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><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; Espumantes</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 15:22:11 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Cava e espumante nacional com frutos do mar</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/cava-cristalino-espumante-nacional-frutos-mar/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/cava-cristalino-espumante-nacional-frutos-mar/#comments</comments> <pubDate>Wed, 19 Mar 2008 12:58:11 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[cava]]></category> <category><![CDATA[chandon]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/03/19/cava-cristalino-espumante-nacional-frutos-mar/</guid> <description><![CDATA[Gosto muito de vinho espumante, tanto que nem preciso de pretexto comemorativo para abrir um. É impressionante a variedade de pratos que esses vinhos acompanham, principalmente peixes e frutos do mar. Apesar dessa versatilidade, ainda vejo &#8220;apreciadores&#8221; que só bebem vinho tranquilo (principalmente tinto) e simplesmente renegam o espumante a um grau de inferioridade injustificável.&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/cava-cristalino-espumante-nacional-frutos-mar/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><br
/> Gosto muito de vinho espumante, tanto que nem preciso de pretexto comemorativo para abrir um. É impressionante a variedade de pratos que esses vinhos acompanham, principalmente peixes e frutos do mar. Apesar dessa versatilidade, ainda vejo &#8220;apreciadores&#8221; que só bebem vinho tranquilo (principalmente tinto) e simplesmente renegam o espumante a um grau de inferioridade injustificável. Em um país como o Brasil, quente e abençoado por um imenso litoral, o consumo de frutos do mar e vinhos espumantes deveria ser bem maior. Que tal seguirmos o exemplo dos catalães? A dica é simples: acompanhe frutos do mar com <strong>Cava</strong>.</p><p>A <strong>Catalunha</strong> é uma região de clima mediterrâneo e forte tradição gastronômica; peixes e frutos do mar costumam ter destaque a mesa. Lugar de origem da Cava, estilo de vinho espumante leve e com boa presença aromática; feito com uvas locais e muito consumido para acompanhar os pratos da região. É claro que o espumante nacional desempenha o mesmo papel, no entanto resolvi falar sobre a Cava devido ao crescente ufanismo ao espumante nacional. Existe uma supervalorização ao nosso produto em detrimento da Cava, do Prosecco e até do Champagne. Certa classe de <em>connoisseurs</em> insiste em julgar quase toda Cava e Prosecco como inferiores ao espumante da Serra Gaúcha. Isso não é verdade, o espumante nacional não é melhor nem pior que os outros e, definitivamente, não deve ser comparado ao Champagne, que é um vinho mais estruturado e complexo. Cava, Prosecco e Espumante Gaúcho possuem certa semelhança na proposta, isto é, serem vinhos leves, refrescantes e que dificilmente apresentam muita intensidade e estrutura. Fico sem entender a razão da afirmação: &#8220;O espumante nacional é tão bom quanto o Champagne&#8221;. Na realidade, deveria ser melhor que seus similares &#8211; Cava e Prosecco &#8211; mas nem sempre é isso que observo.</p><blockquote><p>A Cava Cristalino &#8211; produzida pelo método tradicional &#8211; é leve e refrescante; oferece uma cremosidade razoável e intensidade aromática muito boa. Custa em média R$ 28. Já um Chandon Excellence &#8211; produzido pelo método Charmat &#8211; que possui características similares (mais fresco e menos aromático), não custa menos que R$ 60.</p></blockquote><h2>Cava Cristalino Brut</h2><p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/03/cava-cristalino-brut.jpg" title="Cava Cristalino Brut"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/03/cava-cristalino-brut.miniatura.jpg" alt="Cava Cristalino Brut" align="left" hspace="10" vspace="10" /></a>A Cava Cristalino Brut é produzida pela <strong>J.Garcia Carrion</strong>, um mega grupo bodegueiro espanhol. Feita pelo método tradicional (fermentação nas garrafas), empregando as tradicionais uvas brancas da Catalunha, a Macabeu, a Xarel-lo e a Parellada. Exibiu cor amarela, borbulhas médias, compondo um bom pérlage. Nariz agradável e de intensidade muito boa, lembrou frutas secas, abacaxi e notas de fermento. Na boca é leve e com acidez razoável. Final gostoso com boa persistência, sem deixar a sensação de muito açúcar residual. Poderia ser mais refrescante e cremosa, mesmo assim, considerando o preço, deixa uma ótima impressão pela intensidade aromática. A Cava Cristalino prova que pode competir com nossos melhores espumante.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muito-bom-best-buy.gif" alt="Muito Bom - Best Buy" /><br
