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> <channel><title>Comentários sobre: Château Pavie 2004</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-pavie-2004/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-pavie-2004/</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 21:56:00 +0000</lastBuildDate> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Por: Giovanni</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-pavie-2004/comment-page-1/#comment-7025</link> <dc:creator>Giovanni</dc:creator> <pubDate>Thu, 15 Dec 2011 04:10:24 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4816#comment-7025</guid> <description>novo site com atendimento de um francês simpático
www.vinhosmillesime.com.br</description> <content:encoded><![CDATA[<p>novo site com atendimento de um francês simpático<br
/> <a
href="http://www.vinhosmillesime.com.br" rel="nofollow">http://www.vinhosmillesime.com.br</a></p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Yacochuya 2004</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-pavie-2004/comment-page-1/#comment-6289</link> <dc:creator>Yacochuya 2004</dc:creator> <pubDate>Mon, 28 Mar 2011 11:46:52 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4816#comment-6289</guid> <description>[...] faz jus as avaliações positivas que recebeu. Ok, parece que mais uma vez Parker estava certo (leiam o post sobre a polêmica em torno do Château Pavie).Após a venda da vinícola para o grupo Pernod [...]</description> <content:encoded><![CDATA[<p>[...] faz jus as avaliações positivas que recebeu. Ok, parece que mais uma vez Parker estava certo (leiam o post sobre a polêmica em torno do Château Pavie).Após a venda da vinícola para o grupo Pernod [...]</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Maria de Lourdes Pavie</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-pavie-2004/comment-page-1/#comment-6105</link> <dc:creator>Maria de Lourdes Pavie</dc:creator> <pubDate>Thu, 27 Jan 2011 18:35:16 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4816#comment-6105</guid> <description>Maravilhoso!</description> <content:encoded><![CDATA[<p>Maravilhoso!</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Cheval des Andes 2006</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-pavie-2004/comment-page-1/#comment-5415</link> <dc:creator>Cheval des Andes 2006</dc:creator> <pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:33:44 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4816#comment-5415</guid> <description>[...] Final de boca longo e frutado. Deixou a desejar em complexidade, como foi provado juntamente com o Chateau Pavie e o Don Maximiano, entregou sua origem de imediato, traído pelos sedutores, porém fáceis, aromas [...]</description> <content:encoded><![CDATA[<p>[...] Final de boca longo e frutado. Deixou a desejar em complexidade, como foi provado juntamente com o Chateau Pavie e o Don Maximiano, entregou sua origem de imediato, traído pelos sedutores, porém fáceis, aromas [...]</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Jomar</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-pavie-2004/comment-page-1/#comment-4789</link> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <pubDate>Fri, 23 Jul 2010 02:28:50 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4816#comment-4789</guid> <description>Caro Paulo Roberto, já respondi a sua pergunta uma vez:http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/De qualquer forma vou ajudá-lo novamente. A questão da temperatura  independe do uso do decanter. Caso você necessite resfriar um vinho já no decanter, leve o mesmo a uma cuba de cozinha com água gelada. Monitore a temperatura para não resfriá-lo demais. Vinhos encorpados como o Pavie devem ser servidos a uma temperatura de 18/19 graus.</description> <content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo Roberto, já respondi a sua pergunta uma vez:</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/" rel="nofollow">http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/</a></p><p>De qualquer forma vou ajudá-lo novamente. A questão da temperatura  independe do uso do decanter. Caso você necessite resfriar um vinho já no decanter, leve o mesmo a uma cuba de cozinha com água gelada. Monitore a temperatura para não resfriá-lo demais. Vinhos encorpados como o Pavie devem ser servidos a uma temperatura de 18/19 graus.</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: paulo roberto vieira</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-pavie-2004/comment-page-1/#comment-4788</link> <dc:creator>paulo roberto vieira</dc:creator> <pubDate>Thu, 22 Jul 2010 16:29:51 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4816#comment-4788</guid> <description>Caro Jomar, noutra ocasião solicitei orientação sobre a decantação de vinhos robustos e não obtive resposta satisfatória. Aí vai outra vez:
