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><channel><title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; Itália</title> <atom:link href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.qvinho.com.br</link> <description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 15:22:11 +0000</lastBuildDate> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Roberto Voerzio Barolo La Serra 1999</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/roberto-voerzio-barolo-la-serra-1999/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/roberto-voerzio-barolo-la-serra-1999/#comments</comments> <pubDate>Wed, 09 Nov 2011 11:48:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=6404</guid> <description><![CDATA[Se você gosta de vinho italiano e estuda o assunto é muito provável que já tenha escutado esse nome: Roberto Voerzio. Esse produtor de La Morra ganhou status internacional graças ao seu trabalho meticuloso realizado nas vinhas, proporcionando vinhos refinados, ricos e estruturados. Em alguns casos a produtividade chega a 750g de fruto/planta, e o&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/roberto-voerzio-barolo-la-serra-1999/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Barolo-Roberto-Voerzio-La-Serra.jpg"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Barolo-Roberto-Voerzio-La-Serra.jpg" alt="Roberto Voerzio Barolo La Serra 1999" title="Barolo-Roberto-Voerzio-La-Serra" width="600" height="401" class="alignnone size-full wp-image-6405" /></a></p><p>Se você gosta de vinho italiano e estuda o assunto é muito provável que já tenha escutado esse nome: <strong>Roberto Voerzio</strong>. Esse produtor de La Morra ganhou status internacional graças ao seu trabalho meticuloso realizado nas vinhas, proporcionando vinhos refinados, ricos e estruturados. Em alguns casos a produtividade chega a 750g de fruto/planta, e o resultado não poderia ser outro senão vinhos de extrema qualidade, porém com uma produção limitadíssima. Outro segredo, Voerzio tem propriedades localizadas nas áreas mais distintas da Comune La Morra: La Serra, Cerequio, Brunate, Rocche dell’Annunziata, Vecchie Vite dei Capalot e Sarmassa. Embora com uma popularidade menor que Brunate e Cerequio, o vinhedo de La Serra, com uma área total de 14 Ha, possui características muito semelhantes com esses dois crus, um perfume notavelmente intenso e complexo.</p><p>Provei o La Serra 1999 juntamente com outras estrelas do Langhe, <strong>Gaja</strong> e <strong>Domenico Clerico</strong> (<a
href="http://jacksonbrustolin.posterous.com/estrelas-de-barolo" title="Estrelas de Barolo" target="_blank">Leia o post completo</a>). E apesar do páreo ter sido difícil, o Barolo Roberto Voerzio La Serra 1999, para mim foi o vinho da noite! Incrivelmente perfumado e elegante no nariz, com as típicas notas de pétalas de rosas, ameixas, framboesas, leve balsâmico, mineral e cedro. Ao mesmo tempo, muito concentrado, taninos superfinos e macios, com um final frutado e muito persistente. Soberbo!</p><p>Considerado o mais tradicional dos &#8220;modernistas&#8221;, Roberto Voerzio surpreende a cada safra apresentando sempre vinhos fantásticos!</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="" title="Excepcional" width="77" height="26" class="alignnone size-full wp-image-292" /></a></p><p>Grad. Alcoólica: 14,5%</p><p>Preço: U$250(EUA)</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/roberto-voerzio-barolo-la-serra-1999/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Barolo Luigi Einaudi Nei Cannubi 2004</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/barolo-luigi-einaudi-nei-cannubi-2004/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/barolo-luigi-einaudi-nei-cannubi-2004/#comments</comments> <pubDate>Fri, 26 Aug 2011 14:57:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=6023</guid> <description><![CDATA[Barolo é um daqueles nomes que consegue exprimir como nenhum outro, a alma do vinho italiano. A localidade, situada nas colinas do Langhe, que deu nome a um dos mais emblemáticos vinhos italianos, é o berço da uva Nebbiolo. A fama desse vinho remonta o século XIX, mas foi somente em 1934 que os piemonteses&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/barolo-luigi-einaudi-nei-cannubi-2004/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Barolo-Luigi-Einaldi.jpg"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Barolo-Luigi-Einaldi-580x388.jpg" alt="" title="Barolo-Luigi-Einaldi" width="580" height="388" class="alignnone size-medium wp-image-6423" /></a></p><p>Barolo é um daqueles nomes que consegue exprimir como nenhum outro, a alma do vinho italiano. A localidade, situada nas colinas do Langhe, que deu nome a um dos mais emblemáticos vinhos italianos, é o berço da uva Nebbiolo. A fama desse vinho remonta o século XIX, mas foi somente em 1934 que os piemonteses iniciaram o movimento de proteção dos vinhos com a criação do Consórcio para a Defesa dos Vinhos <strong>Barolo</strong> e <strong>Barbaresco</strong>; e em 1966, com a inclusão como Denominação de Origem Controlada (DOC). O caminho percorrido pelo Barbaresco, seu irmão mais novo, não foi diferente. A evolução qualitativa dos vinhos e o reconhecimento do mercado é um fenômeno relativamente novo, que aconteceu nos últimos 25 anos. Para se ter uma ideia, em 1964, num dos principais vinhedos de Barbaresco, o <strong>Sori San Lorenzo</strong>, as vinhas tinham um papel secundário, disputando espaço com outras culturas, como árvores frutíferas, e até mesmo o pasto para alimentar o gado.  Hoje, o Barbaresco Sorí San Lorenzo Gaja é vendido por cerca de R$ 1.592,00 a garrafa. Nada mal!</p><p>O que muita gente não sabe, é que assim como os `Crus´ na Borgonha, em Barolo e Barbaresco também foram classificados os grandes vinhedos dessa denominação. Em Barolo os vinhedos de Brunate, Cannubi, Sarmassa, Monghisolfo seriam os grandes expoentes; assim como em <a
