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	<title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; França</title>
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	<description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description>
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		<title>Château Pavie 2004</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 13:13:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[França]]></category>

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		<description><![CDATA[Geralmente o vinho aproxima as pessoas, estimula a confraternização e a amizade. Mas se existe um vinho que provoca a discórdia, sem dúvida alguma esse vinho é o Château Pavie. Pelo menos entre alguns mega críticos, notoriamente Robert Parker e Jancis Robinson. Há alguns anos o Château Pavie 2003 foi motivo de grande divergência entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/07/chateau-pavie-2004.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4868" title="Chateau Pavie 2004" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/07/chateau-pavie-2004-500x334.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a>Geralmente o vinho aproxima as pessoas, estimula a confraternização e a amizade. Mas se existe um vinho que provoca a discórdia, sem dúvida alguma esse vinho é o<strong> Château Pavie</strong>. Pelo menos entre alguns mega críticos, notoriamente <strong>Robert Parker</strong> e <strong>Jancis Robinson</strong>. Há alguns anos o Château Pavie 2003 foi <a title="Robinson, Parker have a row over Bordeaux" href="http://articles.sfgate.com/2004-05-27/wine/17427628_1_wine-advocate-jancis-robinson-master-wine-writers/2" target="_blank">motivo de grande divergência</a> entre esses renomados críticos, de um lado Parker, fã confesso do estilo opulento do Pavie; de outro Jancis, crítica severa aos exageros que supostamente teriam origem em questões mercadológicas. Como pano de fundo temos a questão da padronização, a mão pesada do produtor tentando moldar o estilo de um vinho. Dentro de uma perspectiva histórica, os vinhos de Bordeaux nunca foram escuros, densos e alcoólicos, por isso muita gente critica o estilo atual; acusam os produtores de ceder ao gosto americano. Todo mundo sabe que os americanos gostam das coisas exageradas, e como a terra do Tio Sam é um grande mercado, nada mais natural que pensemos que alguns estejam fazendo vinho &#8220;ao gosto do freguês&#8221;. O vilão da história é sempre Robert Parker, a personificação do gosto americano, além é claro do seu amigo, o mega consultor<strong> Michel Rolland</strong>.</p>
<p>Eu, que não sou americano nem inglês, tenho uma opinião diferente. As digressões filosóficas sobre a &#8220;verdadeira expressão do terroir&#8221; são inúteis. Esqueça as notas dos críticos, sejam elas boas ou más, o fato é o seguinte: o atual proprietário do Château Pavie faz um vinho realmente parrudo, cheio de cor, concentração e taninos. Para quem gosta de uma pegada forte, o Pavie pode proporcionar bons momentos de prazer, afinal é um Bordeaux de excelente <em>terroir</em>, entre os melhores de Saint-Émilion. Para aqueles que gostam de vinhos mais equilibrados e elegantes, com certeza o Pavie deixará a desejar. Trata-se de um colosso, um vinho de grande força e personalidade, para os apreciadores de vinhos potentes.</p>
<p>O Pavie 2004 que provamos foi considerado por Parker – que deu 95 pontos à fera – como &#8220;acessível&#8221;, isto é, fácil de beber.  Não é bem assim&#8230; Apresentou uma cor rubi escura, sem qualquer traço de evolução. Ao nariz demorou para dar o ar da graça, com 3 horas de decanter ainda estava reprimido pela madeira. Depois de 5 horas exalou um bouquet com boa intensidade e complexidade, lembrando licor de cassis, café, cogumelos frescos, tudo reforçado por muitas notas de madeira tostada. Na boca é denso e encorpado, com taninos de alta qualidade, embora ainda agarrem demais. O final de boca é seco e longo. Provamos este Pavie juntamente com outros dois vinhos, o chileno Errazuriz Don Maximiano 2006 e o argentino Cheval des Andes 2006, assim pudemos comparar o estilo &#8220;Novo Mundo&#8221; do Pavie com vinhos verdadeiramente do Novo Mundo. O resultado foi bem interessante, afinal a maioria dos participantes da nossa degustação às cegas gostou mais do Don Maximiano, um vinho mais acessível, redondo e direto – sem dúvida mais elegante. Quanto ao Cheval des Andes, também mostrou qualidade, exibindo uma bela estrutura de taninos. Por sua vez o Pavie, apesar de ter uma maior evolução, apresentou taninos mais marcantes que seus companheiros, além de mais cor e extração (superior a do Cheval des Andes). Moral da história? Na boca o Pavie é um blockbuster, não foi concebido para ser elegante, mas sim para impressionar pela força bruta. No nariz a história é diferente, também possui uma pegada violenta, mas com a personalidade de um grande <em>terroir</em>, está longe de ser um vinho bombadão qualquer. Gostei do Pavie 2004, com certeza irá evoluir bem, mesmo assim jamais pagaria os preços abusivos (e especulativos) que esses vinhos atingem no Brasil.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="" width="61" height="26" /><br />
<em>Um jovem Bordeaux vigoroso e potente que nesse momento pede comida para ser melhor apreciado.</em></p>
<p>Importadora: -<br />
Preço: US$ 150  (EUA)<br />
Grad. Alcoólica: 14%</p>