/> <em>Ótima companhia para acompanhar peixes grelhados e petiscos como camarão empanado, lula à dore, casquinha de siri e muitos outros.</em><br
/> <span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 11,5%<br
/> <span
class="bold-content">Preço: </span>R$28<br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Vinoteca Brasil<br
/></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/cava-cristalino-espumante-nacional-frutos-mar/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Chandon Brut Rosé</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/chandon-brut-rose/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/chandon-brut-rose/#comments</comments> <pubDate>Tue, 08 Jan 2008 11:25:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[chandon]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/01/08/chandon-brut-rose/</guid> <description><![CDATA[As festas de final de ano já passaram, mas o nosso verão está apenas iniciando. Assim, continuaremos nossa saga de provas de vinhos brancos, rosados e espumantes; seja para embalar comemorações, aperitivos ou para harmonizar com refeições. Nesses últimos tempos tenho acompanhado a tendência de alta no consumo dos vinhos tranqüilos e borbulhantes rosados. As&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/chandon-brut-rose/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/chandon-rose.jpg" title="Vinho espumante Chandon Brut Rosé"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/chandon-rose.thumbnail.jpg" alt="Vinho espumante Chandon Brut Rosé" align="left" height="170" hspace="10" vspace="10" width="70" /></a>As festas de final de ano já passaram, mas o nosso verão está apenas iniciando. Assim, continuaremos nossa saga de provas de vinhos brancos, rosados e espumantes; seja para embalar comemorações, aperitivos ou para harmonizar com refeições. Nesses últimos tempos tenho acompanhado a tendência de alta no consumo dos vinhos tranqüilos e borbulhantes rosados. As importadoras não mediram esforços para trazer novidades de diversas regiões produtoras, inclusive dedicando seções especiais nos catálogos para a venda dos vinhos rosados. Até mesmo os produtores nacionais lançaram rótulos para atender essa demanda crescente. Em meio a esse turbilhão de novidades resolvi dar uma espiadela, e conferir em que pé anda esse tema em nossa mídia impressa especializada. Confesso, entretanto, que ao ler os comentários e sugestões de compra para vinhos rosés, só aumentou a minha percepção quanto à mesmice do conteúdo; notadamente quanto ao viés de release comercial que permeia nossas publicações. Então, lembrei-me porque, há um bom tempo, deixei de lado esse tipo de leitura. Contudo, curioso, resolvi investigar com um pouco mais de atenção esses vinhos, a começar pelo espumante <strong>Chandon Brut Rosé </strong>e, na seqüência, com a degustação às cegas num painel de rosados não borbulhantes.</p><p>Vale destacar que até mesmo na França os bruts rosés estão longe de rivalizar com os tradicionais bruts, sejam eles <em>vintages</em> e <em>non-vintages</em>. Está certo, alguns Champagnes Brut Rosé, principalmente os safrados, conseguem destacar-se pela qualidade realmente superior. É o caso de alguns exemplares <em>vintage</em> da própria Maison Moët &amp; Chandon, como o <strong>Champagne Brut Rosé Cuvée Dom Pérignon</strong>. Para não ficar de fora, a Chandon de Garibaldi lançou um Brut Rosé, produzido a partir de um assemblage das uvas Pinot Noir, Chardonnay e Riesling Itálico. Com uma bela cor salmão esse espumante apresentou boa espumatização com borbulhas finas e em quantidade razoável, porém não muito duradouras. Aroma pouco intenso com leve frutuosidade, talvez evocando morango. Na boca é ligeiro, final curto e levemente adocicado, tendo em vista o elevado percentual de açúcar residual. Talvez por isso, agrade mais os iniciantes e menos habituados aos tradicionais bruts. Longe de empolgar esse espumante rosé é uma pálida imagem do que poderia se esperar de um vinho desse tipo.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/bom1.gif" alt="Bom" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="29" /><br
