param><embed
src='http://www.slideflickr.com/slide/BTpCWCYI' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='500' height='400'></embed></object></p><p>No projeto <strong>Fortaleza do Seival</strong> que está localizado na Região da Campanha, próximo com a divisa com o Uruguai, a aposta foi nos vinhos &#8220;super premium&#8221; da linha Quinta do Seival. Tanto o <strong>Quinta do Seival Cabernet Sauvignon</strong> (R$41) quanto o <strong>Quinta do Seival Castas Portuguesas </strong>(R$41) não me convenceram. Não sei se a Miolo ainda busca acertar esses vinhos, porém nesse momento, o resultado não agrada muito. O Quinta do Seival Castas Portuguesas até hoje não decolou – se não estou enganado até baixaram um pouco o preço – não é para menos, o vinho é fraquinho. Qualquer português nessa faixa de preço deixa o Quinta do Seival Castas Portuguesas no chinelo. Já o Quinta do Seival Cabernet Sauvignon é um pouco superior. Um vinho correto, mas ainda sem muitos predicados. Quanto ao <strong>Gamay 2008</strong> (R$18) <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos-nacionais/miolo-gamay-2008/" title="Avaliação do Miolo Gamay 2008">já comentamos</a> aqui no blog. Bom, não pude provar todos os vinhos (senão não chegava ao final da feira), entretanto em breve realizaremos novas degustações com outros rótulos da Miolo.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/expovinis-2008-miolo-wine-group/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>Expovinis 2008: Impressões sobre a maior feira de vinhos da América Latina</title><link>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/expovinis-2008-feira-vinhos-america-latina/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/expovinis-2008-feira-vinhos-america-latina/#comments</comments> <pubDate>Fri, 02 May 2008 21:24:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category> <category><![CDATA[expovinis]]></category> <category><![CDATA[miolo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/enoeventos/expovinis-2008-feira-vinhos-america-latina/</guid> <description><![CDATA[Nos dias 28, 29 e 30 de abril São Paulo foi palco do principal evento de vinhos da America Latina: a Expovinis. Em paralelo, ocupando 1/4 do espaço da feira no anexo inferior direito, também aconteceu a Epicure, voltada aos charutos e a Brasil Cachaça. Em termos práticos, uma boa idéia para estes dois últimos&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/expovinis-2008-feira-vinhos-america-latina/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 28, 29 e 30 de abril São Paulo foi palco do principal evento de vinhos da America Latina: a <strong>Expovinis</strong>. Em paralelo, ocupando 1/4 do espaço da feira no anexo inferior direito, também aconteceu a <strong>Epicure</strong>, voltada aos charutos e a <strong>Brasil Cachaça</strong>. Em termos práticos, uma boa idéia para estes dois últimos eventos conseguirem exposição, uma vez que sozinhos não teriam a envergadura necessária para estruturar um evento de porte. Até porque no segmento de charutos nacionais estamos restritos a meia dúzia de fabricantes. E quanto à cachaça, o setor ainda é pouco organizado e muito pulverizado em pequenos produtores.</p><p><object
width='500' height='400'><param
name='movie' value='http://www.slideflickr.com/slide/L57g0KEy'></param><param
name='wmode' value='transparent'></param><embed
src='http://www.slideflickr.com/slide/L57g0KEy' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='500' height='400'></embed></object></p><p>Este ano o espaço escolhido foi o <strong>Transamérica Expo Center</strong> na Zona Sul, muito amplo e com boa ventilação, tornando um pouco menos exaustivo o tour pelos stands. Sommeliers, proprietários e responsáveis por compras em restaurantes, adegas, delicatessens e supermercados puderam, nesse primeiro dia de feira dirigida a profissionais, conhecer mais produtos e trocar figurinhas diretamente com produtores e importadoras. A maioria dos stands ficou lotado, repleto de visitantes ávidos para provar vinhos, consultar preços, condições de entrega, e é claro, fechar negócios. Como visitei apenas o primeiro dia, não sei o quanto valeu a pena para o consumidor final que pagou os R$30 de entrada (sem contar R$20 de estacionamento). Sem dúvida para os iniciantes uma feira como essa representa um grande estimulo para mergulhar no fascinante mundo dos vinhos.