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		<title>Champagne Deutz quer conquistar ainda mais brasileiros</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/champagne-deutz-quer-conquistar-ainda-mais-brasileiros/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 16:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[deutz]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é todo dia que podemos degustar champagnes tão especiais quanto os que tive a oportunidade de provar na semana passada durante a apresentação dos últimos lançamentos da Casa Deutz. O evento realizado em Curitiba, no Restaurante Durski, contou com a presença de Fabrice Rosset, presidente da Deutz, e de Philippe Rivet, diretor de exportações. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é todo dia que podemos degustar champagnes tão especiais quanto os que tive a oportunidade de provar na semana passada durante a apresentação dos últimos lançamentos da Casa <a href="http://www.champagne-deutz.com/presentation/index.html">Deutz</a>. O evento realizado em Curitiba, no Restaurante Durski, contou com a presença de <strong>Fabrice Rosset</strong>, presidente da Deutz, e de <strong>Philippe Rivet</strong>, diretor de exportações. A degustação dirigida à jornalistas e especialistas – também realizada em São Paulo e Rio de Janeiro – foi promovida pelas importadoras <a href="http://www.portoaporto.com/2009/default/">Porto a Porto</a> / <a href="http://www.casaflora.com.br/">Casa Flora</a> e integra a estratégia da Deutz para ampliar a participação da marca no mercado brasileiro. Atualmente a Deutz possui muito prestígio e reconhecimento junto à conhecedores, graças a sua excelente relação qualidade/preço, contudo Fabrice tem metas agressivas para aumentar as exportações da Casa, e os novos consumidores brasileiros devem contribuir para esse cenário.</p>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/P1040876.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4223" title="Degustação Champagne Deutz" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/P1040876-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Fundada em 1838, a casa Deutz já passou por cinco gerações de uma família até ser adquirida pelo <a href="http://www.louis-roederer.com/">Grupo Louis Roederer</a>. A tradição da Deutz é longa, mas foi ao final do século 19 que a Maison consolidou a sua reputação, que só melhorou depois do Grupo Roederer assumir em 1983. Localizada no histórico vilarejo de Aÿ, a pouco mais de 3km de Epernay, numa das mais nobres localizações da região de Champagne, a Deutz dispõe atualmente de 42 ha próprios, além de contratos de longo prazo com viticultores locais para totalizar mais de 190 ha.</p>
<p>A frente da operação, desde 1996, e com uma passagem de 20 anos pela <a title="Champagne Cristal" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cristal_%28wine%29" target="_blank">Cristal</a> – marca que também pertence ao Grupo Roederer – está o experiente e carismático Fabrice Rosset. E numa aposta contrária ao que muitos marqueteiros preconizavam (focar em apenas um rótulo), Rosset  adotou uma estratégia de portfólio mais ampla, orientada pela qualidade e diversidade de estilos. Alguns pilares dessa estratégia são facilmente percebidos, basta verificar a gama de vinhos de primeira prensagem (Cuvée) produzidos. Até mesmo em seu Champanhe &#8220;básico&#8221;, o Brut Classic, é utilizado até 40% de vinhos Reserva, com o emprego de uma boa quantidade de uvas de vinhedos Grand Cru; além de não distribuírem os champanhes com menos de 3 anos de envelhecimento, ou seja, bem acima do que a legislação estabelece para essa categoria de produto.</p>
<p>Para um <em>connoisseiur</em> ou simples apreciadores, os Champagnes produzidos pela Deutz oferecem riqueza de aromas e complexidade, além de um caráter incomparável como é o caso dos rótulos da linha Cuvée William Deutz.</p>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/P1040890.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4226" title="Champagne Deutz Rótulos" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/P1040890-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<h2>Deutz Brut Classic – R$190</h2>
<p>O rótulo de entrada da Deutz, um brut não-safrado, é um belo exemplo da qualidade e consistência dos Champagnes da Deutz. O Brut Classic é feito de um corte de proporções idênticas de Pinot Noir, Chardonnay e Pinot Meunier provenientes de terroirs selecionados, com 30 meses de descanso nas borras. Ótimo perlage, fino e persistente. Aroma muito agradável, frutado e fresco, com notas de caramelo e sutil toque de fermento. A impressão na boca é ainda melhor que no nariz, com cremosidade e um final delicioso.</p>
<h2>Deutz Rosé 2005 – R$250</h2>
<p>Produzida exclusivamente com uvas Pinot Noir da região de Montagne de Reims (80%) e Vallée de Marne (20%); o Rosé 2005 leva ainda durante o processo de assemblage 9% de vinho tinto proveniente de vinhas velhas de Côte d´Aÿ. Essa mistura dá ao produto final mais complexidade e fineza, sem falar nos 4 anos de maturação em contato com as leveduras. Bela cor salmão, perlage muito fino e consistente. Bouquet intenso frutado, em destaque aromas de morangos, cerejas e framboesas; e um fundo levemente tostado. Na boca tem boa presença, muita fineza e frescor dado por sua acidez. Um Champagne com ótimo potencial gastronômico, perfeito para acompanhar peixes como salmão, queijos frescos, pato e pratos com temperos asiáticos.</p>
<h2>Cuvée William Deutz Rosé Miléssimé 1999 &#8211; R$490</h2>
<p>Excepcional champanhe rosé, com uma produção limitada de 10 mil garrafas. O William Deutz Rosé Miléssimé 1999 é confeccionado apenas com uvas de vinhedos <em>Grand Cru</em> e <em>Premier Cru</em>, numa composição de 75% Pinot Noir e 25% Chardonnay que proporciona um toque a mais de elegância. O nariz é delicado, mas revela profundidade e complexidade. Os aromas reúnem características de maturidade, e juventude, tendo em vista a vivacidade dos frutos vermelhos. A boca exprime um agradável fundo mineral, numa composição acertada entre a estrutura, frescor e álcool. Um Rosé Miléssimé delicioso, ideal para um aperitivo ou para acompanhar um sashimi.</p>
<h2>Amour de Deutz Blanc de Blanc Miléssimé 1999 &#8211; R$650</h2>
