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><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; vallontano</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/tag/vallontano/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 15:22:11 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Vallontano Tannat 2005</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/vallontano-tannat-2005/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/vallontano-tannat-2005/#comments</comments> <pubDate>Wed, 30 Jun 2010 12:24:43 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Brasil]]></category> <category><![CDATA[vallontano]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4649</guid> <description><![CDATA[Tenho provado pouco vinho brasileiro este ano, mas isso não quer dizer que não esteja interessado no assunto, tanto que em 2009 estive na Serra Gaúcha visitando algumas vinícolas. Na época escrevi um post relatando as minhas impressões sobre a região. A Vallontano foi alvo de uma das minhas incursões, onde fui recebido pelo Luís&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/vallontano-tannat-2005/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/06/vallontano-tannat.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-4650" title="Vallontano Tannat 2005" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/06/vallontano-tannat-500x334.jpg" alt="Vallontano Tannat 2005" width="500" height="334" /></a></p><p>Tenho provado pouco vinho brasileiro este ano, mas isso não quer dizer que não esteja interessado no assunto, tanto que em 2009 estive na Serra Gaúcha visitando algumas vinícolas. Na época <a
title="Bons vinhos brasileiros de 2009" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/bons-brasileiros-de-2009/">escrevi um post</a> relatando as minhas impressões sobre a região.</p><p>A <a
title="Vallontano Vinhos Nobres" href="http://www.vallontano.com.br/" target="_blank">Vallontano</a> foi alvo de uma das minhas incursões, onde fui recebido pelo<strong> Luís Henrique Zanini</strong>, um cara que realmente faz jus a imagem de vinhateiro. Zanini apresentou a estrutura da vinícola e organizou uma rápida degustação no agradável Vallontano Café. Na Vallontano tudo é simples e funcional, a produção é pequena e o trabalho é quase sempre artesanal. Gostei do que vi, gostei do papo do Luís Henrique e, principalmente, gostei dos vinhos. Rótulos como o Vallontano Tannat 2005 provam que os tintos da Serra Gaúcha, quando provenientes de uma ótima safra, conseguem reunir qualidades louváveis. Em <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/bons-brasileiros-de-2009/">post anterior</a> já comentei sobre a boa evolução do vinho brasileiro, porém quando o assunto é preço, parece que a coisa evoluiu a passos bem mais largos. É nessa questão que a Vallontano se destaca, faz vinho bom a preço justo.</p><p>O Vallontano Tannat 2005 apresentou cor rubi com ligeira transparência, sem sinais de evolução. Não é um vinho exuberante, com fruta madura em evidência, embora certas notas de cerejas apareçam no copo. O nariz é sutil e com uma certa complexidade, notas terrosas e de couro dominam. Na boca é equilibrado, com ótima acidez e taninos de boa qualidade. Final seco e com persistência média. Um belo exemplar de Tannat da Serra Gaúcha.</p><p><img
class="alignnone size-full wp-image-108" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="" width="45" height="26" /><br
/> <em>Tannat saboroso, fresco e cheio de sutilizas. Boa companhia para um  cordeiro grelhado.</em></p><p>Preço: R$38<br
/> Grad. Alcoólica: 13,3%</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/vallontano-tannat-2005/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Bons vinhos brasileiros de 2009</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/bons-brasileiros-de-2009/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/bons-brasileiros-de-2009/#comments</comments> <pubDate>Tue, 01 Sep 2009 14:48:58 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Brasil]]></category> <category><![CDATA[Angheben]]></category> <category><![CDATA[lidio carraro]]></category> <category><![CDATA[vallontano]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=2650</guid> <description><![CDATA[Talvez