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	<title>QVinho - Blog de vinhos e gastronomia &#187; Portugal</title>
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	<description>Blog sobre vinhos, gastronomia, cafés especiais e espresso. No QVinho você encontra degustações, harmonizações, receitas e muita opinião. Por Jomar Brustolin e Jackson Brustolin.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 13:08:39 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Vinhos do Douro e do Porto &#8211; Evento IVDP 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 00:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeventos]]></category>
		<category><![CDATA[IVDP]]></category>

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		<description><![CDATA[Este ano ainda não havíamos dedicado nossas atenções aos vinhos do Douro, talvez por absoluta falta de oportunidade, ou ainda devido a nossa pauta exaustiva  de posts relacionados ao On the Road 2009, que apesar de ser tema do ano anterior, só findou recentemente. Agora, quando o Carlos Soares – membro do IVDP responsável pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano ainda não havíamos dedicado nossas atenções aos vinhos do Douro, talvez por absoluta falta de oportunidade, ou ainda devido a nossa pauta exaustiva  de posts relacionados ao <a title="QVinho On the Road" href="http://www.qvinho.com.br/on-the-road/2009-chile-e-argentina/">On the Road 2009</a>, que apesar de ser tema do ano anterior, só findou recentemente. Agora, quando o Carlos Soares – membro do IVDP responsável pela divulgação no Brasil – aporta em terras brasileiras, então sabemos que teremos trabalho, afinal não é fácil provar e escrever sobre tantos vinhos de ótima qualidade. A dupla Carlos Soares e Guilherme Rodrigues esteve mais uma vez (<a title="Eventos do IVDP" href="http://www.qvinho.com.br/tag/ivdp/">leia mais sobre os eventos anteriores</a>) a frente de uma bateria de degustações, dessa vez no restaurante Terra Madre, num jantar harmonizado para jornalistas e profissionais da área gastronômica. O jantar aconteceu no dia 15 de abril, porém dia 19 teve vez o evento principal no Hotel Pestana Curitiba, com mesas de vários importadores servindo vinhos para o público geral.</p>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/douro-2010.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4277" title="Vinhos do Douro e do Porto" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/douro-2010-500x258.jpg" alt="Vinhos do Douro e do Porto" width="500" height="258" /></a></p>
<p>Não pude provar todos os vinhos do evento principal, mesmo assim conheci alguns novos rótulos e comprovei a ótima qualidade das últimas safras. Os vinhos de mesa do Douro estão em ótima fase, graças a uma sucessão de boas safras e do trabalho sério dos produtores, esforçados em produzir uvas adequadas para vinhos não fortificados. Alguns vinhos que provei e recomendo:</p>
<h2>Quinta do Vallado 2007 &#8211; R$60</h2>
<p>A tradicional Quinta do Vallado não decepcionou com seu vinho básico. Bem feito e acessível, uma ótima opção na sua faixa de preço.  Aroma agradável, com presença de frutas negras e toques ligeiros de carvalho. Corpo médio, com taninos de boa qualidade. Corte de Tinta Roriz, Tinta Amarela, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta  Barroca e Sousão. Recomendo também o excelente Quinta do Vallado Touriga Nacional 2006 (R$140)</p>
<p><em>Importadora: Cantu</em></p>
<h2>Quinta do Soque 2007 &#8211; R$75</h2>
<p>Esta Quinta integra o projeto <a title="Douro Family Estates" href="http://www.dourofamilyestates.co.pt/" target="_blank">Douro Family Estates</a>, uma parceria entre quatro produtores familiares com o objetivo de ganhar um maior corpo frente ao mercado, bem como de produzirem um rótulo em conjunto. O Quinta do Soque apresentou frutas negras bem madura com  ligeiras notas vegetais, além de agradáveis aromas tostados provenientes do estágio em barricas francesas. Corpo médio, bem equilibrado e com acidez agradável. Feito  a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.</p>
<p><em>Importadora: Ana Import</em></p>
<h2>Quinta dos Quatro Ventos 2006 &#8211; R$75</h2>
<p>A  Aliança produz esse vinho no Douro Superior a partir das castas Touriga Franca, Tinta Roriz e Touriga Nacional. Nariz agradável, com frutas negras maduras em primeiro plano, seguidas por um fundo de carvalho. Na boca apresentou corpo médio, com taninos muito bons e final de persistência média.</p>
<h2>Dados Reserva 2007 &#8211; R$111</h2>
<p>Produzido pela Messias pelas mãos dos enólogos João Soares (português) e Javier Rodriguez (espanhol) com uvas de parcelas selecionadas da Quinta do Cachão. A ideia é mesclar os estilos do Douro e do Duero, numa proposta moderna e ousada. O resultado não poderia ser outro, trata-se de um vinho de estilo moderno, com fruta madura e muitas notas de caramelo e doce de leite, emprestadas da maturação em carvalho americano e francês. Macio e equilibrado, surpreendentemente acessível para um Douro jovem. Feito com as uvas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca.</p>
<p><em>Importadora: Porto a Porto / Casa Flora</em></p>
<h2>Quinta da Touriga Chã 2007</h2>
<p>Ainda não conhecia este ótimo vinho, produzido por Jorge Rosas – filho de José Rosas, bisneto de Adriano Ramos Pinto. A Quinta da Touriga Chã é um dos berços do vinho de mesa do Douro, graças ao fantástico trabalho de seleção de clones de Touriga Nacional que foi desenvolvido nestas terras. O Quinta da Touriga Chã 2007 é um delicioso corte de Touriga Nacional (80%) e Tinta Roriz (20%) , ainda muito jovem e vigoroso, mesmo assim fácil de apreciar. Aroma sedutor e complexo, com frutuosidade discreta; notas de especiarias, ervas e minerais dão um charme especial. Encorpado, com taninos excelentes e ótimo equilíbrio. Um vinho fresco e saboroso, daqueles que comprovam a máxima: vinho bom é bom desde cedo, mesmo que possa evoluir por muito tempo. Parece que este vinho está atualmente sem importação, mas já foi importado pela Interfood e era vendido por volta de R$130.</p>
<h2>Quinta do Crasto Vinhas Velhas 2007 &#8211; R$185</h2>
<p>Um belo vinho da Quinta do Crasto que surpreende pela concentração e maciez. A Quinta do Crasto é especialista em pegar os melhores atributos do Douro e transformar em um vinho moderno e fácil de beber, num estilo que todos gostam, porém sem cair nos exageros. Aroma intenso de fruta vermelha madura, com notas de flores, baunilha e cacau; tudo em harmonia. Excelente na boca, os taninos são jovens, mesmo assim não incomodam. Um vinho elegante e sedutor. Feito com vinhas velhas de mais de 25 diferentes castas.</p>
<p><em>Importadora: Qualimpor</em></p>
<h2>Quinta do Vale Meão 2007 &#8211; R$325</h2>
<p>Provei o Vale Meão lado a lado com o Redoma de mesma safra e tenho que confessar: é sempre muito difícil escolher o melhor vinho dentre os <a title="Douro Boys" href="http://www.douroboys.com/" target="_blank">Douro Boys</a>. Dessa vez escolhi o Quinta do Vale Meão só para manter a mesma linha de raciocínio adotada ao apresentar o Dados, o Crasto Vinhas Velhas e, em certos aspectos, o Quinta da Touriga Chã; vinhos com ótima concentração e capacidade de envelhecimento, porém fáceis de beber nesse momento. O Quinta do Vale Meão está pelo menos um degrau acima dos outros, um vinho que fascina os sentidos e satisfaz como poucos. O primeiro contato ao nariz revela muitas notas tostadas do carvalho, mas ao girar o copo surge um amplo espectro de frutas do bosque, reforçadas por notas florais e minerais. Fantástico na boca, volumoso e suculento. Final longo e gostoso. Feito de Touriga Nacional (50%), Touriga Franca (40%) e Tinta Roriz (10%).</p>
<p><em>Importadora: Mistral</em></p>
<h2>Krohn Colheita 1968 &#8211; R$800</h2>