/> <em>Sem brilho, o Chandon Brut Rosé mostrou pouca refrescância e frutuosidade. Acredito que a Chandon tenha outros rótulos que com uma proposta similar consigam oferecer muito mais pelo mesmo valor.</em></p><p><strong>Grad. Alcoólica:</strong> 11,9%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$45</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/chandon-brut-rose/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Degustação às cegas: Espumantes brut nacionais (charmat)</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/#comments</comments> <pubDate>Tue, 18 Dec 2007 19:37:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[chandon]]></category> <category><![CDATA[dom cândido]]></category> <category><![CDATA[lidio carraro]]></category> <category><![CDATA[vallontano]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/12/18/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/</guid> <description><![CDATA[Na esteira da degustação realizada com os espumantes nacionais brut confeccionados pelo método tradicional, publicamos hoje, a segunda parte com os bruts charmat. Nesse processo, também conhecido como método italiano, uma vez que foi inventado na Itália e possui larga utilização nos espumantes de Asti, Valdobbiadene e Conegliano. A segunda fermentação acontece em tanques herméticos&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Na esteira da degustação realizada com os espumantes nacionais brut confeccionados pelo <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/" title="Espumantes Nacionais - Método champenoise">método tradicional</a>, publicamos hoje, a segunda parte com os bruts charmat. Nesse processo, também conhecido como <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Charmat_process">método italiano</a>, uma vez que foi inventado na Itália e possui larga utilização nos espumantes de Asti, Valdobbiadene e Conegliano. A segunda fermentação acontece em tanques herméticos de aço inoxidável, um processo mais rápido e menos dispendioso que o método tradicional, onde a segunda fermentação ocorre nas garrafas. Os espumantes produzidos pelo Método Charmat, de modo geral, são menos complexos e mais baratos que os confeccionados pelo processo <em>champenoise</em>. Isso não significa que sejam inferiores, uma vez que também permanecem em contato com as borras de leveduras, mas geralmente por tempo menor.</p><p
style="text-align: center"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/brut-charmat.jpg" title="Vinhos espumantes brasileiros: Chandon Excellence, Lidio Carraro Reserva da Serra Brut, Dom Cândido Brut e Vallontano Brut"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/brut-charmat.thumbnail.jpg" alt="Vinhos espumantes brasileiros: Chandon Excellence, Lidio Carraro Reserva da Serra Brut, Dom Cândido Brut e Vallontano Brut" class="imageframe imgaligncenter" width="440" height="344" /></a></p><p>Selecionamos quatro rótulos para compor o painel, que com excessão do Dom Cândido (blanc de blancs), são compostos pelo tradicional corte de Chardonnay e Pinot Noir.</p><ul><li>Chandon Excellence</li><li>Reserva da Serra Espumante Brut</li><li>Dom Cândido Espumante Brut</li><li>Vallontano Espumante Brut</li></ul><p>Esses vinhos não perdem em nada para aqueles da degustação anterior, apesar de serem ligeiramente mais leves. O Chandon Excellence se destacou pela sua classe, apresentando um conjunto harmonioso e equilibrado. Já o Reserva da Serra é bem acessível, menos seco e bastante frutado. Por sua vez, o Dom Cândido convence com uma paleta aromática intensa e agradável. E o Vallontano exibindo complexidade e sutileza.