title="Barbaresco Cascina delle Rose" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/barbaresco-rio-sordo-cascina-delle-rose-1998/" target="_blank">Barbaresco</a>, vinhedos como Asili, San Lorenzo, Rabajà, Montestefano entre outros. Essa vocação de certos vinhedos para produzir vinhos excepcionais já era conhecida de longa data pelos italianos. O prestigio do vinhedo de <strong>Cannubi</strong>, por exemplo, chegou a preceder a própria fama do Barolo. A mais antiga garrafa encontrada no Langhe constava a seguinte inscrição em seu rótulo “Cannubi 1752”. Por isso, para quem quer provar um vinho realmente superior dessa região, não basta escolher um rótulo de um bom produtor da DOCG Barolo ou Barbaresco, fique atento a menção de algum <em>Cru</em>. Nesse caso você terá um forte indicador da qualidade do vinho, e é claro, prepare-se para pagar preços mais altos.</p><p>A <a
title="Website Poderi Luigi Einaudi" href="http://www.poderieinaudi.com/" target="_blank">Poderi Luigi Einaudi</a> tem suas raízes ligadas ao vinho que remontam o ano de 1897, quando a família adquiriu a Cascina San Giacomo em Dogliani. Contudo, em 1997, a compra de uma área de 2,2 Ha no soberbo vinhedo de Cannubi deu um novo impulso a Poderi Luigi Einaudi. Hoje, a vinícola já possuí cerca de 11 vinhedos espalhados em áreas nobres de Dogliani e Barolo, e tem apresentado uma evolução considerável, lançando a cada ano vinhos melhores. Dentro da disputa entre os ditos produtores de Barolo `tradicionalistas´e `modernos´, a Poderi Luigi Einaudi integra o segundo time. Seu Barolo consegue ser mais frutado e acessível mesmo quando jovem (5 anos); muito diferente de alguns <em>Baroli</em> excessivamente tânicos e rustícos, bebíveis somente após 15 anos de amadurecimento.</p><p>O <strong>Barolo Nei Cannubi 2004</strong> apresentou uma bela cor rubi marcada por um halo levemente alaranjado, e lágrimas já sem  pigmentação. Depois de 3 horas no decanter revelou um bouquet incrivelmente perfumado e elegante. Ameixas maduras, cerejas e o característico floral, lembrando pétalas de rosas; carvalho já bem integrado. Um Barolo com excelente concentração e muito estruturado, mas ao mesmo tempo com taninos sedosos e acessíveis, tudo perfeitamente equilibrado. Final longo e delicioso! Um Barolo de grande personalidade, que está fantástico hoje, mas pode suportar perfeitamente muitos anos na garrafa.</p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif"><img
class="alignnone size-full wp-image-292" title="Excepcional" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="" width="77" height="26" /></a><br
/> <em>Não importa a escola de sua preferência, tradicionalistas ou modernos, esse é um exemplar magnífico de Barolo de uma safra excepcional</em></p><p>Grad. Alcoólica: 14%<br
/> Preço: R$280<br
/> Importadora: Porto a Porto / Casa Flora</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/barolo-luigi-einaudi-nei-cannubi-2004/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Os vinhos da Camigliano</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/os-vinhos-da-camigliano/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/os-vinhos-da-camigliano/#comments</comments> <pubDate>Wed, 26 May 2010 11:51:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category> <category><![CDATA[Enoeventos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=4451</guid> <description><![CDATA[Semana passada participei de uma rápida apresentação dos vinhos da Camigliano, uma vinícola toscana situada no paesino de mesmo nome na região demarcada do Brunello di Montalcino. Paola Falabretti, relações públicas da Camigliano, comandou a degustação ocorrida em Curitiba no Centro Europeu. É sempre uma alegria participar de uma degustação de vinhos toscanos, afinal esta&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/os-vinhos-da-camigliano/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/camigliano.jpg"><img
class="alignnone size-medium wp-image-4454" title="Camigliano" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/camigliano-500x329.jpg" alt="" width="500" height="329" /></a></p><p>Semana passada participei de uma rápida apresentação dos vinhos da <a
title="Camigliano" href="http://www.camigliano.it/" target="_blank">Camigliano</a>, uma vinícola toscana situada no <em>paesino</em> de mesmo nome na região demarcada do <a
title="Brunello di Montalcino" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brunello_di_Montalcino" target="_blank">Brunello di Montalcino</a>. Paola Falabretti, relações públicas da Camigliano, comandou a degustação ocorrida em Curitiba no Centro Europeu. É sempre uma alegria participar de uma degustação de vinhos toscanos, afinal esta região italiana é berço de alguns grandes vinhos e possui muita tradição vinícola. Como nos tempos atuais não dá para confiar apenas em tradição, é bom ficar esperto, principalmente ao comprar vinhos de regiões famosas, caso de Chianti e Montalcino. Existem muitos produtores nessas regiões, a grande maioria deles interessados apenas em lucrar vendendo vinhos diluídos e inexpressivos. Agora, justiça seja feita, os bons produtores precisam ganhar espaço, por isso é bom procurar por nomes como Camigliano.</p><p>Sim, Camigliano vem de camelo, mas não existem camelos na Toscana, na realidade o nome dessa pequena vila é herança dos tempos dos romanos, que tinham o costume de importar animais selvagens da África para levar para seus domínios em continente europeu. A vinícola Camigliano possui propriedades que somam 530 ha, sendo 90 ha de vinhedos cultivados. As instalações da Camigliano são modernas, com pipas de carvalhos da Eslovênia, cubas de inox e sistema de trasfega por gravidade; tudo construído no subterrâneo para preservar a bela paisagem de Montalcino. A Camigliano produz uma linha bem completa de vinhos, dos mais básicos, perfeitos para acompanhar comida, até o top da vinícola, um Brunello di Montalcino Riserva que impressiona. O <strong>Chianti</strong> da Camigliano é um <strong>Colli Senesi</strong> (R$45), isto é, feito com uvas plantadas na região demarcada de Chianti nos arredores da cidade medieval de Siena. Bem feito, agradável e com ótima acidez, mas como muitos Chianti, não é propriamente frutado e marcante. Já o <strong>Poderuccio 2007 </strong>(R$62)<strong> </strong>é um &#8220;mini toscano&#8221;, como gostam de designar na própria Camigliano, uma vez que faz uso de castas francesas e não