<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Krohn-1968.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4280" title="Porto Krohn Colheita 1968" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Krohn-1968-229x153.jpg" alt="Porto Krohn Colheita 1968" width="229" height="153" /></a>Não poderia faltar um Porto, não é mesmo? É verdade, falar em Douro e não mencionar nenhum Porto é quase um sacrilégio. Para a minha sorte, tive o privilégio de provar este ótimo Colheita 1968 da Krohn, um Porto feito de uma ótima safra e envelhecido por longos anos em tonéis de carvalho (no mínimo 7 anos), para somente depois ser engarrafado. Um Porto com bela cor âmbar, levemente turva. Aromas deliciosos e complexos, remetendo a frutas secas de diferentes tipos, além de algumas notas muito agradáveis de casca de laranja. Excelente na boca, saboroso, equilibrado, fresco e muito longo. Na Estação do Vinho custa absurdos R$800, mas nos EUA, seguramente o melhor país para se comprar vinhos, custa por volta de 100 dólares.</p>
<p><em>Importadora: World Wine</em></p>
<h3>Também recomendamos:</h3>
<p>O <strong>Duorum Colheita 2007</strong> (R$59), um dos melhores na relação qualidade/preço (já escrevemos sobre ele <a title="Duorum" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/duorum/">aqui</a>); o classudo <strong>Redoma Branco 2008</strong> (R$103), que afirma a grande qualidade dos brancos do Douro (já escrevemos sobre o 2006<a title="Redoma Branco" href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/prova-especial-de-vinhos-do-douro-e-do-porto-ivdp/"> aqui</a>); o fresquíssimo <strong>Guru Branco 2008</strong> (R$175), outro belo exemplar de vinho branco; e o cremoso espumante <strong>Vértice Gouveio</strong> (R$100).</p>
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		<title>Melhores Porto Vintage 2007</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/melhores-porto-vintage-2007/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 20:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[IVDP]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre acreditei e continuo acreditando que o bom vinho é aquele que encanta e dá prazer na taça, independentemente de rótulos, preços ou críticas. Por isso, nada melhor que uma prova às cegas para colocar todos os vinhos no mesmo patamar. A partir de uma análise subjetiva cada pessoa julgará o que mais lhe agradou. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre acreditei e continuo acreditando que o bom vinho é aquele que encanta e dá prazer na taça, independentemente de rótulos, preços ou críticas. Por isso, nada melhor que uma prova às cegas para colocar todos os vinhos no mesmo patamar. A partir de uma análise subjetiva cada pessoa julgará o que mais lhe agradou. Foi exatamente isso que aconteceu na semana passada (dia 07/12) quando participamos do evento promovido pelo <strong>IVDP</strong> e o <strong>Solar do Vinho do Porto</strong>, no restaurante Terra Madre, em Curitiba, que envolveu a degustação às cegas de 27 <strong>Portos Vintage 2007</strong>. Claro, grandes baterias como essa nunca são fáceis. Em se tratando de jovens Portos Vintage, o desafio é ainda maior.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.slideflickr.com/slide/v8NrJ6ZT" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.slideflickr.com/slide/v8NrJ6ZT" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p>Porto Vintage 2003? Esqueça. A blockbuster safra 2003 ficou para atrás em comparação a 2007. Mais fresca, a safra de 2007 conseguiu produzir vinhos elegantes, ricos em fruta fresca e taninos muito finos. Claro, tudo é uma questão de estilo, mas se você pensa em comprar um bom Porto Vintage, seja para consumo imediato ou para guardar por 15 ou 20 anos, invista em algumas garrafas da clássica safra 2007. E não se enganem, apesar de toda a delicadeza, os Vintage 2007 possuem uma excepcional capacidade de guarda.</p>
<p>A lista abaixo reflete as minhas primeiras impressões, bem como as do Jomar, extraídas durante a prova às cegas. A maioria das amostras foram de altíssima qualidade, o que deixou a classificação apertada. Pequenos detalhes fizeram a diferença. Como o nível foi elevado, não significa dizer que uma amostra classificada em nossa lista nas últimas posições seja inferior. Longe disso. De modo geral os Vintage 2007 revelaram uma boa aptidão para consumo enquanto jovens. Esse estilo de Porto mais leve e acessível pode ser percebido principalmente nos rótulos da <a title="Website da Symington" href="http://www.symington.com/" target="_blank">Symington</a> como o <strong>Warre´s</strong>, o <strong>Graham´s</strong>, o <strong>Dow´s</strong> e o <strong>Quinta de Vesúvio</strong> (sendo este último o mais encorpado). Outros, porém, parecem adotar uma linha mais conservadora, com vinhos mais concentrados e austeros, mas nem por isso imbebíveis. Nesse painel somente dois vinhos ficaram abaixo da média por mostrarem algum tipo de problema (leve oxidação): Dalva e Quinta das Tecedeiras.</p>
<p>Vinhos em ordem de pontuação:</p>
<h2>1. Quinta do Noval Vintage 2007</h2>
<p>Nariz fantástico e complexo, com fruta madura e ótimo frescor garantido por um intenso fundo mineral. Na boca é denso e encorpado. Um vinho poderoso, para curtir ao longo dos anos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-292" title="Excepcional" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" width="77" height="26" /><br />
<em>Amostra 25<br />
Importadora: Grand Cru<br />
Preço: R$612 (2003)</em></p>
<h2>2. Duorum Vintage 2007</h2>
<p>Um Porto superlativo, o estreante Duorum surpreendeu, exibindo um perfil aromático intenso e muito agradável. Sem dúvida o vinho mais estruturado do painel, um colosso de aço revestido com veludo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-292" title="Excepcional" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" width="77" height="26" /><br />
<em>Amostra 24<br />
Importadora: Porto a Porto/Casa Flora<br />
Preço:R$260</em></p>
<h2>3. Niepoort Vintage 2007</h2>
<p>Um vinho sério, talvez um pouco mais fechado que a maioria do painel, mesmo assim de grande elegância. Nariz complexo, com fruta fresca, toques vegetais e mineral. Taninos muito presentes e de excepcional qualidade. Um vinho com indiscutível poder de guarda.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-292" title="Excepcional" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" width="77" height="26" /><br />
<em>Amostra 9<br />
Importadora: Mistral<br />
Preço: R$301 (2005)</em></p>
<h2>4. Cockburn´s Vintage 2007</h2>
<p>Concentrado e exuberante. Nariz incrivelmente floral, exalando ainda frutas negras, cedro e notas minerais de grande frescor. Taninos fantásticos, muito macios; um Porto com ótima estrutura, porém fácil de beber.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-292" title="Excepcional" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" width="77" height="26" /><br />
<em>Amostra 6<br />
Importadora: Interfood<br />
Preço:</em></p>
<h2>5. Quinta do Portal Vintage 2007</h2>
<p>Bouquet muito complexo e fresco, com notas minerais e florais em destaque. Opulento, sua estrutura é fantástica e precisará de mais alguns anos na garrafa para abrandar seus taninos. Final muito longo e delicioso.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-292" title="Excepcional" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" width="77" height="26" /><br />
<em>Amostra 22<br />
Importadora: Paralelo 35 Sul<br />
Preço:</em></p>
<h2>6. Burmester Vintage 2007</h2>
<p>Bouquet delicado e elegante. Uvas passas e amoras mescladas com um bom fundo mineral. Na boca tem ótima estrutura, taninos firmes, com final longo e doçura na medida certa.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-292" title="Excepcional" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" width="77" height="26" /><br />
<em>Amostra 4<br />
Importadora: Adega Alentejana<br />
Preço:</em></p>
<h2>7. Quinta do Vesúvio Vintage 2007 &#8211; Symington Family</h2>
