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><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; robert parker</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/tag/robert-parker/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 15:22:11 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Château Léoville Las Cases 2002</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/#comments</comments> <pubDate>Tue, 16 Sep 2008 23:40:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[França]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category> <category><![CDATA[robert parker]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/vinhos-franceses/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/</guid> <description><![CDATA[Avaliar um grande vinho é sempre uma tarefa complexa, ao contrário de bebê-lo. Mas, o que é mesmo um grande vinho? Essa pergunta costuma iniciar discussões acaloradas entre os apreciadores. Deixando de lado a subjetividade, podemos identificar um grande vinho por alguns critérios bem tangíveis. O primeiro deles é geográfico; todo grande vinho é produzido&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Avaliar um grande vinho é sempre uma tarefa complexa, ao contrário de bebê-lo. Mas, o que é mesmo um <strong>grande vinho</strong>? Essa pergunta costuma iniciar discussões acaloradas entre os apreciadores. Deixando de lado a subjetividade, podemos identificar um grande vinho por alguns critérios bem tangíveis. O primeiro deles é geográfico; todo grande vinho é produzido em uma região demarcada, geralmente de vinhedos muito específicos. O segundo critério é histórico; todo grande vinho possui um legado de avaliações muito positivas. Por fim, o último critério é o resultado da soma dos dois primeiros; o preço elevado. Muita gente com dinheiro disputando uma produção limitada faz o preço subir, uma velha lógica de mercado que funciona como relógio suiço no mundo dos vinhos.</p><p>Quem gosta de vinho já está farto de ler e ouvir sobre os grandes, geralmente caríssimos, como esses que apresentamos <a
title="Os 10 Vinhos Mais Caros do Mundo" href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/">aqui nesse post</a>. O que todos se perguntam é: Esses vinhos são realmente melhores que tantos outros de regiões próximas, algumas vezes mais baratos? Claro que sim! Assim como Marilyn Monroe será sempre mais bonita e charmosa que aquela colega loira que você acha o máximo. Um grande vinho tem fascínio, assim como uma diva do cinema; não dá para comparar com qualquer coisa. No caso dos vinhos, esse fascínio nunca é por pouca coisa.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/leoville-las-cases-2002.jpg" alt="Château Léoville Las Cases 2002" /></p><blockquote><p>É bom lembrar que fascínio não tem preço, porém vinhos de qualidade excepcional têm; e atualmente podem ser comprados por um valor na casa dos 100 dólares (nos Estados Unidos, óbvio). Por 100 dólares podemos encontrar vinhos excepcionais de todas as regiões clássicas, sem dúvida existem muitos que custam ainda menos, mas vamos estabelecer esse teto. Acima disso a balança começa a pender demais para o lado do fascínio.</p></blockquote><p>Esse preâmbulo é para apresentar o <strong>Grand Vin de Léoville du Marquis de Las Cases 2002</strong> &#8211; grande em todos os sentidos &#8211; que comprei pela internet por exatos $99 numa loja nos Estados Unidos. O <a
title="Château Léoville Las Cases" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_L%C3%A9oville-Las_Cases" target="_blank">Léoville Las Cases</a> é um <strong>Bordeaux</strong> do segundo caldo (<a
title="Classificação Oficial dos Vinhos Bordeaux de 1855" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bordeaux_Wine_Official_Classification_of_1855" target="_blank">na classificação oficial de 1855</a>) produzido na comuna de <strong>St. Julien</strong>. É um dos <em>chateaux</em> mais antigos de Bordeaux, com uma história que começa em 1638. Em meados do século 17 já era reconhecido como um dos melhores da região, atrás apenas do <a
title="Château Latour" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Latour" target="_blank">Latour</a>, <a
title="Château Lafite Rothschild" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Lafite-Rothschild" target="_blank">Lafite</a>, <a
title="Château Margaux" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Margaux" target="_blank">Margaux</a> e <a