se enquadra dentro das normas das DOC&#8217;s da região, porém seria demasiado pretensioso chama-lo de super toscano. O Poderuccio é um corte de Sangiovese, Cabernet Sauvignon e Merlot com uma curta passagem em barricas de carvalho; mais macio e redondo que o Chianti, embora sem perder a identidade. O <strong>Rosso di Montalcino 2007</strong> (R$67) é uma boa opção para quem quer conhecer o estilo de Montalcino, mas sem gastar muito. Exibiu uma cor rubi com boa concentração, aromas balsâmicos e de frutas vermelhas do bosque. Ótimo na boca, bem equilibrado e com aquela pegada de acidez que é marca registrada da Sangiovese. O <strong>Brunello di Montalcino 2003</strong> (R$171), como não poderia deixar de ser, mostrou ótima concentração e força. Nariz com boa complexidade, remetendo a frutas vermelhas maduras, couro, minerais e cedro. Encorpado e jovial, mas com taninos de excelente qualidade que não incomodam. Por último ficou o <strong>Brunello di Montalcino Gualto Riserva 2003</strong> (R$255), um belo <em>riserva</em>, estruturado e elegante. Aroma de frutas vermelhas bem maduras, minerais, notas florais e de caixa de charuto. Encorpado e denso, sem perder o frescor. Final longo e sedutor.</p><p>A Camigliano provou ser boa de preço, afinal o seu Rosso di Montalcino custa menos que alguns Chianti. Uma pena não terem servido nenhum vinho da excelente safra 2004, mas fica aqui a sugestão para quem quiser provar esses vinhos.</p><p><em>Os vinhos da Camigliano são importados pela Porto a Porto / Casa Flora</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/os-vinhos-da-camigliano/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>I Balzini White Label 2001</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/i-balzini-white-label-2001/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/i-balzini-white-label-2001/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Jan 2009 11:52:37 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/?p=1040</guid> <description><![CDATA[É curioso observar a crise do Brunello di Montalcino ocorrida ano passado. Basicamente, produtores renomados foram acusados por &#8220;adulterarem&#8221; o vinho com uvas não permitidas na DOCG Brunello di Montalcino, prática considerada ilegal. A suposta malandragem desses astutos pôs em cheque a reputação da região, prejudicando o negócio de muita gente. A questão é: por&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/i-balzini-white-label-2001/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/01/i-balzini-white-label-2001.jpg"><img
class="alignleft size-thumbnail wp-image-1043" title="I Balzini White Label 2001" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/01/i-balzini-white-label-2001-230x325.jpg" alt="" width="230" height="325" /></a>É curioso observar a <a
title="Brunello under fire" href="http://www.winespectator.com/Wine/Features/0,1197,4325,00.html" target="_blank">crise do Brunello di Montalcino</a> ocorrida ano passado. Basicamente, produtores renomados foram acusados por &#8220;adulterarem&#8221; o vinho com uvas não permitidas na <a
title="Consorzio Brunello di Montalcino" href="http://www.consorziobrunellodimontalcino.it/" target="_blank">DOCG Brunello di Montalcino</a>, prática considerada ilegal. A suposta malandragem desses astutos pôs em cheque a reputação da região, prejudicando o negócio de muita gente. A questão é: por que misturar uvas francesas com a Brunello? Aqui cabem várias respostas, a mais óbvia seria a leve modernização do Brunello di Montalcino, tornando mais acessível o célebre vinho toscano. É isso que o consumidor quer. Os críticos também gostam, rasgam elogios aos vinhos das grandes denominações que &#8220;já estão ótimos na juventude&#8221;. A questão é complexa e simples ao mesmo tempo, afinal <strong>Brunello di Montalcino</strong> é uma &#8220;marca&#8221; com prestígio, porém amarrada a normas que não facilitam as coisas. Seja para o bem quanto para o mal, as regras da DOC devem ser respeitadas.</p><p>Felizmente a Toscana não é apenas Montalcino, por isso não vou mais falar de Brunello batizado, embora tenho que admitir as vantagens dessas misturas. Como consumidor prefiro um vinho como o I Balzini White Label, um corte de partes iguais de Sangiovese e Cabernet Sauvignon que não é fora da lei, até porque é feito fora da zona de Montalcino e rotulado como simples <em>vino di tavola</em>. Produzido pela <a
title="I Balzini" href="http://www.ibalzini.it/" target="_blank">Società Agrícola I Balzini</a>, uma pequena e bem estruturada cantina de <a
title="Barberino Val d'Elsa" href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=barberino+val+d%27elsa,+firenze,+italia&amp;sll=43.657856,11.119303&amp;sspn=0.342273,0.892639&amp;ie=UTF8&amp;ll=43.670852,11.317291&amp;spn=0.684396,1.785278&amp;z=10&amp;iwloc=addr" target="_blank">Barberino Val d&#8217;Elsa</a>, o White Label 2001 é um vinho saboroso e fácil de apreciar. Possui cor rubi com pouca transparência. Aroma agradável, frutas negras frescas, notas tostadas e um toque mineral. Encorpado e com taninos muito finos. Final de boca excelente, seco e persistente. O <strong>I Balzini White Label 2001</strong> é um ótimo vinho toscano, tem personalidade bem definida e uma certa elegância. É como sempre digo, vinho toscano bom é simplesmente <strong>bom</strong>, não importa se é Sangiovese, Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah ou uma mistura de tudo.</p><p><img
class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="" width="61" height="26" /></p><p><em>Vinho muito gostoso, possui uma textura ótima, sedoso e bem acabado.</em></p><p><span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 14%<br
/> <span
