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><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; Opinião</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 15:22:11 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Precisamos de um selo fiscal nos vinhos?</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/selo-fiscal-nos-vinhos/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/selo-fiscal-nos-vinhos/#comments</comments> <pubDate>Wed, 09 Mar 2011 16:00:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=5552</guid> <description><![CDATA[Essa é a novidade de 2011, todos os vinhos comercializados no país devem ostentar um Selo Fiscal, impresso pela Casa da Moeda e distribuído pela Receita Federal. Mas o que muda para o consumidor? Nem vou tentar responder, farei melhor, vou lançar outra pergunta: Precisamos de um selo fiscal nos vinhos? Não, definitivamente não precisamos.&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/selo-fiscal-nos-vinhos/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/03/selo-fiscal.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-5561" title="selo-fiscal" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/03/selo-fiscal-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a>Essa é a novidade de 2011, todos os vinhos comercializados no país devem ostentar um Selo Fiscal, impresso pela Casa da Moeda e distribuído pela Receita Federal. Mas o que muda para o consumidor? Nem vou tentar responder, farei melhor, vou lançar outra pergunta: Precisamos de um selo fiscal nos vinhos? Não, definitivamente não precisamos. Nesse país burocrático e engessado chamado Brasil, precisamos simplificar as coisas, não complicar. Esse argumento, por si só, já me impede de tentar vislumbrar qualquer benefício nessa iniciativa ultrapassada, bem ao gosto de um Estado controlador, ineficiente e de ideias ultrapassadas. No caso do selo fiscal dos vinhos, temos que agradecer as entidades que batalharam arduamente para esse belíssimo selo que irá ornamentar nossas preciosas garrafas de vinho. Graças a IBRAVIN, UVIBRA, OCB, CNA, FIEMG, ACAVITS, EMBRAPA, ABE, AGAVI, MDA, ANEV, FECOVINHO e SINDIVINHO de Jundiaí, toda vez que eu for abrir uma garrafa de vinho, vou lembrar da mão pesada do Estado revirando os meus bolsos. Pelo menos para isso o selo servirá, para não nos deixar esquecer como somos roubados, pagando os mais altos impostos do mundo. Viva os digníssimos produtores dessas entidades pela valorosa contribuição a raquitização do país. Quem foram os gênios da semiótica que definiram que os selos seriam da cor verde para os nacionais e vermelhos para os importados? Pois bem, é com se diz, se uma imagem vale mais do que mil palavras, então é sinal verde para os nacionais e vermelho para os importados! Aproveito o momento para transcrever uma carta do Alfredo Srour, vice presidente da ABBA (Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas):</p><blockquote><p>OS BASTIDORES DA HISTÓRIA DO SELO DE CONTROLE SOBRE VINHOS</p><p>A reserva de mercado é um vício atávico da Indústria Nacional dos vinhos e dos seus derivados. Durante a longínqua década de 1930, a Indústria Nacional de vinhos, então ainda incipiente, procurou e obteve das autoridades a proteção contra a importação de vinhos em recipientes de capacidade superior a um litro.</p><p>Foi preciso nada menos do que sete décadas para revogar parcialmente essa proteção haja vista que a qualidade e o preço do vinho nacional de garrafão já podiam equiparar-se ao similar importado&#8230;</p><p>Barreiras tarifárias insensatas e rígidos contingenciamentos foram criados nas décadas de 1970 e 1980 para garantir a reserva de mercado à nossa Indústria Nacional de vinhos. Decorridos 50 anos, não havia alcançado a maturidade. Necessitava ainda de proteção.</p><p>Alcançada finalmente e reconhecida a maturidade do setor na última década do século passado e na primeira deste século, rebaixadas as barreiras tarifárias e eliminadas várias barreiras não tarifárias, ficou a Indústria Nacional de vinhos inconformada por perder fatias de mercado. Desesperadamente, procurou “uma ferramenta” como bem diz Julio Fante, Presidente do Ibravin.</p><p>Era imperativo voltar aos bons tempos de uma reserva confortável de mercado.</p><p>O arcaico selo de controle foi eleito e ressuscitado como solução salvadora. Nada como eleger ‘ferramentas’ conservadoras. De inicio, a própria Receita Federal, em analise técnica, reprovou a instituição do selo fiscal para os vinhos. A decisão só foi obtida por intermédio de pesadas intervenções políticas.</p><p>O ponto nevrálgico e crucial para eliminar as pequenas vinícolas e enfraquecer os pequenos importadores não era, de inicio, a complexa logística de sua aplicação e sim, de sua obtenção junto à Receita Federal. Para consumo da massa, bastaria protocolar suas previsões. Ledo engano.</p><p>De fato, para o referido órgão conceder os tais selos, é imprescindível obter o Regime Especial através de um Ato Declaratório publicado no D.O.U.</p><p>O procedimento não é tão simples quanto parece. O postulante deve provar e comprovar sua regularidade fiscal. Não pode e não deve ter absolutamente nenhuma dívida com o Fisco, embora débitos apareçam por conta de erros de digitação do SERPRO e são de dificílima e demorada resolução. Pode-se citar vários casos.</p><p>Quantas empresas não têm ‘débitos’ reais ou imaginários com o Fisco que condiciona o prosseguimento de suas atividades à liquidação dos mesmos, a maioria dos quais, questionáveis. Essa conduta coatora vem sendo condenada pelas mais altas instâncias do Judiciário.</p><p>É consternadora a perversidade da Indústria Nacional de vinhos para manter e ampliar sua histórica reserva de mercado. Inspira-se dos ditames de Maquiavel.</p><p>A obtenção do Regime Especial ao qual ninguém se refere, eliminaria de pronto um ponderável número de empresas, tanto produtoras como importadoras. Aliás, algumas dessas pequenas produtoras já estão fechando suas portas.</p><p>A parte logística de aplicação dos selos e o quanto oneraria os custos, eliminaria outro tanto. A reserva de mercado seria assegurada.</p><p>Entretanto, eram precisos bons argumentos para sensibilizar as autoridades e atingir tais objetivos. Os reais objetivos da trama não poderiam ser obviamente revelados. Procurou-se os mais diversos pretextos e, finalmente, encontrou-se o grande culpado responsável para justificar sua pretensão: O contrabando de vinhos. Encontrou-se até um número: 15 milhões de litros, obtido de fontes ocultas, senão, revelado pelos próprios contrabandistas em discretas reuniões, à huis clos.</p><p>Levantou-se então a bandeira da luta pela qualidade do produto. O selo iria garantir a boa qualidade dos vinhos&#8230; Trágica afirmação se não fosse hilária.</p><p>Levantou-se a bandeira da luta contra a sonegação. O selo iria erradicar a sonegação e sanear o mercado. Todos iriam competir em condições de igualdade&#8230;Desastrada falácia para iludir os desavisados.