title="Château Haut Brion" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Haut-Brion" target="_blank">Haut Brion</a>. O Château Leoville Las Cases, atualmente, goza de enorme prestígio, e é comandado com competência pela família Delon, que emprega cuidados meticulosos e alta tecnologia. <strong>Robert Parker</strong> é categórico ao afirmar que esse château está entre os melhores de Bordeaux, que seu vinho é tradicional e necessita de pelo menos 10 anos de envelhecimento para mostrar todas as suas qualidades. Parker conferiu 100 pontos às safras 1982 e 1986; 99 pontos à safra 2000 e 98 pontos à safra 2005. A revista <strong>Wine Spectator</strong> também costuma ser generosa, concedeu 100 pontos às safras 2000 e 2005. A safra 2002 que degustamos recebeu 95 pontos do Parker e 94 pontos da Wine Spectator. Apenas para efeito de comparação, a famosa safra 2005 não é encontrada por menos de US$400 (EUA)! O que uns pontinhos a mais não fazem&#8230;</p><p>Acredito que os leitores do QVinho queiram saber a nossa opinião, não é mesmo? Pois sim, o Léoville las Cases 2002 &#8211; um corte de Cabernet Sauvignon (66,7%), Merlot (14,5%), Cabernet Franc (13,9%) e o resto de Peti Verdot &#8211; não decepcionou, mesmo sendo muito jovem. Vinhos desse tipo precisam de um preparativo, você não pode abrir um Bordeaux desse naipe e simplesmente servir. O vinho precisa respirar. Abrimos a garrafa para comprovar o seu estado. Ufa! Para nossa sorte não estava com nenhum defeito, mas como previsto, o vinho estava fechado. Decanter nele! Depois de 8 horas começamos a degustação. A cor do Leoville las Cases 2002 era rubi escura, sem nenhum traço de evolução e com lágrimas abundantes. Nariz muito agradável e complexo de frutas negras e caixa de charutos; a boa evolução do vinho no copo vai revelando notas de mentol, minerais e um evidente toque floral. Encorpado e potente, porém sem perder a classe, uma vez que os taninos são abundantes e de excelente qualidade. A textura do vinho impressiona. O equilíbrio é muito bom; nada de álcool em excesso ou falta de acidez. O final é ótimo, longo e persistente. O Léoville Las Cases 2002 é um vinho classudo e refinado que, sem a menor dúvida, terá vida bem longa. Apesar disso, preciso esclarecer ao caro leitor que esse vinho pode frustrar as expectativas, principalmente daqueles bebedores acostumados com os atuais exemplares do Novo Mundo. Refiro-me aos vinhos redondos, frutados e com muito carvalho que existem aos montes por aí. Se você gosta desse estilo, esqueça do Léoville Las Cases, procure por um Bordeaux de perfil mais moderno e modesto.</p><p>Valeu os US$99? Com certeza! O problema é que esse vinho chega no Brasil custando muito caro. Já encontrei o Léoville Las Cases por até R$1.600 (safra 2003) e nunca vi por menos de R$700 (safra 2004). Nessas condições não recomendo como uma boa compra, salvo se você for um <em>connoisseur</em> com muito dinheiro e preguiça de viajar.</p><p><img
class="imageframe imgalignleft" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" width="77" height="26" /><br
/> <em>Um grande vinho. Fruta fresca, complexidade, textura excelente e uma estrutura fenólica para longo repouso na adega. Gostaria de ter algumas caixas para ir curtindo ao longo do tempo.</em></p><p><span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13,5%<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> Adquirido por US$99 nos EUA. No Brasil o preço varia de US$400 a US$900.<br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Várias</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>17</slash:comments> </item> <item><title>Degustações de grandes vinhos de Bordeaux é só no QVinho</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/qvinho/degustacoes-vinhos-de-bordeaux/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/qvinho/degustacoes-vinhos-de-bordeaux/#comments</comments> <pubDate>Sat, 16 Aug 2008 22:00:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[QVinho]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category> <category><![CDATA[robert parker]]></category> <category><![CDATA[wine spectator]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/qvinho/degustacoes-vinhos-de-bordeaux/</guid> <description><![CDATA[É isso aí pessoal! Nos próximos meses começaremos uma série de degustações com vinhos de Bordeaux que ganharam muita projeção nos últimos anos graças as elevadas pontuações concedidas