class="bold-content">Importadora:</span> Porto a Porto / Casa Flora<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$140</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/i-balzini-white-label-2001/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Tenimenti Luigi D´Alessandro: Aposta acertada na Syrah</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/tenimenti-luigi-dalessandro-syrah-il-bosco/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/tenimenti-luigi-dalessandro-syrah-il-bosco/#comments</comments> <pubDate>Fri, 25 Jul 2008 18:07:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category> <category><![CDATA[robert parker]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/vinhos-italianos/tenimenti-luigi-dalessandro-syrah-il-bosco/</guid> <description><![CDATA[Quem acompanha o QVinho vai perceber que já comentei sobre um dos vinhos dessa vinícola italiana. Foi durante o último Encontro Mistral que conheci esses rótulos, tanto que relacionei o Il Bosco Syrah 2004 na minha lista dos Top 10. Pois bem, como sou um apreciador de Syrah e gostei dos vinhos da Tenimenti Luigi&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/tenimenti-luigi-dalessandro-syrah-il-bosco/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Quem acompanha o QVinho vai perceber que já comentei sobre um dos vinhos dessa vinícola italiana. Foi durante o último Encontro Mistral que conheci esses rótulos, tanto que relacionei o <a
href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/encontro-mistral-2008-vinhos-recomendados-1/" target="_blank" title="Il Bosco Syrah entre os Top 10 do Encontro Mistral 2008">Il Bosco Syrah 2004</a> na minha lista dos Top 10. Pois bem, como sou um apreciador de Syrah e gostei dos vinhos da <a
href="http://www.tenimentidalessandro.it/" target="_blank" title="Website Luigi D´Alessandro">Tenimenti Luigi D´Alessandro</a>, resolvi fazer uma prova com os vinhos dessa <em>azienda</em>. Exatamente, eu não troquei bolas, é Syrah mesmo! A propriedade (parte de uma antiga Villa conhecida como Fattoria Di Manzano) está localizada nas colinas de Cortona (Cortona DOC) na região da Toscana, e pertencia, desde 1700, a uma família de nobres. Em 1967, <strong>Luigi D´Alessandro</strong> comprou a propriedade de aproximadamente 150 hectares. Porém, somente em fins dos anos 80 os irmãos <strong>Massimo</strong> e <strong>Francesco D´Alessandro</strong> iniciam um processo de reestruturação que mudou os rumos da vinícola. A começar pelos estudos em um vinhedo experimental de 5 hectares onde foram plantados clones de Sangiovese, Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah entre outras. Os resultados confirmaram a excepcional capacidade de adaptação da Syrah nesse terreno.</p><blockquote><p>O clima seco e quente nos meses de verão (com raríssimas chuvas no período de colheita); com excelente exposição dos vinhedos ao sol, combinado ao solo com alto percentual de argila, proporcionam um ambiente ideal para obter um Syrah de ótima concentração e elegância.</p></blockquote><p>A decisão dos sócios não foi outra senão substituir gradualmente os vinhedos antigos de Trebbiano e Sangiovese por clones de alta qualidade de Syrah plantados em alta densidade (7.000 a 8.500 plantas / hectare). Graças à elevada competição entre as plantas, o rendimento por vinha é baixo (menos de uma garrafa por planta), por outro lado a homogeneidade de maturação e concentração de fruta são excepcionais. O ótimo trabalho desenvolvido ao longo desses anos foi fundamental para consolidar a reputação da Tenimenti Luigi D´Alessandro de produzir um dos melhores Syrah da Itália.</p><blockquote><p>Agraciado freqüentemente com os “3 Bicchieri” do <strong>Gambero Roso</strong>, o Il Bosco também conquistou críticos como <strong>Robert Parker</strong>, que concedeu 92 pontos para a safra 2004.</p></blockquote><p>Na <strong>Wine Spectator</strong>, o Il Bosco 2003 recebeu 94 pontos e figurou na 14.ª colocação entre os <strong>Top 100.</strong> Infelizmente não são vinhos muito baratos para nós aqui no Brasil, entretanto se compararmos com um Hermitage, o Il Bosco pode sair na frente, tanto no quesito qualidade como no preço.</p><p><em>* Recentemente 50% da vinícola foi comprada por <strong>Giuseppe Calabresi</strong>, amigo de longa data de <strong>Massimo D´Alessandro</strong>, e que hoje compartilham a visão de produzir vinhos de excelência e projeção internacional.</em></p><p><span
class="bold-content">Importadora:</span> Mistral</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/tenimenti-luigi-dalessandro.jpg" alt="Fontarca Chardonnay-Viognier, Cortona Syrah e Il Bosco" /></p><h2>Fontarca Chardonnay-Viognier IGT 2005</h2><p>O Fontarca é um elegante branco feito a partir de um assemblage de Chardonnay (50%) e Viognier (50%), com percentual variável a cada safra. No processo de vinificação a Chardonnay passa por uma fermentação em barricas de carvalho novas durante 8 meses, ao passo que a Viognier fermenta e amadurece em barricas de segundo e terceiro uso. Bela cor amarelo-ouro e um halo levemente esverdeado. Bouquet de boa intensidade, num encontro magnífico dos perfumes de frutas de polpa branca, mel, noz-moscada e florais; com as notas amanteigadas e de baunilha vindas do amadurecimento da Chardonnay. Na boca é generoso, acidez razoável e um final longo e caloroso. Muito gostoso!</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" /><br
/> <span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13,5%<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$100</p><h2>Cortona DOC Syrah 2005</h2><p>Um vinho 100% Syrah que possui uma proposta mais acessível, ou seja, menos aristocrático que o Il Bosco. Com uma extração não tão intensa e estagio de apenas 8 meses em barricas de carvalho francês, o Cortona Syrah 2005, apesar de jovem, apresenta-se redondo e pronto para consumo. Cor rubi com certa transparência e um halo levemente violáceo, esse Syrah mostrou um bouquet delicado, mas ao mesmo tempo muito distinto. Aromas sutis de frutas frescas como amoras e cerejas, muito embora nesse vinho a frutuosidade não seja um ponto forte. Aqui o destaque vai para as notas de couro, estrebaria (alguns dos nossos convidados acharam estranho, eu gostei) e flores do campo. A boca não é muito estruturada, porém os taninos sedosos e a ótima acidez deixam o vinho com uma excelente harmonia. O fim de boca é seco, com álcool na medida certa, proporcionando uma ótima sensação de frescor. Faz bonito diante de bons Crozes-Hermitage. Um delicioso Syrah que deve combinar muito bem com diversos tipos de pratos.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" /><br
