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><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; o.fournier</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/tag/ofournier/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 15:22:11 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>T.H. Carignan Undurraga 2009</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/t-h-carignan-undurraga-2009/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/t-h-carignan-undurraga-2009/#comments</comments> <pubDate>Mon, 11 Jul 2011 01:46:58 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Chile]]></category> <category><![CDATA[o.fournier]]></category> <category><![CDATA[Santa Carolina]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=5932</guid> <description><![CDATA[No últimos tempos tive a oportunidade de provar uma série de rótulos chilenos de Carignan. E de modo geral, posso afirmar que a qualidade desses vinhos está realmente surpreendente. No último evento da ViniVinci provei com exclusividade um dos mais recentes vinhos da linha premium de José Manuel Ortega Fournier, O. Fournier Maule 2008 (R$248),&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/t-h-carignan-undurraga-2009/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/07/TH-Undurraga1.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5936" title="TH-Undurraga" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/07/TH-Undurraga1-500x331.jpg" alt="" width="500" height="331" /></a></p><p>No últimos tempos tive a oportunidade de provar uma série de rótulos chilenos de Carignan. E de modo geral, posso afirmar que a qualidade desses vinhos está realmente surpreendente. No último evento da ViniVinci provei com exclusividade um dos mais recentes vinhos da linha <em>premium</em> de José Manuel Ortega Fournier, <strong>O. Fournier Maule 2008</strong> (R$248), e confesso que fiquei impressionado. Um vinho único, rico, com todos os predicados de um grande vinho, simplesmente fabuloso! E como se não bastasse, também encontramos Carignan deliciosos em faixas de preço mais acessíveis, como é o caso do <a
title="Post Sant Ema" href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/amplus-de-vina-santa-ema/" target="_blank">Santa Ema Carignan</a> (R$110), ou mesmo o <em>bestby</em> <a
title="Post Santa Carolina" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/os-vinhos-da-santa-carolina/" target="_blank">Santa Carolina Specialties Dry Farming Carignan 2008 </a>(R$55).</p><p>Embora tenha chegado ao Chile em meados do século XX, a Carignan figurou durante muitos anos na mais completa obscuridade, sendo utilizada apenas para dar mais cor e acidez em outros vinhos. Na DO Maule encontramos grande parte dos vinhedos da Carignan, que chegam a ter 50 anos ou até 80 anos de idade. Os vinhedos velhos, não irrigados, estão plantados em solos pobres e manejados pelo sistema Gobelet, como arbustos; e o resultado é a baixa produtividade (cerca de 6 mil Kg/Ha ou até menos) de uma cepa que é naturalmente muito exuberante e produtiva. Vale ressaltar que é exatamente a idade dos vinhedos, um dos grandes trunfos dessa nova geração de vinhos Carignan, que apresenta vinhos muito finos e profundos. Longe da monotonia que muitos vinhos se transformaram -mascarados pela madeira e incapazes de mostrar os nuances do solo e do clima de onde foram produzidos -, os novos vinhos de Carignan representam renovação. E por mais paradoxal que isso pareça, a renovação vem de vinhedos muito velhos que estavam abandonados e produzindo vinhos medíocres.</p><p>A <a
title="Website Undurraga" href="http://www.undurraga.cl/" target="_blank">Viña Undurraga</a> &#8211; com mais de 120 anos, umas pioneiras da vitinicultura no Chile &#8211; integra um pequeno grupo de vinícolas chilenas que estão trabalhando em prol do desenvolvimento da uva Carignan no Vale do Maule. O enólogo <strong>Rafael Urrejola</strong> faz parte do time dos defensores desse projeto, e a sua linha de rótulos T.H (Terroir Hunter), nasceu de uma busca dos microterroir que melhor representam a diversidade chilena. É o caso do <strong>TH Carignan</strong>, um vinho de produção limitada (1.010 caixas), obtido de uvas de vinhedos velhos de pequenos quartéis de duas zonas no Maule, sendo uma delas um pouco mais fresca, Locomilla (58%) e outra mais quente, Cauquenes (42%); onde 60% do vinho estagia por 16 meses em barricas novas de carvalho francês. Cor violácea viva, com certa transparência, o TH Carignan revelou um bouquet perfumado e de boa intensidade, marcado por frutas frescas com cerejas e amoras, algo floral, além de notas de cedro e baunilha. Sem dúvida uma ótima integração com a madeira. Na boca mostrou boa estrutura, taninos finos e redondos, além da acidez marcante e típica da Carignan. Um vinho equilibrado, de final persistente e delicioso.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="" title="Excelente" width="61" height="26" class="alignnone size-full wp-image-159" /></a><br
/> Importadora: Mr. Mann<br
/> Preço: R$78<br
/> Grad. Alcóolica: 14,5%</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/chile/t-h-carignan-undurraga-2009/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Receita: Pato com Laranja (Canard à L´Orange)</title><link>http://www.qvinho.com.br/receitas/pato-com-laranja-canard-a-lorange/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/receitas/pato-com-laranja-canard-a-lorange/#comments</comments> <pubDate>Thu, 13 May 2010 14:16:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Receitas]]></category> <category><![CDATA[o.fournier]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4349</guid> <description><![CDATA[Alguns pratos são verdadeiros clássicos da alta gastronomia. O que seria de muitos restaurantes franceses se no menu não constasse pratos a base de coelho, cordeiro e pato? É, difícil imaginar. Essa capacidade de trabalhar o marketing de certos pratos fez dos franceses internacionalmente reconhecidos. O que dizer de receitas como o Canard à L`Orange,&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/receitas/pato-com-laranja-canard-a-lorange/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Alguns pratos são verdadeiros clássicos da alta gastronomia. O que seria de muitos restaurantes franceses se no menu não constasse pratos a base de coelho, cordeiro e pato? É, difícil imaginar. Essa capacidade de trabalhar o marketing de certos pratos fez dos franceses internacionalmente reconhecidos. O que dizer de receitas como o <strong>Canard à L`Orange</strong>, mais conhecido como <strong>Pato com Laranja</strong>, presença quase obrigatória no menu dos mais sofisticados restaurantes. A receita se espalhou estrondosamente e, como era de se esperar, algumas técnicas foram empregadas para facilitar a execução. Desde o uso de farinha ou maizena para engrossar o molho, até caldo de galinha em tabletes. É claro, tudo é uma questão de gosto. Mas como comparar a riqueza de aromas e sabores de um caldo caseiro bem preparado com um caldo industrializado!? Eu particularmente sou um fã das receitas que prezam pela simplicidade e qualidade dos ingredientes. Como aprecio bastante a carne de marreco e pato, por onde ando – e aí vale tudo, restaurantes sofisticados até típicos regionais – procuro provar pratos a base dessas aves. Aqui no sul um dos pratos mais saborosos que comi foi no <a