por críticos como Robert Parker, Jancis Robinson e Wine Spectator. Mas nossa idéia é não chover no molhado, dizendo quão excepcional e saborosos são esses vinhos. Até&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/qvinho/degustacoes-vinhos-de-bordeaux/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p> <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/qvinho/degustacoes-vinhos-de-bordeaux/attachment/chateau-pavie/" rel="attachment wp-att-571" title="Chateau Pavie"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/08/2765384908_47fa38a1d5.jpg" alt="Chateau Pavie" /></a></p><p>É isso aí pessoal! Nos próximos meses começaremos uma série de degustações com vinhos de Bordeaux que ganharam muita projeção nos últimos anos graças as elevadas pontuações concedidas por críticos como <strong>Robert Parker</strong>, <strong>Jancis Robinson</strong> e<strong> Wine Spectator</strong>. Mas nossa idéia é não chover no molhado, dizendo quão excepcional e saborosos são esses vinhos. Até porque falar de vinhos <em>outstanding</em> é muito fácil. Não, queremos discutir um pouco sobre os mitos que cercam esses vinhos, a polêmica das críticas e o tratamento dado no varejo. Sim, caríssimos leitores, alguns pontos merecem esclarecimento. A começar pelo exagero das margens de algumas importadoras e restaurantes até as informações fora de contexto que figuram nesses catálogos. Coisas do tipo &#8220;excepcional relação qualidade/preço, um achado&#8221; ou &#8220;uma barganha por um vinho de alta qualidade do Medóc&#8221;.  Essas críticas são mentirosas? Não, de forma alguma. Somente esqueceram de avisar os consumidores brasileiros, por exemplo, que o <strong>Chateau Cos D´Estournel 2003</strong> Saint Estéphe que recebeu 98 pontos do Robert Parker e 97 da Wine Spectator, custa na terra dos caras que avaliaram esse vinho (EUA) $205, ou seja, R$339. Logo, o preço médio de R$1.200 praticado pelas importadoras no Brasil, não pode ser considerado uma ótima compra. Fico pensando por quanto um vinho desses vai chegar num restaurante, talvez mais de R$ 2 mil? Ah, quer saber, vão pentear macaco!</p><p>Nessa primeira bateria já estão programadas as degustações dos seguintes vinhos: <strong>Château Pavie 2004</strong> Saint-Emilion Grand Cru (RP 95), <strong>Château Cos d&#8217;Estournel 2003</strong> Saint-Estèphe (RP 98 / WS97), <strong>Château Léoville Las Cases 2002</strong> Saint-Julien (RP 95 / WS 94). Vale ressaltar que os vinhos em questão foram adquiridos pelos editores do Qvinho, ou seja, não ganhamos como amostra, nem aproveitamos algum evento ou degustação coletiva, OK? Muita tranqüilidade, vinho no decanter e taça cheia (para nossa felicidade). Aguardem os próximos posts.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/qvinho/degustacoes-vinhos-de-bordeaux/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Tenimenti Luigi D´Alessandro: Aposta acertada na Syrah</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/tenimenti-luigi-dalessandro-syrah-il-bosco/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/tenimenti-luigi-dalessandro-syrah-il-bosco/#comments</comments> <pubDate>Fri, 25 Jul 2008 18:07:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category> <category><![CDATA[robert parker]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/vinhos-italianos/tenimenti-luigi-dalessandro-syrah-il-bosco/</guid> <description><![CDATA[Quem acompanha o QVinho vai perceber que já comentei sobre um dos vinhos dessa vinícola italiana. Foi durante o último Encontro Mistral que conheci esses rótulos, tanto que relacionei o Il Bosco Syrah 2004 na minha lista dos Top 10. Pois bem, como sou um apreciador de Syrah e gostei dos vinhos da Tenimenti Luigi&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/tenimenti-luigi-dalessandro-syrah-il-bosco/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Quem acompanha o QVinho vai perceber que já comentei sobre um dos vinhos dessa vinícola italiana. Foi durante o último Encontro Mistral que conheci esses rótulos, tanto que relacionei o <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/encontro-mistral-2008-vinhos-recomendados-1/" target="_blank" title="Il Bosco Syrah entre os Top 10 do Encontro Mistral 2008">Il Bosco Syrah 2004</a> na minha lista dos Top 10. Pois bem, como sou um apreciador de Syrah e gostei dos vinhos da <a
