• Argentina

    Publicado em 30 de julho de 2007

    Autoria de Jackson

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    Vinho Tinto Bodega Norton Malbec DOC 2003Com uma história centenária, a Bodegas Norton faz parte dos negócios da renomada família Swarovski, famosa pela produção de cristais. Já comentei aqui no QVinho sobre o excelente Norton Malbec Reserva. Sob pena de me tornar repetitivo, ainda assim friso que a Norton impõe uma linha mais elegante e européia em seus vinhos. O Malbec DOC, de Luján de Cuyo, é maduro de cor rubi brilhante, boa transparência, acompanhado por lágrimas untuosas e incolores. Presença mais intensa de notas de carvalho, e em segundo plano uma frutuosidade discreta de framboesas e amora. Na boca é redondo e bem equilibrado em relação à acidez e ao álcool. Muito se fala de vinhos potentes para competição em detrimento dos `vinhos gastronômicos´. Não tenho dúvidas que a esse exemplar da Norton além de um excelente custo/benefício pode acompanhar muito bem as refeições. O Reserva Malbec e o Perdriel continuam sendo meus vinhos preferidos dessa bodega.

    Muito Bom - Best Buy
    Malbec honesto, sem exageros, que hamoniza muito bem com diversos pratos, como risotos e carnes preparadas no forno.
    Grad. Alcoólica: 13,5%
    Preço: R$24
    Importadora: Expand

    Esse artigo foi publicado em 30 de julho de 2007 às 8:32 am e arquivado em Argentina. Você pode acompanhar todos os comentários por meio do feed RSS. É possível comentar, ou fazer um trackback do seu próprio site.
  • 5 Comentários

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    1. Marco Aurélio
      30/07/2007
      Responder

      Vocês têm colocado excelentes vinhos argentinos e chilenos, mas por que não incluem mais franceses? Aprecio muito os vinhos da Borgonha, assim como os Pinot Noir da Califórnia.

    2. 30/07/2007
      Responder

      Caro Marco,

      Você tem razão, realmente o QVinho tem priorizado a publicação de posts de vinhos argentinos, chilenos e brasileiros. Mas essa é a proposta do blog, tornar mais acessível e, principalmente, estimular o debate a cerca do consumo do vinho. E de que forma conseguiríamos tal feito, senão por meio de vinhos com preços mais convidativos e disponíveis em muitos pontos-de-venda. Infelizmente degustações verticais de vinhos como: Petrus, DRC, Sassicaia, Haut-Brion entre outros, ainda estão muito distantes da realidade de nós brasileiros. Sou fã dos vinhos da região de Barolo e Barbaresco. Adoraria poder tomar com maior frequência e comentar no QVinho alguns crus de Brunate, Arborina, Canubi, Asili e Rabajà. Mas, os preços desses vinhos aqui no Brasil tornam proibitivo um consumo mais frequente. Também não quero transformar o blog num embuste, indicando como boa compra qualquer vinho, quer seja francês ou italiano, que na origem não custaria mais de 10 euros e teria, no máximo, uma proposta de vinho simples do dia-a -dia, porém para nós chegaria a preços de R$70 a R$100. Pode ficar tranquilo Marco, que os bons vinhos franceses, italianos, californianos, australianos e sul-africanos serão bem representados no blog. Obrigado pela participação e continue acompanhando o QVinho.

    3. André
      30/07/2007
      Responder

      É isso mesmo! Conheço muita gente que se enquadra na categoria de bebedores de rótulo. Já provei muitos Bordeaux e Borgonha de apelações renomadas que não passaram de vinhos apagados e diluídos. Agora o preço, esse sim está sempre lá em cima.

    4. 09/08/2007
      Responder

      Achei esse Norton muito elegante, um certo ar de aristocracia inglesa em seus aromas. Sem dúvida, um ótimo vinho.

    5. Valter
      31/10/2007
      Responder

      Estive em Mendoza na semana passada e pude provar muitos vinhos de muitas vinícolas famosas por lá, fui inclusive num jantar de lançamento de um novo Santa Julia, conheci os Campos da Família Zuccard e aproveitei até para comprar umas garrafas do tão badalado porto argentino, o Malamado, muito bom por sinal, porém, em momentos mais descontraídos quando íamos jantar em lugares mais comuns, notamos que o vinho que é consumido, inclusive pelos jovens Argentinos e suas namoras é mesmo o NORTON. Experimentamos uma garrafa que pagamos 8 pesos somente e de fato é um dos melhores vinhos que consumimos na argentina.

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