</p><p>O principal problema do espumante nacional continua sendo o <em>perlage</em>, nem sempre adequado, ou com borbulhas muito grandes &#8211; caso do Dom Cândido &#8211; ou finas, porém pouco abundantes &#8211; como o Reserva da Serra e o Vallontano. O Chandon Excellence se sobressai nesse atributo, exibindo um belo e consistente <em>perlage</em>. Não considero o <em>perlage</em> inconsistente um verdadeiro problema, todavia é desejável que o espumante tenha uma boa cremosidade, que aliada a acidez produz uma agradável sensação de refrescância.</p><p>É um pouco arriscado afirmar qual espumante é melhor, mas é preciso ressaltar que o Chandon Excellence se destaca, oferecendo frescor e harmonia. Mas isso é apenas uma questão de gosto, pois o Reserva da Serra pode agradar muito mais aos fãs de espumantes menos secos e frutados. Bom mesmo é provar para descobrir qual é o favorito.</p><h2>Chandon Excellence</h2><p>O rótulo Excellence representa hoje o espumante de maior qualidade no portfólio da Chandon no Brasil. Apesar de ser produzido pelo processo mais simples, o Charmat, o Excellence tem qualidade e razoável complexidade. Esse brut foi elaborado com o corte tradicional de uvas Pinot Noir e Chardonnay de vinhedos próprios da Chandon, localizados em Garibaldi. Cor amarelo palha com excelente espumatização, borbulhas muito finas e numerosas. Aroma lembrando avelã, amêndoa e pão assado. Na boca mostrou boa estrutura, com excelente acidez e cremosidade. Final seco, persistente e bem refrescante. Sem dúvida um espumante fresco e elegante.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$65</p><h2>Reserva da Serra Espumante Brut</h2><p>A vinícola Lidio Carraro, responsável pela produção dos vinhos da marca Reserva da Serra, tem um posicionamento de boutique. Cuidam com esmero de seus vinhedos, são adeptos do baixo rendimento e do intervencionismo limitado. O resultado desse trabalho aparece no Reserva da Serra Brut, um espumante leve, frutado e muito agradável. Cor palha, com mousse discreto, borbulhas finas. Aroma intenso, frutado e direto; lembra pêras e flores de vários tipos. Esse espumante é leve e refrescante, apesar da acidez mais baixa e a maior quantidade de açúcar residual.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$28</p><h2>Dom Cândido Espumante Brut</h2><p>Pequena vinícola familiar encabeçada pelo patriarca Cândido Valduga, a Dom Cândido possui uma área de 12ha na Vila Leopoldina, Vale dos Vinhedos. O seu Espumante brut é produzido a partir de vinhedos próprios utilizando 100% da variedade chardonnay. Cor amarelo levemente esverdeado, esse brut apresentou uma mousse pouco consistente, com borbulhas de tamanho médio, em pequena quantidade e com pouca persistência. Bouquet de boa intensidade lembrando fermento de pão, açucar queimado e um toque floral. No palato mostrou cremosidade e bom equilíbrio entre a estrutura e a ótima acidez. Não chega a ser um espumantes dos mais frescos, mas ainda assim é bem agradável.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad.Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$27</p><h2>Vallontano Espumante Brut</h2><p>Outra vinícola considerada “boutique”, a Vallontano Vinhos Nobres, assim como a Lídio Carraro, também busca tirar proveito da produção pequena. Com 7 hectares no Vale dos Vinhedos, produzem um espumante muito equilibrado e sutil. O seu brut apresentou cor amarela, mousse razoável com borbulhas numerosas e persistentes. O bouquet não chega a ser intenso, mas é sutil e agradável, remetendo a frutas secas, citrinos, levedo e flores. Na boca é harmonioso, leve e com boa cremosidade. Um espumante leve e delicado, com final de boca muito agradável.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <strong>Grad.Alcoólica:</strong> 10,2%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$39</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-nacionais-charmat/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>Espumantes brut brasileiros (champenoise)</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/#comments</comments> <pubDate>Mon, 03 Dec 2007 19:57:47 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[miolo]]></category> <category><![CDATA[pizzato]]></category> <category><![CDATA[salton]]></category> <category><![CDATA[valduga]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/12/03/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/</guid> <description><![CDATA[Chegamos