href="http://www.tenimentidalessandro.it/" target="_blank" title="Website Luigi D´Alessandro">Tenimenti Luigi D´Alessandro</a>, resolvi fazer uma prova com os vinhos dessa <em>azienda</em>. Exatamente, eu não troquei bolas, é Syrah mesmo! A propriedade (parte de uma antiga Villa conhecida como Fattoria Di Manzano) está localizada nas colinas de Cortona (Cortona DOC) na região da Toscana, e pertencia, desde 1700, a uma família de nobres. Em 1967, <strong>Luigi D´Alessandro</strong> comprou a propriedade de aproximadamente 150 hectares. Porém, somente em fins dos anos 80 os irmãos <strong>Massimo</strong> e <strong>Francesco D´Alessandro</strong> iniciam um processo de reestruturação que mudou os rumos da vinícola. A começar pelos estudos em um vinhedo experimental de 5 hectares onde foram plantados clones de Sangiovese, Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah entre outras. Os resultados confirmaram a excepcional capacidade de adaptação da Syrah nesse terreno.</p><blockquote><p>O clima seco e quente nos meses de verão (com raríssimas chuvas no período de colheita); com excelente exposição dos vinhedos ao sol, combinado ao solo com alto percentual de argila, proporcionam um ambiente ideal para obter um Syrah de ótima concentração e elegância.</p></blockquote><p>A decisão dos sócios não foi outra senão substituir gradualmente os vinhedos antigos de Trebbiano e Sangiovese por clones de alta qualidade de Syrah plantados em alta densidade (7.000 a 8.500 plantas / hectare). Graças à elevada competição entre as plantas, o rendimento por vinha é baixo (menos de uma garrafa por planta), por outro lado a homogeneidade de maturação e concentração de fruta são excepcionais. O ótimo trabalho desenvolvido ao longo desses anos foi fundamental para consolidar a reputação da Tenimenti Luigi D´Alessandro de produzir um dos melhores Syrah da Itália.</p><blockquote><p>Agraciado freqüentemente com os “3 Bicchieri” do <strong>Gambero Roso</strong>, o Il Bosco também conquistou críticos como <strong>Robert Parker</strong>, que concedeu 92 pontos para a safra 2004.</p></blockquote><p>Na <strong>Wine Spectator</strong>, o Il Bosco 2003 recebeu 94 pontos e figurou na 14.ª colocação entre os <strong>Top 100.</strong> Infelizmente não são vinhos muito baratos para nós aqui no Brasil, entretanto se compararmos com um Hermitage, o Il Bosco pode sair na frente, tanto no quesito qualidade como no preço.</p><p><em>* Recentemente 50% da vinícola foi comprada por <strong>Giuseppe Calabresi</strong>, amigo de longa data de <strong>Massimo D´Alessandro</strong>, e que hoje compartilham a visão de produzir vinhos de excelência e projeção internacional.</em></p><p><span
class="bold-content">Importadora:</span> Mistral</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/tenimenti-luigi-dalessandro.jpg" alt="Fontarca Chardonnay-Viognier, Cortona Syrah e Il Bosco" /></p><h2>Fontarca Chardonnay-Viognier IGT 2005</h2><p>O Fontarca é um elegante branco feito a partir de um assemblage de Chardonnay (50%) e Viognier (50%), com percentual variável a cada safra. No processo de vinificação a Chardonnay passa por uma fermentação em barricas de carvalho novas durante 8 meses, ao passo que a Viognier fermenta e amadurece em barricas de segundo e terceiro uso. Bela cor amarelo-ouro e um halo levemente esverdeado. Bouquet de boa intensidade, num encontro magnífico dos perfumes de frutas de polpa branca, mel, noz-moscada e florais; com as notas amanteigadas e de baunilha vindas do amadurecimento da Chardonnay. Na boca é generoso, acidez razoável e um final longo e caloroso. Muito gostoso!</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" /><br
/> <span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13,5%<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$100</p><h2>Cortona DOC Syrah 2005</h2><p>Um vinho 100% Syrah que possui uma proposta mais acessível, ou seja, menos aristocrático que o Il Bosco. Com uma extração não tão intensa e estagio de apenas 8 meses em barricas de carvalho francês, o Cortona Syrah 2005, apesar de jovem, apresenta-se redondo e pronto para consumo. Cor rubi com certa transparência e um halo levemente violáceo, esse Syrah mostrou um bouquet delicado, mas ao mesmo tempo muito distinto. Aromas sutis de frutas frescas como amoras e cerejas, muito embora nesse vinho a frutuosidade não seja um ponto forte. Aqui o destaque vai para as notas de couro, estrebaria (alguns dos nossos convidados acharam estranho, eu gostei) e flores do campo. A boca não é muito estruturada, porém os taninos sedosos e a ótima acidez deixam o vinho com uma excelente harmonia. O fim de boca é seco, com álcool na medida certa, proporcionando uma ótima sensação de frescor. Faz bonito diante de bons Crozes-Hermitage. Um delicioso Syrah que deve combinar muito bem com diversos tipos de pratos.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" /><br