</p><p>A Expovinis 2008 também foi bem representativa no que tange aos produtores nacionais (vamos falar mais desses vinhos nos próximos posts).</p><blockquote><p>Grandes vinícolas como a <strong>Miolo Wine Group</strong> e a <strong>Salton </strong>contaram com amplos espaços onde expuseram suas principais marcas. Ainda do Rio Grande do Sul a pequena vinícola <a
href="http://www.lidiocarraro.com/" target="_blank" title="Site da vinícola Lidio Carraro">Lidio Carraro</a> apresentou novidades como o interessante Elos Cabernet Sauvignon/Malbec, e mostrou ousadia com dois vinhos confeccionados com duas uvas emblemáticas da Espanha e da Itália, o Singular Tempranillo e o inusitado Singular Nebbiolo, com produção limitada a apenas 1.320 garrafas. Da série Lidio Carraro Grande Vindima um dos rótulos apresentados foi o potente e concentrado Tannat 2005.</p></blockquote><p>Se as vinícolas do Rio Grande do Sul já mostraram sua capacidade de produzir bons vinhos e brigar por um espaço na mesa dos brasileiros, o que dizer dos vinhos catarinenses? Primeiramente, não há dúvidas que este estado goza de um enorme potencial para produzir vinhos de qualidade. A cada safra os vinhos dessas vinícolas ficam melhores; um sinal que os produtores estão evoluindo na sua curva de aprendizado.</p><blockquote><p>O espaço da Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude &#8211; ACAVITIS reuniu vinícolas como a <strong>Villagio Grando</strong> de Caçador, <strong>Quinta da Neve</strong> e <strong>Sanjo </strong>de São Joaquim, <strong>Vinícola Santa Augusta</strong> de Videira entre outras.</p></blockquote><p>Produtores do exterior também marcaram presença como o simpático enólogo italiano <strong>Vittorio Fiore</strong> da <strong>Azienda Podere Poggio Scalette</strong>.</p><blockquote><p>Provei o excelente <strong>Il Carbonaione Scalette</strong> da propriedade de Ruffoli com aproximadamente 10 hectares situada na região de Chianti Clássico. Um supertoscano 100% sangiovese muito classudo, encorpado e com uma ótima acidez. E, não tive como deixar de provar o delicioso <strong>Castelluccio Massicone</strong> de sua outra propriedade localizada em Forli-Cesena na Emilia Romagna. Um vinho <acronym
title="Indicação Geográfica Típica">IGT</acronym>. produzido a partir de um blend de 50% Cabernet Sauvignon e 50% Sangiovese, simplesmente uma beleza!</p></blockquote><p>No rol dos argentinos conversei com Federico Cassone da <a
href="http://www.familiacassone.com.ar/" target="_blank" title="Site da Bodega Familia Cassone">Bodega Familia Cassone</a> de Mendoza. Muito entusiasmado Federico falou sobre a filosofia da vinícola e colocou à prova seus vinhos. O <strong>Obra Prima Malbec Reserva</strong> realmente se destaca pela concentração e expressão ao melhor estilo da Malbec; alguns dos seus vinhedos em Luján de Cuyo chegam a ter mais de 90 anos. Já no stand da ProMendoza encontrei Matias Sánchez Nieto da <a
href="http://www.eralbravo.com/" target="_blank" title="Site da Bodega Eral Bravo">Eral Bravo</a>. Seu avô Don Nicanor Nieto fundou uma das mais prestigiadas Bodegas de Mendoza a Nieto Senetiner. Hoje a família Sánchez Nieto está à frente de um novo projeto a Eral Bravo. Porém, Matias confessou sua insatisfação quanto ao trabalho realizado pelo seu ex-parceiro no Brasil (ao que me consta seria a Best Wines). Na feira Matias estava em busca de uma nova importadora para distribuir seus vinhos no Brasil. E diga-se de passagem que vinhos! O complexo e estruturado <strong>Eral Bravo YBS</strong> um elegante blend que passa 16 meses em carvalho francês; também degustei o <strong>Eral Bravo Malbec</strong>, muito frutado e equilibrado deixando um gostinho de quero mais. Espero que Matias consiga fechar uma nova parceria para que em breve possamos encontrar os excelentes vinhos da Eral Bravo aqui no Brasil.</p><p>Confira todas as fotos no meu Flickr: <a