/> <span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13%<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$ 87</p><h2>Il Bosco Syrah 2004</h2><p>O premium da vinícola, o Il Bosco, também é um monovarietal obtido a partir das melhores clones de Syrah do vinhedo (174, 383 e 470), de plantas com baixíssimo rendimento e colheita totalmente manual. O vinho também faz uma fermentação malolática em barricas e estagia ao todo por 18 meses em carvalho francês (50% novo e 50% de um ano). Ao contrário do que muitos possam imaginar o Il Bosco é bem diferente do Cortona Syrah. Na verdade o Il Bosco consegue reunir o melhor da elegância dos vinhos europeus com a concentração e fruta exuberante dos grandes vinhos do Novo Mundo. Cor rubi e muito rico em matéria corante, o Il Bosco revela, após uma hora de decanter, um perfume intenso e persistente. Notas complexas lembrando especiarias como pimenta preta; além de frutas negras maduras como cereja e cassis. Aromas florais aparecem mesclados as notas elegantes de alcaçuz e baunilha dadas pelo carvalho. Na boca é potente, um perfeito equilíbrio entre os taninos firmes e o calor do álcool (14,5%). Fim de boca longo com uma frutuosidade impressionante. Delicioso hoje, mas para quem quiser guardar, o jovem Il Bosco poderá ficar ainda mais fino nos próximos anos.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" /><br
/> <span
class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 14,5%<br
/> <span
class="bold-content">Preço:</span> R$170</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/tenimenti-luigi-dalessandro-syrah-il-bosco/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Old Vines Luccarelli – Primitivo di Manduria 2004</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/old-vines-luccarelli-primitivo-di-manduria-2004/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/old-vines-luccarelli-primitivo-di-manduria-2004/#comments</comments> <pubDate>Wed, 13 Feb 2008 17:34:04 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2008/02/13/old-vines-luccarelli-%e2%80%93-primitivo-di-manduria-2004/</guid> <description><![CDATA[Todos sabem que a Itália é um país abençoado para o cultivo de vinhas, com grandes extensões plantadas de norte a sul. A Toscana, o Veneto e o Piemonte lideram o ranking da fama, impulsionada por um competente time de produtores que souberam extrair o melhor dessas terras. O que pouca gente sabe é que&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/old-vines-luccarelli-primitivo-di-manduria-2004/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/02/luccarelli.jpg" title="Luccarelli Primitivo di Manduria - Vinho italiano da região da Puglia"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/02/luccarelli.miniatura.jpg" alt="Luccarelli Primitivo di Manduria - Vinho italiano da região da Puglia" align="left" vspace="10" hspace="10" /></a>Todos sabem que a Itália é um país abençoado para o cultivo de vinhas, com grandes extensões plantadas de norte a sul. A Toscana, o Veneto e o Piemonte lideram o ranking da fama, impulsionada por um competente time de produtores que souberam extrair o melhor dessas terras. O que pouca gente sabe é que alguns dos mais velhos vinhedos da península itálica estão na Puglia. Isso mesmo, o “salto da bota” é o berço de vinhas que podem ter até 80 anos de vida. Velhas vinhas de Primitivo, verdadeiras protuberâncias da terra; uma vez por ano lançam ramos verdes ao céu, numa tentativa de se libertarem daquela forma retorcida imposta pela natureza. Não conseguem, porém presenteiam o homem com o fruto de seu esforço.</p><p>A uva Primitivo reina quase absoluta na Puglia, mas é na região (DOC) <strong>Primitivo di Manduria</strong> que mostra suas melhores qualidades. O vinho que provamos, o <strong>Old Vines Luccarelli 2004</strong>, representa bem o espírito do melhor vinho Pugliese. Produzido pela <strong>San Marzano</strong>, uma cooperativa que agrega 1.200 viticultores, totalizando 500 hectares de vinhedos no coração da DOC Primitivo di Manduria. Adeptos da modernidade, procuram conciliar a tecnologia com as tradições locais, sem perder a identidade da sua região de origem. O Old Vines Luccarelli é um vinho surpreendente, uma vez que apresenta um estilo mais próximo ao do Novo Mundo, porém mantendo uma personalidade própria. Produzido a partir de vinhas velhas e de uvas super maduras, o resultado é uma mistura explosiva de muita fruta, maciez e álcool. Sim, produtores de todas as partes fazem isso (ou tentam fazer), mas com o Luccarelli o resultado é feliz.</p><p>Exibiu cor violeta escura, com muita pigmentação no copo. Nariz intenso com fruta super madura, lembrando tutti-frutti, baunilha de carvalho novo, notas de especiarias doces e ervas secas. Encorpado e redondo, seus taninos sedosos ajudam a criar uma grande sensação de maciez; excelente acidez, levando em conta a maturação das uvas. Final bastante agradável e com boa persistência. O Luccarelli é um vinho macio e concentrado, como muitos vinhos atuais, porém não deixa a desejar em frescor e vivacidade, graças ao bom equilíbrio fruta/álcool/acidez.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" /></p><p><em>Primitivo intensamente frutado e sedoso. Proponho uma ousadia (pegando o gancho do <a
href="http://www.qvinho.com.br/gastronomia/antioxidantes-chocolate-saude/" title="Antioxidantes naturais. Saiba o que o chocolate pode fazer pela sua saúde">último artigo</a>): Que tal harmonizar esse vinho com um excelente chocolate de 60% de cacau? Muita gente terá uma agradável surpresa&#8230;</em></p><p><strong>Grad. Alcoólica:</strong> 14,5%<br
/> <strong>Preço:</strong> R$110<br
/> <strong>Importadora:</strong> <a