/> <span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13%<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$ 87</p><h2>Il Bosco Syrah 2004</h2><p>O premium da vinícola, o Il Bosco, também é um monovarietal obtido a partir das melhores clones de Syrah do vinhedo (174, 383 e 470), de plantas com baixíssimo rendimento e colheita totalmente manual. O vinho também faz uma fermentação malolática em barricas e estagia ao todo por 18 meses em carvalho francês (50% novo e 50% de um ano). Ao contrário do que muitos possam imaginar o Il Bosco é bem diferente do Cortona Syrah. Na verdade o Il Bosco consegue reunir o melhor da elegância dos vinhos europeus com a concentração e fruta exuberante dos grandes vinhos do Novo Mundo. Cor rubi e muito rico em matéria corante, o Il Bosco revela, após uma hora de decanter, um perfume intenso e persistente. Notas complexas lembrando especiarias como pimenta preta; além de frutas negras maduras como cereja e cassis. Aromas florais aparecem mesclados as notas elegantes de alcaçuz e baunilha dadas pelo carvalho. Na boca é potente, um perfeito equilíbrio entre os taninos firmes e o calor do álcool (14,5%). Fim de boca longo com uma frutuosidade impressionante. Delicioso hoje, mas para quem quiser guardar, o jovem Il Bosco poderá ficar ainda mais fino nos próximos anos.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" /><br
/> <span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 14,5%<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$170</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/tenimenti-luigi-dalessandro-syrah-il-bosco/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Lloyd`s segura nariz de produtor de Bordeaux</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/lloyds-seguro-nariz-bordeaux/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/lloyds-seguro-nariz-bordeaux/#comments</comments> <pubDate>Tue, 25 Mar 2008 02:18:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Notícias]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category> <category><![CDATA[robert parker]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/03/24/lloyds-seguro-nariz-bordeaux/</guid> <description><![CDATA[É, parece que Robert Parker fez escola. A idéia do mais influente crítico de vinhos do mundo de receber mais de US$ 1 milhão caso venha a perder a capacidade de sentir os aromas dos vinhos não é nada mal. Está certo, já que o nariz, grosseiramente falando, é seu instrumento de trabalho. O mais&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/lloyds-seguro-nariz-bordeaux/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>É, parece que <strong>Robert Parker </strong>fez escola. A idéia do mais influente crítico de vinhos do mundo de receber mais de US$ 1 milhão caso venha a perder a capacidade de sentir os aromas dos vinhos não é nada mal. Está certo, já que o nariz, grosseiramente falando, é seu instrumento de trabalho. O mais recente nariz segurado, segundo a agência de notícias Reuters, foi o do produtor de Bordeaux <strong>Ilja Gort</strong>. O valor de seguro realizado pela tradicional companhia londrina Lloyd`s foi de 5 milhões de euros. Isso mesmo, se o holandês de duvidosa inclinação artística e sócio do <strong>Chateau de la Garde </strong>perder a sensibilidade olfativa para avaliar os seus vinhos recebe essa modesta cifra. Agora, se a capacidade do seu nariz ou a qualidade dos vinhos estão à altura desse valor, isso é outra história. A Lloyd´s é famosa não só por segurar grandes companhias, mas também celebridades. De Fred Astaire foram as pernas; do guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards foram as mãos; e do <em>restauranteur</em> Egon Ronay, o seu paladar.