<p>Se os rótulos anteriores estavam excelentes, o que dizer do Amour de Deutz Miléssimé 1999?! Simplesmente <em>outstanding</em>, um produto de acabamento impecável. Aqui, justiça seja feita, os louros são de Fabrice. Antes mesmo de estar na presidência da Deutz, Rosset ficou encantado com a qualidade de uma das safras de Chardonnay da Casa, e adivinhem o que ele fez quando assumiu a operação? Lançou acertadamente esse <em>Blanc de Blanc</em>, ou seja, um Champagne feito exclusivamente com uvas Chardonnay. O rótulo, elaborado apenas em safras excepcionais, é obtido a partir de um assemblage com uvas dos melhores <em>terroir</em>, garantindo assim muita complexidade e fineza. As uvas do Grand Cru de Avize (30%) ajudam na fineza; ao passo que mineralidade é obtida com as uvas de Le Mesnil Sur Oger (60%); e para arredondar, uvas de Villers Marmery (5%). Nariz exuberante e complexo, evocando aromas de maturidade como notas avelãs, pão torrado e fava de baunilha, perfeitamente harmonizados com um perfume floral e cítrico. A boca é rica e refinada, com um final harmonioso e persistente, digno de um Champagne dessa categoria.</p>
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		<title>Champanhes da Casa Deutz</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 17:57:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[deutz]]></category>

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		<description><![CDATA[Confesso que degustar champanhe não é uma tarefa fácil, não que exija algum “aparato” especial, mas sim pelo glamour dessa denominação francesa. É necessário um certo espírito prático, assim é mais fácil avaliar o vinho, deixando de lado valores esnobes associadas a essa bebida. Foi com esse espírito que participei de uma prova do champanhe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/champanhe-deutz.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1493" title="champanhe-deutz" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/champanhe-deutz-500x375.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Confesso que degustar champanhe não é uma tarefa fácil, não que exija algum “aparato” especial, mas sim pelo glamour dessa denominação francesa. É necessário um certo espírito prático, assim é mais fácil avaliar o vinho, deixando de lado valores esnobes associadas a essa bebida. Foi com esse espírito que participei de uma prova do champanhe da casa <strong>Deutz</strong>, comandada pelo seu presidente <strong>Fabrice B. Rosset</strong>. O evento aconteceu 29/04/2009 em Curitiba e foi promovido pela importadora <a title="Importadora Porto a Porto" href="http://www.portoaporto.com/" target="_blank">Porto a Porto</a>.</p>
<p>A casa <a title="Champanhe Deutz" href="http://www.champagne-deutz.com/" target="_blank">Deutz</a> foi fundada em 1838, passou pelas mãos de cinco gerações de uma família até ser adquirida pelo grupo <a title="Grupo Roederer" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Louis_Roederer" target="_blank">Louis Roederer</a>. A tradição da Deutz é longa, mas foi ao final do século 19 que a casa consolidou a sua reputação, que só melhorou depois do grupo Roederer assumir em 1983.</p>
<p>Está situada no histórico vilarejo de <a title="Ay" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ay,_Marne" target="_blank">Aÿ</a>, a pouco mais de 3km de Epernay, numa das mais nobres localizações da região de <a title="Região de Champagne" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Champagne_(wine_region)" target="_blank">Champagne</a>. A Deutz dispõem atualmente de 42 ha próprios, além de contratos de longo prazo com viticultores locais para totalizar mais de 190 ha. A marca Deutz ainda não é muito conhecida entre os apreciadores eventuais de champanhe, mesmo assim tem muito prestígio entre os conhecedores. Existem boas razões para isso: a Deutz só faz vinho de primeira prensagem (Cuvée); usa até 40% de vinhos Reserva em seu champanhe básico, além de empregar uma boa quantidade de uvas de vinhedos <em>grand cru</em>; não distribuem os champanhes com menos de 3 anos de envelhecimento; não usam madeira, apenas cubas de inox.</p>
<p>Os champanhes produzidos pela Deutz são distintos, cheios de personalidade e irresistíveis.</p>
<h2>Deutz Brut Classic – R$195</h2>
<p>O champanhe mais básico da Deutz, embora a palavra “básico” soe completamente inapropriada para esse vinho. Ótimo perlage, fino e consistente. Aroma muito agradável, frutado e fresco, com notas de caramelo e sutil toque de fermento. A impressão na boca é ainda melhor que no nariz, com cremosidade e um final delicioso. O Deutz Brut Classic é feito de um corte de proporções idênticas de Pinot Noir, Chardonnay e Pinot Meunier, com 30 meses de descanso nas borras.</p>
<h2>Deutz Rose &#8211; R$300</h2>
<p>Esse champanhe é incrível, uma ótima companhia a mesa, pode acompanhar diversos tipos de prato. Bela cor salmão com borbulhas muito finas. Aroma complexo, frutas vermelhas e nuances tostadas. Excelente na boca, muita fineza e frescor. Um rosé 100% Pinot Noir.</p>
<h2>Deutz Demi-Sec &#8211; R$195</h2>
<p>Fica fácil entender a superioridade de um bom champanhe quando provamos um demi-sec. A versão demi-sec do champanhe básico da Deutz, mesmo com 35g/l de açúcar residual, é puro frescor. Não possui aquele toque “enjoado” de muitos espumantes demi. A acidez muito elevada dos bons champanhes não deixam o açúcar enjoar.</p>
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		<title>Château Haura 2005</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Oct 2008 20:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Bordeaux]]></category>
		<category><![CDATA[dubourdieu]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos de dólar alto o apreciador de vinhos deve ter cuidado. Uma boa dica é procurar por rótulos de regiões menos conhecidas, que tenham qualidade e classe, mas sem o ônus do status das denominações mais glamourosas. Que tal um Bordeaux? Sim! Essa região francesa não produz somente vinhos caríssimos para leilão, também é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/10/chateau-haura-2005.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-688" title="Château Haura 2005 - Denis Dubourdieu" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/10/chateau-haura-2005.jpg" alt="" width="500" height="362" /></a></p>