href="http://www.portoaporto.com.br/">Porto a Porto / Casa Flora</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/old-vines-luccarelli-primitivo-di-manduria-2004/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>39</slash:comments> </item> <item><title>La Vendemmia 2007 &#8211; Piemonte</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/la-vendemmia-2007-piemonte/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/la-vendemmia-2007-piemonte/#comments</comments> <pubDate>Thu, 27 Sep 2007 13:00:01 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/09/27/la-vendemmia-2007-piemonte/</guid> <description><![CDATA[Enganou-se quem achou que as incursões da nossa amiga Amanda pelo mundo do vinho tinham terminado. Acabam de chegar novidades fresquíssimas direto da Itália. Mais especificamente sobre a Vendemmia que acontece nos meses de setembro e outubro. A época da colheita, na maioria dos países com tradição vitivinícola, é um período de muita alegria e&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/la-vendemmia-2007-piemonte/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Enganou-se quem achou que as incursões da nossa amiga Amanda pelo mundo do vinho tinham terminado. Acabam de chegar novidades fresquíssimas direto da Itália. Mais especificamente sobre a <em>Vendemmia</em> que acontece nos meses de setembro e outubro. A época da colheita, na maioria dos países com tradição vitivinícola, é um período de muita alegria e festa. Claro, se o clima contribui e o ano é favorável aos produtores, a festa é ainda maior. Na Itália, a <em>Vendemmia</em>, não poderia ser diferente. Não me refiro apenas as grandes festas patrocinadas pelas cidades, associações, consórcios etc, mas as pequenas reuniões familiares que perpetuam a tradição de fazer o seu próprio vinho. Foi exatamente essa experiência que a Amanda vivenciou numa pequena propriedade rural nos arredores de Turim. É fascinante que mesmo nas proximidades da industrializada Turim ainda existam esses pequenos vinhedos e a tradição de produzir um vinho de qualidade tenha passado de geração em geração. Já em meados de 1600 a burguesia <em>torinese</em> reservava extensas áreas em suas casas de campo para cultivar seus vinhedos. Porém, as terras dessa região e a qualidade de seu vinho foram descobertas muito antes. Para se ter uma idéia, já no século primeiro depois de Cristo, Plinio “Il Vecchio” fazia menção a duas cidades romanas de Alba e Pollenzo como regiões privilegiadas para o cultivo de uvas. Pois bem, essa introdução foi só para dar um panorama da importância do vinho para essa região e para toda a Itália. Mas, deixemos os rodeios de lado e vamos ao que interessa!</p><p
align="justify"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/vendemmia31.jpg" title="Vendemmia no Piemonte"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/vendemmia31.thumbnail.jpg" alt="Vendemmia no Piemonte" class="imageframe imgalignleft" align="left" height="239" width="180" /></a><em>Domingo passado fui para a Vendemmia que é a colheita das uvas. Foi uma festa mais particular, na &#8220;vinícola&#8221; de um amigo, não uma festa como foi a festa de Asti. Fomos para a área rural de Torino onde se encontrava a fazenda deste amigo, eram 12 fileiras enormes de pés de uva vermelha, iríamos colher para fazer o vinho. Foi tudo bem caseiro, não era uma grande vinícola onde se faz vinho para o comércio, é o vinho caseiro mesmo, só a uva que passa numa máquina que separa os raminhos, e já é colocada para fermentar, o vinho é seco mas suave, é daqueles que mancha a boca ao beber.</em></p><p><em>Chegamos cedo, nos preparamos para a colheita, debaixo de um sol escaldante podamos as uvas (com tesoura e faca mesmo). Foi muito divertido porque a maioria era jovem, todos amigos, todos conversando e brincando enquanto se colhia, fazíamos uma pausa quando chegava pizza (caseira e deliciosa) e o vinho da colheita passada. Os italianos estavam bebendo o vinho desde cedo, eu achei melhor deixar pra hora do almoço porque debaixo daquele sol, com vinho quente, colhendo uva&#8230; UFA! Só eles pra aguentarem mesmo. <a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/vendemmia4.jpg" title="Vendemmia no Piemonte"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/vendemmia4.thumbnail.jpg" alt="Vendemmia no Piemonte" class="imageframe imgalignright" align="right" height="149" width="200" /></a>Passamos a manha inteira e parte da tarde colhendo as uvas, as vezes até tinha competição de quem tirava mais uvas, quem tinha acabado a fileira antes. Eu terminei a primeira fileira, mas estávamos num grupo de 5&#8230; as outras tinham no máximo 3 pessoas! No meio da colheita, a Nonna (a vovó, a mais velha da casa) chegava, ela fazia o controle, se estávamos cortando certo, pegando tudo&#8230;Foi uma das partes mais divertidas, quando víamos a Nonna chegando todo mundo começava a trabalhar sério, catar as uvas que caíam no chão, todo mundo com medo dela, mas na verdade era uma senhora muito querida! </em></p><p><em>Depois da colheita tem a melhor parte: comida!  Comida aos montes, farta, deliciosa! Tinha porco, salsicha, frango, batata, saladas&#8230; Tudo muito gostoso e acompanhado do vinho caseiro. Acho que vocês podem imaginar aquela cena bem italiana, de família: duas mesas grandes cheias, comida daqui, vinho de lá, conversa daqui, brinca dali&#8230; Molto divertente! Eu não sou muito de comer, mas comi muitooo, tinha que experimentar de tudo!   Depois de tanta comida, muita conversa, e o lanche da tarde; que era pão com gorgonzola (das melhores!) e mais vinho! E se passa assim o dia até quase 23hrs da noite, comendo muito, bebendo muito e conversando muito. </em></p><p
style="text-align: center"><em><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/vendemmia6.jpg" title="Vendemmia no Piemonte"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/vendemmia6.jpg" alt="Vendemmia no Piemonte" class="imageframe imgaligncenter" align="middle" height="306" width="408" /></a></em></p><p><em>É uma festa para eles, tradição de mais de 8 anos naquela vinícola (se não me engano). Falei com o pai desse meu amigo, ele me contou que adora essa festa, que faz lembrar de quando ele era garoto e participava daquelas vendemmias grandes, onde os homens trabalhavam e as mulheres ficavam cantando&#8230; E isso ele já passou pro filho, vai passar para o neto e por aí vai&#8230;</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/la-vendemmia-2007-piemonte/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>34.