</p><p>Os tais 15 milhões de litros contrabandeados haviam desestimulado investimentos no setor&#8230;</p><p>Argumentos destinados a ludibriar os imprecavidos, porém, eticamente pobres e moralmente esquálidos.</p><p>Ignorou-se que o selo é catastrófico para os pequenos produtores conforme afirmou o Presidente da Uvifam, Luis Henrique Zanini.</p><p>Ignorou-se que em menos de cinco semanas, várias pequenas vinícolas fecharam as portas retirando o sustento dos seus proprietários e dos seus empregados.</p><p>Na sua ânsia de liquidar de vez a concorrência, inventaram que nenhum vinho poderá ser vendido sem selo a partir de 1º de Janeiro de 2012.</p><p>O que fazer com os estoques produzidos ou importados até 31 de Dezembro de 2010? Sugestão: Consumi-los. Oferecê-los aos amigos. Escondê-los e vende-los a particulares. In extremis, destrui-los num público Auto da Fé para felicidade da Indústria Nacional e alegria da Nação.</p><p>AS GRANDES PERGUNTAS QUE PERMANECERAM ATÉ AGORA SEM RESPOSTAS:</p><p>- Como explicar que o uísque que está sujeito a selos há décadas sem interrupção, não conseguiu alcançar todas essas conquistas?</p><p>- Como explicar que o notório contrabando de uísque se mantem cada vez mais fortalecido e alcança volumes exponencialmente maiores do que os supostos e improváveis 15 milhões de litros de vinhos?</p><p>- Como explicar que o contrabando de uísque que jamais deixou de existir, não desestimulou tanto a Indústria Nacional quanto as poderosas multinacionais que importam o produto em centenas de contentores por ano?</p><p>- Como explicar que o selo não resolveu tanto os problemas primários quanto os secundários no mercado oficial do uísque e o contrabando convive pacificamente há décadas sem ser incomodado?</p><p>Com ou sem selo, o contrabando de vinhos, se existir, não irá parar como não parou o contrabando do uísque.</p><p>Apenas irá onerar e criar sérios problemas logísticos a várias centenas de pequenas vinícolas e importadoras de pequeno porte.</p><p>Embora repetidamente advertidas, as autoridades não acreditaram nas consequencias que eram facilmente previsíveis.</p><p>Em menos de quatro semanas, implantou-se o caos generalizado em várias Alfandegas devido à obrigatoriedade da selagem ser efetuada nas suas dependências.</p><p>Referida imposição que data do início da década passada, foi adotada em face de inúmeros casos de clonagem dos selos ou do seu desvio para o mercado paralelo.</p><p>Esqueceram-se as atuais autoridades dos motivos desta imposição por parte dos seus antecessores. Em data de 8 de fevereiro de 2011, pressionados pelos Delegados de várias Alfandegas, publicaram a Instrução Normativa Nº 1128 que autoriza a selagem das bebidas importadas no estabelecimento do importador&#8230;.ou, ainda, em local por ele indicado.</p><p>Como ficam hoje os riscos de antigamente que fizeram adotar a selagem nas zonas primárias ? Não irão ocorrer novamente os fatos elencados?</p><p>Diante do caos, as autoridades optaram por solução paliativa sem alcançar a resolução do problema, et pour cause&#8230;</p><p>Repentinamente, os estoques de selos de controle para vinhos ESGOTARAM em várias Alfandegas. As previsões oficiais falharam. Devem os importadores arcar com pesadíssimas despesas de armazenagem e prejuizos por atrasos no recebimento de suas mercadorias por imprevidência das autoridades.</p><p>OS PROBLEMAS NÃO DEVEM PARAR POR AÍ&#8230;</p><p>A motivação fática da introdução do selo de controle sobre vinhos, é apenas satisfazer e garantir a reserva de mercado às grandes irmãs do sul, independente dos transtornos que tal motivação irão provocar.</p><p>Por não poder confessá-la, sua ausência gritante ofende vários artigos da Carta Magna, ofendendo à livre iniciativa, os princípios da razoabilidade, proporcionalidade e proibição de excesso, à ordem econômica interna e internacional violando até Tratados Internacionais, tornando-se finalmente ILEGAL além de INCONSTITUCIONAL.</p></blockquote><p><em>* A foto é de um selo fiscal cartorário do Brasil Império de 1872. Crédito de <a
href="http://www.flickr.com/photos/zechicocompany/385">José Francisco V.C.</a></em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/selo-fiscal-nos-vinhos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>15</slash:comments> </item> <item><title>Vinhos bons e baratos &#8211; até R$40</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-bons-e-baratos/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-bons-e-baratos/#comments</comments> <pubDate>Mon, 05 Oct 2009 12:30:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[casa lapostolle]]></category> <category><![CDATA[catena]]></category> <category><![CDATA[lidio carraro]]></category> <category><![CDATA[nieto senetiner]]></category> <category><![CDATA[o.fournier]]></category> <category><![CDATA[Santa Carolina]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=2853</guid> <description><![CDATA[De tempos em tempos recebemos e-mails de leitores solicitando que publicássemos mais artigos contendo lista de vinhos baratos. De fato estávamos devendo recomendações como esta. Muito embora os nossos posts também contemplem vinhos acessíveis, na maioria das vezes eles estão dentro de artigos sobre vinícolas ou mesmo nas degustações em eventos, por conseguinte nem sempre&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-bons-e-baratos/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>De tempos em tempos recebemos e-mails de leitores solicitando que publicássemos mais artigos contendo <strong>lista de vinhos baratos</strong>. De fato estávamos devendo recomendações como esta. Muito embora os nossos posts também contemplem vinhos acessíveis, na maioria das vezes eles estão dentro de artigos sobre vinícolas ou mesmo nas degustações em eventos, por conseguinte nem sempre é fácil para o leitor encontrar de uma forma rápida, por exemplo, boas opções de vinhos brancos por menos de R$40. Mas, aos poucos, prometemos sanear esse lapso com mais posts dedicados as listas de boa compra.</p><p>Antes de entrarmos na relação vale ressaltar o que se define como um vinho barato. O conceito é flexível, e como tal, comporta interpretações diversas de acordo com o poder aquisitivo de cada consumidor. De todo modo, dentro de padrões normais, podemos dizer que seriam os <strong>vinhos situados no intervalo de preços entre R$15 e R$40</strong>. Nos Estados Unidos e em outros países são conhecidos como os vinhos <em>best value</em> ou <em>best buy</em> (rótulos que não passam de US$20). Acontece, porém, que estamos no Brasil e por razões já bem discutidas (altos impostos, margens abusivas de algumas importadoras e varejistas etc) o vinho é caro demais! Um rótulo <em>best buy</em> de US$10 nos EUA, provavelmente chega ao Brasil custando mais de R$50. Em resumo, uma lista de rótulos boa compra no Brasil está muito distante dos &#8220;achados&#8221; que figuram em listas gringas.</p><p>Se acima dos R$30 já encontramos vinhos de boa qualidade e com um certo caráter, abaixo desse valor é preciso garimpar muito para encontrar vinhos que não sejam um suco de uva aromatizado com lascas de carvalho. Então preferimos trazer alguns sugestões de vinhos <strong>espumantes</strong>, <strong>tintos</strong> e <strong>brancos</strong> que conseguem aliar o mínimo de personalidade com um preço mais acessível. Esses valores podem oscilar bastante conforme a cidade e a loja escolhida, então vale a pena pesquisar bem antes de comprar.</p><h2>Espumantes</h2><p><img