href="http://www.flickr.com/photos/89506147@N00/sets/72157604810050652/" target="_blank" title="Fotos da Expovinis 2008">Expovinis 2008</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/enoeventos/expovinis-2008-feira-vinhos-america-latina/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Miolo Gamay 2008</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-gamay-2008/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-gamay-2008/#comments</comments> <pubDate>Sat, 26 Apr 2008 18:28:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Brasil]]></category> <category><![CDATA[miolo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/vinhos-nacionais/miolo-gamay-2008/</guid> <description><![CDATA[Na próxima semana iremos começar a falar de Expovinis, mas antes de trazermos as novidades dessa feira, resolvemos degustar o Miolo Gamay 2008. Esse vinho é um dos lançamentos que a Miolo Wine Group irá apresentar na Expovinis, e um dos primeiros representantes da festejada safra 2008, que já começa a chegar ao mercado. O&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-gamay-2008/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/04/miolo-gamay-2008.jpg" title="Vinho Miolo Gamay 2008"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/04/miolo-gamay-2008.miniatura.jpg" alt="Vinho Miolo Gamay 2008" style="margin-left: 10px; width: 230px; margin-right: 10px; height: 344px" align="left" height="344" hspace="10" width="230" /></a>Na próxima semana iremos começar a falar de <strong>Expovinis</strong>, mas antes de trazermos as novidades dessa feira, resolvemos degustar o <strong>Miolo Gamay 2008</strong>. Esse vinho é um dos lançamentos que a <strong>Miolo Wine Group</strong> irá apresentar na Expovinis, e um dos primeiros representantes da festejada safra 2008, que já começa a chegar ao mercado. O Miolo Gamay é um velho conhecido, provei-o pela primeira vez em junho de 1999, na Osteria Mamma Miolo. Fui recebido pela Morgana Miolo, que além do Gamay, ofereceu outros vinhos para degustação. Lembro muito bem do Gamay 99 (já disse que tenho uma excelente memória olfativa?); vinho bem leve e seco, com ligeiro aroma de amora fresca e um toque de enxofre. Não era ruim, muito embora o sugestivo &#8220;bouquet&#8221; sulforoso provoque certa incredulidade, tanto que algumas pessoas tem vergonha de relatar, simplesmente porque assemelha-se a odores, digamos assim, de flatulência. É isso aí! Possuem notas de pum! Isso pode acontecer com alguns vinhos jovens recém abertos e costuma desaparecer com alguns minutos de oxigenação.</p><blockquote><p>A inspiração óbvia para o Miolo Gamay é o <strong>Beaujolais Nouveau</strong>, que está longe de ser um grande vinho, apesar disso, tem muitos fãs por aí. O Gamay 2008 possui uma bela rotulagem, assinada pelo artista plástico pernambucano <strong>Romero Britto</strong> – o estilo lembra aquele do <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/le-beaujolais-nouveau-est-arrive/" target="_blank">Rei do Beaujolais</a>. Não vejo razão para esse recalque francês, acho que esse vinho deveria ser engarrafado em embalagem bag in box, assim teria uma proposta de custo mais interessante, além do que, Romero Britto ganharia mais destaque com a maior área para expor seu trabalho.</p></blockquote><p>O Miolo Gamay 2008 exibiu cor violácea com transparência evidente; lágrimas com certa densidade. Nariz de intensidade média, lembrando bananas (os apreciadores de Beaujolais adoram isso) e notas de framboesas; depois de alguns minutos no copo apareceram aromas vegetais. Pouco corpo, taninos leves, acidez moderada e álcool querendo aparecer demais. Final curto e sem muito brilho. O Miolo Gamay é um vinho bem leve e sem grandes méritos, pode agradar aos bebedores que apreciam o estilo do Beaujolais, mesmo não oferecendo muita coisa. Não gosto de vinhos com certas notas vegetais, por isso fiquei um pouco decepcionado com a evolução desse Gamay.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/fraco.gif" alt="Fraco" /><br
/> <em>É bem mais barato que um Beaujolais Nouveau, por isso não deixa de ser uma alternativa atraente para os fãs desse vinho. </em><br