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/lloyds-seguro-nariz-bordeaux/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Grand Callia 2004 – Reserva del Enólogo</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/grand-callia-2004-reserva-del-enologo/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/grand-callia-2004-reserva-del-enologo/#comments</comments> <pubDate>Wed, 23 Jan 2008 16:42:45 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Argentina]]></category> <category><![CDATA[bodegas callia]]></category> <category><![CDATA[robert parker]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/01/23/grand-callia-2004-%e2%80%93-reserva-del-enologo/</guid> <description><![CDATA[Depois de provarmos o Callia Alta Shiraz-Cabernet, ano passado, tivemos um expressivo número de leitores que solicitaram maiores informações sobre o vinho premium dessa bodega, o Grand Callia &#8211; Reserva del Enólogo. Talvez pela boa imagem e pela repercussão alcançada em avaliações no site do Robert Parker (o Grand Callia 2004 foi agraciado com 95&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/grand-callia-2004-reserva-del-enologo/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/grand-callia.jpg" style="width: 440px; height: 295px; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px" alt="Grand Callia 2004 - Vinho argentino da província de San Juan" vspace="10" width="440" height="295" /></p><p>Depois de provarmos o <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/callia-alta-shiraz-cabernet-2006/" title="Callia Alta Shiraz-Cabernet">Callia Alta Shiraz-Cabernet</a>, ano passado, tivemos um expressivo número de leitores que solicitaram maiores informações sobre o vinho <em>premium</em> dessa bodega, o <strong>Grand Callia &#8211; Reserva del Enólogo</strong>. Talvez pela boa imagem e pela repercussão alcançada em avaliações no site do <strong>Robert Parker</strong> (o Grand Callia 2004 foi agraciado com 95 pontos). Essa popularidade, ou porque não dizer curiosidade, aparece em nossas estatísticas. Todos os dias são relatadas buscas e e-mails envolvendo o Grand Callia. Mas, como diz o ditado: a gente tarda mas não falha. Para os fãs dessa bodega, aí vai o Grand Callia!</p><p>Vale destacar, para quem não está familiarizado com o mapa vitivinícola argentino, que a Callia está na quente e seca província de San Juan (um pouco acima de Mendoza). E exatamente para se beneficiar de toda essa aridez &#8211; assim como acontece na Austrália &#8211; a Callia aposta suas fichas na Syrah. Tanto que a filosofia da empresa é fazer o melhor Syrah da Argentina. Para contribuir nessa empreitada, a Callia conta com o enólogo Oscar Biondolillo, um apaixonado por esta cepa de personalidade que conquistou o mundo pelas mãos dos australianos e que reina absoluta no norte do Vale do Rhône.</p><p>Está certo que o Grand Callia é um corte que leva quatro uvas (40% Syrah, 20% Malbec, 20% Merlot e 20% Tannat), contudo a Syrah dá um toque todo especial nesse vinho. As uvas são provenientes de vinhedos próprios que totalizam 241ha, localizados em diferentes regiões, sendo a Syrah proveniente do Valle de Tulum, a Malbec e a Merlot do Valle de Pedernal e a Tannat do Valle de Zonda. O vinho estagiou por 18 meses em barricas novas de carvalho francês e americano, com produção limitada de 19.800 garrafas. Por sinal uma bela garrafa. Apresso-me porém em esclarecer: não julgues um vinho apenas pelo seu rótulo e tamanho da garrafa. Aqui, no caso, a imponente garrafa faz justiça a qualidade do vinho. O Grand Callia 2004 exibiu uma cor púrpura com leve transparência, deixando a taça repleta de lágrimas untuosas e pouco tingidas. Ao nariz, o bouquet é intenso e ligeiramente condimentado, sem aquele toque doce exagerado comum em alguns Shiraz australianos e nas linhas mais básicas dessa bodega. O leque de perfumes contempla frutas negras maduras, algumas notas tostadas de coco e especiarias. Na boca é caloroso em álcool, mas ao mesmo tempo equilibrado por seus taninos aveludados e pela sua boa acidez. O fim-de-boca é muito persistente e frutado, embora não seja muito seco. Um vinho delicioso que pode aguentar bem mais alguns anos.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" /></p><p><em>A bodega Callia acertou a mão ao fazer um vinho potente, porém mantendo uma certa classe, sem exagerar na maturação das uvas. Excelente companhania para um churrasco.</em></p><p><strong>Grad. Alcoólica:</strong> 14,5%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$ 132<br
/> <strong>Importadora:</strong> Decanter</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/grand-callia-2004-reserva-del-enologo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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