title="Post Abendbrothaus" href="http://jacksonbrustolin.posterous.com/marreco-no-abendbrothaus" target="_blank">Restaurante Abendbrothaus</a>, na Vila Itoupava, em Blumenau. Em casa, brincando de cozinheiro, gosto de fazer o Pato com Laranja  do Chef <a
title="Website Alain Ducasse" href="http://www.alain-ducasse.com/" target="_blank">Alain Ducasse </a>, por isso escolhi essa receita para publicar aqui no QVinho.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/pato-com-laranja.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-4392" title="pato-com-laranja" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/pato-com-laranja-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p><h2>Receita e ingredientes para o Pato com Laranja (5 pessoas):</h2><h3>Para assar o pato:</h3><ul><li>1 Pato (2,5Kg);</li><li>1 punhado de folhas de laranja;</li><li>Zesto (casca sem a parte branca) de 1/2 laranja;</li><li>Sal e pimenta-do-reino a gosto;</li><li>2 colheres de sopa de manteiga.</li></ul><p>Pré-aqueça o forno a uma temperatura de 230ºC. Tempere o pato com sal e pimenta-do-reino moída na hora. Introduza algumas folhas da laranja na cavidade do pato, juntamente com um pedaços da casca. Isso dará uma fragrância deliciosa ao pato enquanto ele assa. Também é possível forrar com algumas rodelas de laranja a forma onde o pato será assado. Mas antes de levá-lo ao forno doure a manteiga numa frigideira e gentilmente regue o pato. Em seguida coloque-o no forno e asse por aproximadamente 2 ½ horas. Durante esse período procure regar o pato com o suco e a gordura que se acumula na assadeira até que a pele ganhe uma aparência dourada e crocante. Para finalizar retire o pato do forno, corte-o em pedaços, regue com o molho e guarneça com os gomos de laranja (veja receita abaixo). Coloque o restante do molho em uma molheira.</p><h3>Para o caldo de pato:</h3><ul><li>1,5 litros de água;</li><li>1 pescoço, moela e outros miúdos do pato juntamente com uma carcaça de um frango;</li><li>2 cenouras;</li><li>2 cebolas médias;</li><li>2 dentes de alho;</li><li>1 talo de Aipo pequeno;</li><li>1 pimentão verde;</li><li>Salsinha;</li><li>200g de cogumelos Paris frescos.</li><li>1 colher de chá de sal.</li></ul><p>Em uma caçarola leve a água ao fogo alto, em seguida adicione os pedaços de carne, as cenouras, o pimentão e os dentes de alho pelados. Deixe para colocar os ingredientes como os cogumelos e a salsinha mais para o final do cozimento. Enquanto isso aqueça um Grill elétrico ou se preferir uma chapa, e descasque as cebolas, corte-as pela metade deixe grelhar até que o lado de baixo fique escuro (cuidado para não queimar). Em seguida adicione as cebolas no caldo, abaixe o fogo, e deixe cozinhando por pelo menos 2 ½ horas. Ao final retire a gordura que eventualmente tenha se formado na superfície; separe a carcaça e os miúdos e reserve para outro uso, se preferir. Peneire o caldo, e se não for utiliza-lo no momento, coloque num recipiente e leve para a geladeira (no máximo 24 horas). Caso queira conserva-lo mais tempo, leve-o ao freezer.</p><h3>Para o molho e guarnição:</h3><ul><li>5 laranjas grandes;</li><li>¼ de xícara (60ml) de açúcar;</li><li>1 colher se sopa de água</li><li>4 colheres de sopa de vinagre de Jerez (ou vinagre balsâmico);</li><li>175ml de caldo de pato (receita acima);</li><li>3 ½ colheres de sopa de manteiga (sem sal);</li><li>Suco de ½ Limão (opcional).</li></ul><p>Inicialmente prepare os ingredientes. Com uma faca remova o zesto (casca sem a parte branca) de 1 laranja grande, corte em <em>julienne</em> e reserve. Em seguida descasque outras 3 laranjas, separe os gomos e retire as partes brancas e as membranas, reserve numa tigela. Também esprema 2 laranjas e reserve o suco. Adicione as cascas de laranja cortadas em <em>julienne</em> numa panela, cubra de água e leve ao fogo para dar uma escaldada e tirar o amargor. Escoe a água quente e cubra novamente com água fria e leve ao fogo; após alguns minutinhos escoe e reserve. Adicione o açúcar numa panela, e em fogo brando, faça um caramelo (se precisar adicione uma colher de sopa de água). Quando o caramelo estiver dourado e no ponto ideal, acrescente o vinagre de Jerez e o suco de laranja. Cozinhe devagar até que o líquido esteja mais reduzido. Depois acrescente as cascas de laranja reservadas e o caldo de pato; cozinhe alguns minutos para que o molho reduza e ganhe uma consistência xaroposa (aproximadamente 15 minutos), desligue o fogo e reserve. No momento de montar o prato leve o molho ao fogo novamente e adicione as 2 colheres de manteiga; mexa bem até que a mistura fique homogênea. Se preferir adicione também o suco de limão. Enquanto isso prepare os gomos de laranja para guarnecer o prato. Em uma frigideira, em fogo brando, gentilmente aqueça os gomos de laranja com 1 ½ colher de manteiga.</p><h2>Vinho recomendado: tinto untuoso e com boa acidez como o Urban Oak 2003 Ribera Del Duero</h2><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/urban-ribera.jpg"><img
class="alignleft size-thumbnail wp-image-4430" title="urban-ribera" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/urban-ribera-230x236.jpg" alt="Urban Oak Ribera del Duero" width="230" height="236" /></a>Para fazer frente a um prato como esse, caracterizado por uma carne rica em gordura e um molho denso e adocicado, nada melhor do que um vinho tinto com boa acidez e untuosidade. Pinot Noirs sul-americanos, desde que não marcados excessivamente pelo carvalho, sempre são ótimas alternativas. Para nossa harmonização escolhi um vinho espanhol de Ribera del Duero, 100% Tempranillo, com uma passagem leve por barricas francesas (3 meses). O Urban Oak apresentou um aroma delicioso, limpo e rico em frutas vermelhas maduras. Notas de framboesa, infusão de ervas e fundo sutil tostado; madeira muito bem empregada. Na boca tem uma estrutura razoável, taninos finos e macios, com boa acidez. Final seco, persistente e bem alcoólico. Um vinho pronto e fácil de beber, uma combinação deliciosa com o Pato com Laranja.</p><p><img
class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="" width="61" height="26" /><br
/> <em>Grad. Alcoolica: 14%<br
/> Preço: R$80<br
/> Importadora: Vinci</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/receitas/pato-com-laranja-canard-a-lorange/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>Vinhos bons e baratos &#8211; até R$40</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-bons-e-baratos/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-bons-e-baratos/#comments</comments> <pubDate>Mon, 05 Oct 2009 12:30:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[casa lapostolle]]></category> <category><![CDATA[catena]]></category> <category><![CDATA[lidio carraro]]></category> <category><![CDATA[nieto senetiner]]></category> <category><![CDATA[o.fournier]]></category> <category><![CDATA[Santa Carolina]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=2853</guid> <description><![CDATA[De tempos em tempos recebemos e-mails de leitores solicitando que publicássemos mais artigos contendo lista de vinhos baratos. De fato estávamos devendo recomendações como esta. Muito embora os nossos posts também contemplem vinhos acessíveis, na maioria das vezes eles estão dentro de artigos sobre vinícolas ou mesmo nas degustações em eventos, por conseguinte nem sempre&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-bons-e-baratos/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>De tempos em tempos recebemos e-mails de leitores solicitando que publicássemos mais artigos contendo <strong>lista de vinhos baratos</strong>. De fato estávamos devendo recomendações como esta. Muito embora os nossos posts também contemplem vinhos acessíveis, na maioria das vezes eles estão dentro de artigos sobre vinícolas ou mesmo nas degustações em eventos, por conseguinte nem sempre é fácil para o leitor encontrar de uma forma rápida, por exemplo, boas opções de vinhos brancos por menos de R$40. Mas, aos poucos, prometemos sanear esse lapso com mais posts dedicados as listas de boa compra.