<p>Muita fruta madura (ao longo da degustação evoluiu bem no copo), nariz relativamente fresco e especiado. Taninos de excelente qualidade e macios.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-292" title="Excepcional" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/09/excepcional.gif" alt="Excepcional" width="77" height="26" /><br />
<em>Amostra 18<br />
Importadora: Mistral<br />
Preço: R$285 (2006)</em></p>
<h2>8. Quinta do Vale D. Maria Vintage 2007</h2>
<p>Bouquet complexo e profundo, lembrando frutas grelhadas e violetas. Na boca é encorpado, tem doçura média e uma boa persistência no final de boca.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" width="61" height="26" /><br />
<em>Amostra 15<br />
Importadora: Vinho Sul<br />
Preço:</em></p>
<h2>9. Dow´s &#8211; Symington Family</h2>
<p>Aroma elegante e fresco, remetendo a frutas negras, com certos nuances vegetais e terrosos. Não é dos mais encorpados, mas com seus taninos finos já maduros está delicioso para beber hoje.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" width="61" height="26" /><br />
<em>Amostra 14<br />
Importadora: Épice<br />
Preço:</em></p>
<h2>10. Taylor´s Vintage 2007</h2>
<p>Nariz intenso e penetrante com fruta madura e complexidade. Na boca taninos polidos, porém sólidos e um final relativamente longo e doce.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" width="61" height="26" /><br />
<em>Amostra 13<br />
Importadora: Portuscale<br />
Preço: 60 Euros</em></p>
<h2>11. Ferreira Vintage 2007</h2>
<p>Bouquet delicado, frutas negras e um fundo mineral. Volumoso, com taninos firmes, que ainda arranham um pouco.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" width="61" height="26" /><br />
Amostra 1<br />
Importadora: Aurora Bebidas<br />
Preço:</p>
<h2>12. Rozés Vintage 2007</h2>
<p>Nariz complexo e refinado, com bom balanço entre frescor e potência. Muito estruturado, taninos vigorosos e um final longo e doce.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" width="61" height="26" /><br />
<em>Amostra 20<br />
Importadora: Domaine Montes Claros<br />
Preço:</em></p>
<h2>13. Quinta do Crasto Vintage 2007</h2>
<p>Aroma potente, com muita fruta madura e certo frescor mineral. Vigoroso, mas bem equilibrado. Longo e delicioso.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" width="61" height="26" /><br />
<em>Amostra 21<br />
Importadora: Qualimpor<br />
Preço: R$265 (2004)</em></p>
<h2>14. Quevedo Vintage 2007</h2>
<p>Nariz com complexidade, frutas supermaduras num fundo mineral. Na boca mostra força, equilíbrio e um final duradouro.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" width="61" height="26" /><br />
<em>Amostra 10<br />
Importadora: sem importação<br />
Preço:</em></p>
<h2>15. Quinta do Noval Silval Vintage 2007</h2>
<p>Bouquet mais direto, com fruta madura e algumas notas de couro e mineral. Na boca é doce e volumoso, reforçando a fruta passada. Taninos relativamente acessíveis e um final de boa persistência.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="Excelente" width="61" height="26" /><br />
Amostra 2<br />
Importadora: Grand Cru<br />
Preço: R$300 (2001)</p>
<h2>16. Graham´s Vintage 2007 &#8211; Symington Family</h2>
<p>Nariz intenso e frutado. Na boca é pura elegância, marcada por taninos finos e aveludados, final com boa doçura e um conjunto muito harmonioso.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-108" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" width="45" height="26" /><br />
<em>Amostra 17<br />
Importadora: Mistral<br />
Preço: R$437 (1997)</em></p>
<h2>17. Warre´s Vintage 2007 &#8211; Symington Family</h2>
<p>Muito feminino, com um bouquet rico em frutas como amoras e framboesas. Taninos finos e aveludados, doçura média e bem balanceado com o álcool. Um Vintage surpreendentemente pronto para beber.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-108" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" width="45" height="26" /><br />
<em>Amostra 16<br />
Importadora: Decanter<br />
Preço:</em></p>
<h2>18. Poças Vintage 2007</h2>
<p>O nariz mostra complexidade, mesclando cerejas e amoras, com algumas notas vegetais. Ótimo na boca, não é dos mais pesadões.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-108" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" width="45" height="26" /><br />
<em>Amostra 11<br />
Importadora: Grand Cru<br />
Preço: R$261 (1997)</em></p>
<h2>19. Kopke Vintage 2007</h2>
<p>Intenso e com muita fruta madura. É mais interessante no nariz do que na boca; tem boa estrutura e é fácil de beber.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-108" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" width="45" height="26" /><br />
<em>Amostra 5<br />
Importadora: Global Wine<br />
Preço:</em></p>
<h2>20. Fonseca Vintage 2007</h2>
<p>Inicialmente mais fechado e tímido, porém aos poucos começou a mostrar notas remetendo a frutas supermaduras. Na boca é balanceado e com textura sedosa.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-108" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" width="45" height="26" /><br />
<em>Amostra 3<br />
Importadora: Vinci<br />
Preço: R$385 (2003)</em></p>
<h2>21. Quinta da Romaneira Vintage 2007</h2>
<p>Agradável e equilibrado, outro Porto bem acessível na sua juventude, com muita fruta madura e final delicioso.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-108" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" width="45" height="26" /><br />
<em>Amostra 23<br />
Importadora: Grand Cru<br />
Preço: R$305 (2004)</em></p>
<h2>22. Messias Vintage 2007</h2>
<p>Bouquet mais fechado, com frutas negras em compota e certo toque mineral. Na boca taninos presentes e polidos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-108" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" width="45" height="26" /><br />
<em>Amostra 7<br />
Importadora: Porto a Porto / Casa Flora<br />
Preço: R$197 (2003)</em></p>
<h2>23. Quinta da Nova Vintage 2007</h2>
<p>Aroma fresco e sutil; notas terrosas e herbáceas também aparecem. Na boca apresenta um bom equilíbrio, apesar de não impressionar.</p>
<p><img title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="Muito Bom" width="45" height="26" /><br />
Amostra 26<br />
Importadora: Vinea<br />
Preço:</p>
<h2>24. Real Companhia Velha Vintage 2007</h2>
<p>Frutas vermelhas e notas florais em abundância, mas falta complexidade. Muito doce e alcoólico, deixa a desejar no final.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-122" title="Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/bom1.gif" alt="Bom" width="29" height="26" /><br />
Amostra 8<br />
Importadora: Barrinhas<br />
Preço:</p>
<h2>25. Vista Alegre Vintage 2007</h2>
<p>Direto e  intenso, com  muita fruta supermadura. Falta um pouco de equilíbrio e complexidade.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-122" title="Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/bom1.gif" alt="Bom" width="29" height="26" /><br />
Amostra 19<br />
Importadora: sem importação</p>
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		<title>A vocação pela diversidade dos vinhos portugueses</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/a-vocacao-pela-diversidade-dos-vinhos-portugueses/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 12:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeventos]]></category>