class="alignnone size-medium wp-image-2958" title="Epsumantes brut brasileiros (champenoise)" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/espumantes-brut-champenoise-500x334.jpg" alt="Epsumantes brut brasileiros (champenoise)" width="500" height="334" /></p><h3>1. Terranova Blanc de Blanc Brut (Miolo) &#8211; R$18 <a
title="Post Terranova" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Vale do São Francisco</p><h3>2. Casa Perini Moscatel &#8211; R$19</h3><p>Origem: Brasil, Garibaldi</p><h3>3. Espumante Arte Brut (Valduga) &#8211; R$20</h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos</p><h3>4. Cava Don Roman Brut &#8211; R$29</h3><p>Origem: Espanha</p><h3>5. Dom Cândido Espumante Brut &#8211; R$29 <a
title="Post sobre espumantes nacionais" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos</p><h3>6. Espumante Estrelas do Brasil Brut 2006 &#8211; R$34</h3><p>Origem: Brasil, Nova Prata</p><h3>7. Reserva da Serra Espumante Brut (Lidio Carraro) &#8211; R$35 <a
title="Post sobre espumantes nacionais" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos</p><h3>8. Pizzato Espumante Brut &#8211; R$35 <a
title="Post espumante Pizzato brut" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos</p><h3>9. Salton Évidence &#8211; R$36 <a
title="Post espumantes nacionais" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Brasil, Tuyuti</p><h3>10. Nieto Senetiner Extra Brut &#8211; R$36</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza</p><h2>Vinhos tintos</h2><p><img
class="alignnone size-full wp-image-2961" title="urban-uco-malbec-tempranillo" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/urban-uco-malbec-tempranillo.jpg" alt="urban-uco-malbec-tempranillo" width="500" height="334" /></p><h3>1. Los Haroldos Malbec Roble &#8211; R$18</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: 100% Malbec<br
/> Importador: Obra Prima Importadora</p><h3>2. Callia Alta Syrah 2007 &#8211; R$23</h3><p>Origem: Argentina, San Juan<br
/> Uvas: 100% Syrah<br
/> Importador: Decanter</p><h3>3. Paulo Laureano Clássico &#8211; R$28</h3><p>Origem: Portugal<br
/> Uvas: 50% Aragonez, 50% Trincadeira<br
/> Importador: Adega Alentejana</p><h3>4. Santa Carolina Reserva Merlot 2007 &#8211; R$32</h3><p>Origem: Chile<br
/> Uvas: Merlot<br
/> Importador: Porto a Porto / Casa Flora</p><h3>5. Palo Alto Reserva 2007 (Concha Y Toro) &#8211; R$33</h3><p>Origem: Chile, Vale de Maulle<br
/> Uvas: Cabernet Sauvignon, Carmenere e Syrah<br
/> Importador: Expand</p><h3>6. Urban Uco Blend 2005 (O.Fournier) &#8211; R$33 <a
title="Post Urban Uco Blend 2005" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/urban-uco-blend-2005-ofournier/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: Tempranilllo, Malbec<br
/> Importador: Vinci</p><h3>7. Finca La Florencia Malbec (Familia Cassone) &#8211; R$38 <a
title="Post Familia Cassone" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/familia-cassone-qvotr2009/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: 100% Malbec<br
/> Importador: Obra Prima Importadora</p><h3>8. Vale da Clara (Quinta de La Rosa) &#8211; R$38 <a
title="Post Vale da Clara" href="http://www.qvinho.com.br/receitas/lasanha-a-bolonhesa/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Portugal, Douro<br
/> Importador: Expand</p><h3>9. Vallontano Tannat 2005 &#8211; R$38</h3><p>Origem: Brasil, Vale dos Vinhedos<br
/> Uvas: 100% Tannat</p><h3>10. Loios Tinto (João Portugal Ramos) &#8211; R$39 <a
title="Post Loios " href="http://www.qvinho.com.br/receitas/papardelle-alho-poro-porri/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Portugal, Alentejo<br
/> Uvas: Aragonês, Castelão e Trincadeira<br
/> Importador: Porto a Porto / Casa Flora</p><h2>Vinhos brancos</h2><p><img
class="alignnone size-medium wp-image-2963" title="leyda-chardonnay-2007" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/leyda-chardonnay-20071-500x334.jpg" alt="leyda-chardonnay-2007" width="500" height="334" /></p><h3>1. Santa Alvara Sauvignon Blanc 2007 (Casa Lapostolle) &#8211; R$23</h3><p>Origem: Chile, Vale de Colchagua<br
/> Uvas: Sauvignon Blanc<br
/> Importador: Mistral</p><h3>2. Urban Uco Sauvignon Blanc 2007 &#8211; R$27</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uva: 100% Sauvignon Blanc<br
/> Importador: Vinci</p><h3>3. Alamos Chardonnay 2008 &#8211; R$29</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: 100% Chardonnay<br
/> Importador: Mistral</p><h3>4. Terrazas de Los Andes Chardonnay 2008 &#8211; R$30</h3><p>Origem: Argentina, Mendoza<br
/> Uvas: 100% Chardonnay<br
/> Importador: LVMH</p><h3>5. Casillero Del Diablo Gewurztraminer Reserva 2008 (Concha y Toro) &#8211; R$32</h3><p>Origem: Chile, Vale Central<br
/> Uvas: Gewurztraminer<br
/> Importador: Expand</p><h3>6. Viña Santa Ema Sauvignon Blanc Leyda Valley &#8211; R$33</h3><p>Origem: Chile, Vale de Leyda<br
/> Uvas: Sauvignon Blanc<br
/> Importador:</p><h3>7. Santa Carolina Reserva Chardonnay &#8211; R$35</h3><p>Origem: Chile<br
/> Uvas: 100% Chardonnay<br
/> Importador: Porto a Porto / Casa Flora</p><h3>8. Viña Leyda Chardonnay Classic Reserve 2007 &#8211; R$38 <a
title="Post Leyda Chardonnay" href="http://www.qvinho.com.br/receitas/moqueca-de-peixe/" target="_self">(Leia mais)</a></h3><p>Origem: Chile, Vale de Leyda<br
/> Uvas: 100% Chardonnay<br
/> Importador: Grand Cru</p><h3>9. Vila Régia Branco (Soagrape) &#8211; R$38</h3><p>Origem: Portugal, Douro<br
/> Uvas: Viosinho, Gouveio, Códega, Rabigato<br
/> Importador: Zahil Vinhos</p><h3>10. Casa Silva Coleccion Chardonnay &#8211; R$39</h3><p>Origem: Chile, Colchagua<br
/> Uvas: 100% Chardonnay</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-bons-e-baratos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>39</slash:comments> </item> <item><title>Entre vinhos argentinos e chilenos</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/qvotr2009-comparacao-entre-vinhos-argentinos-e-chilenos/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/qvotr2009-comparacao-entre-vinhos-argentinos-e-chilenos/#comments</comments> <pubDate>Tue, 10 Mar 2009 01:52:47 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[Enoturismo]]></category> <category><![CDATA[qvotr2009]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=1173</guid> <description><![CDATA[O vinho aproxima as pessoas. Máxima inquestionável entre apreciadores dessa bebida. O vinho também faz viajar e conhecer outras culturas, mesmo que apenas em sonhos e divagações. O vinho amplia nossos horizontes e aguça a nossa percepção. O vinho atiça a curiosidade. Foi pensando nisso que defini o tema desse primeiro post da série On&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/qvotr2009-comparacao-entre-vinhos-argentinos-e-chilenos/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>O vinho aproxima as pessoas. Máxima inquestionável entre apreciadores dessa bebida. O vinho também faz viajar e conhecer outras culturas, mesmo que apenas em sonhos e divagações. O vinho amplia nossos horizontes e aguça a nossa percepção. O vinho atiça a curiosidade. Foi pensando nisso que defini o tema desse primeiro post da série <a