Se não estou enganado este tipo de vinho deve ser decantado por N horas em temperatura ambiente e, em seguida, quando pronto para beber deve ser resfriado num balde com gelo e agua? Agradeço mais uma vez sua ajuda. Abraços, Paulo Vieira (enófilo por opção).</description> <content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jomar, noutra ocasião solicitei orientação sobre a decantação de vinhos robustos e não obtive resposta satisfatória. Aí vai outra vez:<br
/> Se não estou enganado este tipo de vinho deve ser decantado por N horas em temperatura ambiente e, em seguida, quando pronto para beber deve ser resfriado num balde com gelo e agua? Agradeço mais uma vez sua ajuda. Abraços, Paulo Vieira (enófilo por opção).</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: ELMO</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-pavie-2004/comment-page-1/#comment-4785</link> <dc:creator>ELMO</dc:creator> <pubDate>Thu, 22 Jul 2010 13:29:01 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4816#comment-4785</guid> <description>Aproveitando o comentário do xará ou pseudonimado como o filósofo grego Aristóteles, lanço uma questão evidente: a da uniformização do discurso. Parece que existem, entre os debatedores do vinho mundial atual, duas correntes: uma que não fala nada sobre os vinhos potentes e de grande extração, e outra que sustenta esse repúdio á dupla Parker-Rolland. Acho que evidenciar mais as características organolépticas de um vinho, intensificando seus aromas e sabores, não homogeniza nada. O vaticínio mais acertado é aquele que compreendeu que as degustações às cegas ou mesmo as leigas mas interessadas é que formaram o gosto popular pelos vinhos potentes e extraídos. Se o Rolland gosta de vinificar assim, deu sorte. É uma imensa bobagem imaginar que uma dupla de homens possa mesmo padronizar o palato mundial, por um fato apenas: o percentual de consumidores que conhecem o tal &quot;padrão&quot; que quer ser classificado como imposição do gosto médio é muito pequeno dentro do total de consumidores de vinho. As pessoas bebem, e gostam mais dos vinhos mais intensos, com mais álcool e corpo. É simples, é como a fórmula açúcar-gordura na comida, que ecoa em nossos gentes hedonistas e auto-preservacionistas. Outro prisma ainda deve ser aplicado: quem é que disse que o gosto da elite ou dos conhecedores é o ideal evolutivo dos apreciadores ou bebedores? O vinho, por si só, carrega há algum bom tempo uma certa aura de esnobismo e de entojo. Imagine-se então, quando se constata que os degustadores informais e não especializados, passam a aprovar, empiricamente, vinhos mais extraídos e intensos, como melhores, e de repente se solta a cavalaria dos degustadores &quot;evoluídos&quot; em cima deles para afirmar que é lamentável que eles gostem disso... estamos diante de um reforço péssimo dessa elitização segregacional. Admiro, claro, quem goste dos borgonhas etéreos e elegantérrimos, preterindo, por exemplo, um Priorato mastigável. Mas se o hábito de beber vinho será valorizado e fomentado por este tal &quot;gosto médio&quot;, temos que pensar na questão como um título e não um parágrafo. Vinho é o importante, suas subdivisões é que são questões pessoais. Concordo que as vinícolas, especialmente do Novo Mundo, tenham passado a cumprir a cartilha e ter seu ícone de grande extração para poder bater a casa dos 100 dólares, mas deixemos que os ricaços os comprem em caixas e nos sirvam essas garrafas com churrascos no gazebo de designer que eles possuem. Quanto a achar um Cheval des Andes e um Almaviva muito parecidos, respeito o palato de qualquer um, mas cortes de Malbec, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot (Cheval),. e Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Carmenére e Merlot (Almaviva), merece uma reflexão, mesmo em vinhos bem extraídos, sobre a sensibilidade e &quot;cata&quot; feita dos vinhos.</description> <content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando o comentário do xará ou pseudonimado como o filósofo grego Aristóteles, lanço uma questão evidente: a da uniformização do discurso. Parece que existem, entre os debatedores do vinho mundial atual, duas correntes: uma que não fala nada sobre os vinhos potentes e de grande extração, e outra que sustenta esse repúdio á dupla Parker-Rolland. Acho que evidenciar mais as características organolépticas de um vinho, intensificando seus aromas e sabores, não homogeniza nada. O vaticínio mais acertado é aquele que compreendeu que as degustações às cegas ou mesmo as leigas mas interessadas é que formaram o gosto popular pelos vinhos potentes e extraídos. Se o Rolland gosta de vinificar assim, deu sorte. É uma imensa bobagem imaginar que uma dupla de homens possa mesmo padronizar o palato mundial, por um fato apenas: o percentual de consumidores que conhecem o tal &#8220;padrão&#8221; que quer ser classificado como imposição do gosto médio é muito pequeno dentro do total de consumidores de