</p><p>Antes de entrarmos na relação vale ressaltar o que se define como um vinho barato. O conceito é flexível, e como tal, comporta interpretações diversas de acordo com o poder aquisitivo de cada consumidor. De todo modo, dentro de padrões normais, podemos dizer que seriam os <strong>vinhos situados no intervalo de preços entre R$15 e R$40</strong>. Nos Estados Unidos e em outros países são conhecidos como os vinhos <em>best value</em> ou <em>best buy</em> (rótulos que não passam de US$20). Acontece, porém, que estamos no Brasil e por razões já bem discutidas (altos impostos, margens abusivas de algumas importadoras e varejistas etc) o vinho é caro demais! Um rótulo <em>best buy</em> de US$10 nos EUA, provavelmente chega ao Brasil custando mais de R$50. Em resumo, uma lista de rótulos boa compra no Brasil está muito distante dos &#8220;achados&#8221; que figuram em listas gringas.</p><p>Se acima dos R$30 já encontramos vinhos de boa qualidade e com um certo caráter, abaixo desse valor é preciso garimpar muito para encontrar vinhos que não sejam um suco de uva aromatizado com lascas de carvalho. Então preferimos trazer alguns sugestões de vinhos <strong>espumantes</strong>, <strong>tintos</strong> e <strong>brancos</strong> que conseguem aliar o mínimo de personalidade com um preço mais acessível. Esses valores podem oscilar bastante conforme a cidade e a loja escolhida, então vale a pena pesquisar bem antes de comprar.</p><h2>Espumantes</h2><p><img
class="alignnone size-medium wp-image-2958" title="Epsumantes brut brasileiros (champenoise)" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/espumantes-brut-champenoise-500x334.jpg" alt="Epsumantes brut brasileiros (champenoise)" width="500" height="334" /></p><h3>1. Terranova Blanc de Blanc Brut (Miolo) &#8211; R$18 <a
title="Post Terranova" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Vale do São Francisco</p><h3>2. Casa Perini Moscatel &#8211; R$19</h3><p>Origem: Brasil, Garibaldi</p><h3>3. Espumante Arte Brut (Valduga) &#8211; R$20</h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos</p><h3>4. Cava Don Roman Brut &#8211; R$29</h3><p>Origem: Espanha</p><h3>5. Dom Cândido Espumante Brut &#8211; R$29 <a
title="Post sobre espumantes nacionais" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos</p><h3>6. Espumante Estrelas do Brasil Brut 2006 &#8211; R$34</h3><p>Origem: Brasil, Nova Prata</p><h3>7. Reserva da Serra Espumante Brut (Lidio Carraro) &#8211; R$35 <a
title="Post sobre espumantes nacionais" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos</p><h3>8. Pizzato Espumante Brut &#8211; R$35 <a
title="Post espumante Pizzato brut" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos</p><h3>9. Salton Évidence &#8211; R$36 <a
title="Post espumantes nacionais" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Tuyuti</p><h3>10. Nieto Senetiner Extra Brut &#8211; R$36</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza</p><h2>Vinhos tintos</h2><p><img
class="alignnone size-full wp-image-2961" title="urban-uco-malbec-tempranillo" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/urban-uco-malbec-tempranillo.jpg" alt="urban-uco-malbec-tempranillo" width="500" height="334" /></p><h3>1. Los Haroldos Malbec Roble &#8211; R$18</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: 100% Malbec<br
/> Importador: Obra Prima Importadora</p><h3>2. Callia Alta Syrah 2007 &#8211; R$23</h3><p>Origem: Argentina, San Juan<br
/> Uvas: 100% Syrah<br
/> Importador: Decanter</p><h3>3. Paulo Laureano Clássico &#8211; R$28</h3><p>Origem: Portugal<br
/> Uvas: 50% Aragonez, 50% Trincadeira<br
/> Importador: Adega Alentejana</p><h3>4. Santa Carolina Reserva Merlot 2007 &#8211; R$32</h3><p>Origem: Chile<br
/> Uvas: Merlot<br
/> Importador: Porto a Porto / Casa Flora</p><h3>5. Palo Alto Reserva 2007 (Concha Y Toro) &#8211; R$33</h3><p>Origem: Chile, Vale de Maulle<br
/> Uvas: Cabernet Sauvignon, Carmenere e Syrah<br
/> Importador: Expand</p><h3>6. Urban Uco Blend 2005 (O.Fournier) &#8211; R$33 <a
title="Post Urban Uco Blend 2005" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/urban-uco-blend-2005-ofournier/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: Tempranilllo, Malbec<br
/> Importador: Vinci</p><h3>7. Finca La Florencia Malbec (Familia Cassone) &#8211; R$38 <a
title="Post Familia Cassone" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/familia-cassone-qvotr2009/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: 100% Malbec<br
/> Importador: Obra Prima Importadora</p><h3>8. Vale da Clara (Quinta de La Rosa) &#8211; R$38 <a
title="Post Vale da Clara" href="http://www.qvinho.com.br/receitas/lasanha-a-bolonhesa/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Portugal, Douro<br
/> Importador: Expand</p><h3>9. Vallontano Tannat 2005 &#8211; R$38</h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos<br
/> Uvas: 100% Tannat</p><h3>10. Loios Tinto (João Portugal Ramos) &#8211; R$39 <a
title="Post Loios " href="http://www.qvinho.com.br/receitas/papardelle-alho-poro-porri/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Portugal, Alentejo<br
/> Uvas: Aragonês, Castelão e Trincadeira<br
/> Importador: Porto a Porto / Casa Flora</p><h2>Vinhos brancos</h2><p><img
class="alignnone size-medium wp-image-2963" title="leyda-chardonnay-2007" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/leyda-chardonnay-20071-500x334.jpg" alt="leyda-chardonnay-2007" width="500" height="334" /></p><h3>1. Santa Alvara Sauvignon Blanc 2007 (Casa Lapostolle) &#8211; R$23</h3><p>Origem: Chile, Vale de Colchagua<br
/> Uvas: Sauvignon Blanc<br
/> Importador: Mistral</p><h3>2. Urban Uco Sauvignon Blanc 2007 &#8211; R$27</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uva: 100% Sauvignon Blanc<br
/> Importador: Vinci</p><h3>3. Alamos Chardonnay 2008 &#8211; R$29</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: 100% Chardonnay<br
/> Importador: Mistral</p><h3>4. Terrazas de Los Andes Chardonnay 2008 &#8211; R$30</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: 100% Chardonnay<br
/> Importador: LVMH</p><h3>5. Casillero Del Diablo Gewurztraminer Reserva 2008 (Concha y Toro) &#8211; R$32</h3><p>Origem: Chile, Vale Central<br
/> Uvas: Gewurztraminer<br
/> Importador: Expand</p><h3>6. Viña Santa Ema Sauvignon Blanc Leyda Valley &#8211; R$33</h3><p>Origem: Chile, Vale de Leyda<br
/> Uvas: Sauvignon Blanc<br
/> Importador:</p><h3>7. Santa Carolina Reserva Chardonnay &#8211; R$35</h3><p>Origem: Chile<br
/> Uvas: 100% Chardonnay<br
/> Importador: Porto a Porto / Casa Flora</p><h3>8. Viña Leyda Chardonnay Classic Reserve 2007 &#8211; R$38 <a