title="QVinho On the Road 2009" href="http://www.qvinho.com.br/tag/qvotr2009/">On the Road 2009</a>. Primeiro preciso explicar o nome, que não foi escolhido a esmo, mas sim de um instinto natural de viajar. Na realidade o único jeito de conhecer as regiões vinícolas. Foi o que fizemos, caímos na estrada e conhecemos alguns dos mais emblemáticos vinhedos, provamos muitos vinhos, fizemos inúmeras anotações e chegamos a algumas conclusões:</p><p><em>* Clique nas imagens para ler informações adicionais</em></p><h2>O Chile é um vasto repertório de micro regiões</h2><p><a
href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/3328375441/" target="_blank"><img
class="alignnone size-medium wp-image-1175" title="Los Lingues" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/03/los-lingues-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p><p>Em linhas gerais é isso mesmo. Quase todas as vinícolas de prestígio estão investindo em pesquisas, principalmente para achar o melhor terreno para uma determinada variedade. O Chile possui uma vasta quantidade de micro climas e de micro terrenos, toda essa diversidade permite um leque muito amplo de possibilidades. Um Syrah do <strong>Vale de San Antonio</strong> (região bem fresca e próxima ao mar) é bem diferente de um Syrah de <strong>Colchagua</strong> (mais quente e com menos influência marítima). Parece que o Chile caminha para um firme autoconhecimento de suas zonas vinícolas. <strong>Maipo</strong>, <strong>Casablanca</strong>, <strong>San Antonio</strong>, <strong>Colchagua</strong> são nomes de regiões, porém já podem ser associados a um estilo de vinho. O melhor Carménère de Colchagua  possui uma paleta aromática de frutas negras, chocolate e quase nada de herbáceo, por sua vez o Carménère no Vale de Maipo pode ter um toque mais verde.</p><p>A Sauvignon Blanc parece viver um profundo caso de amor com o Valle de Casablanca, porém San Antonio, que é ainda mais próxima ao mar, não fica nada atrás. Cabernet Sauvignon e Merlot tem para todos os gostos, afinal são plantadas em quase todas as regiões. Para a Syrah existem pelo menos duas vertentes bem interessantes, a voluptuosidade de Colchagua contra os especiados  vinhos de Casablanca e San Antonio. O grande desafio parece ser a Carménère, uva difícil e exigente que precisa de muita maturação. Sem sombra de dúvidas, os melhores Carménère que provamos provinham de Colchagua.</p><p>Os vinhos chilenos, pelo menos aqueles de gama mais elevada, possuem cada vez mais uma personalidade bem definida. Hoje, percebemos que o chilenos possuem uma preocupação muito maior com a qualidade do seu produto. Essa distinção é o grande trunfo do Chile e as melhores vinícolas sabem disso.</p><h2>O vinho argentino e seu alter ego, a Malbec</h2><p><a
href="http://www.flickr.com/photos/jomar_brustolin/3328397779/" target="_blank"><img
class="alignnone size-medium wp-image-1177" title="Finca Bella Vista - Achaval Ferrer" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/03/finca-bella-vista-achaval-ferrer-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p><p>É difícil falar de vinho argentino sem falar em Malbec, embora outras variedades já figurem em papel de destaque. A questão é simples, a Malbec é tão bem adaptada aos terrenos argentinos que poucos investem em outras uvas. Segundo palavras de alguns chilenos &#8220;a Malbec parece que foi criada para a Argentina&#8221;. Falando em Malbec, vale dizer que essa uva tem sofrido um certo preconceito em rodas de <em>connoiseurs</em>. Considerada uva de apelo fácil, inadequada para produzir vinhos refinados, é facilmente subestimada. Isso pode ser verdade para os vinhos mais simples, mas não tem o menor traço de verdade quando analisamos os rótulos das linhas <em>premium.</em> Provamos verdadeiras preciosidades de Malbec, todos a partir de vinhas velhas com rendimentos baixíssimos. Nessas condições a Malbec apresenta uma profundidade incrível, cheia de caráter e com taninos inacreditáveis.</p><p>Mendoza não é só Malbec, provamos ótimos vinhos de Cabernet, Tempranillo e Bonarda. Chamou a nossa atenção a qualidade de muitos Torrontés, cada dia melhores e mais refinados.</p><p>Na Argentina, ao contrário do Chile, o clima e o terreno variam bem menos, sendo assim, um dos principais fatores de diferenciação é a altitude. A amplitude térmica de diferentes áreas produz vinhos com características diferentes. Em <strong>Lunlunta</strong> (zona mais baixa e de menor amplitude) um Malbec pode ter aromas de framboesa e notas florais intensas, já em <strong>La Consulta</strong> (zona mais alta e de maior amplitude) a mesma Malbec é mais sutil, com frutas negras e notas minerais. Essa diferença é a chave do <em>terroir</em> de Mendoza, bem aproveitada rende vinhos de grande personalidade e distinção.</p><h2>Entre Chile e Argentina</h2><p>É uma tarefa difícil dizer quem produz os melhores vinhos, até porque não vejo muito sentido nessa comparação. Em primeiro lugar é preciso estabelecer as diferenças, haja vista que as condições de produção (clima e terreno) são distintas. O Chile possui um clima mediterrâneo, com influência marítima e considerável variação de terreno em pequenas áreas. Por sua vez, a Argentina é um caso a parte, não possui influência do mar, o clima é quase desértico e não existem muitas variações em pequenas áreas. Mundos completamente diferentes e, obviamente, com vinhos de estilos variados. A grosso modo, considero os vinhos de elevado valor excelentes em ambos os países. Descendo um pouco de patamar, na faixa intermediária de preço, talvez o Chile consiga oferecer uma maior variedade de estilos, mesmo que não sejam melhores (nem piores) que os argentinos. Na faixa de preço mais baixa, os vinhos argentinos conseguem um padrão de qualidade ligeiramente superior. Na dúvida fique com o melhor dos dois países.</p><p
style="text-align: center;">* * *</p><p><em>Este post faz parte da série On the Road 2009. Clique <a
title="On the Road 2009 - Chile e Argentina" href="http://www.qvinho.com.br/on-the-road/2009-chile-e-argentina/">aqui |+|</a> para ler mais artigos sobre o Chile e a Argentina. Clique <a
title="QVinho On the Road" href="http://www.qvinho.com.br/on-the-road/">aqui |+|</a> para ler sobre outras viagens dos editores.<br