algumas pessoas pensem que eu não gosto de vinho brasileiro, afinal muitos apreciadores torcem o nariz para a nossa produção. Na realidade venho acompanhando a trajetória do vinho gaúcho já há bastante tempo. É verdade que o vinho brasileiro não é mais somente caldo da Serra Gaúcha, novas regiões já produzem bons resultados &#8211;&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/bons-brasileiros-de-2009/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Talvez algumas pessoas pensem que eu não gosto de <strong>vinho brasileiro</strong>, afinal muitos apreciadores torcem o nariz para a nossa produção. Na realidade venho acompanhando a trajetória do vinho gaúcho já há bastante tempo. É verdade que o vinho brasileiro não é mais somente caldo da Serra Gaúcha, novas regiões já produzem bons resultados &#8211; e tantas outras poderão progredir. Mesmo assim, seja pela tradição, ou ainda pela força do seu pólo vitivinícola, a Serra Gaúcha continua sendo a balisadora quando o assunto é vinho brasileiro. Como disse, conheço alguns rótulos gaúchos de longa data. O primeiro que provei (mais decente) foi o Baron de Lantier Cabernet Sauvignon 1991, um vinho emblemático para a sua época, porém desprovido de atributos especiais. Entrando no túnel do tempo, lembro que provei todos os &#8220;grandes&#8221; daqueles tempos: Aurora Millésime, Forestier, Antiquário, além de outros que minha memória já apagou, provavelmente porque nunca mereceram registro. No final dos anos 90 uma turma mais inovadora começou a produzir seu próprio vinho. Foi a primeira vez que ouvi falar da <strong>Miolo</strong> e da <strong>Valduga</strong>. Provei todos os vinhos da safra 1997 que esses dois produtores fizeram. Em 1999 lá estava eu no <strong>Vale dos Vinhedos</strong> com a minha Nikon FM a tiracolo, fui conferir de perto o que esses caras estavam fazendo. Retornei ao mesmo lugar no ano seguinte; e depois em 2001, 2002 para somente agora, no mês de junho de 2009, pisar novamente no Vale dos Vinhedos.</p><div
class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a
title="Vinhedo por Jomar Brustolin, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/217949625/"><img
class=" " title="Vale dos Vinhedos em junho de 1999" src="http://farm1.static.flickr.com/36/217949625_3e45e7f064.jpg" alt="Vinhedo" width="500" height="335" /></a><p
class="wp-caption-text">Parreirais da Miolo no Vale dos Vinhedos em junho de 1999</p></div><p>Tenho que confessar, o lapso de tempo foi devido a minha decepção com a qualidade dos vinhos a partir de 2000. Só provei vinho ruim dos anos de 2000 e 2001, em 2002 o clima ajudou, porém o açúcar a mais nas uvas começou a salgar os preços. Numa perspectiva histórica, a atual qualidade dos vinhos gaúchos nunca foi tão boa, mesmo assim vamos com calma, afinal o mais difícil ainda está por vir: consolidar um <strong>padrão de qualidade</strong>, como fizeram Chile, Argentina e Uruguai. A grosso modo, as melhorias que observo foram decorrentes de uma redução de produtividade, que eram assombrosamente elevadas a poucos anos atrás, aliada a práticas enológicas mais modernas e uma ajudinha da natureza.</p><p>Os vinhos melhoraram, só não entendo por que muitos produtores tentam imitar os nossos vizinhos Argentina e Chile, investindo tempo e dinheiro para fazerem vinhos encorpados, com muita concentração e cheios de madeira. Isso não tem a menor lógica. Na Argentina é fácil fazer esse tipo de vinho, já a Serra Gaúcha depende de inúmeros fatores. Não dá para negar a vocação do <em>terroir</em>; na Serra Gaúcha chove demais, enquanto na Argentina e Chile a situação é inversa. Um problema frequente são os taninos duros, um traço marcante do clima úmido, que se tornam ainda mais inconvenientes em vinhos com muita extração. Aqui nasce aquela tirada clássica dos gaúchos: &#8220;esse vinho ainda é muito jovem, precisa de mais tempo na adega&#8221;.