title="Post Leyda Chardonnay" href="http://www.qvinho.com.br/receitas/moqueca-de-peixe/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Chile, Vale de Leyda<br
/> Uvas: 100% Chardonnay<br
/> Importador: Grand Cru</p><h3>9. Vila Régia Branco (Soagrape) &#8211; R$38</h3><p>Origem: Portugal, Douro<br
/> Uvas: Viosinho, Gouveio, Códega, Rabigato<br
/> Importador: Zahil Vinhos</p><h3>10. Casa Silva Coleccion Chardonnay &#8211; R$39</h3><p>Origem: Chile, Colchagua<br
/> Uvas: 100% Chardonnay</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-bons-e-baratos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>39</slash:comments> </item> <item><title>Restaurante Urban &#8211; O.Fournier</title><link>http://www.qvinho.com.br/gastronomia/restaurante-urban-o-fournier/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/gastronomia/restaurante-urban-o-fournier/#comments</comments> <pubDate>Wed, 26 Aug 2009 11:52:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Gastronomia]]></category> <category><![CDATA[o.fournier]]></category> <category><![CDATA[qvotr2009]]></category> <category><![CDATA[restaurantes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=2353</guid> <description><![CDATA[Vinho e comida se complementam, uma coisa depende da outra. Um restaurante dentro de uma vinícola estabelece relação análoga; quando bem administrado, ajuda decisivamente a entender melhor os vinhos produzidos pela casa. Os caras da O.Fournier sabem muito bem disso, tanto que o Urban — situado junto a bodega O.Fournier em Mendoza — pode ser considerado um&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/gastronomia/restaurante-urban-o-fournier/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Vinho e comida se complementam, uma coisa depende da outra. Um restaurante dentro de uma vinícola estabelece relação análoga; quando bem administrado, ajuda decisivamente a entender melhor os vinhos produzidos pela casa. Os caras da <a
title="Bodega O.Fournier" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodega-o-fournier-qvotr2009/">O.Fournier </a>sabem muito bem disso, tanto que o Urban — situado junto a bodega O.Fournier em Mendoza — pode ser considerado um exemplo,  um restaurante com cozinha totalmente voltada para valorizar os vinhos. Quem comanda o restaurante e a <strong>Chef Nadia Haron de Ortega</strong>, esposa de <strong>José Manuel Ortega Fournier</strong>, presidente do grupo O.Fournier.</p><div
class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a
title="Restaurante da Bodega O.Fournier por Jomar Brustolin, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/3314393210/"><img
title="Restaurante Urban O.Fournier" src="http://farm4.static.flickr.com/3345/3314393210_d3cd9dba5b.jpg" alt="Restaurante da Bodega O.Fournier" width="500" height="334" /></a><p
class="wp-caption-text">Restaurante Urban O.Fournier</p></div><p>O <strong>Urban</strong> é um belo complemento ao visual futurista da Bodega O.Fournier; com seu pé direito avantajado, amplas janelas com vista para um espelho d&#8217;água e os Andes ao fundo, temos a sensação de estarmos em outro planeta.</p><p>O restaurante, como convém a uma vinícola, serve apenas menu degustação, tanto no almoço quanto no jantar. Tivemos a oportunidade de conferir a sua comida nas duas situações. Primeiramente, jantamos numa belíssima noite estrelada, como só no Vale de Uco é possível de ver. José Manuel não poderia ter tido inspiração melhor para escolher o nome de seus vinhos. O primeiro prato já nos surpreendeu, uma sopa fria de tomates e azeite de oliva, servida com o Urban Sauvignon Blanc ficou ainda mais refrescante.</p><p><a
title="Restaurante da Bodega O.Fournier por Jomar Brustolin, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/3313563939/"><img
src="http://farm4.static.flickr.com/3550/3313563939_5755e21a10.jpg" alt="Restaurante da Bodega O.Fournier" width="500" height="334" /></a></p><p>O prato principal foi um suculento Lomo de Cerdo &#8211; uma bisteca alta de porco &#8211; acompanhada pelo ótimo <a
title="Vinho Alfa Crux" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/o-fournier-alfa-crux-2002/">Alfa Crux Blend</a> 2003. Combinação perfeita, o Alfa Crux valorizou tremendamente a carne.</p><p><a
title="Lomo de cerdo - Restaurante da Bodega O.Fournier por Jomar Brustolin, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/3314387886/"><img
src="http://farm4.static.flickr.com/3453/3314387886_36b8dcc544.jpg" alt="Lomo de cerdo - Restaurante da Bodega O.Fournier" width="500" height="334" /></a></p><p>Depois da experiência pungente do prato principal, nada melhor que uma sobremesa delicada para encerrar o jantar. O creme de baunilha com framboesas e novelo de caramelo cumpriu bem esse papel. Talvez o Urban Torrontés  não tenha acompanhado a altura, mesmo assim não comprometeu.</p><p><a
title="Sobremesa na O.Fournier por Jomar Brustolin, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/3329213788/"><img
src="http://farm4.static.flickr.com/3364/3329213788_643d1acb19.jpg" alt="Sobremesa na O.Fournier" width="500" height="334" /></a></p><p>No dia seguinte retornamos ao Urban, dessa vez para almoçarmos após a nossa degustação técnica.</p><p><a
title="Restaurante - Bodega O.Fournier por Jomar Brustolin, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/3326686078/"><img
src="http://farm4.static.flickr.com/3597/3326686078_1ef503723c.jpg" alt="Restaurante - Bodega O.Fournier" width="500" height="334" /></a></p><p>O menu do almoço contemplou várias entradas, sempre acompanhadas pelos vinhos da linha Urban.</p><p><a
title="Restaurante da Bodega O.Fournier por Jomar Brustolin, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/3313567781/"><img
src="http://farm4.static.flickr.com/3581/3313567781_4e227689b4.jpg" alt="Restaurante da Bodega O.Fournier" width="500" height="334" /></a></p><p>Até chegarmos ao prato principal, um Bife de Lomo (mignon) com mil folhas de batata, alho poró e gorgonzola. Um prato carregado de sabores como esse pede um vinho robusto, a O.Fournier serviu o seu BCrux que conseguiu dar conta do recado.</p><p><a
title="Bife de lomo - Restaurante da Bodega O.Fournier por Jomar Brustolin, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/3313567101/"><img
src="http://farm4.static.flickr.com/3383/3313567101_f25201b61a.jpg" alt="Bife de lomo - Restaurante da Bodega O.Fournier" width="500" height="334" /></a></p><p>Depois provamos o sensacional Sorvete de Torrontés &#8211; um páreo duríssimo frente ao Sorvete de Pisco do <a
title="Astrid &amp; Gastón Santiago" href="http://www.qvinho.com.br/gastronomia/qvotr2009-restaurante-astrid-gaston-em-santiago/">Astrid &amp; Gastón</a>, impossível dizer qual é melhor.</p><p><a
title="Sorvete de torrontés - Restaurante da Bodega O.Fournier por Jomar Brustolin, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/3313565725/"><img
src="http://farm4.static.flickr.com/3654/3313565725_78489a7082.jpg" alt="Sorvete de torrontés - Restaurante da Bodega O.Fournier" width="500" height="334" /></a></p><p>Por fim, encerremos a nosso banquete com um belo sorvete de gengibre e leite sob cesta de caramelo de mel. O Urban Torrontés foi o par para esse <em>grand finale</em>.</p><p><a
title="Sorvete de gengibre e leite sob cesta de caramelo de mel - Bodega O.Fournier por Jomar Brustolin, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/3313630245/"><img