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		<description><![CDATA[É interessante observar como um país com uma área territorial pouco menor que o estado de Santa Catarina possa abrigar tamanha diversidade de microclimas, solos, e principalmente, uvas autóctones capazes de produzir vinhos tão ricos. Foi exatamente com a proposta de apresentar uma parte dessa diversidade que a ViniPortugal organizou uma série de degustações em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É interessante observar como um país com uma área territorial pouco menor que o estado de Santa Catarina possa abrigar tamanha diversidade de microclimas, solos, e principalmente, uvas autóctones capazes de produzir vinhos tão ricos. Foi exatamente com a proposta de apresentar uma parte dessa diversidade que a <a title="Website ViniPortugal" href="http://www.viniportugal.pt/" target="_blank">ViniPortugal</a> organizou uma série de degustações em três capitais brasileiras. No final de novembro estive presente na degustação realizada em Curitiba, no restaurante Guega, conduzida por <strong>Nuno Araújo</strong>, proprietário da <a title="Website Quinta da Covela" href="http://www.covela.pt/" target="_blank">Quinta de Covela</a>. Nesse encontro além de conhecer mais sobre estatísticas de produção e participação dos vinhos portugueses nos principais mercados, pude provar uma amostra de vinhos das principais regiões de Portugal como: Lisboa, como é hoje conhecida a antiga região da Estremadura (Quinta da Chocapalha), Península de Setúbal (Quinta da Bacalhôa), Dão (Quinta dos Roques), Douro (Quinta da Gaivosa e Ramos Pinto), Alentejo (Quinta Dona Maria), Ribatejo (Quinta da Alorna), Minho (Ameal e Covela) e Bairrada (Casa de Saima).</p>
<p>Se por um lado a prova confirma o potencial desse território para produzir vinhos de grande personalidade, com características únicas; por outro, o grande desafio será como usar com sabedoria os recursos da enologia moderna de modo a não padronizar esses vinhos. A exemplo do que já aconteceu em outras regiões clássicas, muitos produtores portugueses, no impeto de ganhar espaço no mercado internacional, modernizaram demais o estilo dos vinhos. Se os consumidores exigem produtos mais acessíveis e prontos para beber ainda quando jovens, resta aos bons produtores buscar uma sintonia fina de modo a entregar vinhos com essas características, contudo preservando algo fundamental: a identidade.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.slideflickr.com/slide/Xci8sBVX" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.slideflickr.com/slide/Xci8sBVX" wmode="transparent"></embed></object></p>
<h2>Quinta do Ameal Loureiro 2007 &#8211; R$69</h2>
<p>Da sub-região do Lima, o Quinta do Ameal produzido 100% com uvas Loureiro impressiona com seu aroma exuberante de frutas tropicais e notas florais, típicas dessa casta, e um delicado fundo mineral. Na boca não fica atrás, mostrou boa estrutura e um delicioso frescor, graças a sua a acidez vibrante. Álcool na medida, final frutado e duradouro.</p>
<p><em>Importadora: Grand Cru</em></p>
<h2>Quinta da Alorna Branco 2008  &#8211; R$36</h2>
<p>O Quinta da Alorna, do Ribatejo, leva uvas Arinto e Fernão Pires. Nariz com intensidade média, mas muito agradável, notas cítricas e frutos tropicais. Leve e curto na boca, não chega a empolgar; um branco descompromissado e adequado para aperitivos.</p>
<p><em>Importadora: Adega Alentejana</em></p>
<h2>Quinta Covela Escolha Branco 2007 &#8211; R$67</h2>
<p>Nuno Araújo e o enólogo Rui Cunha, muito reconhecidos pelo excelente trabalho em prol da agricultura biodinâmica, apresentaram uma proposta inusitada e ousada nesse corte de Avesso, Chardonnay, Gewurztraminer. Logo ao primeiro contato um aroma fresco de boa complexidade com destaque de frutas tropicais e um ótimo floral. Na boca é delicioso, boa estrutura com nuances minerais e um equilíbrio adequado entre acidez e álcool.</p>
<p><em>Importadora: Grand Cru</em></p>
<h2>Quinta da Covela Escolha Palhete 2007</h2>
<p>O Palhete da Quinta de Covela é confeccionado a partir de 40% Touriga Nacional, 30% Cabernet Franc e 30% Merlot. Nariz elegante, com uma junção de frutos vermelhos e notas minerais. Bem encorpado e com final bem longo. Não se iludam, trata-se de um vinho seco, e perfeito para harmonizações gastronômicas.</p>
<p><em>Importadora: Grand Cru</em></p>
<h2>Paulo Laureano Branco 2007 &#8211; R$94</h2>
<p>Representando um dos expoentes do Alentejo, o Paulo Laureano Branco é produzido com uvas Antão Vaz e Roupeiro. Nariz marcado por frutas tropicais maduras e um aroma insinuando mel. Ainda percebe-se uma intensa presença de notas tostadas do carvalho. Na boca é volumoso, tem boa cremosidade e um fim de boca levemente alcoólico. Um bom vinho, mas acredito que faltou acidez para deixá-lo mais fresco e equilibrado.</p>
<p><em>Importadora: Adega Alentejana</em></p>
<h2>Casa de Saima Reserva 2003 &#8211; R$102</h2>
<p>Com a uva Baga, da Bairrada, provamos o elegante Casa de Saima Reserva 2003. Nariz intenso de frutas negras maduras e aromas mentolados; madeira presente, mas muito bem integrada. Na boca tem corpo médio, ótima acidez, com taninos finos e maduros. Um vinho delicioso, muito fresco e versátil, ideal para acompanhar pratos gordurosos.</p>
<h2>Quinta da Chocapalha 2006 &#8211; R$59</h2>
<p>Da sub-região do Alenquer, em Lisboa, o Quinta da Chocapalha é resultado de um belo trabalho da jovem e talentosa enóloga Sandra Tavares. Um vinho concentrado, rico em frutas negras maduras, caramelo e notas especiadas da madeira. Na boca é encorpado, taninos sedosos e um final alcoólico. Pronto para beber.</p>
<p><em>Importadora: Vinci</em></p>
<h2>Quinta da Bacalhôa 2006 &#8211; R$120</h2>
<p>Representando a Península de Setúbal, o Quinta da Bacalhôa foi único rótulo da noite feito apenas de castas não portuguesas. Produzido a partir das uvas Cabernet Sauvigon e Merlot, o Bacalhôa apresentou um aroma frutado, acompanhado de um intenso bouquet de notas verdes, como pimentão; chega a lembrar alguns Cabernet chilenos do Maipo. No conjunto aparece ainda notas emprestadas do carvalho. A estrutura é mediana, taninos de boa qualidade e já acessíveis, e um final doce e atraente. Um estilo de vinho que pende para o moderno e internacional.</p>
<p><em>Importadora: Portucale</em></p>
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		<title>Duorum chega para engrandecer o time do Douro</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 15:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Enoeventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciado nos anos 90, o fenômeno de fusões, aquisições e parcerias com sobrenomes ilustres do mundo do vinho, se proliferou em larga escala nos últimos anos. Muitos desses projetos por estarem ancorados apenas em grifes, não conseguiram de fato emplacar; já outros que apostaram num trabalho mais consistente, mostraram que é possível fazer vinhos realmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Iniciado nos anos 90, o fenômeno de fusões, aquisições e parcerias com sobrenomes ilustres do mundo do vinho, se proliferou em larga escala nos últimos anos. Muitos desses projetos por estarem ancorados apenas em grifes, não conseguiram de fato emplacar; já outros que apostaram num trabalho mais consistente, mostraram que é possível fazer vinhos realmente diferenciados, e que não dependem unicamente da áurea de uma marca ou um sobrenome famoso para se sustentar. Acredito que o empreendimento da <a title="Website Duorum" href="http://www.duorum.pt" target="_blank">Duorum</a> encontra-se no segundo grupo; ou seja, uma empresa que nasceu para dar certo. Primeiro porque a Duorum nasce a partir de uma aliança de dois enólogos; segundo, são dois profissionais renomados de duas regiões aclamadas por sua qualidade, <strong>Alentejo</strong> representado por <a title="Post João Portugal Ramos" href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/joao-portugal-ramos-um-icone-do-vinho-portugues/" target="_self">João Portugal Ramos</a> e <strong>Douro </strong>por José Maria Soares Franco – que para quem não conhece foi o enólogo da Soagrape durante três décadas e esteve a frente da produção de vinhos ícones como o Barca Velha. Foi exatamente esse espírito de dualidade que inspirou a criação do nome Duorum, do latim, &#8220;de dois&#8221;.</p>