&#186; Festival Delle Sagre Astigiane</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/34-festival-delle-sagre-astigiane/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/34-festival-delle-sagre-astigiane/#comments</comments> <pubDate>Mon, 17 Sep 2007 11:48:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Jackson</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/09/17/34%c2%ba-festival-delle-sagre-astigiane/</guid> <description><![CDATA[Já comentamos aqui no QVinho da proposta de abrir um espaço para nossos leitores e amigos participarem contando suas experiências enogastronômicas. O relato a seguir é de uma amiga nossa, a Amanda Santiago, que está fazendo um curso de aperfeiçoamento em Design na cidade de Torino, na Itália. Nossa privilegiada amiga não poderia ter escolhido&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/34-festival-delle-sagre-astigiane/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Já comentamos aqui no QVinho da proposta de abrir um espaço para nossos leitores e amigos participarem contando suas experiências enogastronômicas. O relato a seguir é de uma amiga nossa, a Amanda Santiago, que está fazendo um curso de aperfeiçoamento em Design na cidade de Torino, na Itália. Nossa privilegiada amiga não poderia ter escolhido região melhor. Alguns quilômetros dali estão Asti e Alba, verdadeiros pólos da gastronomia e do vinho na Itália. Quem assistiu o filme <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/no-reservations/" title="Filme Sem Reservas"><em>Sem Reservas</em></a> deve lembrar de onde vinham as cobiçadas e caras trufas brancas.</p><p><em>No 34º Festival Delle Sagre Astigiane, a festa começa de manhã, com desfiles entre outras coisas só que fui com amigos italianos que trabalhavam sábado inteiro, chegamos lá umas 21 hrs. A festa era grande, numa praça central &#8211; Piazza Campo Del Palio &#8211; com 47 barracas com todos os tipos de vinhos e pastas. Em qualquer <a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/sagre1.jpg" title="34º Festival Delle Sagre Astigiane"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/sagre1.thumbnail.jpg" alt="34º Festival Delle Sagre Astigiane" class="imageframe imgalignright" align="right" width="200" height="150" /></a>barraca você podia comprar o copinho que vinha dentro de um saquinho para colocar no pescoço, ai você vai andando com o copo no peito, cheio de vinho, achei barato, €0,50. Como sempre ouvi falar das famosas trufas, eu resolvi experimentar o Tagliatelle all&#8217;uovo con tartufo, sobre o tartufo não tenho o que comentar, não sei se é porque não estava fresco ou se é sem graça mesmo, mas não senti gosto de nada, talvez um levíssimo gosto de cogumelo, mas a massa em sí tava muito boa, os pratos variavam os preços entre €2 e €4,50 (o meu como tinha trufa era o mais caro). Na entrada ganha-se um folheto com os número das barracas, o que cada uma tem e um mapinha de onde elas estão, isso eu achei bem organizado, porque organização é uma coisa que não combina com a Itália <img
src='http://www.qvinho.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </em><em><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/sagre2.jpg" title="34º Festival Delle Sagre Astigiane"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/sagre2.thumbnail.jpg" alt="34º Festival Delle Sagre Astigiane" class="imageframe imgalignleft" align="left" width="200" height="150" /></a>Não sou nem um pouco conhecedora dos vinhos então não sei falar muito sobre eles, experimentei vários, os espumantes de Asti são maravilhosos! Eu gosto mais de bebida doce, então adorei os espumantes doces&#8230; Também bebi vinhos secos, mas até eles eram vinhos leves, que não deixavam gosto amargo na boca e desciam muito bem! O preço das garrafas €4,50, tinha uns mais caros de €5,00, realmente um absurdo de barato! Dizem os italianos que no Brasil seriam caríssimos.</em><em>A festa estava cheia, pessoas com filhos pequenos, os jovens que queriam se embebedar, velhos, pessoas com seus cachorros (o que é muito comum aqui na Itália, eu só queria saber onde eles enfiam esses cachorros, porque em Torino não tem casa, e os apartamentos são picolos!!!)&#8230; Só que tiveram dois problemas que achei meio chato: as garrafas teoricamente <a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/sagre3.jpg" title="Amanda Santiago. Designer que brasileira que atualmente mora em Torino."><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/sagre3.thumbnail.jpg" alt="Amanda Santiago. Designer brasileira que atualmente mora em Torino." class="imageframe imgalignright" align="right" width="199" height="266" /></a>não poderiam ser abertas ali na festa, você que tinha que levar o abridor, sorte que meus amigos sabiam!O outro problema é que tudo fechou 23.30! Não tinha mais vinho e nem comida, achei muito desanimador, pois nós brasileiros estamos acostumados a passar a noite inteira fazendo festa! Os vinhos que bebi que me lembro: Monferrato Bianco e Grignolino D&#8217;Asti que eram secos (um bianco e o outro rosso), um espumante doce Gancia Asti e tiveram outros dois espumantes (um rosso e outro bianco como o Gancia) que não me lembro o nome mas eram muito bons! O Gancia eu recomendo bastante <img
src='http://www.qvinho.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </em></p><p><em><a
href="http://www.festivaldellesagre.it/" title="Site com informações sobre o Festival Delle Sagre Astigiane que ocorre na cidade de Asti, Itália">www.festivaldellesagre.it</a></em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/34-festival-delle-sagre-astigiane/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Masi Campofiorin 2003 Vs. Masi Tupungato Passo Doble 2005</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/masi-campofiorin-2003-vs-masi-tupungato-passo-doble-2005/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/masi-campofiorin-2003-vs-masi-tupungato-passo-doble-2005/#comments</comments> <pubDate>Sun, 17 Jun 2007 14:52:43 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category> <category><![CDATA[masi]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/2007/06/17/masi-campofiorin-2003-vs-masi-tupungato-passo-doble-2005/</guid> <description><![CDATA[Masi é um grande produtor italiano do Veneto. Seus vinhos costumam receber boas críticas, especialmente seu Amarone Mazzano, um vinho caro e extremamente bem feito. Mas não pára por aqui, pois Masi produz outros vinhos mais acessíveis, como os excelentes Grandarella e Brolo di Campofiorin. A novidade agora é o Passo Doble, o primeiro rótulo&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/masi-campofiorin-2003-vs-masi-tupungato-passo-doble-2005/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Masi é um grande produtor italiano do Veneto. Seus vinhos costumam receber boas críticas, especialmente seu Amarone Mazzano, um vinho caro e extremamente bem feito. Mas não pára por aqui, pois Masi produz outros vinhos mais acessíveis, como os excelentes Grandarella e Brolo di Campofiorin. A novidade agora é o <strong>Passo Doble</strong>, o primeiro rótulo Masi Tupungato, a mais nova bodega <a