<p>Em tempos de dólar alto o apreciador de vinhos deve ter cuidado. Uma boa dica é procurar por rótulos de regiões menos conhecidas, que tenham qualidade e classe, mas sem o ônus do <em>status</em> das denominações mais glamourosas. Que tal um <strong>Bordeaux</strong>? Sim! Essa região francesa não produz somente <a title="Os 10 vinhos mais caros do mundo" href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/">vinhos caríssimos para leilão</a>, também é verdade que produz vinhos lamentáveis, mesmo assim continua sendo o berço de vinhos deliciosos e honestos.</p>
<blockquote><p>Atualmente, em Bordeaux, algumas das melhores barganhas provém de <a title="Graves AOC" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Graves_AOC" target="_blank">Graves</a> e <a title="AOCs de Bordeaux" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bordeaux_wine_regions" target="_blank">Entre-Deux-Mers</a>. Produtores competentes como <a title="Denis Dubourdieu esteve no Brasil e apresentou seus vinhos" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/denis-dubourdieu-visita-o-brasil-e-apresenta-seus-vinhos/">Denis Dubourdieu</a>, Pierre Lurton e a família Despagne vêm mudando o conceito dessas terras ao sul da cidade de Bordeaux.</p></blockquote>
<p>Provamos o <strong>Château Haura 2005</strong>, produzido em <strong>Graves</strong> por <strong>Denis Dubourdieu</strong>, um corte de partes iguais de Cabernet Sauvignon e Merlot. Cor rubi com ligeira transparência. Nariz agradável e de boa intensidade; aroma sutil de frutas negras com notas tostadas bem nítidas. Bom corpo, taninos de excelente qualidade e equilíbrio muito bom. Final fresco e agradável, com boa persistência. Um Bordeaux corretíssimo, feito por um produtor de grande renome e, além disso, de uma safra de qualidade excepcional.</p>
<p><a title="Excelente" href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif"><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" /></a><br />
<em>Um excelente Bordeaux da memorável safra de 2005. É fino e elegante, sem os excessos de álcool e fruta super madura. Vai muito bem com diversos tipos de prato.</em></p>
<p><span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 12,5%<br />
<span class="bold-content">Importadora:</span> Porto a Porto / Casa Flora<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$ 95</p>
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		</item>
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		<title>Château Léoville Las Cases 2002</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/bordeaux-chateau-leoville-las-cases/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 23:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Bordeaux]]></category>
		<category><![CDATA[robert parker]]></category>

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		<description><![CDATA[Avaliar um grande vinho é sempre uma tarefa complexa, ao contrário de bebê-lo. Mas, o que é mesmo um grande vinho? Essa pergunta costuma iniciar discussões acaloradas entre os apreciadores. Deixando de lado a subjetividade, podemos identificar um grande vinho por alguns critérios bem tangíveis. O primeiro deles é geográfico; todo grande vinho é produzido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Avaliar um grande vinho é sempre uma tarefa complexa, ao contrário de bebê-lo. Mas, o que é mesmo um <strong>grande vinho</strong>? Essa pergunta costuma iniciar discussões acaloradas entre os apreciadores. Deixando de lado a subjetividade, podemos identificar um grande vinho por alguns critérios bem tangíveis. O primeiro deles é geográfico; todo grande vinho é produzido em uma região demarcada, geralmente de vinhedos muito específicos. O segundo critério é histórico; todo grande vinho possui um legado de avaliações muito positivas. Por fim, o último critério é o resultado da soma dos dois primeiros; o preço elevado. Muita gente com dinheiro disputando uma produção limitada faz o preço subir, uma velha lógica de mercado que funciona como relógio suiço no mundo dos vinhos.</p>
<p>Quem gosta de vinho já está farto de ler e ouvir sobre os grandes, geralmente caríssimos, como esses que apresentamos <a title="Os 10 Vinhos Mais Caros do Mundo" href="http://www.qvinho.com.br/variedades/opiniao/vinhos-mais-caros-do-mundo/">aqui nesse post</a>. O que todos se perguntam é: Esses vinhos são realmente melhores que tantos outros de regiões próximas, algumas vezes mais baratos? Claro que sim! Assim como Marilyn Monroe será sempre mais bonita e charmosa que aquela colega loira que você acha o máximo. Um grande vinho tem fascínio, assim como uma diva do cinema; não dá para comparar com qualquer coisa. No caso dos vinhos, esse fascínio nunca é por pouca coisa.</p>
<p><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/09/leoville-las-cases-2002.jpg" alt="Château Léoville Las Cases 2002" /></p>
<blockquote><p>É bom lembrar que fascínio não tem preço, porém vinhos de qualidade excepcional têm; e atualmente podem ser comprados por um valor na casa dos 100 dólares (nos Estados Unidos, óbvio). Por 100 dólares podemos encontrar vinhos excepcionais de todas as regiões clássicas, sem dúvida existem muitos que custam ainda menos, mas vamos estabelecer esse teto. Acima disso a balança começa a pender demais para o lado do fascínio.</p></blockquote>