src="http://farm4.static.flickr.com/3562/3313630245_bff058df44.jpg" alt="Sorvete de gengibre e leite sob cesta de caramelo de mel - Bodega O.Fournier" width="500" height="334" /></a></p><p>Os pratos do Urban O.Fournier são cuidadosamente preparados, possuem ótima apresentação e fazem bonito juntamente com os vinhos da casa. Você deve estar pensando que custa uma fortuna, não é mesmo? Que nada! Um almoço completo como esse, com os vinhos da linha Urban, BCrux e Alfa Crux, custa no máximo 45 dólares. Existe ainda opção de optar por uma refeição mais simples, com menos vinhos, aí os preços começam em 25 dólares.</p><p>Visitas:<br
/> O restaurante Urban está situado junto a <a
title="Bodega O.Fournier" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodega-o-fournier-qvotr2009/">bodega O.Fournier</a>, localizada na região do Vale de Uco, próxima a Eugenio Bustos e La Consulta, distante 110km de Mendoza. Para chegar lá veja o mapa da região:</p><p><a
title="Mapa das bodegas em Mendoza" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/maps.google.com');" href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;msa=0&amp;msid=112849210074780877538.0004610286734ec310e92&amp;ll=-33.793914,-69.093533&amp;spn=0.052997,0.111494&amp;t=h&amp;z=14" target="_blank">Clique para ver o mapa das bodegas em Mendoza</a></p><p
style="text-align: center;">* * *</p><p><em>Este post faz parte da série On the Road 2009. Clique <a
title="On the Road 2009 - Chile e Argentina" href="http://www.qvinho.com.br/on-the-road/2009-chile-e-argentina/">aqui |+|</a> para ler mais artigos sobre o Chile e a Argentina. Clique <a
title="QVinho On the Road" href="http://www.qvinho.com.br/on-the-road/">aqui |+|</a> para ler sobre outras viagens dos editores.<br
/> </em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/gastronomia/restaurante-urban-o-fournier/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Bodega O.Fournier</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodega-o-fournier-qvotr2009/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodega-o-fournier-qvotr2009/#comments</comments> <pubDate>Mon, 10 Aug 2009 20:58:15 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Argentina]]></category> <category><![CDATA[Enoturismo]]></category> <category><![CDATA[o.fournier]]></category> <category><![CDATA[qvotr2009]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=2350</guid> <description><![CDATA[Ao falarmos de vinho argentino a primeira coisa que vem a cabeça é a uva Malbec. Não é exagero afirmar que está variedade ocupa com privilégio a preferência de muitos produtores, embora alguns dediquem especial atenção a outras uvas. Esse é o caso da O.Fournier, uma moderníssima bodega que nasceu com o propósito de elaborar&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodega-o-fournier-qvotr2009/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Ao falarmos de vinho argentino a primeira coisa que vem a cabeça é a uva Malbec. Não é exagero afirmar que está variedade ocupa com privilégio a preferência de muitos produtores, embora alguns dediquem especial atenção a outras uvas. Esse é o caso da <strong>O.Fournier</strong>, uma moderníssima bodega que nasceu com o propósito de elaborar o melhor Tempranillo da Argentina. <strong>José Manuel Ortega Fournier</strong> é o visionário por trás desse projeto, um ex-banqueiro espanhol que ficou fascinado ao encontrar um antigo vinhedo de Tempranillo na região de La Consulta. Não teve dúvidas, tratou logo de comprar aquelas terras e construiu ali uma nova bodega. Fica fácil entender as pretensões da O.Fournier quando analisamos as áreas plantadas: 50 ha de Tempranillo, 15 ha de Merlot, 14,8 ha de Cabernet Sauvignon, 14,4  ha de Malbec, 2,6 ha de Syrah e 1ha de Sauvignon Blanc. O sangue espanhol predomina nessa bodega, afinal dos 98 ha de área própria quase metade é de vinhedos de Tempranillo. Vale lembrar que a <a
title="Bodega O.Fournier" href="http://www.ofournier.com/web/" target="_blank">O.Fournier é um grupo vinícola</a>, com operação  na Espanha (Ribera del Duero), Chile (Maule/Leyda) e Argentina (Mendoza). Já falamos sobre isso em <a
title="Bodegas y viñedos O.Fournier" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodegas-y-vinedos-ofournier/">outro post</a>.</p><p><object
classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param
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name="src" value="http://www.slideflickr.com/slide/L7DOv5VT" /><embed
type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.slideflickr.com/slide/L7DOv5VT" wmode="transparent"></embed></object></p><p>Os vinhos da O.Fournier são modernos, com muita fruta, concentração e, obviamente, presença marcante da madeira. A degustação que fizemos na bodega foi fantástica, afinal tivemos a oportunidade de degustar (e comparar) toda a linha de vinhos, inclusive com o top espanhol <strong>Alfa Spiga</strong> e os  exóticos <strong>Centauri</strong> do Chile. O estilo do produtor é marcante, independente da origem do vinho, embora a identidade do terroir fique sempre presente. A grande surpresa foram os chilenos; nos tintos uma presença considerável da uva Carignan (outra variedade bem difundida na Espanha) em cortes com Cabernet Sauvignon e Merlot; já o ótimo Centauri branco mostra a força da Sauvignon Blanc do Vale de San Antonio. A linha <strong>Urban</strong>, os vinhos de entrada da O.Fournier, são sempre muito bem feitos e agradáveis; possuem ótima relação qualidade/preço. As linhas intermediárias &#8211; BCrux, Centauri e Spiga &#8211; oferecem o melhor do estilo dessa bodega, porém por um preço muito competitivo. Os tops Alfa Crux e Alfa Spiga  são louváveis naquilo que se propõem, muita fruta e concentração, verdadeiros <em>blockbusters </em>do mundo do vinho. Curiosamente, o vinho mais caro da O.Fournier é um 100% Syrah produzido em La Consulta (chamado apenas de O.Fournier Syrah), de produção muito limitada, tão restrita que não pudemos degustá-lo.</p><p>O.Fournier é um dos mais impressionantes projetos vinícolas da atualidade, com pés firmes em três países e uma linha muito completa de vinhos. É bom ficar de olho, pois ainda vão crescer, principalmente no Chile. Aqui é preciso abrir um parêntese, afinal a operação no Chile está em franca expansão, mesmo assim já dá para ter uma noção do que poderemos esperar para os próximos anos.  A O.Fournier adquiriu uma área de 35ha na região de San Antonio onde cultiva Sauvignon Blanc e Pinot Noir;  arrendou mais de 140 ha no Vale do Maule, com grandes parcelas de vinhedos velhos (com mais de 80 anos) de Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Carignan. A lógica da O.Fournier é fugir das áreas quentes, por isso a aposta em regiões frias como  San Antonio e Maule, propicias para a elaboração de vinhos mais equilibrados e frescos. Durante nosso tour pela bodega tivemos a companhia da enóloga <strong>Julia Halupczok </strong>. Enquanto conversamos sobre a bodega e fazíamos a degustação &#8211; na bela sala cercada de vidro &#8211; acompanhamos o descarregamento das primeiras caixas de uvas tintas.</p><h2>Urban Uco Tempranillo 2008 (R$38)</h2><p>Já apresentamos aqui no QVinho outros rótulos da linha Urban, como o <a