/> </em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/qvotr2009-comparacao-entre-vinhos-argentinos-e-chilenos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Top 10 Melhores Vinhos de 2008</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/lista-top-10-melhores-vinhos-de-2008/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/lista-top-10-melhores-vinhos-de-2008/#comments</comments> <pubDate>Tue, 16 Dec 2008 17:43:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=926</guid> <description><![CDATA[As listas sempre causam polêmica, não conseguem representar com fidelidade a qualidade dos vinhos, tampouco fazem sentido para a multiplicidade de gostos. Mesmo assim, as listas são necessárias, embora devam sofrer uma análise contextual. A lista do QVinho foi definida com base em tudo aquilo que avaliamos no ano de 2008, tendo como objetivo eleger&#8230; <a
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class="alignnone size-full wp-image-936" title="Château Léoville las Cases 2002" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/12/leoville-las-cases.jpg" alt="" width="500" height="335" /></p><p>As listas sempre causam polêmica, não conseguem representar com fidelidade a qualidade dos vinhos, tampouco fazem sentido para a multiplicidade de gostos. Mesmo assim, as listas são necessárias, embora devam sofrer uma análise contextual. A lista do QVinho foi definida com base em tudo aquilo que avaliamos no ano de 2008, tendo como objetivo eleger os melhores vinhos, independentemente de preço, origem e disponibilidade. Os critérios são subjetivos, mesmo assim podemos dizer que o &#8220;refinamento&#8221; e a &#8220;personalidade bem definida&#8221; foram os atributos primordiais.</p><ol><li><a
title="Château Léoville las Cases" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/">Château Léoville Las Cases 2002</a></li><li><a
title="Il Bosco Syrah" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/tenimenti-luigi-dalessandro-syrah-il-bosco/">Tenimenti Luigi d&#8217;Alessandro Il Bosco Syrah 2004</a></li><li><a
title="Drouhin Oregon Pinot Noir" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/estados-unidos/domaine-drouhin-oregon-borgonha-pinot-noir-salentein-primus/">Domaine Drouhin Oregon Pinot Noir 2005</a></li><li><a
title="Salentein Primus Pinot Noir 2004" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/estados-unidos/domaine-drouhin-oregon-borgonha-pinot-noir-salentein-primus/">Salentein Primus Pinot Noir 2004</a></li><li><a
title="Cortes de Cima 2005" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/cortes-de-cima-alentejo/">Cortes de Cima 2005</a></li><li><a
title="Fontarca Chardonnay-Viognier 2005" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/tenimenti-luigi-dalessandro-syrah-il-bosco/">Tenimenti Luigi d&#8217;Alessandro Fontarca Chardonnay-Viognier IGT 2005</a></li><li><a
title="Grand Callia" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/grand-callia-2004-reserva-del-enologo/">Grand Callia Reserva del Enólogo 2004</a></li><li><a
title="Angélica Zapata Malbec 2003" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/argentina/angelica-zapata-malbec-alta-2003-catena/">Angélica Zapata Malbec Alta 2003</a></li><li><a
title="Mondot 2004" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/troplong-mondot-st-emilion/">Mondot &#8211; Saint-Émilion Grand Cru 2004</a></li><li><a
title="Château Haura 2005" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-haura-2005-graves-denis-dubourdieu/">Château Haura 2005</a></li></ol> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/lista-top-10-melhores-vinhos-de-2008/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>19</slash:comments> </item> <item><title>Dicas para o Dia dos Namorados: Acerte na escolha do restaurante e do vinho</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/dicas-para-o-dia-dos-namorados-restaurante-vinho/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/dicas-para-o-dia-dos-namorados-restaurante-vinho/#comments</comments> <pubDate>Sat, 31 May 2008 22:35:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/opiniao/dicas-para-o-dia-dos-namorados-restaurante-vinho/</guid> <description><![CDATA[Chegamos em junho! O melhor mês do ano, época do meu aniversário e do Dia dos Namorados. Essa data traz algumas preocupações para a maioria dos homens, além de um certo estresse. Comprar presente e flores até que não é a parte mais difícil, complicado mesmo é decidir onde fazer o tradicional jantar. Restaurantes lotados,&#8230; <a
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src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/05/copos-vinho-coracao.jpg" alt="Copos de vinho no Dia dos Namorados" /></p><p>Chegamos em junho! O melhor mês do ano, época do meu aniversário e do <strong>Dia dos Namorados</strong>. Essa data traz algumas preocupações para a maioria dos homens, além de um certo estresse. Comprar presente e flores até que não é a parte mais difícil, complicado mesmo é decidir onde fazer o tradicional jantar. Restaurantes lotados, preços abusivos, serviço muitas vezes relaxado, enfim, são muitos os motivos que podem atrapalhar o romantismo da noite. Sou um desses caras que acredita que o dia 12 de junho é apenas mais uma data comercial, daquelas para o comércio encher os cofres, mas como não sou nenhum radical, também vou participar da festa e curtir o momento ao lado de minha noiva. Vamos as dicas, que obviamente se referem ao jantar, o <em>doppo cena</em> é assunto para outro tipo de blog:</p><ol><li><span
class="bold-content">Saia do óbvio</span> — O dia dos namorados provoca uma verdadeira romaria aos restaurantes, portanto se você não gosta de aglomeração, fique em casa! Essa opção deve ser considerada por aqueles que gostam de comer e beber bem e são chegados das panelas. Homem que é homem também sabe conquistar uma mulher pela comida, por isso nunca hesite em preparar um belo jantar romântico.</li><li><span
class="bold-content">Se for a um restaurante, saia do óbvio também</span> — Não gosto muito de menus do tipo “Especial dia dos Namorados”, que geralmente impõe limitações e oferecem um vinho barato qualquer com valor dobrado, senão triplicado. A idéia parece boa, os casais se sentem atraídos pelo “pacote completo”, mas não podemos esquecer que esse pacote promove um ganho de escala para o restaurante. Então porque o menu especial costuma sair mais caro que os mesmos pratos em um dia qualquer? Deveriam custar menos&#8230; Certa vez liguei para um restaurante e questionei sobre  isso, sabe qual foi a resposta? “Veja bem senhor, você ‘ganhará’ uma taça de Prosecco na entrada e uma garrafa de vinho para o jantar”. Perguntei qual vinho. “Ah sim! Deixe-me ver&#8230; É um Concha Y Toro. Pode ser tinto ou branco” Não era um restaurante qualquer, tampouco barato, por isso é melhor tomar cuidado. Nem todo restaurante que monta um menu especial está se aproveitando da situação, mesmo assim é bom ter cuidado, faça as contas e compare o preço com os pratos servidos em dias normais. Prefiro restaurantes tradicionais, que não mudam o cardápio em função dessa data (principalmente o preço) e que aceitam que o cliente leve seu vinho.</li><li><span