vinho. As pessoas bebem, e gostam mais dos vinhos mais intensos, com mais álcool e corpo. É simples, é como a fórmula açúcar-gordura na comida, que ecoa em nossos gentes hedonistas e auto-preservacionistas. Outro prisma ainda deve ser aplicado: quem é que disse que o gosto da elite ou dos conhecedores é o ideal evolutivo dos apreciadores ou bebedores? O vinho, por si só, carrega há algum bom tempo uma certa aura de esnobismo e de entojo. Imagine-se então, quando se constata que os degustadores informais e não especializados, passam a aprovar, empiricamente, vinhos mais extraídos e intensos, como melhores, e de repente se solta a cavalaria dos degustadores &#8220;evoluídos&#8221; em cima deles para afirmar que é lamentável que eles gostem disso&#8230; estamos diante de um reforço péssimo dessa elitização segregacional. Admiro, claro, quem goste dos borgonhas etéreos e elegantérrimos, preterindo, por exemplo, um Priorato mastigável. Mas se o hábito de beber vinho será valorizado e fomentado por este tal &#8220;gosto médio&#8221;, temos que pensar na questão como um título e não um parágrafo. Vinho é o importante, suas subdivisões é que são questões pessoais. Concordo que as vinícolas, especialmente do Novo Mundo, tenham passado a cumprir a cartilha e ter seu ícone de grande extração para poder bater a casa dos 100 dólares, mas deixemos que os ricaços os comprem em caixas e nos sirvam essas garrafas com churrascos no gazebo de designer que eles possuem. Quanto a achar um Cheval des Andes e um Almaviva muito parecidos, respeito o palato de qualquer um, mas cortes de Malbec, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot (Cheval),. e Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Carmenére e Merlot (Almaviva), merece uma reflexão, mesmo em vinhos bem extraídos, sobre a sensibilidade e &#8220;cata&#8221; feita dos vinhos.</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Eloise</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-pavie-2004/comment-page-1/#comment-4784</link> <dc:creator>Eloise</dc:creator> <pubDate>Wed, 21 Jul 2010 16:50:45 +0000</pubDate> <guid
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É a primeira vez que entro no site de voces e queria aproveitar para pedir ajuda no que tange a indicação de uma revista mensal de bom nivel, onde eu possa ter indicações e outras informaçoes sobre vinho. Desde ja agradeço, abraços. Ruffo</description> <content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito do comentario sobre o Chateu Pavie e concordo com as considerações.<br
/> É a primeira vez que entro no site de voces e queria aproveitar para pedir ajuda no que tange a indicação de uma revista mensal de bom nivel, onde eu possa ter indicações e outras informaçoes sobre vinho. Desde ja agradeço, abraços. Ruffo</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Aristóteles</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/chateau-pavie-2004/comment-page-1/#comment-4776</link> <dc:creator>Aristóteles</dc:creator> <pubDate>Tue, 20 Jul 2010 17:22:58 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4816#comment-4776</guid> <description>O problema da adoção do estilo moderno é que ele deixa os vinhos mais homogêneos: muita extração, álcool em excesso, sem acidez, fruta em demasia... Se é verdade que esse estilo permitiu um grande aumento da produção dos vinhos, tornando-os acessíveis à população, um efeito nocivo é a imposição do gosto médio, ditato sobretudo pelo mercado americano. A questão não é simples e nem mais se resume à controvérsia de novo mundo x velho mundo, já que esse é um fenômeno universal. Esses vinhos não agradam meu paladar, mesmo os exemplares mais reconhecidos, como Cheval des Andes, Almaviva, Chadwik. Acho-os enjoados e entre si muito parecidos. Agora, uma pena é que esse fenômeno está com força em todos os mercados, inclusive no Brasil. Eu lamento quando vejo anunciada a contratação de Michel Rolland pelos nossos produtores.</description> <content:encoded><![CDATA[<p>O problema da adoção do estilo moderno é que ele deixa os vinhos mais homogêneos: muita extração, álcool em excesso, sem acidez, fruta em demasia&#8230; Se é verdade que esse estilo permitiu um grande aumento da produção dos vinhos, tornando-os acessíveis à população, um efeito nocivo é a imposição do gosto médio, ditato sobretudo pelo mercado americano. A questão não é simples e nem mais se resume à controvérsia de novo mundo x velho mundo, já que esse é um fenômeno universal. Esses vinhos não agradam meu paladar, mesmo os exemplares mais reconhecidos, como Cheval des Andes, Almaviva, Chadwik. Acho-os enjoados e entre si muito parecidos. Agora, uma pena é que esse fenômeno está com força em todos os mercados, inclusive no Brasil. Eu lamento quando vejo anunciada a contratação de Michel Rolland pelos nossos produtores.</p> ]]></content:encoded> </item> </channel> </rss>
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