<div id="attachment_3396" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Vinhos_Duorum1.jpg"><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Vinhos_Duorum1-500x281.jpg" alt="Os três vinhos da Duorum" title="Vinhos_Duorum1" width="500" height="281" class="size-medium wp-image-3396" /></a><p class="wp-caption-text">Os três vinhos da Duorum</p></div>
<p>A convite das importadoras Porto a Porto / Casa Flora, José Maria Soares esteve no Brasil em novembro para apresentar e promover os vinhos da Duorum. Mesmo sem possuir vinhedos próprios, os enólogos iniciaram o projeto em janeiro de 2007, e a estratégia foi arrendar propriedades e adquirir uvas de terceiros nas regiões do Cima Corgo e Douro Superior. A aquisição de uma propriedade já estava nos planos, porém a dúvida era: comprar uma área com vinhedos velhos ou escolher a dedo um <em>terroir</em> privilegiado e começar do zero? Em 2008, compraram e plantaram as vinhas em uma área virgem, localizada no Douro Superior, há aproximadamente 4 quilômetros da Espanha. Essa região apresenta um clima bem quente e uma pluviovidade baixa. Segundo José Maria é preciso atenção para evitar vinhos demasiadamente alcoólicos e desequilibrados &#8220;Em 2007, choveu bastante no inverno, e o verão foi menos quente que nos anos de 2005 e 2006. Já em 2009, por exemplo – que foi um ano quente – utilizamos um percentual maior de uvas das cotas altas para garantir mais frescor e equilíbrio nos vinhos&#8221;. O estilo dos vinhos da Duorum é moderno, com muita fruta madura, porém sem excesso de maturação. Seguem a mesma linha adotada por João Portugal no Alentejo, que consiste em produzir vinhos fáceis de beber, mesmo quando jovens, mas que ao mesmo tempo exibem muita personalidade.</p>
<div id="attachment_3325" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-3325" title="Duorum" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Duorum_Jose_Maria.jpg" alt="Duorum_Jose_Maria" width="500" height="334" /><p class="wp-caption-text">Jackson, José Maria e Luiz Carlos Zanoni.</p></div>
<h2>Colheita 2007 &#8211; R$58</h2>
<p>Produzido a partir de três castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz, o Colheita 2007 maturou 6 meses em barricas de carvalho (predominantemente francês). Violáceo e muito rico em matéria corante, o vinho mostra toda a sua exuberância de juventude. O nariz é intenso e esbanja frutuosidade, notas que lembram ameixas, amoras e mirtilo; e um fundo levemente especiado. O final não chega a ser longo, mas tem boa estrutura, acidez correta e taninos muito maduros. Sem dúvida o Colheita 2007 é um vinho fácil de beber, de pegada moderna, e com uma excelente relação qualidade/preço.</p>
<h2>Reserva 2007 &#8211; R$130</h2>
<p>O Reserva é obtido a partir de uma seleção de vinhas velhas e leva um percentual maior das duas Tourigas, e um pouco de Sousão (que ajuda na cor e estrutura). Cor púrpura, muito denso e profundo; após alguns minutos no decanter começou a mostrar seus predicados. Nariz complexo e fresco, aromas que revelam frutas negras maduras e notas florais. Um toque também de especiarias, tendo em vista o estágio prolongado de 18 meses por barricas (70% novas); tudo bem dosado. Carnudo, com taninos firmes e relação acertada entre acidez e álcool. Um vinho que pode melhorar bastante nos próximos 3 a 4 anos e suportar um bom envelhecimento.</p>
<h2>Porto Vintage 2007 &#8211; R$260</h2>
<p>Se a safra 2007 de Porto já é considerada uma das melhores das últimas décadas, superando anos como 1977 e 1955, e comparada a 1970 e 1994; como não se surpreender com o Duorum Vintage 2007? Já em sua primeira safra foi classificado como um vintage. Para a elaboração desse Porto foram escolhidas vinhas velhas (linhas com predominância das Tourigas). Nariz exuberante e superfrutado, com aroma de licor de jabuticaba mesclado com um fantástico toque floral e mineral. Na boca é potente, e sua estrutura tânica é muito robusta. Um Vintage relativamente acessível hoje, mas que deverá brilhar de fato nas próximas décadas.</p>
<p>Importadora: Porto a Porto / Casa Flora</p>
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		<title>Filipa Pato apresenta o vinho de sobremesa FLP</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/flp-filipa-pato-vinho-de-sobremesa/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 13:12:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Enoeventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Filipa Pato faz parte de uma nova geração de talentosos enólogos que estão trazendo ainda mais criatividade ao mundo do vinho. Também não é para menos, Filipa carrega o sobrenome de um dos mais renomados produtores portugueses, Luis Pato, responsável por elevar a região da Bairrada ao patamar dos grandes vinhos portugueses. Mas Filipa é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2482" title="Filipa Pato" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/08/filipa-pato.jpg" alt="Filipa Pato" width="500" height="334" /></p>
<p><strong>Filipa Pato</strong> faz parte de uma nova geração de talentosos enólogos que estão trazendo ainda mais criatividade ao mundo do vinho. Também não é para menos, Filipa carrega o sobrenome de um dos mais renomados produtores portugueses, <strong>Luis Pato</strong>, responsável por elevar a região da <strong>Bairrada</strong> ao patamar dos grandes vinhos portugueses. Mas Filipa é muito mais que o bom DNA do pai, é uma exploradora e arrojada enóloga que consegue conjugar a tradição com o melhor que a tecnologia vitivinícola pode oferecer. Formada em Engenharia Química pela Universidade de Coimbra, Filipa também estagiou em vinícolas como Chateau Cantenac Brown (Margaux), Finca Flichman (Mendoza) e Leeuwin Estate (Austrália). Em 2001 regressou a Portugal, e a partir do estudo dos melhores locais, solos, clima, tipos de vinhas e clones, iniciou o projeto de produzir seus próprio vinhos. Dada as características experimentais e a implementação de novos estilos, ela resolveu chamar seus primeiros rótulos de <strong>Ensaios FP</strong>. Na última sexta-feira (07/08) pudemos conversar com Filipa, durante sua rápida passagem pelo Brasil para apresentar seus principais rótulos e lançar o seu vinho doce de sobremesa, o <strong>FLP 2008</strong>. Uma grande entusiasta das castas autóctones, Filipa aposta nessa linha como estratégia de diferenciação.</p>
<blockquote><p>Acredito muito nas castas portuguesas, principalmente como forma de ganhar espaço no mercado internacional. Trabalhar apenas com as castas portuguesas e produzir um vinho com características e personalidade distinta das varietais tradicionais como a Cabernet Sauvignon, a Merlot e a Chardonnay, para mim hoje é um grande diferencial!</p></blockquote>
<p>Como uma apaixonada pelo que faz, Filipa ressalta a importância do profissional que faz o vinho entender cada detalhe da região. Para ela essa sintonia fina com a terra é fundamental para se produzir grandes vinhos. E nesse sentido completa:</p>
<blockquote><p>Sou uma artesã. Sujo minhas mãos para fazer um vinho.</p></blockquote>
<p>Outra bandeira que Filipa faz questão de defender é a dos vinhos brancos, tendo em vista as condições climáticas de algumas regiões de Portugal &#8211; especialmente pela forte influência marítima e o solo calcário &#8211; muito propícias para a produção de bons vinhos brancos. E, como não poderia ser diferente, ela não esconde o entusiamo por uvas como a Arinto, Bical, Loureiro e Alvarinho. Atualmente, Filipa arrenda vinhedos de diferentes locais na região do Dão e da Bairrada, o que possibilita produzir vinhos com muita personalidade. Porém, ela já está procurando terras e dentro em breve estará com seu próprio vinhedo. </p>
<p><img src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2009/08/flo-filipa-pato-500x334.jpg" alt="Flp 2008 - Filipa Pato" title="Flp 2008 - Filipa Pato" width="500" height="334" class="alignnone size-medium wp-image-2508" /></p>