<p>Esse preâmbulo é para apresentar o <strong>Grand Vin de Léoville du Marquis de Las Cases 2002</strong> &#8211; grande em todos os sentidos &#8211; que comprei pela internet por exatos $99 numa loja nos Estados Unidos. O <a title="Château Léoville Las Cases" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_L%C3%A9oville-Las_Cases" target="_blank">Léoville Las Cases</a> é um <strong>Bordeaux</strong> do segundo caldo (<a title="Classificação Oficial dos Vinhos Bordeaux de 1855" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bordeaux_Wine_Official_Classification_of_1855" target="_blank">na classificação oficial de 1855</a>) produzido na comuna de <strong>St. Julien</strong>. É um dos <em>chateaux</em> mais antigos de Bordeaux, com uma história que começa em 1638. Em meados do século 17 já era reconhecido como um dos melhores da região, atrás apenas do <a title="Château Latour" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Latour" target="_blank">Latour</a>, <a title="Château Lafite Rothschild" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Lafite-Rothschild" target="_blank">Lafite</a>, <a title="Château Margaux" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Margaux" target="_blank">Margaux</a> e <a title="Château Haut Brion" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Haut-Brion" target="_blank">Haut Brion</a>. O Château Leoville Las Cases, atualmente, goza de enorme prestígio, e é comandado com competência pela família Delon, que emprega cuidados meticulosos e alta tecnologia. <strong>Robert Parker</strong> é categórico ao afirmar que esse château está entre os melhores de Bordeaux, que seu vinho é tradicional e necessita de pelo menos 10 anos de envelhecimento para mostrar todas as suas qualidades. Parker conferiu 100 pontos às safras 1982 e 1986; 99 pontos à safra 2000 e 98 pontos à safra 2005. A revista <strong>Wine Spectator</strong> também costuma ser generosa, concedeu 100 pontos às safras 2000 e 2005. A safra 2002 que degustamos recebeu 95 pontos do Parker e 94 pontos da Wine Spectator. Apenas para efeito de comparação, a famosa safra 2005 não é encontrada por menos de US$400 (EUA)! O que uns pontinhos a mais não fazem&#8230;</p>
<p>Acredito que os leitores do QVinho queiram saber a nossa opinião, não é mesmo? Pois sim, o Léoville las Cases 2002 &#8211; um corte de Cabernet Sauvignon (66,7%), Merlot (14,5%), Cabernet Franc (13,9%) e o resto de Peti Verdot &#8211; não decepcionou, mesmo sendo muito jovem. Vinhos desse tipo precisam de um preparativo, você não pode abrir um Bordeaux desse naipe e simplesmente servir. O vinho precisa respirar. Abrimos a garrafa para comprovar o seu estado. Ufa! Para nossa sorte não estava com nenhum defeito, mas como previsto, o vinho estava fechado. Decanter nele! Depois de 8 horas começamos a degustação. A cor do Leoville las Cases 2002 era rubi escura, sem nenhum traço de evolução e com lágrimas abundantes. Nariz muito agradável e complexo de frutas negras e caixa de charutos; a boa evolução do vinho no copo vai revelando notas de mentol, minerais e um evidente toque floral. Encorpado e potente, porém sem perder a classe, uma vez que os taninos são abundantes e de excelente qualidade. A textura do vinho impressiona. O equilíbrio é muito bom; nada de álcool em excesso ou falta de acidez. O final é ótimo, longo e persistente. O Léoville Las Cases 2002 é um vinho classudo e refinado que, sem a menor dúvida, terá vida bem longa. Apesar disso, preciso esclarecer ao caro leitor que esse vinho pode frustrar as expectativas, principalmente daqueles bebedores acostumados com os atuais exemplares do Novo Mundo. Refiro-me aos vinhos redondos, frutados e com muito carvalho que existem aos montes por aí. Se você gosta desse estilo, esqueça do Léoville Las Cases, procure por um Bordeaux de perfil mais moderno e modesto.</p>
<p>Valeu os US$99? Com certeza! O problema é que esse vinho chega no Brasil custando muito caro. Já encontrei o Léoville Las Cases por até R$1.600 (safra 2003) e nunca vi por menos de R$700 (safra 2004). Nessas condições não recomendo como uma boa compra, salvo se você for um <em>connoisseur</em> com muito dinheiro e preguiça de viajar.</p>
<p><img class="imageframe imgalignleft" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" width="77" height="26" /><br />
<em>Um grande vinho. Fruta fresca, complexidade, textura excelente e uma estrutura fenólica para longo repouso na adega. Gostaria de ter algumas caixas para ir curtindo ao longo do tempo.</em></p>
<p><span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13,5%<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> Adquirido por US$99 nos EUA. No Brasil o preço varia de US$400 a US$900.<br />
<span class="bold-content">Importadora:</span> Várias</p>
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		<title>Les Brulières de Beychevelle 2001</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 15:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Bordeaux]]></category>
		<category><![CDATA[concha y toro]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se fala sobre os vinhos do novo mundo; californianos, australianos, chilenos e argentinos têm apresentando qualidade consistente, porém não se engane, Bordeaux continua sendo Bordeaux. Mesmo que os Cabernets e Merlots do hemisfério sul tenham custo mais acessível, é bom deixar de comprar algumas dessas garrafas para provar o que Bordeaux tem a oferecer. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/02/les-brulieres.jpg" title="Les Brulières de Beychevelle 2001 - Bordeaux produzido pelo Chateau Beychevelle de St.Julien"><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/02/les-brulieres.miniatura.jpg" alt="Les Brulierès de Beychevelle 2001 - Bordeaux produzido pelo Chateau Beychevelle de St.Julien" align="left" vspace="10" hspace="10" /></a>Muito se fala sobre os vinhos do novo mundo; californianos, australianos, chilenos e argentinos têm apresentando qualidade consistente, porém não se engane, Bordeaux continua sendo Bordeaux. Mesmo que os Cabernets e Merlots do hemisfério sul tenham custo mais acessível, é bom deixar de comprar algumas dessas garrafas para provar o que Bordeaux tem a oferecer. Tenho um amigo que só compra Cabernet chileno, principalmente <a href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/degustacao-as-cegas/vinhos-bordeaux-chile-argentina/" title="Marques de Casa Concha">Marques de Casa Concha</a> e <strong>Arboleda</strong>. Bons vinhos, mas é muito chato beber sempre a mesma coisa. Algo maravilhoso que o mundo do vinho oferece é a diversidade, então para que restringir tudo a meia dúzia de rótulos confiáveis? Sempre vale a pena provar novos vinhos &#8211; mesmo que muitos decepcionem &#8211; e se você é fã de Cabernet Sauvignon, Merlot e Carménère, que tal começar a conhecer melhor os vinhos de Bordeaux?</p>