title="Urban Uco Blend 2005" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/urban-uco-blend-2005-ofournier/">blend 2005</a>; sempre vinhos confiáveis, de boa relação qualidade preço. O Urban Uco Tempranillo é gostoso, com boa concentração e fruta intensa. Na boca tem equilíbrio, com final agradável e de boa persistência.</p><h2>Urban Ribera 2005 (R$71)</h2><p>Linha básica produzida em Ribera del Duero (Espanha), que prima pelo acabamento fino. Produzido com 100% de tinta del pais (nome regional da tempranillo) com maturação de 4 meses em barricas francesas. Cor rubi com ligeira transparência. Nariz intenso, frutas vermelhas e agradáveis notas tostadas. Na boca é equilibrado,  fácil de beber e com taninos macios. Não tem a mesma intensidade de fruta que o Urban Uco, embora seja mais fresco.</p><h2>Urban Maule Blend 2008 (R$38)</h2><p>A contrapartida chilena para os bem sucedidos Urban Uco e Urban Ribera. Um corte merlot (45%), carignan (25%), cabernet franc (20%) e cabernet sauvignon (10%), proveniente da região do Maule. Menos fruta madura que os outros, em compensação é mais sutil e estruturado. Aroma agradável, um pouco diferente da maioria dos chilenos na mesma faixa de preço, com notas de frutas negras, cacau e café torrado. Na boca mostra-se vigoroso, com taninos ainda jovens. Um ótimo complemento a linha Urban.</p><h2>B Crux Sauvignon Blanc 2008 (R$80)</h2><p>Na Argentina não é fácil fazer  brancos realmente bons, por isso respeito aqueles que dedicam tempo e investimento nessa empreitada. Talvez esse seja o vinhos mais surpreendente da O.Fournier, afinal é um raro exemplo de vinho decente com essa uva. Enquanto a maioria das bodegas  dedicam seu esforços a Chardonnay, esse Sauvignon Blanc prova que ainda é possível fazer brancos frescos e agradáveis em terras mendocinas. No nariz é frutado, com notas tropicais e minerais, porém sem os típicos traços herbáceos da casta. Ótimo na boca, equilibrado e longo. O B Crux não é tão intenso e volumoso quanto o Centauri, mas tem o seu charme. Foge da mesmice de muitos brancos argentinos, agora por R$80, ou menos, existem brancos melhores no mercado.</p><h2>Centauri Sauvignon Blanc 2008 (R$70)</h2><p>Se o B Crux se diferencia de outros brancos de Mendoza, o Centauri por sua vez é o melhor estilo da Sauvignon Blanc no Chile. Esse vinho não nega a pátria, o ótimo terroir de San Antonio confere intensidade de aromas e corpo generoso. Abundância de frutas cítricas combinadas com notas de ervas e minerais compõem a paleta aromática. Encorpado e volumoso, mesmo assim com ótimo frescor. Final de boca longo e agradável.</p><h2>Spiga 2004 (R$144)</h2><p>O espanhol Spiga é um belo exemplar de tempranillo, feliz no seu casamento com a madeira. Fermentado em tanques de aço inóx, com posterior maturação de 12 meses em barricas (80% de carvalho francês e 20% americano) e engarrafado sem filtragem. Frutas negras dominam no nariz, reforçadas por  especiarias, couro e tabaco. Bem estruturado, apesar de ser mais leve que o B Crux e o Alfa Crux, exibiu ótimos taninos e certa acidez. Delicioso agora, mas ainda pode evoluir bem na garrafa por mais alguns anos.</p><h2>Centauri Blend 2007</h2><p>O Centauri é atualmente o tinto mais bem elaborado pela O.Fournier no Chile, um corte de Cabernet Sauvignon (40%), Carignan (30%) e Merlot (30%) que passou 12 meses em barricas de carvalho francês. Um vinho intenso e com boa complexidade, tipicamente chileno, embora a Carignan consiga imprimir um resultado ligeiramente diferente. Bom aroma, com certa complexidade, lembrando frutas negras maduras, especiarias e mineral. Na boca é encorpado, com taninos ainda firmes, certamente precisa de mais tempo na garrafa. Um tinto jovem e vigoroso, merece um lugar na adega.</p><h2>BCrux Blend 2005 (R$80)</h2><p>A safra 2005 do BCrux possui um corte ligeiramente diferente do <a
title="O.Fournier" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodegas-y-vinedos-ofournier/">BCrux 2003</a> que já havíamos degustados, com mais Malbec e menos Syrah. O resultado não poderia ser outro: mais fruta madura no  pacote de especiarias e chocolate que os vinhos da O.Fournier costumam oferecer. O BCrux 2005 é feito de Tempranillo (60%), Malbec (35%) e Syrah (5%), depois descansa em barricas francesas (80%) e americanas (20%) de primeiro (50%) e segundo uso (50%). Um vinho potente e intenso, com ameixas pretas e notas de cacau. Encorpado, com taninos de boa qualidade. O BCrux é um blockbuster,  feito para agradar aos apreciadores de vinhos potentes e concentrados.</p><h2>Alfa Crux Blend 2003 (R$150)</h2><p>O meu vinho preferido da O.Fournier, sempre muito bem feito e atraente, oferece uma riqueza de aromas impressionante. Um corte de Tempranillo (50%), Malbec (40%) e Merlot (10%) com estágio de 17 meses em barricas novas de carvalho francês (80%) e americano (20%). Se o BCrux é um blockbuster, então o Alfa Crux é um blockbuster feito para ganhar o Oscar, o melhor do estilo voluptuoso do Novo Mundo. Nariz intenso e com boa complexidade, muita fruta madura, especiarias, cacau e notas tostadas. Encorpado e equilíbrado, ainda exibindo um vigor  de juventude. Está ótimo agora, mas pode surpreender por mais  alguns anos.</p><h2>Alfa Crux Malbec 2006 (R$150)</h2><p>Assim como toda bodega argentina, a O.Fournier não poderia deixar de fazer um 100% Malbec top de linha. Esse vinho exibe toda a graciosidade da uva Malbec, cheio de fruta, porém concentrado e vigoroso.  O Alfa Crux foi um dos Malbecs mais potentes que provamos no On the Road 2009, muito estruturado e jovem. Aroma de frutas maduras, um pouco fechado, com muitas notas do estágio de 20 meses em barricas novas de carvalho. Encorpado e volumoso, com taninos jovens. Precisa de mais tempo, alguns anos na adega farão muito bem a esse vinho.</p><h2>Alfa Spiga 2004 (R$235)</h2><p>O Alfa Spiga é um legítimo Ribera del Duero, com todas as virtudes que essa região empresta a sua casta emblemática, a Tempranillo (lá conhecida como Tinta del País). Outro blockbuster, ainda mais intenso e concentrado que o BCrux e o Alfa Crux. Nariz rico e complexo, com frutas em compota, especiarias doces e notas tostadas. Na boca é bem encorpado, porém equilibrado e com ótimos taninos, além de ter acidez o suficiente para harmonizar todo o conjunto. Final  agradável e persistente. Só vai melhor nos próximos anos.</p><p>Importadora: Vinci</p><p>Visitas:<br
/> A O.Fournier está localizada na região do Vale de Uco, próxima a Eugenio Bustos e La Consulta, distante 110km de Mendoza. Para chegar lá veja o mapa da região:</p><p><a
title="Mapa das bodegas em Mendoza" href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;msa=0&amp;msid=112849210074780877538.0004610286734ec310e92&amp;ll=-33.793914,-69.093533&amp;spn=0.052997,0.111494&amp;t=h&amp;z=14" target="_blank">Clique para ver o mapa das bodegas em Mendoza</a></p><p>É possível visitar a bodega e fazer degustações que começam em US$10 e podem chegar até US$135. Uma boa ideia é agendar a visita e aproveitar para almoçar no excelente restaurante da O.Fournier, o Urban. É importante considerar o tempo de deslocamento, que pode chegar até 2 horas do centro de Mendoza (só ida).</p><p
style="text-align: center;">* * *</p><p><em>Este post faz parte da série On the Road 2009. Clique <a
title="On the Road 2009 - Chile e Argentina" href="http://www.qvinho.com.br/on-the-road/2009-chile-e-argentina/">aqui |+|</a> para ler mais artigos sobre o Chile e a Argentina. Clique <a