class="bold-content">Faça reserva e questione sobre a possibilidade de levar o vinho</span> — A primeira dica é elementar, nunca saia de casa no dia dos namorados sem reservas, pelo menos se você não quiser se aventurar por recônditos desconhecidos. A segunda é bastante polêmica, uma vez que muitos restaurantes não gostam da prática, mesmo cobrando a famosa rolha. Acho que o cliente tem o direito de levar o seu vinho, porém é preciso bom senso, porque não é legal levar um vinho muito barato ou que conste na carta do restaurante. E quanto ao valor da rolha? Acho que muitos restaurantes não deveriam nem cobrar, porque simplesmente não oferecem copos adequados, balde de gelo e serviço cuidadoso. Se não for esse o caso, acho justo cobrar um valor para servir o vinho do cliente.</li><li><span
class="bold-content">Contate o QVinho</span> — Estamos a disposição para auxiliar os casais apaixonados nas suas escolhas. Quem quiser dicas de vinhos, pode entrar em contato pelo MSN, Gtalk (clique nas imagens dos editores na barra lateral direita), <a
href="http://twitter.com/jomarbr" target="_blank" title="Twitter do Jomar">Twitter</a>, <a
href="http://jacksonbrustolin.jaiku.com/" target="_blank" title="Jaiku do Jackson">Jaiku</a> ou simplesmente postando um comentário aqui. <span
class="bold-content">Atenção: sempre informe qual será o prato principal, preferencialmente com os ingredientes e temperos usados no preparo.</span> Faremos o possível para responder a todos, e não vamos cobrar nada por isso, apenas quero pedir que todos contem suas experiências aqui, publicando comentários com relatos do jantar do Dia dos Namorados</li></ol> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/dicas-para-o-dia-dos-namorados-restaurante-vinho/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>15</slash:comments> </item> <item><title>O vinho fiasquento</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/o-vinho-fiasquento/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/o-vinho-fiasquento/#comments</comments> <pubDate>Tue, 08 Apr 2008 17:10:15 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[borgonha]]></category> <category><![CDATA[escorihuela gascon]]></category> <category><![CDATA[fiasco]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/opiniao/o-vinho-fiasquento/</guid> <description><![CDATA[Há alguns dias, um vendedor de uma loja de vinhos perguntou se eu gostava de vinho italiano. Obviamente, respondi que sim. Logo em seguida indagou sobre o meu conhecimento da uva Barbera. Sim, tenho certa intimidade com ela, afinal já fiquei hospedado em uma cantina em Barbaresco. O vendedor animou-se subitamente, fez um ligeiro suspense&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/o-vinho-fiasquento/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/04/garrafas-fiasco.jpg" style="margin: 10px; width: 500px; height: 454px" alt="Garrafas de vinho" height="454" vspace="10" width="500" /></p><p>Há alguns dias, um vendedor de uma loja de vinhos perguntou se eu gostava de vinho italiano. Obviamente, respondi que sim. Logo em seguida indagou sobre o meu conhecimento da uva <strong>Barbera</strong>. Sim, tenho certa intimidade com ela, afinal já fiquei hospedado em uma cantina em Barbaresco. O vendedor animou-se subitamente, fez um ligeiro suspense e, por fim, apresentou-me uma garrafa dizendo: &#8220;então você irá apreciar muito esse vinho&#8230;&#8221;</p><blockquote><p>Era uma garrafa do Escorihuela Gascón Pequeñas Producciones Barbera 2002. Torci o nariz, disse a ele que já conhecia o vinho e que não valia grande coisa; pequena produção, grande fiasco!</p></blockquote><p>O intrépido vendedor ficou surpreso, fez cara de desdém e, por fim, emendou que o vinho havia sido laureado com o status de &#8220;Excelente Compra&#8221;, segundo a <strong>Revista Gula</strong>.</p><p>Esse vinho <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos-argentinos/miguel-escorihuela-gascon-barbera-pequenas-producciones-2002/" title="Review do Miguel Escorihuela Gascón Pequeñas Producciones 2002">não merecia uma avaliação</a>, no entanto vejo fiascos como esse sendo empurrados para o consumidor, que sem ter como conhecer a qualidade do vinho, acaba levando para casa apenas uma bela e laureada garrafa. Fico surpreso ao observar a quantidade de vinhos que a &#8220;mídia especializada&#8221; degusta e, ainda mais surpreso com as avaliações, quando vejo que quase não existem críticas desfavoráveis. Não é estranho? Está certo, realmente é cada vez mais difícil encontrar vinho defeituoso – essencialmente ruins – pelo menos em uma faixa de preço acima dos R$30. As técnicas modernas de vinificação ajudam muito, se não garantem qualidade, ao menos conseguem evitar o pior.</p><blockquote><p>O questão aqui é outra, é sobre aqueles vinhos que prometem muito: produtor que alardeia cuidados cirúrgicos na produção; garrafas pesadas que ostentam belos rótulos com sugestivos números de tiragem limitada; rolhas de primeiríssima linha; medalhas em concursos que ninguém conhece; comentários favoráveis na mídia, muito provavelmente, oriundos de um press release que se reproduziu como um câncer terminal.</p></blockquote><p>Toda essa consistência convence até o mais incrédulo bebedor, mas se no momento do consumo você ficar com uma sensação que já bebeu coisa melhor por ¼ do valor, pode ter certeza, talvez você tenha sido vítima do <strong>vinho fiasquento</strong>.</p><p>Fiasquento é um adjetivo usado pelos boleiros, costuma designar um time que faz vexame, na realidade uma palavra derivada do termo <strong>fiasco</strong>. A semiótica da palavra italiana <em>fiasco</em> é muito interessante, chega a ser irônica quando analisada dentro do contexto do mundo do vinho. Sua significância é simples: <strong>frasco ou garrafa</strong>. Mas como uma garrafa se tornou símbolo de farsa e vexame? Existem várias lendas que tentam explicar a etimologia de fiasco, talvez a mais plausível, seja a dos vidraceiros venezianos. Tradicionalmente, os vidraceiros venezianos são considerados artistas, capazes de produzir peças de rara beleza. Acontece que o processo artesanal e rudimentar do sopro não é imune à falhas e, invariavelmente, algumas peças acabam sofrendo imperfeições. Nesse caso, o artista veneziano era obrigado a descartar sua criação e, como última alternativa, transformava sua pequena obra de arte em <em>fiasco</em>, isto é, numa simples garrafa! Segundo essa idéia, <em>fare fiasco</em> (fazer uma garrafa) é o resultado de um erro do artesão, ou melhor, um produto vulgar e indigno para um artista!</p><p>A verdade é que tem muito fiasco por aí, mesmo assim, isso não quer dizer que o vinho seja realmente ruim &#8211; na pior significância dessa palavra &#8211; geralmente o produto é ruim dentro de um contexto, por exemplo:</p><blockquote><p>Um Borgonha de R$170 pode ser péssimo se você já tiver provado um Pinot Noir do novo mundo &#8211; mais frutado, concentrado e macio &#8211; pelo valor de R$70.</p></blockquote><p>Esse caso é clássico, todos enaltecem as virtudes borgonhesas, poucos falam sobre os problemas, sobre as safras deficientes, sobre os produtores inescrupulosos que se aproveitam da reputação da região. Li certa vez, em um livro publicado na década de 90 por algum autor inglês (não lembro o nome), que para você levar para casa um bom Borgonha é preciso comprar uma caixa sortida (assim aumentam as chances de você acertar com uma garrafa). Essa anedota reforça a tendência fiasquenta do Borgonha sem muito sobrenome.