ao mês de dezembro, e com ele iniciam os preparativos para as festas do Natal e do Réveillon. Essas duas comemorações, mais do que qualquer outra data festiva do ano, estão muito associadas ao consumo de espumantes. Com a proximidade das compras surgem as dúvidas, o que vale a pena comprar? As opções de&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos ao mês de dezembro, e com ele iniciam os preparativos para as festas do Natal e do Réveillon. Essas duas comemorações, mais do que qualquer outra data festiva do ano, estão muito associadas ao consumo de espumantes. Com a proximidade das compras surgem as dúvidas, o que vale a pena comprar? As opções de rótulos disponíveis não são poucas, e as combinações podem variar conforme o método de confecção (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_Champenoise" title="Méthode Traditionnelle ou Champenoise">tradicional</a> ou <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_Charmat" title="Método Charmat">charmat</a>), corte e tipos de uvas (pinot noir, pinot meunier, chardonnay, moscato, prosecco, etc), acabamento (extra brut, brut, demi-sec, etc) e região produtora; sem falar nas faixas de preço. Ou seja, espumantes de diversos estilos para todos os tipos de bolso.</p><p>Para atender inúmeros pedidos de nossos leitores, que solicitaram informações e dicas de compra, organizamos uma degustação às cegas, em duas etapas, com espumantes brut nacionais (tradicional e charmat). Por que nacionais? Em primeiro lugar pela grande diversidade e alta qualidade dos nossos espumantes, principalmente os produzidos na serra gaúcha. Não faltam bons bruts, sejam eles, assemblages, blanc de blancs ou roses. Em segundo, pela acessibilidade, uma vez que os espumantes nacionais apresentam um preço muito competitivo fazendo frente a produtos, com posicionamento similar, franceses, italianos, espanhóis e argentinos.</p><p
style="text-align: center"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/espumantes-brut-champenoise.jpg" title="Vinhos espumantes nacionais - Salton Evidence, Casa Valduga 130 anos, Miolo Millésime 2004 e Pizzato Brut"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/espumantes-brut-champenoise.thumbnail.jpg" alt="Espumantes nacionais - Salton Evidence, Casa Valduga 130 anos, Miolo Milesime 2004 e Pizzato Brut" width="440" height="294" /></a></p><p>Nesse primeiro painel &#8211; utilizando como critério o método de produção tradicional, também conhecido como champenoise, onde a segunda fermentação acontece na garrafa &#8211; foram selecionadas amostras de quatro marcas de espumantes premium:</p><ul><li>Casa Valduga 130 anos</li><li>Miolo Millésime 2004</li><li>Salton Évidence</li><li>Pizzato Brut Safra 2007</li></ul><p
align="justify"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/jackson-degustando-espumante.jpg" alt="Jackson degustando um espumante" align="left" vspace="10" width="200" height="284" hspace="10" />Não tenho a pretensão de achar que essa lista é exaustiva, tendo em vista a grande quantidade de excelentes espumantes nacionais, o que invariavelmente deixará bons produtores de fora, mas já constitui uma boa referência para o consumidor. Aliás, já comentamos aqui no QVinho sobre o <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/a-lista-dos-top-100-da-wine-spectator/" title="A lista dos Top 100 da Wine Spactator">problema das listas</a>. Ou ainda, já que adentramos nessa discussão, o que dizer dos megapainéis, onde são avaliados simultaneamente 20 ou até mais vinhos? Puro quixotismo ou embuste? Sinceramente, gostaria de conhecer esses fantásticos seres que conseguem, após a nona ou décima taça, manter o olfato e paladar inalterados (ainda que o procedimento de cuspir seja utilizado). Bom, enquanto não descobrimos a fórmula mágica, nos resta realizar análises em profundidade, comentando os vinhos que realmente bebemos e que são incluídos num contexto de harmonização com a comida. Foi exatamente o que aconteceu nessa degustação de espumantes. Convidamos, como de costume, mais quatro pessoas para participar desse <em>blind taste</em>, que foi seguido de uma harmonização: entradas (ostras) e um prato principal (salmão grelhado).</p><p
