No post anterior comentei sobre a vocação do Alentejo em produzir vinhos acessíveis e modernos. E não é que obtive mais uma prova disso na degustação seguinte? Os brancos do Alentejo também fazem sucesso; e não é de hoje. O Pera Manca, por exemplo, é um verdadeiro cult wine. Quanto ao Régia Colheita 2006, um agradável branco, nitidamente de apelo moderno e internacional.
O Régia Colheita é produzido pela CARMIM, a maior cooperativa da DOC Reguengos. Feito a partir de um corte de uvas Arinto, Antão Vaz, Perrum e Roupeiro. Apesar do nome estranho das uvas, pelo menos para a grande maioria dos consumidores, o resultado final é bem familiar; parece um bom Chardonnay. A fermentação ocorreu em meias pipas de carvalho português, com posterior maturação nessas barricas. A ficha técnica do produtor não informa, mas esse vinho deve ter sofrido fermentação malolática. O Régia Colheita tem cor amarela bem definida. Nariz agradável; aroma de damascos secos e notas bem mescladas de carvalho. Corpo médio, boa estrutura, acidez equilibrada e com álcool na medida certa. Bom final, apesar de não ser muito longo. Branco muito bem feito, talvez o seu maior mérito seja a elegância contida, ao invés da potência desmedida.
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Um branco extremamente versátil a mesa, fácil de beber e com uma certa elegância.
Grad. Alcoólica: 13%
Importadora: Porto a Porto / Casa Flora
Preço: R$ 34




Olá!
Obrigada pela dica.
Vou procurar aqui em Brasília.
Abs,