</p><p>Existe um outro tipo de vinho que é forte candidato a fiasquento, é o chamado <strong>vinho de guarda</strong>. A história recente do <strong>Barolo</strong> e do <strong>Barbaresco</strong> serve de exemplo para ilustrar esse caso. &#8220;Vinho dos reis. Rei dos vinhos&#8221;. Um Barolo nunca deve ser bebido antes de 10 anos&#8230; Os produtores tradicionais do Piemonte sempre tentaram esconder os problemas do Barolo, atribuindo suas virtudes a mágica do tempo. Vinhos muito tânicos, pouca fruta, maturação inadequada em pipas de carvalho velho, tudo isso fez a fama de &#8220;mau&#8221; do Barolo.</p><blockquote><p>Angelo Gaja fez tudo diferente e provou que o Barolo pode ser apreciado jovem e, mesmo assim, só melhorar com o tempo. Eu já provei ótimos <em>Baroli</em> com 4 anos e outros que, sem dúvida, não irão melhorar nem depois de 20 anos.</p></blockquote><p>Todo grande vinho pode melhorar com o tempo. Por que? Existem várias hipóteses, mas uma coisa é certa: não basta apenas ter estrutura. Por isso desconfie de vinhos que nada oferecem de imediato – principalmente se não for um grande de Bordeaux, Borgonha, Barolo, Brunello di Montalcino ou algo do gênero – mas prometem um oásis sensorial depois de alguns anos de repouso na adega, simplesmente por serem vinhos austeros e estruturados. O vinho fiasquento sempre oferece aquilo que não pode dar.</p><p>É importante lembrar que a maioria dos vinhos não nascem fiasquentos, geralmente são produtos da nossa expectativa frustrada, sendo assim, são vítimas da sua própria &#8220;embalagem&#8221;. Essa é a ironia por traz de todo fiasco.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/o-vinho-fiasquento/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Os 10 vinhos mais caros do mundo</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/#comments</comments> <pubDate>Tue, 19 Feb 2008 14:12:13 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[Bordeaux]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/02/19/vinhos-mais-caros/</guid> <description><![CDATA[Desconhecido por muitos, o segmento de leilões de vinhos caros e raros movimenta milhões de dólares por ano. Nessa arena operada por casas de leilões como a Christie&#8217;s, a Sotheby&#8217;s e a Antique Wine Company, não existe espaço para meros apreciadores de vinho. A atuação está muito mais para colecionadores e investidores profissionais do ramo.&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/02/cheval-blanc.jpg" alt="Cheval Blanc - St. Emilion Grand Cru" /></p><p>Desconhecido por muitos, o segmento de leilões de vinhos caros e raros movimenta milhões de dólares por ano. Nessa arena operada por casas de leilões como a <strong>Christie&#8217;s</strong>, a <strong>Sotheby&#8217;s</strong> e a <strong>Antique Wine Company</strong>, não existe espaço para meros apreciadores de vinho. A atuação está muito mais para colecionadores e investidores profissionais do ramo. Cada dólar investido numa garrafa, caixa ou lote pode representar ganhos consideráveis. Claro, o retorno nem sempre é de curto prazo. Aliás, muitas vezes é de longuíssimo prazo. Ano passado, um lote de 12 garrafas de <strong>Hermitage La Chapelle 1961</strong> foi arrematado, na Christie´s de Londres,  por 123.750 libras (aproximadamente US$20 mil / garrafa). O Hermitage La Chapelle não é um vinho dos mais caros quando comparado a certos Bordeaux e Borgonhas. Em safras recentes ele não chega a passar de US$ 200 a garrafa, porém na safra 1961, o La Chapelle bateu um recorde. Da mesma forma uma garrafa Magnum do legendário <strong>Château Mouton-Rothschild 1982 </strong>pode alcançar facilmente US$ 10 mil! Outro termo tipicamente do mercado financeiro também é utilizado aqui. São os vinhos conhecidos como &#8220;The blue chips&#8221;. Nesse rol estão: <strong>Lafite</strong>, <strong>Margaux</strong>, <strong>Mouton-Rothschild</strong>, <strong>Latour</strong>, <strong>Haut Brion</strong>, <strong>Petrus</strong>, <strong>Cheval Blanc</strong> e o clássico vinho doce, <strong>Château d&#8217;Yquem</strong>. Assim como ações de alta liquidez esses rótulos fazem brilhar os olhos de emergentes da Rússia, China,  India e Brasil.</p><p>Na lista abaixo foram selecionados alguns vinhos que obtiveram os preços mais elevados em leilões. Talvez nesses mesmos intervalos existam outros vinhos que alcançaram preços similares, mas nessa seleção já dá ter uma idéia:</p><h2>1. Château Lafite Rothschild 1787</h2><p>Valor: $156.450<br
/> <em>Dezembro de 1985, Christie&#8217;s, Londres</em></p><h2>2. Château d&#8217;Yquem 1811</h2><p>Valor: $100.000<br
/> <em>Fevereiro de 2006, Antique Wine Company, Londres</em></p><h2>3. Penfolds Grange Hermitage 1951</h2><p>Valor: $50.200 dólares australianos (aproximadamente US$38,420)<br
/> <em>Maio de 2004, Melbourne, Austrália</em></p><h2>4. Cheval Blanc 1947</h2><p>Valor: $33.781 por uma garrafa de 750 ml. ($135,125 por 3 garrafas)<br
/> <em>Julho de 2006, Vinfolio, San Francisco</em></p><h2>5. Château Mouton-Rothschild 1945</h2><p>Valor: $28.750<br
/> <em>Setembro de 2006 &#8211; Christie&#8217;s, Los Angeles</em></p><h2>6. Inglenook Cabernet Sauvignon Napa Valley 1941</h2><p>Valor: $24.675 / garrafa<br
/> <em>Outubro de 2004 – Zachys, Los Angeles</em></p><h2>7. Montrachet Domaine de la Romanée Conti 1978</h2><p>Valor: $23.929 / garrafa<br
/> <em>2001 &#8211; Sotheby&#8217;s, Nova Iorque</em></p><h2>8. DRC Romanée Conti 1934</h2><p>Valor: $20.145 / garrafa<br
/> <em>Junho de 2006 &#8211; Hart Davis Hart, Chicago</em></p><h2>9. Hermitage La Chapelle 1961</h2><p>Valor: $ 20.130 / garrafa (lote de 12 garrafas por 123.750 libras)<br
/> <em>Setembro de 2007 &#8211; Christie&#8217;s, Londres</em></p><h2>10. DRC Romanée Conti 2003</h2><p>Valor: $4.650 / garrafa</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>255</slash:comments> </item> <item><title>A lista dos Top 100 da Wine Spectator</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/a-lista-dos-top-100-da-wine-spectator/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/a-lista-dos-top-100-da-wine-spectator/#comments</comments> <pubDate>Thu, 22 Nov 2007 18:49:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[wine spectator]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/11/22/a-lista-dos-top-100-da-wine-spectator/</guid> <description><![CDATA[Todo mundo gosta de criticar a famosa lista anual da revista Wine Spectator. A iniciativa de elaborar uma lista desse tipo é uma empreitada temerária e, infalivelmente, fadada a inúmeras distorções. Porém, essas listas são necessárias, uma vez que a grande maioria dos consumidores comuns não conseguem discernir “prego” de “parafuso”. Isso é natural, o&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/a-lista-dos-top-100-da-wine-spectator/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: center"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/11/top-100-wine-spectator-2007.jpg" alt="Top 100 Wine Spectator - a lista dos vinhos mais pontuados nessa revista" class="imageframe imgaligncenter" width="440" height="259" /></p><p>Todo mundo gosta de criticar a famosa lista anual da revista <strong>Wine Spectator</strong>. A iniciativa de elaborar uma lista desse tipo é uma empreitada temerária e, infalivelmente, fadada a inúmeras distorções. Porém, essas listas são necessárias, uma vez que a grande maioria dos consumidores comuns não conseguem discernir “prego” de “parafuso”. Isso é natural, o ser humano tem necessidade de segurança, busca certezas, sempre quer saber o que é melhor; cria escala e hierarquia para tudo. Lamento informar: o mundo do vinho é caótico! Totalmente dionisíaco – talvez por isso Dionísio, ou Bacco, seja a representação mitológica perfeita para Deus do Vinho – sem lugar confortável para pensamentos concretos e racionais. Somente um grande esforço apolíneo pode trazer luz a esse mundo e, mesmo assim, não muda em nada a realidade obscura e errática que Dionísio representa.