align="justify"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/espumantes-as-cegas.jpg" alt="Espumantes Nacionais - As garrafas foram “disfarçadas” para não enfluenciar os degustadores." align="right" vspace="10" width="200" height="134" hspace="10" />A escolha dos rótulos não poderia ser mais acertada, confirmando a boa fase dos espumantes brasileiros. Todos os espumantes selecionados foram elaborados por meio de um <em>assemblage</em> (Pinot Noir e Chardonnay). Tanto na degustação técnica como na harmonização, os espumantes conseguiram mostrar uma boa dose de personalidade e agradaram todos os convidados. Dois deles, o <strong>Valduga 130 anos</strong> e o <strong>Miolo Millésime</strong>, se destacaram tanto pela cor viva, amarelo-ouro, como pela complexidade da paleta aromática e boa estrutura na boca. Num outro extremo ficou o jovial <strong>Pizzato Brut 2007</strong>, reconhecido pela sua intensa efervecência, <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Perlage"><em>perlage</em></a> muito persistente, excelente frutuosidade e refrescância na boca. Ao passo que o <strong>Salton Évidence</strong> conseguiu aliar complexidade e uma boa frutuosidade marcada por uma ótima acidez.</p><p>Apesar da boa qualidade geral, é necessário fazer algumas ressalvas. Tanto o <strong>Valduga 130 anos</strong> quanto o <strong>Miolo Millésime 2004</strong> deixaram a desejar no quesito <em>perlage</em> (borbulhas finas, porém escassas). Além disso, apresentaram frutuosidade discreta. O <strong>Salton Évidence</strong> exibiu um bom equilíbrio, boa espumatização, acidez e frutuosiade, mas ficou um pouco atrás dos outros no atributo intensidade aromática. O <strong>Pizzato Brut</strong> foi muito bem no tocante à refrescância e intensidade, com borbulhas abundantes, mas não muito finas.</p><h2>Casa Valduga 130 anos</h2><p>Tradicional vinícola do Vale dos Vinhedos, a Casa Valduga faz jus à fama de produzir excelentes espumantes. O seu Valduga 130 anos, espumante comemorativo não safrado, permaneceu em contato com as leveduras durante 30 meses e exibiu a riqueza e a elegância típica de bons espumantes. Cor amarelo-ouro, brilhante e viva, mousse pouco intensa, com borbulhas finas não muito numerosas e razoável persistência. Bouquet de boa intensidade evocando notas de cevada, frutas secas e fermento, lembrando muito o aroma de uma boa cerveja Ale. Na boca a textura é firme e densa, marcada por uma excelente harmonia entre o corpo generoso e a ótima acidez. O final de boca bem persistente casou com perfeição ao acompanhar a carne do Salmão.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 13%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$38</p><h2>Miolo Millésime 2004</h2><p>Este Millésime da Miolo, como o próprio nome sugere, é um espumante safrado (2004). Geralmente os epumantes costumam ser produzidos por assemblage, não só de diferentes vinhos, mas também de diferentes safras. Essa técnica é original de Champagne e tem como objetivo um melhor resultado final, muito embora, safras excepcionais possam produzir uma série limitada chamada &#8220;Millésime&#8221;. O espumante da Miolo mostrou bela cor amarela; borbulhas finas mas em quantidade um pouco baixa. O nariz tem elegância e uma certa complexidade, aroma de frutas secas, amêndoas e fermento de pão compõe a paleta. Na boca exprimiu boa estrutura, com acidez adequada e boa cremosidade. Final de boca agradável com boa persistência. Este vinho permaneceu 18 meses em contato com as leveduras e foram produzidas 33.000 garrafas.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 13%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$51</p><h2>Salton Évidence</h2><p>Talvez o espumante mais equilibrado e harmonioso do nosso painel, o Salton Évidence é um bom exemplo do melhor estilo do espumante da Serra Gaúcha. O Évidence é ligeiramente mais leve e frutado que o Valduga e o Miolo, mesmo assim, preservando as notas sutis do contato com as leveduras (12 meses). Cor palha, borbulhas finas com boa consistência. Aroma frutado, lembrando abacaxi e frutas cítricas; notas florais e toque amendoado de avelãs. Na boca é cremoso e refrescante, graças a excelente acidez. Final persistente e agradável, deixando a sensação de frutuosidade. O Salton Évidence mostra a força desse produtor no território dos vinhos borbulhantes.