href="http://www.qvinho.com.br/variedades/noticias/vinhos-chilenos-ou-vinhos-argentinos/">ítalo-argentina</a>. O Passo Doble é um corte de 65% Malbec, 30% Corvina Veronese e 5% Merlot, produzido com o emprego da técnica de <em>ripasso</em>, típica do Amarone della Valpolicella, que consiste em deixar as uva secarem parcialmente antes de serem vinificadas, permitindo maior concentração de açucares. O nome Passo Doble faz referência a segunda fermentação sofrida por esse vinho, que ocorre quando são adicionadas as uvas de Corvina &#8220;passificadas&#8221; ao mosto de Malbec, já em processo de fermentação.</p><p
style="text-align: center"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/masi-masi.jpg" alt="Vinho tinto italiano Masi Campofiorin e Masi Tupungato Passo Doble Corvina Veronese Malbec" class="imageframe imgaligncenter" width="450" height="301" /></p><p>O <strong>Campofiorin</strong> apresentou cor grená vívida com transparência. Aromas de boa intensidade de pelica, ameixa seca e acetona, revelando razoável complexidade. Na boca é leve, mas equilibrado, com taninos macios e acidez moderada. Não fugindo da proposta de ser um vinho acessível e fácil de beber, mostrou um final de boca seco e agradável de média persistência.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <em>O Campofiorin mostra o potencial dos vinhos do veneto, mas por um preço bem mais atraente que seu irmão mais velho, o Amarone. Vinho de grande versatilidade na cozinha.</em><br
/> <strong>Preço:</strong> R$ 68,40<br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 13%<br
/> <strong>Importadora:</strong> Mistral</p><p>O <strong>Passo Doble</strong> é rubi, mas sem a profundidade de outros vinhos de Malbec, mostrando certa transparência. Aromas sedutores de confeitaria, lembrando torta de frutas do bosque, baunilha e coco, uma evidência da sua maturação em barricas (9 meses em carvalho francês). Corpo médio, com taninos sedosos e pouca acidez, bem equilibrado e muito macio. Final de boca vinoso e agradável, com boa persistência.</p><p><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" width="45" height="26" /><br
/> <em>Um vinho diferente, já que não apresenta a cor violeta escura e nem a frutuosidade típica da Malbec, mas deve agradar quem gosta de vinhos modernos.</em><br
/> <strong>Preço:</strong> R$ 44<br
/> <strong>Grad. Alcoólica:</strong> 13,5%<br
/> <strong>Importadora:</strong> Mistral</p><p>O Campofiorin e o Passo Doble, apesar da pretensa similaridade de produção, são vinhos bem diferentes. O Campofirin apresenta uma textura mineral, mais seca e ácida, sem traços de carvalho, enquanto o Passo Doble é mais moderno, vinho de winemaker, mostrando maciez e notas de carvalho novo.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/masi-campofiorin-2003-vs-masi-tupungato-passo-doble-2005/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Allegrini Palazzo della Torre 2001</title><link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/palazzo-della-torre-2001/</link> <comments>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/palazzo-della-torre-2001/#comments</comments> <pubDate>Fri, 11 May 2007 13:33:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Jomar</dc:creator> <category><![CDATA[Itália]]></category> <category><![CDATA[allegrini]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.qvinho.com.br/blog/?p=58</guid> <description><![CDATA[Tinto produzido com Corvina Veronese, Rondinella e Sangiovese, pela renomada cantina Allegrini, utilizando a técnica do ripasso, que consiste em deixar parte das uvas secarem em esteiras antes de irem para a vinificação, fazendo com que percam água e concentrem os açucares. Cor grená não muito intensa, límpido e brilhante. Nariz com fruta discreta, lembrando&#8230; <a
href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/palazzo-della-torre-2001/">[Leia Mais]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Tinto produzido com Corvina Veronese, Rondinella e Sangiovese, pela renomada cantina Allegrini, utilizando a técnica do ripasso, que consiste em deixar parte das uvas secarem em esteiras antes de irem para a vinificação, fazendo com que percam água e concentrem os açucares. Cor grená não muito intensa, límpido e brilhante. Nariz com fruta discreta, lembrando ervas e frutas secas. Corpo médio com taninos e acidez presente, causando uma leve adstringência. Final de boca com um agradável amargor. Vinho gastronômico, sem muita complexidade, que acompanha uma grande variedade de pratos.</p><p
style="text-align: center"><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/palazzo_della_torre.jpg" title="Palazzo della Torre 2001"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/palazzo_della_torre.jpg" alt="Palazzo della Torre 2001" class="imageframe imgaligncenter" height="301" width="450" /></a></p><p><a
href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom.gif" title="Muito Bom"><img
src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom.gif" alt="Muito Bom" class="imageframe imgalignleft" height="27" width="45" /></a><br
/> <em>Vinho versátil. Muito bom para acompanhar diversos tipos de comida.</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.qvinho.com.br/vinhos/italia/palazzo-della-torre-2001/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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