</p><p>Sim! Gosto de vinhos brasileiros, na minha última viagem ao Rio Grande do Sul provei alguns bem interessantes. Também visitei algumas vinícolas que ainda não conhecia e, para minha felicidade, não foram contaminadas pela síndrome vira-latas de tentar imitar os bombadões vinhos de clima seco e quente. Ao contrário de outros críticos, não acho que a Serra Gaúcha preste apenas para espumantes, os tintos também merecem um lugar na mesa. Gosto daqueles com concentração média e sem adstringência excessiva, com pouca madeira, boa fruta, acidez viva e sem álcool em excesso. Vinhos mais delicados, com aromas sutis e perfeitos para acompanhar comida no dia-a-dia. Outra característica importante: não deveriam passar de R$50. Falando em preço, esse fator é o principal inimigo da imagem do vinho brasileiro. Acima de R$40 a competição com outros sul-americanos (e com portugueses também) é duríssima, com poucos argumentos favoráveis aos brasileiros.</p><p>Visitei rapidamente alguns produtores de porte pequeno, todos eles situados no Vale dos Vinhedos, com vinhos de estilos bem diferentes daqueles da Argentina, Chile e Uruguai. <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/lidio-carraro/" title="Vinícola Lidio Carraro">Lidio Carraro</a>, <strong>Vallontano</strong> e <strong>Angheben</strong> foram os alvos da minha incursão. Na sequência publicarei um post relatando as minha impressões em cada uma dessas vinícolas.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/brasil/bons-brasileiros-de-2009/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>29</slash:comments> </item> <item><title>Degustação às cegas: Espumantes brut nacionais (charmat)</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/#comments</comments> <pubDate>Tue, 18 Dec 2007 19:37:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[chandon]]></category> <category><![CDATA[dom cândido]]></category> <category><![CDATA[lidio carraro]]></category> <category><![CDATA[vallontano]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/12/18/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/</guid> <description><![CDATA[Na esteira da degustação realizada com os espumantes nacionais brut confeccionados pelo método tradicional, publicamos hoje, a segunda parte com os bruts charmat. Nesse processo, também conhecido como método italiano, uma vez que foi inventado na Itália e possui larga utilização nos espumantes de Asti, Valdobbiadene e Conegliano. A segunda fermentação acontece em tanques herméticos&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Na esteira da degustação realizada com os espumantes nacionais brut confeccionados pelo <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/" title="Espumantes Nacionais - Método champenoise">método tradicional</a>, publicamos hoje, a segunda parte com os bruts charmat. Nesse processo, também conhecido como <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Charmat_process">método italiano</a>, uma vez que foi inventado na Itália e possui larga utilização nos espumantes de Asti, Valdobbiadene e Conegliano. A segunda fermentação acontece em tanques herméticos de aço inoxidável, um processo mais rápido e menos dispendioso que o método tradicional, onde a segunda fermentação ocorre nas garrafas. Os espumantes produzidos pelo Método Charmat, de modo geral, são menos complexos e mais baratos que os confeccionados pelo processo <em>champenoise</em>. Isso não significa que sejam inferiores, uma vez que também permanecem em contato com as borras de leveduras, mas geralmente por tempo menor.</p><p
style="text-align: center"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/brut-charmat.jpg" title="Vinhos espumantes brasileiros: Chandon Excellence, Lidio Carraro Reserva da Serra Brut, Dom Cândido Brut e Vallontano Brut"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/brut-charmat.thumbnail.jpg" alt="Vinhos espumantes brasileiros: Chandon Excellence, Lidio Carraro Reserva da Serra Brut, Dom Cândido Brut e Vallontano Brut" class="imageframe imgaligncenter" width="440" height="344" /></a></p><p>Selecionamos quatro rótulos para compor o painel, que com excessão do Dom Cândido (blanc de blancs), são compostos pelo tradicional corte de Chardonnay e Pinot Noir.