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$40</p><h2>Pizzato Brut Safra 2007</h2><p>Vinícola boutique, a Pizzato ganhou fama ao conquistar inúmeros prêmios com o seu Merlot. Atualmente ela produz vinhos a partir de propriedades localizadas no Vale dos Vinhedos (Bento Gonçalves) e Dr.Fausto (Dois Lajeados). O seu espumante brut, lançado em novembro, reflete toda a juventude e frescor da safra 2007. Cor amarelo pálido com uma tonalidade levemente esverdeada; mousse espessa, efervescência rica e muito persistente. Nariz intenso e muito frutuoso, exalando maçã-verde, notas vegetais e um leve toque floral. Na boca ele é delicado, com boa estrutura, marcado por uma cremosidade e um frescor que se prolonga por muitos segundos. O Pizzato foi muito bem com as ostras.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" width="61" height="26" /><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$33</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/degustacao-as-cegas-espumantes-brut-brasileiros-champenoise/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>19</slash:comments> </item> <item><title>Mumm Cuvée Spéciale Extra Brut</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/mumm-cuvee-speciale-extra-brut/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/mumm-cuvee-speciale-extra-brut/#comments</comments> <pubDate>Thu, 18 Oct 2007 16:18:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[mumm]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/10/18/mumm-cuvee-speciale-extra-brut/</guid> <description><![CDATA[Todos gostam de vinho espumante, parece que as borbulhas permeiam o imaginário das pessoas, trazendo sensações de alegria e contentamento. Mas qual será o “tipo” de espumante que faz mais sucesso? Uma resposta apressada pode sugerir o Champagne, o estilo de vinho não tranqüilo mais famosos mundialmente, porém, falemos francamente, quantas pessoas realmente gostam de&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/mumm-cuvee-speciale-extra-brut/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/mumm.jpg" title="Espumante Mumm Cuvée Speciale Extra Brut"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/mumm.thumbnail.jpg" alt="Espumante Mumm Cuvée Speciale Extra Brut" align="left" height="170" hspace="10" vspace="10" width="70" /></a>Todos gostam de vinho espumante, parece que as borbulhas permeiam o imaginário das pessoas, trazendo sensações de alegria e contentamento. Mas qual será o “tipo” de espumante que faz mais sucesso? Uma resposta apressada pode sugerir o Champagne, o estilo de vinho não tranqüilo mais famosos mundialmente, porém, falemos francamente, quantas pessoas realmente gostam de Champagne quando provam pela primeira vez? Quase nenhuma, principalmente quando apresentadas as versões secas. O suposto problema reside na acidez aguda dos bons espumantes, que dificilmente agrada pessoas não habituadas, provocando uma imediata repulsa. Vale aqui fazer uma ressalva, toda a classe, a complexidade e a longevidade dos melhores Champagnes derivam da sua acidez, sem esse elemento o espumante é apenas mais um vinho banal. Para contornar essa paradoxal dificuldade de apreciar um bom Champagne, e também para conquistar outras fatias de mercado, as tradicionais maisons de Reims e Epernay estenderam seus domínios no Novo Mundo. O estilo empregado em países como Estados Unidos, Argentina e Brasil é mais acessível, fácil de beber e não estoura a conta bancária. O vinho já não é mais Champagne, porém alguns exemplares &#8211; somente aqueles mais caros &#8211; podem resgatar aquele cheirinho de padaria e confeitaria, típico dos melhores vinhos borbulhantes. O <strong>Mumm Cuvée Spéciale Extra Brut</strong>, produzido na Argentina, segue a proposta da acessibilidade. Esse espumante é barato, fácil de beber e, obviamente, deixa a desejar em elegância e complexidade. Cor palha, ligeiramente verdoso, com <em>perlage</em> pouco persistente. Nariz frutado com boa intensidade, evidenciando uvas maduras (lembra moscatel), frutas cítricas e algumas notas de fermento de pão. Acabamento razoável, deixando um final de boca alcoólico. Existe muito açúcar residual, apesar da designação Extra Brut.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/bom1.gif" alt="Bom" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="29" /><br