<p>Quando me perguntam se um Bordeaux de R$ 150 (de produtor confiável, não aqueles rótulos obscuros do Carrefour) é melhor que um Cabernet chileno (ou argentino) de mesmo preço, sempre respondo: depende do gosto de cada um, todavia uma coisa é certa, o Bordeaux será menos concentrado e intenso, mesmo assim pode surpreender mostrando mais complexidade. E isso é bom ou é ruim? Vou responder com outra pergunta: Que mulher é mais atraente, Ana Hickmann ou Juliana Paes (para exagerar ainda mais a comparação, que tal Sandy e aquela fulana do último carnaval que dizem ter perdido o tapa sexo)?</p>
<p>Para quem pretende descobrir Bordeaux, recomendo começar pelos vinhos de <strong>Saint Julien</strong>. Situada entre <strong>Pauillac</strong> e <strong>Margaux</strong>, St. Julien é frequentemente ofuscada pela vizinhança, uma terrível injustiça, uma vez que seus vinhos podem ser tão bons quanto os grandes de Paulliac. Só para citar um exemplo o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_L%C3%A9oville-Las_Cases" target="_blank" title="Chateau Leoville las Cases">Chateau Léoville Las Cases</a> (St. Julien) faz fronteira com a propriedade do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Latour" target="_blank" title="Chateau Latour">Chateau Latour</a> (Pauillac), mantendo os mesmos níveis de qualidade pelo menos há uma década; a diferença é que pode custar até 5 vezes menos!</p>
<p>Provamos o <strong>Les Brulières de Beychevelle</strong>, produzido pelo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ch%C3%A2teau_Beychevelle" target="_blank" title="Chateau Beychevelle">Chateau Beychevelle</a> (quarto caldo de St. Julien), que assim como outros chateaux de St. Julien, também tem produzido excelentes vinhos nas últimas décadas. O Les Brulières é denominado como Haut-Medoc, uma vez que as uvas &#8211; 66% de Cabernet Sauvignon e 34% de Merlot &#8211; provêm de uma parcela externa a área demarcada de St. Julien. Mostrou cor grená com transparência. Nariz de boa intensidade com frutas vermelhas frescas, notas agradáveis de carvalho tostado, ervas secas e toque floral sutil. Corpo médio, taninos finos e excelente acidez. Final agradável e com boa persistência. O Les Brulières não decepcionou, tem um apelo imediato, fácil de gostar e de combinar na cozinha.</p>
<p><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" /></p>
<p><em>Bordeaux bem feito e acessível. Não espere um vinho potente e encorpado, mas sim, harmonia e uma certa complexidade. </em></p>
<p><span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 12,5%<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$160<br />
<span class="bold-content">Importadora:</span> Petit Chateau</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mondot – Saint-Émilion Grand Cru 2004</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 12:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Bordeaux]]></category>

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		<description><![CDATA[Enfim retornamos à ativa! Depois de um curto período de férias, volto a escrever para o QVinho. É claro que degustei muitos vinhos nessas semanas – alguns muito bons, outros lamentáveis – mas para iniciar o ano de 2008 com o pé direito, vou começar por um excelente Bordeaux &#8211; o Mondot &#8211; segundo vinho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/mondot.jpg" title="Chateau Mondot – Bordeaux Saint-Émilion Grand Cru 2004"><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/01/mondot.thumbnail.jpg" alt="Chateau Mondot – Bordeaux Saint-Émilion Grand Cru 2004" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="170" width="70" /></a>Enfim retornamos à ativa! Depois de um curto período de férias, volto a escrever para o QVinho. É claro que degustei muitos vinhos nessas semanas – alguns muito bons, outros lamentáveis – mas para iniciar o ano de 2008 com o pé direito, vou começar por um excelente Bordeaux &#8211;  o Mondot &#8211; segundo vinho do <strong>Château Troplong-Mondot</strong>, produtor Grand Cru Classé de Saint-Émilion. Numa região como Saint-Émilion, famosa pelas pequenas propriedades, pelos “vinhos de garagem”, os 33 hectares do Château Troplong-Mondot colocam este produtor entre os maiores dessa denominação. Os vinhedos são de Merlot (90%), Cabernet Sauvignon (5%) e Cabernet Franc (5%), com idade média de 35 anos, plantados em solo argiloso composto por camadas sedimentares de calcário e sílex. Um solo fantástico, compartilhado por outros grades nomes da região, como o mítico <strong>Château Ausone</strong> e o caríssimo <strong>Château Pavie</strong> &#8211; este último faz divisa com o Troplong-Mondot. Apesar da nobre vizinhança, o Troplong-Mondot e o Mondot não são vinhos proibitivos, pelo menos na Europa. O preço pode variar muito, dependendo da safra, já vi Troplong-Mondot com preços de 60 a 800 dólares! Aqui no Brasil qualquer safra meia-boca passa dos US$ 400. Já o Mondot é bem mais acessível, custa algo em torno dos 22 euros na França, mas é muito difícil de achar fora de lá.</p>
<p>O nosso Mondot 2004 &#8211; um presente de colegas que moram na França – não decepcionou. Bela cor rubi com certa transparência; halo grená e lágrimas persistentes com pouca pigmentação. Nariz sutil e complexo, revelando uma discreta fruta vermelha madura; notas de especiarias, ervas secas e, como esperado, aquele toque mineral típico do Bordeaux de estirpe. Corpo médio, como taninos sedosos e boa acidez. Final agradável com boa persistência. O Mondot não é um vinho para competição, já que um degustador apressado poderia facilmente achar que falta concentração, corpo e intensidade. Sim, talvez seja verdade, mas também não custa os olhos da cara! Se você não liga para “pontos” e “notas”, no Mondot você poderá encontrar muito dos elementos de um grande Bordeaux, deixando-se seduzir pela originalidade de um terroir abençoado; esquecendo por um instante as tubaínas sabor tutti-frutti/carvalho que inundaram o mercado.</p>
<p><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="61" /><br />
<em>O Mondot é um Bordeaux delicioso, cheio de nuances terrosas e minerais que raramente são encontradas em vinhos do novo mundo. Uma oportunidade de conhecer o famoso terroir de Saint-Émilion sem estourar a conta bancária.</em><br />