title="QVinho On the Road" href="http://www.qvinho.com.br/on-the-road/">aqui |+|</a> para ler sobre outras viagens dos editores.<br
/> </em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodega-o-fournier-qvotr2009/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Urban Uco Blend 2005 – O.Fournier</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/urban-uco-blend-2005-ofournier/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/urban-uco-blend-2005-ofournier/#comments</comments> <pubDate>Fri, 14 Nov 2008 12:16:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Argentina]]></category> <category><![CDATA[o.fournier]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=806</guid> <description><![CDATA[Há pouco mais de um ano tivemos a oportunidade de degustar alguns vinhos da O. Fournier e de fazer uma resenha da Bodega. Naquela ocasião comentamos sobre a capacidade desse produtor de origem espanhola de confeccionar vinhos de alta qualidade, mas ao mesmo tempo acessíveis para todos os bolsos. Aliás, hoje em dia não é&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/urban-uco-blend-2005-ofournier/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/urban-uco-malbec-tempranillo.jpg"><img
class="alignleft size-thumbnail wp-image-815" title="O.Fournier Urban Uco Malbec-Tempranillo" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/urban-uco-malbec-tempranillo-230x294.jpg" alt="" width="230" height="294" /></a>Há pouco mais de um ano tivemos a oportunidade de degustar alguns vinhos da <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodegas-y-vinedos-ofournier/">O. Fournier</a> e de fazer uma resenha da Bodega. Naquela ocasião comentamos sobre a capacidade desse produtor de origem espanhola de confeccionar <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/o-fournier-alfa-crux-2002/">vinhos de alta qualidade</a>, mas ao mesmo tempo acessíveis para todos os bolsos. Aliás, hoje em dia não é difícil encontrar vinícolas boutique que trabalham com produções ultra pequenas, totalmente voltadas para alta qualidade. Porém, o outro lado da moeda é que esses vinhos costumam ter preços bem mais altos. A pergunta que faço é: o preço desses vinhos de garagem — que em alguns casos chegam a custar até três vezes mais que outro dito mais comercial — compensa em relação à qualidade? Depende. Contudo, posso afirmar que as chances do consumidor gastar além do necessário aumentam consideravelmente. Não que eu queira desestimular a experimentação de rótulos de pequena tiragem, não é isso. Mas aí lembro da O. Fournier e da proposta de seus vinhos. E, em tempos de dólar alto, é bom ficar esperto. Vinhos que conseguem conciliar qualidade e bom preço são sempre bem-vindos.  O <strong>Urban Uco Blend 2005</strong> manteve a boa linha do seu antecessor da <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodegas-y-vinedos-ofournier/">safra 2004</a>. Produzido a partir do corte de 50% Malbec e 50% Trempranillo, o Urban Uco Blend utiliza uvas dos vinhedos de La Consulta, El Cepillo, Chilecito e Pareditas, no Vale do Uco. Nariz muito agradável ressaltando um sutil toque de carvalho, frutas negras maduras e couro. Na boca tem um bom volume e uma textura muita macia, apesar da sua considerável estrutura tânica. Acidez correta, conferindo ao vinho um conjunto bem harmônico. Final de boca longo e quente, mas que não chega a incomodar.</p><p><img
class="alignnone size-full wp-image-138" title="Muito Bom - Best Buy" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muito-bom-best-buy.gif" alt="" width="77" height="27" /><br
/> <em>Boa opção para variar dos varietais 100% Malbec. Fácil de beber, sem ser óbvio demais.<br
/> </em><br
/> <span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 14,5%<br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Vinci<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$ 39</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/urban-uco-blend-2005-ofournier/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Bodegas y Viñedos O.Fournier</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodegas-y-vinedos-ofournier/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodegas-y-vinedos-ofournier/#comments</comments> <pubDate>Mon, 29 Oct 2007 11:05:24 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Argentina]]></category> <category><![CDATA[o.fournier]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/10/29/bodegas-y-vinedos-ofournier/</guid> <description><![CDATA[Um dos rótulos que mais se destacou aqui no blog foi o Alfa Crux Blend 2002, um vinho moderno e pretensioso, assim como o seu produtor, a Bodegas Y Viñedos O.Fournier. Uma vinícola nova – fundada em 2000 – que já está produzindo vinhos muito bons em Ribera Del Duero e Mendoza, além de ter&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodegas-y-vinedos-ofournier/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/o-fournier1.jpg" alt="Bodegas y Viñedos O.Fournier - Valle de Uco" align="middle" width="440" height="177" /></p><p>Um dos rótulos que mais se destacou aqui no blog foi o <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/o-fournier-alfa-crux-2002/">Alfa Crux Blend 2002</a>, um vinho moderno e pretensioso, assim como o seu produtor, a <strong>Bodegas Y Viñedos O.Fournier</strong>. Uma vinícola nova – fundada em 2000 – que já está produzindo vinhos muito bons em Ribera Del Duero e Mendoza, além de ter projetos em andamento no Chile, Portugal (Douro) e Espanha (Rioja). É isso mesmo! Ribera Del Duero, Rioja, Douro, Mendoza e Chile foram os locais escolhidos para a “construção” do grupo bodeguero O.Fournier, sem sombra de dúvidas, uma empreitada ambiciosa. Ainda não tivemos a oportunidade de provar todos os seus vinhos, mas aqueles que provamos, saíram-se muito bem nas degustações. Além do já mencionado Alfa Crux, comparamos lado-a-lado o <strong>BCrux Blend 2003</strong>, o <strong>Urban Uco Malbec-Tempranillo 2004</strong> e o <strong>Leonardo Tempranillo 2005</strong> e pudemos comprovar a qualidade da O.Fournier. São vinhos modernos, com muita fruta e boa integração com a madeira, além de oferecerem taninos maduros, boa acidez e um certo frescor. Um dos grandes méritos da O.Fournier é imprimir uma personalidade própria em seus vinhos. Outro ponto que merece destaque é a excelente relação qualidade/preço do Urban Uco e do Leonardo.</p><p><strong>Importadora:</strong> Vinci</p><h2>BCrux Blend 2003</h2><p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/beta-crux.jpg" title="O.Fournier Beta Crux 2003"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/beta-crux.thumbnail.jpg" alt="O.Fournier Beta Crux 2003" align="left" vspace="10" width="70" height="170" hspace="10" /></a> Mais um excelente vinho da O.Fournier. Esse assemblage (60% Tempranillo, 20% Malbec, 10% Merlot e 10% Syrah) apresentou uma cor rubi intensa, rico em matéria corante e um halo ligeiramente púrpura. Ao nariz, o bouquet é complexo e muito intenso. O leque de perfumes exala notas de frutas negras maduras, cedro, seguido por um sutil toque de especiarias como cravo. O cuidadoso processo de amadurecimento em barricas de carvalho (80% francês e 20% americano) só trouxe fineza ao vinho. Na boca é potente, caloroso, com taninos macios e uma boa acidez. Sem dúvida um vinho bem equilibrado. O retrogosto é prazeroso e persistente, sem exageros. A O. Fournier confirma com seu BCrux Blend toda sua capacidade para talhar vinhos com muita elegância, complexidade, concentração e, principalmente, fáceis para serem apreciados.