<p>Sem mais delongas aqui vão recomendações para alguns de seus deliciosos vinhos. A começar pelo <strong>Ensaios | FP  2007 branco</strong> (R$49), que expressa muito bem o potencial dos brancos portugueses. O vinho é uma mistura de 50% Arinto e 50% Bical proveniente de dois locais distintos na Bairrada. Muito aromático, notas cítricas que lembram maracujá, lima e flores brancas. Ao mesmo tempo mostra uma textura cremosa dada pela passagem em barricas usadas de carvalho francês, tudo bem dosado. O toque mineral da Arinto e uma acidez refrescante deixam o Ensaios FP 2007 ainda mais delicioso. </p>
<p>Já o <strong>Ensaios | FP 2006 tinto </strong>(R$49) é confeccionado com uvas Touriga Nacional, Alfrocheiro Preto e Baga de duas sub-regiões das Beiras (Dão e Bairrada), com estagio de 50% em barricas usadas de carvalho francês. Um vinho que consegue aliar boa complexidade e concentração de fruta dos bons vinhos do novo mundo. Seu aroma lembra cerejas e ameixas maduras, com algumas notas especiadas. Na boca mostrou boa estrutura e equilíbrio, sem interferências de madeira. Em resumo, um vinho boa relação qualidade/preço, e muito fácil de gostar. </p>
<p>E, finalmente, o <strong>FLP 2008</strong> (R$100), um vinho doce de sobremesa produzido em parceria com o pai, Luis Pato. Nesse vinho Filipa utilizou o processo de crioextração, ou seja, as uvas são congeladas para com isso ganhar em concentração e aromas. Os estudos com a crioextração, e a ideia de produzir um vinho assim, surgiram em 2002 quando ela estava na Austrália. O FLP 2008 apresenta um bouquet intenso e rico em frutas de polpa branca como pêras, pêssegos e lichias, além de um agradável toque picante. Na boca tem boa estrutura e revela um doce sedutor, muito bem equilibrado com a acidez; o que garante um frescor essencial para esse tipo de vinho. Chardonnay? Sauvignon Blanc? Semillion? Não, um corte de uvas Secialinho, Cercal e Bical.</p>
<p><strong>Importadora:</strong> Porto a Porto/Casa Flora </p>
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		<title>Cortes de Cima: vinhos alentejanos com elegância e intensidade</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/cortes-de-cima-alentejo/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 11:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Propriedade familiar localizada perto de Vidigueira no baixo Alentejo, a Cortes de Cima desponta como uma das jóias dessa ascendente região de Portugal. O dinamarquês Hans Kristian Jorgensen e sua esposa Carrie Jorgensen viram na propriedade de 365 hectares de Cortes de Cima, que até então só produzia cereais, uma oportunidade para a produção de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Propriedade familiar localizada perto de Vidigueira no baixo <strong>Alentejo</strong>, a <a title="Cortes de Cima" href="http://cortesdecima.com/" target="_blank">Cortes de Cima</a> desponta como uma das jóias dessa ascendente região de Portugal. O dinamarquês <strong>Hans Kristian Jorgensen</strong> e sua esposa <strong>Carrie Jorgensen</strong> viram na propriedade de 365 hectares de Cortes de Cima, que até então só produzia cereais, uma oportunidade para a produção de grandes vinhos e azeites. Sem dúvida uma aposta de sucesso. Desde 1991, quando plantaram as primeiras vinhas, o casal só tem motivos para comemorar. Toda sua linha de vinhos que começa com o <strong>Chaminé</strong> e vai até o <strong>Cortes de Cima Reserva</strong> são muito bem feitos e se destacam junto a critica especializada.</p>
<blockquote><p>A escolha das vinhas para plantio foi pelas tintas, ao contrário das práticas locais que privilegiava as uvas brancas com alto rendimento. O plantio de variedades tintas, inclusive de uvas não autorizadas para a produção de DOC de Vidigueira, também se mostrou acertada. A nobre variedade que ganhou fama no Vale do Rhône, a Syrah, mais uma vez provou a sua imensa capacidade de adaptação e vocação de produzir vinhos com muita concentração e ao mesmo tempo classe. A vinícola debutou com seu Syrah, o Incógnito, na colheita de 1998, e desde então colheram muitos elogios.</p></blockquote>
<p>Hoje são 130 hectares de vinhas distribuídas em parcelas que cultivam principalmente Tempranillo (44 ha), Syrah (41 ha), Trincadeira (10 ha) e Touriga Nacional (15 ha). O clima da região relativamente seco e quente, com uma certa influência marítima já que está a 100km do mar, faz com que as temperaturas sejam moderadas favorecendo uma maturação mais lenta das uvas. A irrigação por gotejamento e o solo em pedra calcária proporcionam um ótimo controle hídrico nas vinhas. E seguindo a linha dos vinhedos do Novo Mundo, a Cortes de Cima foi a primeira de Portugal a implantar o sistema de condução das vinhas <strong>Smart-Dyson</strong> ou <strong>Up-Down</strong>, e novamente contrariou a DOC da região, que impunha a condução da vinha pelo modo tradicional <strong>Cordon Francês</strong>.</p>
<p>Apostar no novo, correr riscos, quebrar regras; parece que esse espírito de inovação muito presente nos empreendedores do novo mundo está no sangue dos Jorgensen. Digo isso porque além da utilização de técnicas modernas na confecção dos vinhos, a equipe da Cortes de Cima mostrou competência e arrojo no seu marketing, explorando muito bem as ferramentas da web 2.0, principalmente em redes sociais como Facebook, Flickr, Youtube e Twitter. Fiquei conhecendo a vinícola por meio da minha rede de contatos no Facebook.</p>
<p>Nessa degustação não chegamos a provar o <strong>Cortes de Cima Reserva</strong> e nem o <strong>Incógnito</strong>, mas em outra ocasião vamos incluir esses rótulos. Se tirarmos uma base pelos vinhos que já degustamos, certamente teremos excepcionais vinhos para recomendar aos nossos leitores.</p>
<p>Importadora: Adega Alentejana</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-854" title="Cortes de Cima" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/12/cortes-de-cima.jpg" alt="" width="500" height="335" /></p>
<h2>Cortes de Cima 2005</h2>
<p>Um vinho delicioso e muito bem equilibrado, feito de uma feliz mistura de Syrah (67%), Tempranillo (16%), Touriga Nacional (12%) e Cabernet Sauvignon (5%). Passou 12 meses em barricas de carvalho francês (80%) e americano (20%). Cor rubi ligeiramente violácea. Aroma muito agradável de frutas vermelhas maduras; notas tostadas da madeira e um nítido toque floral fecham a composição da paleta aromática. Encorpado, embora passe uma sensação de maciez e leveza, graças aos taninos de excelente qualidade. Final de boca marcante.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="" width="61" height="26" /></p>
<p><em>O Cortes de Cima 2005 é jovem e vigoroso, consegue manter a graciosidade de vinhos mais evoluídos sem cair no lugar comum.</em><br />
<span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 14,5%<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$84,90</p>
<h2>Cortes de Cima Syrah 2004</h2>
<p>O Syrah que a Cortes de Cima produz é poderoso, tem a fruta generosa dos melhores vinhos do Novo Mundo, mas não peca pelos exageros. Cor púrpura escura. Aroma de frutas negras, chocolate e uma certa complexidade de especiarias. Encorpado e rico, os taninos são de ótima qualidade, apesar de jovens. Acabamento gostoso, frutado, seco e com boa persistência.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="Excelente" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/06/excelente.gif" alt="" width="61" height="26" /></p>
<p><em>Esse Syrah alentejano é denso e repleto de nuances de fruta madura e notas tostadas.</em><br />
<span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 14,5%<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$99,80</p>
<h2>Chaminé tinto 2007</h2>