<strong>Grad. Alcoólica:</strong> 14%<br />
<strong>Preço:</strong> 22 euros em Paris</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Denis Dubourdieu visita o Brasil e apresenta seus vinhos</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 18:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Bordeaux]]></category>
		<category><![CDATA[dubourdieu]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerado por muitos um dos maiores especialistas da atualidade em vinhos brancos, Denis Dubourdieu esteve no Brasil a convite da importadora Porto a Porto e Casa Flora, para apresentar alguns dos seus principais vinhos. Professor de enologia da Universidade de Bordeaux, desde 1987, Dubourdieu integra a terceira geração de uma tradicional família de viticultores de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Considerado por muitos um dos maiores especialistas da atualidade em vinhos brancos, Denis Dubourdieu esteve no Brasil a convite da importadora Porto a Porto e Casa Flora, para apresentar alguns dos seus principais vinhos. Professor de enologia da Universidade de Bordeaux, desde 1987, Dubourdieu integra a terceira geração de uma tradicional família de viticultores de Bordeaux, e foi responsável por uma revolução nos métodos de vinificação dos vinhos brancos. É provável que muitas pessoas tenham ouvido falar nos fantásticos Sauternes do mítico <strong>Château D´Yquem</strong>, porém poucas delas, ao menos aqui no Brasil, já ouviram falar do <strong>Château Doisy-Daëne</strong>. Este último Château, é uma das cinco propriedades da <strong>Denis Dubourdieu Domaines</strong>, e basta dizer que seu delicioso Sauternes <em>L´Extravagant</em> é comparável e até mesmo considerado superior aos do Château D´Yquem. Não acredita? Talvez pouca gente saiba, mas Dubourdieu assessorou o ilustre château vizinho no processo de “remodernização” dos seus vinhos. Exatamente, Pierre Lurton do Château D`Yquem contou com a consultoria do professor Dubourdieu para melhorar seus Sauternes. Precisa dizer mais alguma coisa?</p>
<p align="justify"><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/evento-dubourdieu.jpg" title="Denis Dubourdieu, Jomar Brustolin e Fernando Correa - da importadora Porto a Porto"><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/evento-dubourdieu.thumbnail.jpg" alt="Denis Dubourdieu, Jomar Brustolin e Fernando Correa - da importadora Porto a Porto" align="left" border="0" height="132" hspace="10" vspace="10" width="200" /></a>Durante essa curta passagem de Dubourdieu pelo Brasil participamos, no último dia 29, do encontro realizado em Curitiba. Com extrema tranqüilidade e simpatia Dubourdieu falou sobre os vinhos de suas cinco propriedades localizadas nas regiões de <strong>Sauternes, Graves e Premières Cotes de Bordeaux </strong>(Château Reynon, Clos Floridène, Château Haura, Château Doisy-Daëne e Château Cantegril), totalizando 120 ha de vinhedos. E falou, acima de tudo, sobre o prazer de beber. “<em>Não importa o ritual da degustação ou se você consegue ou não decifrar todos os aromas de um vinho. Esqueça tudo isso, um bom vinho é aquele que você aprecia e que lhe dá prazer ao beber</em>!”</p>
<p>A degustação dos vinhos tintos mostrou toda a capacidade desse produtor em fazer vinhos intensos, frescos, com muita fruta e prontos para o consumo. Ao ser questionado sobre o potencial de guarda desses tintos, Dubourdieu brincou: “<em>Eu diria que esses vinhos estão perfeitos para serem bebidos hoje, e muito provavelmente, estarão também muito bons daqui quatro ou cinco anos. Recomendo que vocês comprem uma caixa, assim poderão desfrutar esses vinhos em vários estágios e curtir cada um deles</em>”.</p>
<p>Brincadeiras a parte, concordamos totalmente com Dubourdieu. Vinho é para ser bebido, não cultuado; prática freqüente entre alguns enófilos. Muitos empenham um capital considerável em rótulos famosos, trancafiando as preciosas garrafas em adegas lustrosas, esperando anos pelo suposto “auge”. Essa atitude voyeurista é patética, a não ser que você pretenda virar investidor, ou algo do gênero.</p>
<p>A degustação foi iniciada pelo rosado, seguida pelos tintos e finalizando com os brancos. Surpreso pela ordem? O fato é que os brancos feitos por Dubourdieu são intensos, muito aromáticos e com considerável presença de boca, sendo assim, foram corretamente elencados para o final da degustação. Os tintos são harmônicos, sem exageros de madeira e fruta super madura, que poderiam dissimular o <em>terroir </em>desses vinhos. Os brancos são deliciosos, intensamente perfumados com uma mistura de grapefruit, maracujá, pêssegos e flores. Aliás, essa mesma paleta pode ser encontrada no rosado, uma prova da força do <em>terroir.</em></p>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/vinhos-dubourdieu.jpg" title="Le Rose de Floridene 2006, Château Haura Rouge 2005, Château Reynon Rouge 2005, Château Doisy-Daene Sec 2006 e Château Categril Sauternes 2005"><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/12/vinhos-dubourdieu.thumbnail.jpg" alt="Le Rose de Floridene 2006, Château Haura Rouge 2005, Château Reynon Rouge 2005, Château Doisy-Daene Sec 2006 e Château Categril Sauternes 2005" height="337" width="440" /></a></p>
<h2>Le Rosé de Floridène 2006</h2>
<p>Bela cor rosa pálida. Morangos, citrinos e notas florais dominam a paleta aromática. Leve e equilibrado; fascina pela sutiliza e frescor do seu acabamento. Um vinho de excelente relação qualidade/preço, perfeito para momentos de descontração. Ao contrário de outros rosados, o Floridène é produzido a partir de uma parcela especial do vinhedo, identificada como tendo as melhores características para esse vinho (R$55).</p>
<h2>Château Haura Rouge 2005</h2>
<p>Cor púrpura intensa, com lágrimas levemente tingidas denunciam a juventude desse vinho. Bouquet muito agradável lembrando frutas negras maduras, eucalipto, toque defumado e intensas notas florais. Na boca mostra-se firme, com taninos de ótima qualidade (R$95).</p>