</p><ul><li>Chandon Excellence</li><li>Reserva da Serra Espumante Brut</li><li>Dom Cândido Espumante Brut</li><li>Vallontano Espumante Brut</li></ul><p>Esses vinhos não perdem em nada para aqueles da degustação anterior, apesar de serem ligeiramente mais leves. O Chandon Excellence se destacou pela sua classe, apresentando um conjunto harmonioso e equilibrado. Já o Reserva da Serra é bem acessível, menos seco e bastante frutado. Por sua vez, o Dom Cândido convence com uma paleta aromática intensa e agradável. E o Vallontano exibindo complexidade e sutileza.</p><p>O principal problema do espumante nacional continua sendo o <em>perlage</em>, nem sempre adequado, ou com borbulhas muito grandes &#8211; caso do Dom Cândido &#8211; ou finas, porém pouco abundantes &#8211; como o Reserva da Serra e o Vallontano. O Chandon Excellence se sobressai nesse atributo, exibindo um belo e consistente <em>perlage</em>. Não considero o <em>perlage</em> inconsistente um verdadeiro problema, todavia é desejável que o espumante tenha uma boa cremosidade, que aliada a acidez produz uma agradável sensação de refrescância.</p><p>É um pouco arriscado afirmar qual espumante é melhor, mas é preciso ressaltar que o Chandon Excellence se destaca, oferecendo frescor e harmonia. Mas isso é apenas uma questão de gosto, pois o Reserva da Serra pode agradar muito mais aos fãs de espumantes menos secos e frutados. Bom mesmo é provar para descobrir qual é o favorito.</p><h2>Chandon Excellence</h2><p>O rótulo Excellence representa hoje o espumante de maior qualidade no portfólio da Chandon no Brasil. Apesar de ser produzido pelo processo mais simples, o Charmat, o Excellence tem qualidade e razoável complexidade. Esse brut foi elaborado com o corte tradicional de uvas Pinot Noir e Chardonnay de vinhedos próprios da Chandon, localizados em Garibaldi. Cor amarelo palha com excelente espumatização, borbulhas muito finas e numerosas. Aroma lembrando avelã, amêndoa e pão assado. Na boca mostrou boa estrutura, com excelente acidez e cremosidade. Final seco, persistente e bem refrescante. Sem dúvida um espumante fresco e elegante.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$65</p><h2>Reserva da Serra Espumante Brut</h2><p>A vinícola Lidio Carraro, responsável pela produção dos vinhos da marca Reserva da Serra, tem um posicionamento de boutique. Cuidam com esmero de seus vinhedos, são adeptos do baixo rendimento e do intervencionismo limitado. O resultado desse trabalho aparece no Reserva da Serra Brut, um espumante leve, frutado e muito agradável. Cor palha, com mousse discreto, borbulhas finas. Aroma intenso, frutado e direto; lembra pêras e flores de vários tipos. Esse espumante é leve e refrescante, apesar da acidez mais baixa e a maior quantidade de açúcar residual.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$28</p><h2>Dom Cândido Espumante Brut</h2><p>Pequena vinícola familiar encabeçada pelo patriarca Cândido Valduga, a Dom Cândido possui uma área de 12ha na Vila Leopoldina, Vale dos Vinhedos. O seu Espumante brut é produzido a partir de vinhedos próprios utilizando 100% da variedade chardonnay. Cor amarelo levemente esverdeado, esse brut apresentou uma mousse pouco consistente, com borbulhas de tamanho médio, em pequena quantidade e com pouca persistência. Bouquet de boa intensidade lembrando fermento de pão, açucar queimado e um toque floral. No palato mostrou cremosidade e bom equilíbrio entre a estrutura e a ótima acidez. Não chega a ser um espumantes dos mais frescos, mas ainda assim é bem agradável.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad.Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$27</p><h2>Vallontano Espumante Brut</h2><p>Outra vinícola considerada “boutique”, a Vallontano Vinhos Nobres, assim como a Lídio Carraro, também busca tirar proveito da produção pequena. Com 7 hectares no Vale dos Vinhedos, produzem um espumante muito equilibrado e sutil. O seu brut apresentou cor amarela, mousse razoável com borbulhas numerosas e persistentes. O bouquet não chega a ser intenso, mas é sutil e agradável, remetendo a frutas secas, citrinos, levedo e flores. Na boca é harmonioso, leve e com boa cremosidade. Um espumante leve e delicado, com final de boca muito agradável.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad.Alcoólica:</strong> 10,2%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$39</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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