/> <span
class="bold-content">Grad.Alcoólica:</span> 12%<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$18</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-gamay-2008/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Espumantes brut brasileiros (champenoise)</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/#comments</comments> <pubDate>Mon, 03 Dec 2007 19:57:47 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[miolo]]></category> <category><![CDATA[pizzato]]></category> <category><![CDATA[salton]]></category> <category><![CDATA[valduga]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/12/03/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/</guid> <description><![CDATA[Chegamos ao mês de dezembro, e com ele iniciam os preparativos para as festas do Natal e do Réveillon. Essas duas comemorações, mais do que qualquer outra data festiva do ano, estão muito associadas ao consumo de espumantes. Com a proximidade das compras surgem as dúvidas, o que vale a pena comprar? As opções de&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos ao mês de dezembro, e com ele iniciam os preparativos para as festas do Natal e do Réveillon. Essas duas comemorações, mais do que qualquer outra data festiva do ano, estão muito associadas ao consumo de espumantes. Com a proximidade das compras surgem as dúvidas, o que vale a pena comprar? As opções de rótulos disponíveis não são poucas, e as combinações podem variar conforme o método de confecção (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_Champenoise" title="Méthode Traditionnelle ou Champenoise">tradicional</a> ou <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_Charmat" title="Método Charmat">charmat</a>), corte e tipos de uvas (pinot noir, pinot meunier, chardonnay, moscato, prosecco, etc), acabamento (extra brut, brut, demi-sec, etc) e região produtora; sem falar nas faixas de preço. Ou seja, espumantes de diversos estilos para todos os tipos de bolso.</p><p>Para atender inúmeros pedidos de nossos leitores, que solicitaram informações e dicas de compra, organizamos uma degustação às cegas, em duas etapas, com espumantes brut nacionais (tradicional e charmat). Por que nacionais? Em primeiro lugar pela grande diversidade e alta qualidade dos nossos espumantes, principalmente os produzidos na serra gaúcha. Não faltam bons bruts, sejam eles, assemblages, blanc de blancs ou roses. Em segundo, pela acessibilidade, uma vez que os espumantes nacionais apresentam um preço muito competitivo fazendo frente a produtos, com posicionamento similar, franceses, italianos, espanhóis e argentinos.</p><p
style="text-align: center"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/espumantes-brut-champenoise.jpg" title="Vinhos espumantes nacionais - Salton Evidence, Casa Valduga 130 anos, Miolo Millésime 2004 e Pizzato Brut"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/espumantes-brut-champenoise.thumbnail.jpg" alt="Espumantes nacionais - Salton Evidence, Casa Valduga 130 anos, Miolo Milesime 2004 e Pizzato Brut" width="440" height="294" /></a></p><p>Nesse primeiro painel &#8211; utilizando como critério o método de produção tradicional, também conhecido como champenoise, onde a segunda fermentação acontece na garrafa &#8211; foram selecionadas amostras de quatro marcas de espumantes premium:</p><ul><li>Casa Valduga 130 anos</li><li>Miolo Millésime 2004</li><li>Salton Évidence</li><li>Pizzato Brut Safra 2007</li></ul><p