<h2>Château Reynon Rouge 2005</h2>
<p>Este saboroso tinto (80% merlot e 20% Cabernet Sauvignon) apresentou uma cor semelhante ao Haura e leve transparência. Com boa complexidade, o Reynon Rouge mostrou um nariz frutado, com muitas notas tostadas e toque floral. Bom corpo, taninos de juventude, final longo e agradável (R$100).</p>
<h2>Château Doisy-Daëne Sec 2006</h2>
<p>Sauvignon Blanc de grande expressão, um verdadeiro achado. O Doisy-Daëne é intensamente perfumado, com pêssegos brancos, toranja, maracujá e muitas notas florais. Tem boa presença na boca e grande frescor. Esse branco pode evoluir muito bem, mas francamente, já está excelente agora (R$110).</p>
<h2>Château Cantegril Sauternes 2005</h2>
<p>Por último só poderia ficar o Sauternes. Proveniente de uma privilegiada região de solo calcário de pouca profundidade e ótima permeabilidade, o Cantegril é irresistível. Um carrossel de frutas tropicais; exalando intensas notas de abacaxi, mousse de maracujá, flores e citrinos, além, é claro, do indefectível toque de <em>botrytis</em>. Na boca é muito harmonioso, doce e cremoso, porém muito fresco, graças ao equilíbrio entre acidez e álcool. Vinho maravilhoso e versátil (R$130 &#8211; 500ml).</p>
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		<title>Crozes Hermitage Les Jalets Paul Jaboulet Aîné 2003</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jul 2007 14:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[paul jaboulet aine]]></category>

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		<description><![CDATA[Paul Jaboulet é sem dúvida um dos grandes nomes do vinho. Um produtor de prestígio, basta lembrar o seu mítico Hermitage La Chapelle 1961, sempre na lista dos melhores tintos mundiais. É claro que a proposta do Les Jalets é bem mais simples, mesmo assim, é um vinho muito bom que oferece a distinção típica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/07/crozes-hermitage.jpg" title="Paul Jaboulet Aîné Crozes Hermitage Les Jalets 2003"><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/07/crozes-hermitage.thumbnail.jpg" alt="Vinho tinto Syrah do Rhône Paul Jaboulet Aîné Crozes Hermitage Les Jalets 2003" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="212" width="200" /></a>Paul Jaboulet é sem dúvida um dos grandes nomes do vinho. Um produtor de prestígio, basta lembrar o seu mítico Hermitage La Chapelle 1961, sempre na lista dos melhores tintos mundiais. É claro que a proposta do Les Jalets é bem mais simples, mesmo assim, é um vinho muito bom que oferece a distinção típica da Syrah (acredito que seja o terroir do Rhône), mas por um preço bem mais acessível. Apresentou cor rubi com leve transparência e lágrimas de persistência média. Nariz fresco com frutas vermelhas discretas, lembrando aguaceiro, borracha nova e especiarias. Pouco corpo, com taninos indóceis e acidez viva. Final seco e de boa persistência. Esse Crozes Hermitage é muito bem feito, mesmo não sendo muito encorpado, mostrando o excelente terroir do Vale do Rhône. Bebedores acostumados com vinhos argentinos ou chilenos, nessa mesma faixa de preço, maturados em barricas novas, vão estranhar a adstringência do Les Jalets. O Crozes Hermitage Thalabert é outra boa opção de Paul Jaboulet, oferecendo mais densidade e complexidade, mas o preço elevado nem sempre compensa.</p>
<p><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="45" /><br />
<em>Crozes Hermitage nada monótono. A indolência é sempre um traço característico de um bom Syrah.</em><br />
<strong>Grad. Alcoólica:</strong> 12,5%<br />
<strong>Preço:</strong> R$75<br />
<strong>Importadora:</strong> Mistral</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>M.Chapoutier Ch&#226;teauneuf-du-pape La Bernardine 2003</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/franca/mchapoutier-chateauneuf-du-pape-la-bernardine-2003/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2007 13:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[chapoutier]]></category>

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		<description><![CDATA[Châteauneuf-Du-Pape é uma denominação bem conhecida, que costuma apresentar bons vinhos, alguns excelentes, mas com uma relação qualidade/preço um pouco suspeita. A legislação francesa permite a utilização de 13 varietais para a produção do Châteauneuf, mas no La Bernardine predominam Grenache e Syrah. Mostrou-se vermelho rubi escuro, com lágrimas transparentes e abundantes. Nariz com presença [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Châteauneuf-Du-Pape é uma denominação bem conhecida, que costuma apresentar bons vinhos, alguns excelentes, mas com uma relação qualidade/preço um pouco suspeita. A legislação francesa permite a utilização de 13 varietais para a produção do Châteauneuf, mas no La Bernardine predominam Grenache e Syrah. Mostrou-se vermelho rubi escuro, com lágrimas transparentes e abundantes. Nariz com presença de frutas vermelhas do bosque, caramelo e farmácia. Corpulento, redondo, alcoólico mas com final de boca doce e agradável. M.Chapoutier é um produtor de prestígio, que costuma receber notas muito altas de Robert Parker, mas esse Châteauneuf-du-pape não fez jus a fama. Um bom vinho, mas com preço muito elevado.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/bernardine.jpg" title="M.Chapoutier Châteauneuf-du-pape La Bernardine 2003"><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/bernardine.jpg" alt="M.Chapoutier Châteauneuf-du-pape La Bernardine 2003" class="imageframe imgaligncenter" height="314" width="450" /></a></p>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom.gif" title="Muito Bom"><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" height="26" width="45" /></a><br />
<em>Deixou um pouco a desejar, mesmo assim é um vinho muito bom, com características típicas da região onde foi produzido</em><br />
<strong>Importadora:</strong> Mistral<br />
<strong>Preço:</strong> R$155<br />
<strong>Grad. Alcoólica:</strong> 14,5%</p>
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