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 14,5%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$85</p><h2>Urban Uco Malbec-Tempranillo 2004</h2><p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/urban-uco.jpg" title="O.Fournier Urban Uco Malbec-Tempranillo 2004"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/urban-uco.thumbnail.jpg" alt="O.Fournier Urban Uco Malbec-Tempranillo 2004" align="left" vspace="10" width="70" height="170" hspace="10" /></a>Esse corte bivarietal (50/50) exibiu cor rubi com ligeira transparência e halo tendente ao púrpura, além de lágrimas muito persistentes e densas. Nariz agradável, um pouco discreto no início, porém revelador de uma boa complexidade, remetendo a frutas passificadas, couro, borracha e cascalhos. Corpo médio, taninos macios e acidez correta. Final com boa persistência, deixando uma sensação harmônica. O Urban Uco é um vinho muito interessante, tem uma complexidade surpreendente e, considerando o preço, traz uma elegância típica de vinhos mais caros. Sua personalidade é mais européia, apesar da maciez comum do novo mundo, além disso, não exibe a fruta exageradamente doce de muitos vinhos atuais.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muito-bom-best-buy.gif" alt="Muito Bom - Best Buy" class="imageframe imgalignleft" width="77" height="27" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 14,5%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$30</p><h2>Leonardo Tempranillo 2005</h2><p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/leonardo.jpg" title="O.Fournier Leonardo Tempranillo 2005"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/leonardo.thumbnail.jpg" alt="O.Fournier Leonardo Tempranillo 2005" align="left" vspace="10" width="70" height="170" hspace="10" /></a>Produzido com exclusividade para a Vinci, este jovial tinto mostrou cor rubi com boa transparência, halo ligeiramente violáceo e lágrimas com persistência média. Aroma intenso, aberto e direto, trazendo cerejas maduras; notas de caramelo e ervas secas. Corpo leve, com taninos bem resolvidos e acidez um pouco baixa, deixando evidenciar o álcool elevado. Final frutado de persistência muito boa. O Leonardo Tempranillo é um vinho ligeiro, para ser bebido em goles fartos, acompanhando pizza e boa conversa. Acho que esse vinho peca no acabamento, é muito macio e leve, seria melhor se tivesse um pouco mais de acidez, trazendo mais vivacidade e brilho. Por outro lado, sua intensidade aromática e persistência são muito boas, incomuns em vinhos dessa faixa de preço, o que torna o Leonardo  Tempranillo um dos campeões no quesito relação qualidade/preço.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/bom-best-buy.gif" alt="Bom" class="imageframe imgalignleft" width="63" height="27" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 14,5%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$18</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/bodegas-y-vinedos-ofournier/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>O. Fournier Alfa Crux 2002</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/o-fournier-alfa-crux-2002/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/o-fournier-alfa-crux-2002/#comments</comments> <pubDate>Mon, 03 Sep 2007 17:34:16 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Argentina]]></category> <category><![CDATA[o.fournier]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/09/03/o-fournier-alfa-crux-2002/</guid> <description><![CDATA[Quem acompanha o QVinho já deve ter percebido que costumo criticar alguns vinhos modernos, excessivamente marcados pelo carvalho, que acabam adquirindo uma personalidade débil, apenas exibindo a força da madeira. Não consigo gostar desses líquidos alcoólicos sabor carvalho, porém eles fazem muito sucesso mundo afora. Geralmente o toque do carvalho é agradável, mas o exagero&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/o-fournier-alfa-crux-2002/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/alfa-crux.jpg" alt="Vinho tinto argentino O. Fournier Alfa Crux 2002" align="left" height="371" hspace="10" vspace="10" width="230" />Quem acompanha o QVinho já deve ter percebido que costumo criticar alguns vinhos modernos, excessivamente marcados pelo carvalho, que acabam adquirindo uma personalidade débil, apenas exibindo a força da madeira. Não consigo gostar desses líquidos alcoólicos sabor carvalho, porém eles fazem muito sucesso mundo afora. Geralmente o toque do carvalho é agradável, mas o exagero torna o vinho enjoativo, além de corromper seu caráter original. O carvalho é como tempero, bem usado valoriza o alimento, mas quando é empregado para suprimir a falta de sabor de um prato, todos conhecem o resultado. É necessário explicar esses detalhes para apresentar o <strong>Alfa Crux</strong>, um vinho moderno e internacional, produto de um meticuloso trabalho de <em>winemaker</em>, porém aqui o carvalho foi brilhantemente empregado, uma tradição dos melhores vinhos de Ribera Del Duero, agora presente na Argentina. Produzido pela bodega <strong>O. Fournier</strong>, um dos grandes nomes em Ribera Del Duero, que investiu pesado em suas instalações cinematográficas no Valle de Uco, Mendoza. O Alfa Crux 2002 é um dos ícones do momento, em seu repertório de críticas, podemos destacar os 93 pontos da revista Wine Spectator, que o indicou entre os 100 melhores vinhos do ano em 2006, além da revista inglesa Decanter, que elegeu o Alfa Crux como “o melhor tinto do novo mundo”. Não costumo ficar impressionado com críticas assim, essas revistas escrevem verdadeiros devaneios, o melhor mesmo é provar. O Alfa Crux 2002 é um corte de 60% Tempranillo, 35% Malbec e 5% Merlot, provenientes de três vinhedos distintos, uma típica escolha de <em>winemaker</em>, buscando a máxima expressão de diferentes terrenos. Apresentou bela cor rubi escura, deixando revelar uma pequena transparência, com lágrimas lentas e finas. Aroma intenso de frutas vermelhas maduras, mostrando boa complexidade, com notas de couro, especiarias, violetas e um bom fundo de carvalho doce. Encorpado e potente, com taninos superfinos, excelente acidez e textura sedosa. Final de boca longo e persistente. O Alfa Crux 2002 não decepcionou, deixando claro o esmero da O.Founier em produzir um vinho de muita qualidade, com as melhores características do novo mundo, porém com uma elegância encontrada somente nos melhores solos europeus. A O.Fournier fez um belo trabalho na safra 2002, que já está perfeita agora, mas ainda pode evoluir.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="77" /><br
/> <em>Potência e maciez surpreendentes! Esse vinho delicioso consegue ser forte, mas com uma delicadeza muito feminina, mostrando um equilíbrio comparável aos grandes vinhos europeus.</em><br
/> <span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 14,5%<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$160<br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Vinci</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/o-fournier-alfa-crux-2002/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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