align="justify"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/jackson-degustando-espumante.jpg" alt="Jackson degustando um espumante" align="left" vspace="10" width="200" height="284" hspace="10" />Não tenho a pretensão de achar que essa lista é exaustiva, tendo em vista a grande quantidade de excelentes espumantes nacionais, o que invariavelmente deixará bons produtores de fora, mas já constitui uma boa referência para o consumidor. Aliás, já comentamos aqui no QVinho sobre o <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/a-lista-dos-top-100-da-wine-spectator/" title="A lista dos Top 100 da Wine Spactator">problema das listas</a>. Ou ainda, já que adentramos nessa discussão, o que dizer dos megapainéis, onde são avaliados simultaneamente 20 ou até mais vinhos? Puro quixotismo ou embuste? Sinceramente, gostaria de conhecer esses fantásticos seres que conseguem, após a nona ou décima taça, manter o olfato e paladar inalterados (ainda que o procedimento de cuspir seja utilizado). Bom, enquanto não descobrimos a fórmula mágica, nos resta realizar análises em profundidade, comentando os vinhos que realmente bebemos e que são incluídos num contexto de harmonização com a comida. Foi exatamente o que aconteceu nessa degustação de espumantes. Convidamos, como de costume, mais quatro pessoas para participar desse <em>blind taste</em>, que foi seguido de uma harmonização: entradas (ostras) e um prato principal (salmão grelhado).</p><p
align="justify"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/espumantes-as-cegas.jpg" alt="Espumantes Nacionais - As garrafas foram “disfarçadas” para não enfluenciar os degustadores." align="right" vspace="10" width="200" height="134" hspace="10" />A escolha dos rótulos não poderia ser mais acertada, confirmando a boa fase dos espumantes brasileiros. Todos os espumantes selecionados foram elaborados por meio de um <em>assemblage</em> (Pinot Noir e Chardonnay). Tanto na degustação técnica como na harmonização, os espumantes conseguiram mostrar uma boa dose de personalidade e agradaram todos os convidados. Dois deles, o <strong>Valduga 130 anos</strong> e o <strong>Miolo Millésime</strong>, se destacaram tanto pela cor viva, amarelo-ouro, como pela complexidade da paleta aromática e boa estrutura na boca. Num outro extremo ficou o jovial <strong>Pizzato Brut 2007</strong>, reconhecido pela sua intensa efervecência, <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Perlage"><em>perlage</em></a> muito persistente, excelente frutuosidade e refrescância na boca. Ao passo que o <strong>Salton Évidence</strong> conseguiu aliar complexidade e uma boa frutuosidade marcada por uma ótima acidez.</p><p>Apesar da boa qualidade geral, é necessário fazer algumas ressalvas. Tanto o <strong>Valduga 130 anos</strong> quanto o <strong>Miolo Millésime 2004</strong> deixaram a desejar no quesito <em>perlage</em> (borbulhas finas, porém escassas). Além disso, apresentaram frutuosidade discreta. O <strong>Salton Évidence</strong> exibiu um bom equilíbrio, boa espumatização, acidez e frutuosiade, mas ficou um pouco atrás dos outros no atributo intensidade aromática. O <strong>Pizzato Brut</strong> foi muito bem no tocante à refrescância e intensidade, com borbulhas abundantes, mas não muito finas.</p><h2>Casa Valduga 130 anos</h2><p>Tradicional vinícola do Vale dos Vinhedos, a Casa Valduga faz jus à fama de produzir excelentes espumantes. O seu Valduga 130 anos, espumante comemorativo não safrado, permaneceu em contato com as leveduras durante 30 meses e exibiu a riqueza e a elegância típica de bons espumantes. Cor amarelo-ouro, brilhante e viva, mousse pouco intensa, com borbulhas finas não muito numerosas e razoável persistência. Bouquet de boa intensidade evocando notas de cevada, frutas secas e fermento, lembrando muito o aroma de uma boa cerveja Ale. Na boca a textura é firme e densa, marcada por uma excelente harmonia entre o corpo generoso e a ótima acidez. O final de boca bem persistente casou com perfeição ao acompanhar a carne do Salmão.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 13%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$38</p><h2>Miolo Millésime 2004</h2><p>Este Millésime da Miolo, como o próprio nome sugere, é um espumante safrado (2004). Geralmente os epumantes costumam ser produzidos por assemblage, não só de diferentes vinhos, mas também de diferentes safras. Essa técnica é original de Champagne e tem como objetivo um melhor resultado final, muito embora, safras excepcionais possam produzir uma série limitada chamada &#8220;Millésime&#8221;. O espumante da Miolo mostrou bela cor amarela; borbulhas finas mas em quantidade um pouco baixa. O nariz tem elegância e uma certa complexidade, aroma de frutas secas, amêndoas e fermento de pão compõe a paleta. Na boca exprimiu boa estrutura, com acidez adequada e boa cremosidade. Final de boca agradável com boa persistência. Este vinho permaneceu 18 meses em contato com as leveduras e foram produzidas 33.000 garrafas.