</p><p>Agora deixemos de lado a dicotomia Apolo-Dionísio e vejamos a lista. Acredito que o critério relação qualidade/preço pesou bastante. Em primeiro lugar temos um <strong>Châteauneuf-du-Pape 2005 Clos des Papes</strong> &#8211; com 98 pontos e preço na ordem de $80. Nada mal! Que tal um vinho dessa magnitude por menos de R$ 200? Aqui no Brasil esqueça&#8230; O segundo colocado foi um Chardonnay californiano, produzido pela <strong>Ridge</strong> nas Montanhas de Santa Cruz – 95 pontos e $35. Aqui a competição fica difícil, pois a Chardonnay é a queridinha da América e o preço é bastante acessível. Como desbancar o Chardonnay californiano na relação qualidade/preço? O terceiro colocado, o <strong>Châteauneuf-du-Pape Le Vieux Donjon 2005</strong>, comprova que esta região está com tudo – 95 pontos e $49. O quarto colocado é um clássico, o <strong>Tignanello 2004</strong> – 95 pontos e $79. O quinto vinho é quente, um opulento Shiraz de Barrosa, o <strong>Two Hands Bella’s Garden</strong> – 95 pontos e $60. O sexto vinho é francês, o classudo <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/" title="Château Léoville Las Cases 2002">Château Léoville Las Cases</a> 2004 – 95 pontos e $90. Enfim, não vou comentar vinho por vinho, mas os 10 primeiros colocados são merecedores dessas posições. O resto da lista é discutível, porém não há como negar a qualidade dos vinhos relacionados. Vale observar a ausência da maioria dos “monstros sagrados” das denominações clássicas. Mas afinal, qual é o problema dessa lista (e de todas as outras)? Nenhum, exceto o fato de não prestigiar milhares de outros rótulos, igualmente bons, ou até melhores. É melhor ser amigo de Dionísio e não ligar muito para as listas.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/a-lista-dos-top-100-da-wine-spectator/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Adegas climatizadas, quem precisa delas?</title><link>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/adegas-climatizadas-quem-precisa-delas/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/adegas-climatizadas-quem-precisa-delas/#comments</comments> <pubDate>Mon, 06 Aug 2007 11:32:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/08/06/adegas-climatizadas-quem-precisa-delas/</guid> <description><![CDATA[Há alguns anos ter uma adega climatizada em casa era um privilégio para poucos. Porém, nos últimos tempos o brasileiro passou a consumir mais e também prezar pela qualidade dos vinhos. Preocupação que também estendeu-se à armazenagem das garrafas. Luxo? Modismo? Exagero ou necessidade? Depende. O calor em certas épocas do ano pode prejudicar até&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/adegas-climatizadas-quem-precisa-delas/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/07/adega-t16d.jpg" title="Adega climatizada para 6 garrafas. Tocave T16D"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/07/adega-t16d.jpg" alt="Adega climatizada para 6 garrafas. Tocave T16D" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="194" width="192" /></a> Há alguns anos ter uma adega climatizada em casa era um privilégio para poucos. Porém, nos últimos tempos o brasileiro passou a consumir mais e também prezar pela qualidade dos vinhos. Preocupação que também estendeu-se à armazenagem das garrafas. Luxo? Modismo? Exagero ou necessidade? Depende. O calor em certas épocas do ano pode prejudicar até mesmo os vinhos de consumo mais imediato, ou seja, aqueles que não ficarão guardados por muitos meses. Algumas pessoas sequer dispõem de uma pequena área fresca ao abrigo do sol para deitar as garrafas. Nesses casos, talvez a melhor solução seja adquirir uma adega. Agora, se o seu consumo é do tipo <em>just in time</em>, ou seja, as compras são realizadas sempre no dia ou na semana do consumo, e você não possui e nem pretende deixar amadurecer mais de 10 anos um Barolo (de produtor tradicional que não passa por barrica), um Brunello ou um Borgonha de uma grande safra, é melhor abortar o investimento em adegas grandes e caras. Caso contrário a adega servirá apenas como uma geladeira de luxo para resfriar os vinhos. E num extremo ainda pior temos o caso dos emergentes e &#8220;pseudoconnoisseurs&#8221; de vinho. Não poupam esforços, nem dinheiro para montar suntuosas adegas em ambientes climatizados. Situação que me lembra muito a cena do cidadão que pousa utilizando como pano de fundo uma imensa biblioteca repleta de livros, entretanto essa mesma pessoa, muito provavelmente, não leu nem mesmo os clássicos de Dostoievsky, Hemingway e Dumas. Ostentação? É bem possível. Como diria Aristóteles a virtude não estaria nos extremos, mas sim no meio-termo.</p><p>Nesse cenário, muitos fabricantes identificaram oportunidades e entraram agressivamente nesse mercado latente. Alguns lançamentos foram pensados exatamente para as pessoas que não dispõem de muito espaço para acomodar adegas maiores, mas que não abrem mão de proteger seus melhores rótulos. Essa nova geração de adegas compactas com capacidade para 6, 16, 20 e 25 garrafas, contam com modernos sistemas de refrigeração eletrônica, que conseguem proteger melhor os vinhos contra o calor, as oscilações de temperatura e a trepidação. Sem falar no consumo, que na maioria delas é baixo, e chegará impactar pouco a conta de luz no final do mês. Alguns fabricantes como a <strong>Tocave</strong>, a <strong>Art des Caves</strong>, a <strong>GE</strong> e a <strong>Black&amp;Decker </strong>já trabalham com essa segmentação. Os preços podem variar de R$399,00 até R$ 1.500,00 conforme a capacidade ou o acabamento do produto (metal ou madeira). Mas, atenção, antes de comprar uma adega procure identificar seu perfil de compra e de consumo para não incorrer em gastos desnecessários.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/adegas-climatizadas-quem-precisa-delas/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>53</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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