<p>O vinho mais básico da Cortes de Cima também não decepciona. Um corte de Tempranillo (54%), Syrah (36%), Touriga Nacional (6%), Trincadeira (3%) e Cabernet Sauvignon (1%). Cor violácea com transparência. Nariz com boa intensidade e frescor, lembrando frutas vermelhas maduras, notas defumadas e um sutil toque herbáceo. Corpo médio, taninos macios e acidez muito boa. Final de boca gostoso, apesar de não ter uma grande persistência.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-108" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="" width="45" height="26" /></p>
<p><em>O Chaminé é leve, gostoso e fácil de beber. Apresenta aromas atrativos e certa personalidade.</em><br />
<span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13,5%<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$53,10</p>
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		<title>Quinta da Cortezia Touriga Nacional 2004</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/quinta-da-cortezia-touriga-nacional-2004/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 12:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos vinhos mais interessantes que provei recentemente foi o Quinta da Cortezia Touriga Nacional 2004. É impossível não prestar atenção a região onde foi produzido, a Estremadura, mais precisamente ao distrito de Alenquer. Essa localidade tem características muito particulares; a proximidade com o mar e os terrenos irregulares compõem uma diversidade fantástica de terroir. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/quinta-da-cortezia-touriga-001.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-831" title="Quinta da Cortezia Touriga Nacional 2004" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/quinta-da-cortezia-touriga-001-230x293.jpg" alt="" width="230" height="293" /></a>Um dos vinhos mais interessantes que provei recentemente foi o <strong>Quinta da Cortezia Touriga Nacional 2004</strong>. É impossível não prestar atenção a região onde foi produzido, a Estremadura, mais precisamente ao distrito de <strong>Alenquer</strong>. Essa localidade tem características muito particulares; a proximidade com o mar e os terrenos irregulares compõem uma diversidade fantástica de <em>terroir</em>. Alenquer ganhou notoriedade internacional com o bem-sucedido <strong>Chocapalha</strong>, da enóloga Sandra Tavares da Silva. Podemos esperar vinhos de personalidade dessa região, como esse Touriga Nacional feito por <strong>Miguel Reis Catarino</strong>. Enólogo da Quinta da Cortezia, <a title="Quinta da Cortezia: Vinho de classe feito na Estremadura" href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/quinta-da-cortezia-vinho-estremadura-lisboa/">Miguel esteve no Brasil há alguns meses para promover seus vinhos</a>. Tive a oportunidade de conhece-lo, descobri que ele é um vinhateiro de grande habilidade, não somente um enólogo como tantos outros.</p>
<p>O Quinta da Cortezia Touriga Nacional 2004 possui cor rubi com pouca transparência, mas não chega a ter aquela cor fechada como muitos vinhos atualmente tem. Aroma muito agradável e com boa complexidade, frutas negras maduras, além de notas minerais. Encorpado, taninos de excelente qualidade e com uma acidez bem integrada. Ótimo final de boca. O Quinta da Cortezia Touriga Nacional é uma bela representação do que a Estremadura pode produzir, um vinho de personalidade bem definida, cheio de nuances e deliciosamente fácil de beber.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-544" title="Excelente - Best Buy" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/06/excelente-best-buy.gif" alt="" width="104" height="38" /><br />
<em>Muito bem feito, gostoso e com uma classe típica de vinhos bem mais caros. Lembra um Bordeaux de boa qualidade, porém com um apelo próprio da Touriga Nacional.</em></p>
<p><span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 14,5%<br />
<span class="bold-content">Importadora:</span> Porto a Porto / Casa Flora<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$ 55</p>
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		<title>Régia Colheita 2006 &#8211; CARMIM</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/regia-colheita-2006-doc-reguengos-carmim/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 12:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[carmim]]></category>

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		<description><![CDATA[No post anterior comentei sobre a vocação do Alentejo em produzir vinhos acessíveis e modernos. E não é que obtive mais uma prova disso na degustação seguinte? Os brancos do Alentejo também fazem sucesso; e não é de hoje. O Pera Manca, por exemplo, é um verdadeiro cult wine. Quanto ao Régia Colheita 2006, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/regia-colheita-carmim-2006.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-766" title="Régia Colheita 2006 DOC Reguengos - Carmim" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/regia-colheita-carmim-2006-230x318.jpg" alt="" width="230" height="318" /></a>No <a title=".COM" href="http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/tiago-cabaco-com-2006/">post anterior</a> comentei sobre a vocação do <strong>Alentejo</strong> em produzir vinhos acessíveis e modernos. E não é que obtive mais uma prova disso na degustação seguinte? Os brancos do Alentejo também fazem sucesso; e não é de hoje. O <strong>Pera Manca</strong>, por exemplo, é um verdadeiro <em>cult wine</em>. Quanto ao <strong>Régia Colheita 2006</strong>, um agradável branco, nitidamente de apelo moderno e internacional.</p>
<p>O Régia Colheita é produzido pela <a title="Website da CARMIM" href="http://www.carmim.online.pt/main.htm" target="_blank">CARMIM</a>, a maior cooperativa da <strong>DOC Reguengos</strong>. Feito a partir de um corte de uvas Arinto, Antão Vaz, Perrum e Roupeiro. Apesar do nome estranho das uvas, pelo menos para a grande maioria dos consumidores, o resultado final é bem familiar; parece um bom Chardonnay. A fermentação ocorreu em meias pipas de carvalho português, com posterior maturação nessas barricas. A ficha técnica do produtor não informa, mas esse vinho deve ter sofrido fermentação malolática. O Régia Colheita tem cor amarela bem definida. Nariz agradável; aroma de damascos secos e notas bem mescladas de carvalho. Corpo médio, boa estrutura, acidez equilibrada e com álcool na medida certa. Bom final, apesar de não ser muito longo. Branco muito bem feito, talvez o seu maior mérito seja a elegância contida, ao invés da potência desmedida.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-108" title="Muito Bom" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2007/05/muitobom1.gif" alt="" width="45" height="26" /><br />
<em>Um branco extremamente versátil a mesa, fácil de beber e com uma certa elegância.<br />
</em><br />
<span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13%<br />
<span class="bold-content">Importadora:</span> Porto a Porto / Casa Flora<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$ 34</p>
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		<title>.COM 2006</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/tiago-cabaco-com-2006/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 16:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[A ensolarada e quente região do Alentejo parece ser o berço natural de vinhos de apelo imediato. Os bons alentejanos costumam ser fáceis, agradam logo nos primeiros anos de garrafa. Isso não quer dizer que não envelheçam bem, tampouco que careçam de profundidade. A verdade é que essa região tem vocação para fazer vinhos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/ponto-com-2006.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-743" title=".COM 2006 - Estremoz" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/11/ponto-com-2006-230x310.jpg" alt="" width="230" height="310" /></a>A ensolarada e quente região do <strong>Alentejo</strong> parece ser o berço natural de vinhos de apelo imediato. Os bons alentejanos costumam ser fáceis, agradam logo nos primeiros anos de garrafa. Isso não quer dizer que não envelheçam bem, tampouco que careçam de profundidade. A verdade é que essa região tem vocação para fazer vinhos do tipo <em>blockbuster</em>.</p>