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 13%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$51</p><h2>Salton Évidence</h2><p>Talvez o espumante mais equilibrado e harmonioso do nosso painel, o Salton Évidence é um bom exemplo do melhor estilo do espumante da Serra Gaúcha. O Évidence é ligeiramente mais leve e frutado que o Valduga e o Miolo, mesmo assim, preservando as notas sutis do contato com as leveduras (12 meses). Cor palha, borbulhas finas com boa consistência. Aroma frutado, lembrando abacaxi e frutas cítricas; notas florais e toque amendoado de avelãs. Na boca é cremoso e refrescante, graças a excelente acidez. Final persistente e agradável, deixando a sensação de frutuosidade. O Salton Évidence mostra a força desse produtor no território dos vinhos borbulhantes.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$40</p><h2>Pizzato Brut Safra 2007</h2><p>Vinícola boutique, a Pizzato ganhou fama ao conquistar inúmeros prêmios com o seu Merlot. Atualmente ela produz vinhos a partir de propriedades localizadas no Vale dos Vinhedos (Bento Gonçalves) e Dr.Fausto (Dois Lajeados). O seu espumante brut, lançado em novembro, reflete toda a juventude e frescor da safra 2007. Cor amarelo pálido com uma tonalidade levemente esverdeada; mousse espessa, efervescência rica e muito persistente. Nariz intenso e muito frutuoso, exalando maçã-verde, notas vegetais e um leve toque floral. Na boca ele é delicado, com boa estrutura, marcado por uma cremosidade e um frescor que se prolonga por muitos segundos. O Pizzato foi muito bem com as ostras.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$33</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>19</slash:comments> </item> <item><title>Miolo Terranova Blanc de Blancs Brut 2007</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/#comments</comments> <pubDate>Mon, 01 Oct 2007 14:53:27 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[miolo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/10/01/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/</guid> <description><![CDATA[Começam a chegar ao mercado a nova safra de espumantes da Miolo, o Terranova Blanc de Blancs Brut (existe uma versão Demi-Séc), produzidos na Fazenda Ouro Verde, Vale do São Francisco. O lançamento da nova linha Terranova, realizada no final de agosto, vai de encontro à agressiva meta da Miolo de se tornar o 3.&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/terranova-brut.jpg" title="Espumante Miolo Terranova Blanc de Blancs Brut 2007"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/terranova-brut.thumbnail.jpg" alt="Espumante Miolo Terranova Blanc de Blancs Brut 2007" align="left" height="170" hspace="10" vspace="10" width="70" /></a>Começam a chegar ao mercado a nova safra de espumantes da Miolo, o <strong>Terranova Blanc de Blancs Brut</strong> (existe uma versão Demi-Séc), produzidos na Fazenda Ouro Verde, Vale do São Francisco. O lançamento da nova linha Terranova, realizada no final de agosto, vai de encontro à agressiva meta da Miolo de se tornar o 3. maior produtor de espumantes do país até o final de 2007. O assemblage Blanc de Blancs, produzido pelo método <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_Charmat" title="Método Charmat">charmat</a>, consiste em utilizar apenas variedades de uvas brancas, nesse caso a Chenin Blanc, a Sauvignon Blanc e a Verdejo. Uma curiosidade, o criador do Blanc de Blancs, foi Aime Salon, fundador da estupenda Maison Salon. Talvez muita gente não saiba, mas bons champagnes costumam envelhecer muitos anos. É o caso dos S de Salon, que até mesmo em safras como 1943, 1959 e 1966, se bebidas hoje, estão no seu esplendor. Incrível? Não, isso é possível graças a acidez colossal desses vinhos, fator que afugenta os bebedores não iniciados na arte de apreciar grandes