/> <em>Não é um grande espumante, mas também não é caro. Pode ser uma boa opção para festas e eventos sociais. </em><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12,5%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$23<br
/> <strong>Importadora:</strong> Pernod Ricard</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/mumm-cuvee-speciale-extra-brut/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>Miolo Terranova Blanc de Blancs Brut 2007</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/#comments</comments> <pubDate>Mon, 01 Oct 2007 14:53:27 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Espumantes]]></category> <category><![CDATA[miolo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/10/01/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/</guid> <description><![CDATA[Começam a chegar ao mercado a nova safra de espumantes da Miolo, o Terranova Blanc de Blancs Brut (existe uma versão Demi-Séc), produzidos na Fazenda Ouro Verde, Vale do São Francisco. O lançamento da nova linha Terranova, realizada no final de agosto, vai de encontro à agressiva meta da Miolo de se tornar o 3.&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/terranova-brut.jpg" title="Espumante Miolo Terranova Blanc de Blancs Brut 2007"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/10/terranova-brut.thumbnail.jpg" alt="Espumante Miolo Terranova Blanc de Blancs Brut 2007" align="left" height="170" hspace="10" vspace="10" width="70" /></a>Começam a chegar ao mercado a nova safra de espumantes da Miolo, o <strong>Terranova Blanc de Blancs Brut</strong> (existe uma versão Demi-Séc), produzidos na Fazenda Ouro Verde, Vale do São Francisco. O lançamento da nova linha Terranova, realizada no final de agosto, vai de encontro à agressiva meta da Miolo de se tornar o 3. maior produtor de espumantes do país até o final de 2007. O assemblage Blanc de Blancs, produzido pelo método <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_Charmat" title="Método Charmat">charmat</a>, consiste em utilizar apenas variedades de uvas brancas, nesse caso a Chenin Blanc, a Sauvignon Blanc e a Verdejo. Uma curiosidade, o criador do Blanc de Blancs, foi Aime Salon, fundador da estupenda Maison Salon. Talvez muita gente não saiba, mas bons champagnes costumam envelhecer muitos anos. É o caso dos S de Salon, que até mesmo em safras como 1943, 1959 e 1966, se bebidas hoje, estão no seu esplendor. Incrível? Não, isso é possível graças a acidez colossal desses vinhos, fator que afugenta os bebedores não iniciados na arte de apreciar grandes espumantes. Mas voltemos aos Terranova. Diferentemente de outros espumantes brut da Serra Gaúcha, essa série da Terranova tem uma proposta mais acessível, principalmente para os iniciantes menos habituados aos tradicionais espumantes brut. Trata-se de um espumante leve, fresco, ideal para ser bebido jovem. Cor amarelo palha, levemente verdoso, o <strong>Terranova Brut Blanc de Blancs 2007</strong>, apresentou um perlage fino e bem persistente. O bouquet exprimiu notas de frutas de polpa branca. Na boca a estrutura é bem leve, acidez muito discreta com um final pouco seco. Quem se afugenta só de ouvir o termo brut, não precisa se preocupar, já que esse Terranova está longe de ter a acidez e a secura típica desses espumantes.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/2007/05/31/lurton-torrontes-2005/muito-bom-best-buy/" rel="attachment wp-att-138" title="Muito Bom - Best Buy"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muito-bom-best-buy.gif" alt="Muito Bom - Best Buy" class="imageframe imgalignleft" height="27" width="77" /></a><br
/> <em>Espumante com uma proposta mais descompromissada, para ser bebido jovem, ideal para coquetéis e eventos.</em><br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$ 17</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/espumantes/miolo-terranova-blanc-de-blancs-brut-2007/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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