<p>É o caso do <strong>.COM 2006</strong>, um vinho gostoso, fácil de beber e, o melhor de tudo, não é caro. O .COM é um Regional Alentejano produzido por <strong>Tiago Cabaço</strong>, filho dos proprietários da vinícola <strong>Monte dos Cabaços</strong>. Vinho feito a partir de um corte de uvas Alicante Bouschet, Aragonez (Tempranillo), Cabernet Sauvignon e Trincadeira. Cor púrpura com ligeira transparência. Nariz muito intenso, fruta vermelha madura em abundância, um verdadeiro <em>tutti-frutti</em>; notas mentoladas e de chocolate também compõem a paleta aromática. Bom corpo, mas sem muita estrutura e com taninos ainda um pouco jovens. Final de boca agradável e, apesar dos aromas adocicados, o vinho é seco e harmonioso. O .COM é um vinho moderno e muito bem feito, melhor que muitos chilenos e argentinos na mesma faixa de preço.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-544" title="Excelente - Best Buy" src="http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/06/excelente-best-buy.gif" alt="" width="104" height="38" /><br />
<em>O .COM é direto e fácil de beber. Não espere um vinho complexo e elegante, mas sim um tinto jovial e voluptuoso.</em></p>
<p><span class="bold-content">Grad. Alcoólica:</span> 13,5%<br />
<span class="bold-content">Importadora:</span> Adega Alentejana<br />
<span class="bold-content">Preço:</span> R$ 44,70</p>
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		<title>Degustação vinhos do Porto e do Douro</title>
		<link>http://www.qvinho.com.br/vinhos/portugal/degustacao-vinhos-do-porto-douro/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 14:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeventos]]></category>
		<category><![CDATA[IVDP]]></category>

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		<description><![CDATA[No artigo anterior comentei em linhas gerais sobre o evento de degustação promovido pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP). Hoje, vou relacionar alguns vinhos bem interessantes que provei. Claro, numa gama tão ampla de produtos colocados à degustação fica difícil falar de todas as marcas, porém em futuros artigos vamos degustar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a href="http://www.qvinho.com.br/enoeventos/degustacao-instituto-vinho-do-porto-douro/">artigo anterior </a>comentei em linhas gerais sobre o evento de degustação promovido pelo <strong>Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP). </strong>Hoje, vou relacionar alguns vinhos bem interessantes que provei. Claro, numa gama tão ampla de produtos colocados à degustação fica difícil falar de todas as marcas, porém em futuros artigos vamos degustar outros rótulos que se destacaram e fazer comentários em profundidade. Muitos vinhos das safras 2004 e 2005 ainda precisam de um pouco mais de tempo na garrafa, no entanto, é indiscutível a excepcional qualidade dessas safras e seu potencial de guarda.</p>
<h2>Domini Plus 2004 da José Maria da Fonseca (R$ 169)</h2>
<p>Tradicional vinícola da Península de Setúbal que fez fama com o seu Periquita Classico, lançado em 1850, e que até hoje é um dos vinhos mais vendidos de Portugal. Atualmente estão à frente da empresa os enólogos <strong>Domingos Soares </strong>e <strong>Cristiano Van Zeller</strong>, responsáveis por esta ‘batida’ mais de Novo Mundo de vinhos como o Hexagon e o Domini Plus. Este último apresentou um bouquet intenso e persistente, lembrando frutas em compota e especiarias. Taninos firmes com um final longo e saboroso. Quem diria, o vinho tem 16% de álcool.</p>
<h2>Porto Real Companhia Velha Royal Oporto 10 anos (R$149)</h2>
<p>Cor tendendo ao alaranjado, bouquet de boa intensidade com toque de frutas secas. Potente com um final muito longo, mas sem exageros de doçura.</p>
<h2>Douro Quinta de la Rosa Reserva Tinto 2004 (R$185)</h2>
<p>Mais um potente e delicioso Douro confeccionado de um lote de vinhas velhas (34%) e vinhas mais jovens de Touriga Nacional (56%) e Tinto cão (10%). Aroma intenso e complexo lembrando frutas negras maduras, envoltas por notas de especiarias como cravo e pimenta que denuncia claramente um trabalho afinado no carvalho. Na boca mostra muita estrutura com taninos jovens, boa acidez e um final muito persistente e picante.</p>
<h2>Douro Redoma 2004 Niepoort (R$145)</h2>
<p>O Redoma, na linha dos clássicos do Douro, sempre figura como uma excelente opção. Resultado de um trabalho brilhante de Dirk Niepoort que encabeça essa empresa fundada em 1842, e que a cinco gerações esta na mão da familia Niepoort. Um vinho elegante, com notas complexas e evoluídas no bouquet. Final longo, seco e sem exageros de madeira.</p>
<h2>Douro Meruge tinto 2003 &#8211; Lavradores de Feitoria (R$120)</h2>
<p>Produzido pela <strong>Lavradores de Feitoria</strong> o Meruge é um vinho também de uma linha mais internacional. Aroma de boa intensidade com notas de frutas vermelhas e baunilha provenientes do estágio em carvalho. Na boca taninos macios; final levemente adociado, muito fácil de gostar e beber.</p>
<h2>Porto Six Grapes Graham´s (R$69)</h2>
<p>Porto Ruby feito num estilo mais próximo dos vintage. Cor violeta bem escura; Aromas focados em frutas negras; taninos macios. Como o próprio nome sugere, é feito a partir de seis uvas diferentes: Touriga Nacional, Touriga Francesa, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Tinta Amarela e Tinto Cão.</p>
<h2>Porto Vista Alegre 40 Anos (R$220)</h2>
<p>Excepcional Porto. Bouquet complexo, incrivelmente vivo e fresco. Muito equilibrado e suave na boca. Doçura na medida certa, perfeito para beber já!</p>
<h2>Douro Fuseiro Touriga Nacional 2003 &#8211; Quinta da Fonte Nova (€10)</h2>
<p>Excelente 100% Touriga Nacional. Cor rubi escura. Bouquet de boa intensidade lembrando frutas vermelhas maduras, floral e especiarias. Na boca é encorpado, mostrando taninos firmes, boa acidez e ótima persistência no final de boca. A Quinta da Fonte Nova também produz o Arrobeiros, um corte de Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Barroca e Touriga Francesa, provenientes de velhas vinhas de Soutelo do Douro. Conversei com João Russo, proprietário da Quinta da Fonte Nova, que informou que ainda não tem representação aqui no Brasil.</p>
<h2>Quinta das Hidrângeas Bons Anos Tinto 2006 (€17)</h2>
<p>Jovem Douro com um bouquet ainda um pouco fechado, taninos muito vivos e presentes (a safra 2006 foi recém-engarrafada e deve ser lançada somente em Setembro); ressaltam ainda os 14 meses do carvalho. Demonstra um grande potencial, é só esperar uns anos para comprovar. Provei também o excelente Rosé da safra 2007 (vinhas velhas de 70 anos), intenso, fresco e muito agradável, um vinho que em Portugal custa €5. O enólogo Ricardo Tiago Guerra está buscando representação no Brasil, vamos torcer para que em breve esse vinhos desembarquem por aqui e, o principal, mantendo a excelente relação qualidade / preço.</p>
<h2>Quinta da Pacheca Reserva 2004 (R$129)</h2>
<p>Aroma agradável de frutas negras maduras. Elegante, seco, com ótima estrutura e final persistente. Um vinho ainda muito jovem que com certeza deverá evoluir bem. A Quinta da Pacheca é uma das mais conhecidas propriedades do Douro, foi a primeira a engarrafar vinho com marca própria, isso em 1738! Atualmente pertence a família Serpa Pimentel. No evento estava um dos proprietários, o José Serpa Pimentel, que procurou apresentar seus vinhos com muita dedicação.</p>
<h2>Ferreira Porto &#8220;Quinta do Porto&#8221; Tawny 10 Anos (R$180)</h2>
<p>Mais uma marca da gigante portuguesa <strong>Sogrape</strong>. Esse Tawny foi produzido a partir de uvas selecionadas a Quinta do Porto e vinhas adjacentes (zona do Pinhão, sub-região Cima Corgo). Um excelente Porto, muito equilibrado e macio. Final delicioso e não muito doce.</p>
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