espumantes. Mas voltemos aos Terranova. Diferentemente de outros espumantes brut da Serra Gaúcha, essa série da Terranova tem uma proposta mais acessível, principalmente para os iniciantes menos habituados aos tradicionais espumantes brut. Trata-se de um espumante leve, fresco, ideal para ser bebido jovem. Cor amarelo palha, levemente verdoso, o <strong>Terranova Brut Blanc de Blancs 2007</strong>, apresentou um perlage fino e bem persistente. O bouquet exprimiu notas de frutas de polpa branca. Na boca a estrutura é bem leve, acidez muito discreta com um final pouco seco. Quem se afugenta só de ouvir o termo brut, não precisa se preocupar, já que esse Terranova está longe de ter a acidez e a secura típica desses espumantes.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/2007/05/31/lurton-torrontes-2005/muito-bom-best-buy/" rel="attachment wp-att-138" title="Muito Bom - Best Buy"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muito-bom-best-buy.gif" alt="Muito Bom - Best Buy" class="imageframe imgalignleft" height="27" width="77" /></a><br
/> <em>Espumante com uma proposta mais descompromissada, para ser bebido jovem, ideal para coquetéis e eventos.</em><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$ 17</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Miolo Terroir Merlot 2004</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-terroir-merlot-2004/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-terroir-merlot-2004/#comments</comments> <pubDate>Wed, 11 Jul 2007 16:38:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Brasil]]></category> <category><![CDATA[michel rolland]]></category> <category><![CDATA[miolo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/07/11/miolo-terroir-merlot-2004/</guid> <description><![CDATA[É difícil falar da ascenção do vinho nacional e das significativas melhoras na qualidade da produção de tintos e brancos, sem comentar sobre o papel da vinícola Miolo. Nos últimos anos, a empresa investiu R$ 90 milhões em novas áreas, na modernização dos vinhedos e do processo produtivo. Com o objetivo de ingressar com seus&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-terroir-merlot-2004/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/07/miolo-terroir.jpg" title="Miolo Terroir Merlot 2004"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/07/miolo-terroir.thumbnail.jpg" alt="Vinho Tinto Vinícola Miolo Terroir Merlot 2004 - Vale dos Vinhedos" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="273" width="190" /></a>É difícil falar da ascenção do vinho nacional e das significativas melhoras na qualidade da produção de tintos e brancos, sem comentar sobre o papel da vinícola Miolo. Nos últimos anos, a empresa investiu R$ 90 milhões em novas áreas, na modernização dos vinhedos e do processo produtivo. Com o objetivo de ingressar com seus produtos no mercado internacional também contratou o consultor Michel Rolland. É nessa geração de vinhos premium que a Miolo apresenta o seu Terroir Merlot 2004. Um vinho rubi profundo de pouca transparência, reflexos violáceos e lágrimas tingidas abundantes. Não chega a ter um bouquet intenso, nem mesmo complexo, mas agrada o olfato. Presença delicada de notas de baunilha e frutas vermelhas. Um Merlot leve sem muitos exageros de madeira, com taninos macios e um final de boca razoável.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="45" /><br
/> <em>O Miolo Terroir é um pouco mais equilibrado e amadurecido que outros tintos da Serra Gaúcha, porém não justifica tanta rasgação de seda por parte da mídia especializada.</em><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 13,5%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$61</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/miolo-terroir-merlot-2004/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> </channel> </rss>
<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk: basic
Page Caching using disk: enhanced
Database Caching 1/37 queries in 0.018 seconds using disk: basic
Object Caching 1085/1165 objects using disk: basic

Served from: www.qvinho.com.br @ 2012-02-08 19:48:16 -->
